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Mostrando postagens de novembro, 2023

Havia morte antes de Adão? ICP Responde

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Havia morte antes de Adão? ICP Responde Os defensores do "Criacionismo da Terra Nova", os quais afirmam que o mundo foi criado em seis dias literais de 24 horas, negam que haveria morte antes da queda de Adão. Eles afirmam que a Bíblia declara que a morte veio apenas após Adão como resultado do seu pecado: "da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram" (Rm 5.12; cf. 8.20-22). Dr. Geisler entende que há vários problemas nesse argumento. Primeiro, Romanos 5.12 não diz que todos os animais morrem por causa do pecado de Adão, mas que apenas "todos os homens" morrem como consequência. Segundo, Romanos 8 não diz que os animais morrem como resultado do pecado de Adão, mas que apenas a criação "foi submetida à inutilidade" como resultado disso (v.20). Terceiro, se Adão comia qualquer coisa - e ele tinha que comer para sobreviver - então ao menos as plan

Eutanásia - O homem pode estabelecer o término de uma vida? ICP Responde

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Eutanásia - O homem pode estabelecer o término de uma vida? ICP Responde Mesmo que a maioria das correntes de pensamentos atribua valor à vida, o critério de valor difere muito em cada uma delas. Muitas contradizem o ensinamento da Palavra de Deus, levando a decisões meramente utilitárias quanto ao término da vida humana. Simplificadamente, definimos eutanásia como sendo "o esforço humano para apressar a morte própria, ou a de um parente, ou de alguém que esteja em sofrimento. A eutanásia é apresentada pelos seus defensores como sendo uma extensão dos direitos humanos, no sentido de que, cada um, deveria ter o direito a decidir sobre a própria vida. O assunto, entretanto, transcende o suposto direito ao suicídio, pois postula o direito de alguém decidir sobre a vida de outro, baseado em uma condição arbitrária e intangível - a existência ou não de qualidade naquela vida a ser terminada. Quando tratamos da eutanásia, não estamos falando de pena de morte, que é a execução de uma sen

A Bíblia proíbe a celebração de aniversários? - ICP Responde

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  A Bíblia proíbe a celebração de aniversários? - ICP Responde "Será que as menções feitas pela Bíblia de celebrações de aniversários natalícios as colocam em luz favorável?" É com esta indagação que o livreto Raciocínios à base das Escrituras, publicado pela Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados (STV), em sua página 37, inicia uma argumentação contrária à celebração deste evento tão tradicional e familiar. A tese russelita se fundamenta, como sempre, em argumentos infantis e pobres, que não resistem a uma análise mais acurada feita com base na ortodoxia bíblica. A STV afirma em sua literatura que os únicos aniversários que a Bíblia cita foram marcados pela violência, como no caso da morte do padeiro de Faraó, revelada pelo sonho de José no Egito (Gn 40.16-20) e da decapitação de João Batista, no aniversário de Herodes (Mt 14.1-12). Com base nesse pensamento, as testemunhas de Jeová declaram que esse tipo de comemoração é um erro, em especial, porque acreditam que o

Usura - Um cristão pode cobrar juros? - ICP Responde

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Usura - Um cristão pode cobrar juros? - ICP Responde O que é usura? O Dicionário Aurélio define usura da seguinte forma: "Delito cometido por quem empresta dinheiro, cobrando taxa excessiva de juros; agiotagem. Juro excessivo, muito além da taxa usual ou legal". Alguns autores, entre eles, Houaiss, derivam a palavra "juros" de "jus", "juris" ("direito, justiça"). Os juros seriam, portanto, o que é direito receber pelo aluguel de determinada quantia. No decorrer da história, vários conceitos e ensinamentos foram desenvolvidos sobre o tema. Alguns a favor, outros contra, nas mais variadas culturas, que usaram, por vezes, os termos "usura" e "juros" como sinônimos. Somente no século 18, quando as leis da economia começam a ser estudadas cientificamente, é que se propõe a distinção entre os vocábulos: "juros" e "usura", usando-se juro para designar a taxa de remuneração pelo uso do dinheiro e usura pa

Como o inferno glorifica a Deus? - ICP Responde

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ICP Responde Como o inferno glorifica a Deus? Para entendermos a maneira como o inferno glorifica a Deus, precisamos, antes, ver o inferno à luz da grande história da Bíblia, do seu ponto de vista e da sua caracterização de Deus e do homem. A história da Bíblia, assim como em todas as outras, também tem começo, meio e fim. Vejamos: Começo Deus cria um lugar perfeito e coloca nele um homem e uma mulher, inocentes. Então, o Senhor estabelece os termos e afirma aos dois, com clareza, a consequência de transgredirem seus termos. Um inimigo mente para a mulher inocente. E a mulher, por sua vez, acredita na mentira, quebra os termos de Deus; e o homem a acompanha no pecado. Deus amaldiçoa o inimigo e dá início às consequências da transgressão, amaldiçoando também a terra. Na maldição lançada sobre o inimigo, Deus afirma que o descendente da mulher ferirá a cabeça do inimigo, enquanto o inimigo ferirá o calcanhar do descendente da mulher. O homem e a mulher são banidos do lugar perfeito. Saib

O Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lucas 19.10) - ICP Responde

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ICP Responde O Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lucas 19.10) Comentário apologético: As Testemunhas de Jeová ensinam que a nossa salvação não é a justificativa principal para a vida e a morte de Jesus na terra. Dizem que o próprio destino de Jesus, como Messias ou Cristo, prova que o propósito principal (ou primário) de sua vinda ao mundo não foi resgatar e salvar o gênero humano. A salvação, ainda que importante aos homens que buscam a vida eterna, é algo secundário no propósito elevado de Deus. Mas, biblicamente, a nossa salvação é a justificativa principal para a vinda de Jesus ao mundo. Vejamos o que o apóstolo Paulo afirmou a respeito: “Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (1Tm 1.15). Jesus “veio buscar e salvar o que se havia perdido”. Por isso morreu por nós (Rm 5.8), carregou os nossos pecados sobre a cruz (1Pe 2.24) e ressuscitou corporalmente den

Ninguém há bom, senão um, que é Deus (Lucas 18.19) - ICP Responde

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ICP Responde Ninguém há bom, senão um, que é Deus (Lucas 18.19) Testemunhas de Jeová. Declaram que Jesus não é Deus porque disse que ninguém é bom, senão o Pai. Resposta apologética: Deve-se perguntar àqueles que negam a deidade absoluta de Jesus: “Jesus é bom ou mau?”. A reposta óbvia é: “Jesus é bom” (Jo 15.13; At 10.38). Mas, por que então Jesus disse ao jovem rico: “Por que me chamas bom?”. Sua intenção, com isso, era que o Pai fosse glorificado com Ele: “Eu glorifiquei-te na terra” (Jo 17.4). Podemos perceber, no contexto, que o jovem rico buscava lisonjear Jesus para obter reconhecimento. Chamou o Mestre de bom não porque reconhecia a divindade de Cristo, mas para obter um parecer. Saiba mais... www.icp.com.br  

O reino de Deus está dentro de vós (Lucas 17.21) - ICP Responde

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ICP Responde O reino de Deus está dentro de vós (Lucas 17.21) Ciência Cristã. Com base neste versículo, os cientistas cristãos afirmam duas coisas: que o ser humano é divino por ter o reino dentro dele e, já que este reino é espiritual, não existe o reino humano. Ou seja, os dois reinos, espiritual e humano, são irreais. Resposta apologética: De fato, Jesus de fato não estava dizendo que o reino de Deus estava dentro de seus ouvintes, porque estava falando aos seus perseguidores – os fariseus. Poderíamos entender a expressão “o reino dentro de vós” como “o reino está entre vós”, no sentido de que todos podem ter acesso ao reino de Deus, inclusive os fariseus. Afinal, Jesus era o rei deste reino e estava entre eles. Não podemos, de forma alguma, ver aí nenhum vestígio de divindade inata no ser humano. É bom salientar que, mesmo que esse reino não seja material, não quer dizer que outros reinos materiais não existam. Muito pelo contrário, pois, se existe o espiritual existe também o mate

É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! (Lucas 17.1) - ICP Responde

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ICP Responde É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! (Lucas 17.1) Comentário apologético: O espiritismo cai em contradição quando Kardec discorre sobre a imperfeição humana. Vejamos duas de suas declarações: a) “O homem não chega a Deus, enquanto não se fizer perfeito”, e b) “Porque os homens, sendo ainda imperfeitos, têm inclinação para o mal, e porque as más árvores dão maus frutos”. Vemos que, num primeiro momento, Kardec afirma que o homem precisa tornar-se perfeito para que possa ver Deus. Mas, depois, declara que a natureza do homem é intrinsecamente má (ou seja, imperfeita) e suas obras, consequentemente, más. Logo, a segunda declaração anula a expectativa da primeira. A Bíblia, neste sentido, fornece esperança ao homem que, embora seja irremediavelmente imperfeito (Rm 11.32; Gl 3.22), pode chegar-se a Deus tão logo reconheça sua condição e se arrependa. O texto de 1Pedro 5.10 relata que o Criador é quem nos aperfeiçoa e não nós mesmos. A João, no

Havia um homem rico [...] havia também um certo mendigo (Lucas 16.19-31) - ICP Responde

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ICP Responde Havia um homem rico [...] havia também um certo mendigo (Lucas 16.19-31) Comentário apologético: A Igreja Apostólica Vó Rosa ensina que a alma aguarda o culto fúnebre e recebe as homenagens que lhe são prestadas e, somente depois, retira-se, definitivamente. Mas, como lemos, Lázaro, ao morrer, foi imediatamente para o seio de Abraão: “E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão” (v. 22). O ladrão arrependido na cruz, antes do sepultamento de seu corpo, foi para o paraíso (23.43). Não existe tal teoria na Bíblia Sagrada. Testemunhas de Jeová. Declaram que este texto é uma parábola e, como tal, a palavra inferno significa “sepultura comum da humanidade”. Resposta apologética: Jesus, em suas parábolas, nunca mencionou nomes próprios. Mas, aqui, citou o nome de Lázaro. Com isso, quis ensinar, fundamentalmente, a respeito da imediata situação que ocorre após a morte. Parábola e fábula são coisas diferentes, e Jesus nunca contou fábulas. Se t

Mas, quando fizeres convite, chama os pobres (Lucas 14.13) - ICP Responde

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ICP Responde Mas, quando fizeres convite, chama os pobres (Lucas 14.13) Catolicismo Romano. Afirma que esta passagem respalda o livro apócrifo de Tobias 4.7,10-17, que diz que as esmolas são uma forma de se alcançar a salvação. Resposta apologética: O procedimento altruísta orientado por Cristo visa tão-somente um modo prático de aproximar os menos favorecidos e prevenir a acepção de pessoas que, aos olhos de Deus, é uma prática que não condiz com o pensamento cristão: “E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas” (At 10.34). Essa atitude, porém, não se coaduna com o pensamento da obra apócrifa, uma vez que Cristo, em momento algum, disse que as obras de justiça de qualquer pessoa podem promover a salvação (Ef 2.5,8,9) Saiba mais... www.icp.com.br  

Qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado (Lucas 14.11) - ICP Responde

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ICP Responde Qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado (Lucas 14.11) Espiritismo. Aplica este texto ao fundamento da tese que defende a doutrina de que há outra existência, na qual o que foi soberbo torna-se pequeno e o que usufruiu vida modesta agora é farto. Resposta apologética: O maior propósito de Cristo nesta referência está na orientação que exalta a “humildade” em detrimento da “soberba”. Não faz nenhuma promessa de reencarnação feliz e bem-sucedida. Ao contrário, está nos dando orientação para que sejamos imitadores de Deus (Ef 5.1), mas com um espírito manso e humilde (Mt 11.29). Somente assim haveremos de usufruir a salvação, desde que a nossa postura seja de servidão a Deus e com gratidão , por já sermos salvos. Não precisamos das boas obras para que possamos alcançar a salvação, e o apóstolo Paulo, diversas vezes, adverte a esse respeito (Rm 11.5,6; Gl 2.16). Em verdade, nesta referência, Cristo está propondo o maior exemplo de humildade, porque, sendo Deus, se fez

Mordomo fiel e prudente (Lucas 12.42) - ICP Responde

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ICP Responde Mordomo fiel e prudente (Lucas 12.42) Testemunhas de Jeová. Declaram que a expressão “escravo fiel e discreto” (Tradução do Novo Mundo) aplica-se à sua liderança, o corpo governante, sediado no Brooklyn, EUA. Segundo consta, esses líderes estão encarregados, desde 1914, de prover o alimento espiritual para os adeptos dessa seita em todo o mundo, que afirmam: “Se não estivermos em contato com este canal de comunicação de Deus, não conseguiremos aprender nada da Bíblia se a lermos sem suas interpretações”. Resposta apologética: No texto em estudo, temos uma parábola de exortação à vigilância e não uma profecia (V. tb. Mt 24.45), o que destrói completamente as pretensões dos membros do corpo governante das Testemunhas de Jeová. Segundo os adeptos dessa seita, seus líderes recebem orientação divina, mas essa afirmação não procede, porque o corpo governante anunciou o Armagedom para os seguintes anos: 1914, 1925, 1941 e 1975. E suas predições erradas causaram grandes frustraçõe

Ó pequeno rebanho (Lucas 12.32) - ICP Responde

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ICP Responde Ó pequeno rebanho (Lucas 12.32) Testemunhas de Jeová. Declaram que a expressão “pequeno rebanho” se refere à classe dos ungidos, ou seja, as 144 mil pessoas que irão reinar com Cristo no céu, em oposição a uma segunda classe, constituída por “outras ovelhas” ou “grande multidão”, que irá viver na terra como Adão e Eva. Resposta apologética: O texto em estudo não se refere a essa suposta classe de ungidos descrita por essa seita, mas aos discípulos de Cristo, como demonstra o versículo 22: “E disse aos seus discípulos...”. Jesus usou essa metáfora (“pequeno rebanho”) em referência aos discípulos, que seriam enviados para trabalhar entre lobos vorazes (Mt 10.16) e, naquele momento, precisavam ser encorajados para que pudessem realizar a tarefa para qual estavam sendo designados. Por isso, Jesus lhes disse: “Não temas, ó pequeno rebanho...”. Saiba mais... www.icp.com.br