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EU SOU me enviou a vós (Êx 3.14) - ICP Responde

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EU SOU me enviou a vós (Êx 3.14) - ICP Responde Ciência Cristã. Sua visão sobre Deus é panteísta. Ou seja, Deus é "Tudo em tudo". Resposta apologética: A Bíblia mostra tanto a transcendência quanto a imanência de Deus. Deus está fora de sua criação (Gn 1.1), mas age dentro dela (At 17.24,25). O Deus da Bíblia é um ser pessoal (possui personalidade) e pode dizer de si mesmo "EU SOU". O Senhor Deus pensa, decide, ama, se ira, perdoa, se alegra, etc. Deus é piedoso: "Passando, pois, o Senhor perante ele, clamou: O Senhor Deus, misericordioso e piedoso, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade" (34.6). Saiba mais... www.icp.com.br  

EU SOU O QUE SOU (Êx 3.14) - ICP Responde

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EU SOU O QUE SOU (Êx 3.14) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. A Tradução do Novo Mundo traz: "Mostrarei Ser". E, em João 8.58: "eu tenho sido". Seu objetivo, com isso, evidentemente, é inferiorizar Jesus, negando ao Filho de Deus a divindade que lhe é devida. Dessa forma, tal tradução evita a associação natural entre o EU SOU, da referência em estudo, e o EU SOU, do evangelho de João. Resposta apologética: O texto da Tradução do Novo Mundo não corresponde ao original bíblico, mas atende unicamente ao propósito da Sociedade Torre de Vigia: negar a divindade de Jesus Cristo. Nas palavras de Jesus, em João 8.58, o Senhor repete, a respeito de si mesmo, o nome de Deus revelado a Moisés, conforme a referência em estudo. Os judeus que ouviram Jesus pronunciar essas palavras entenderam a identificação e, por isso, pegaram em pedras para atirar nele. Queriam condená-lo por blasfêmia por ter pronunciado o nome de Deus (coisa que eles, em hipótese alguma, faziam). Mas Jesus...

A uma terra que mana leite e mel (Êx 3.8) - ICP Responde

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A uma terra que mana leite e mel (Êx 3.8) - ICP Responde Ceticismo. Confronta a referência em estudo com Números 13.32, interpretando-a equivocadamente ao atribuir conotação de miséria em Canaã, um forte motivo de contradição, visto que, aqui, a terra é citada como fértil. Resposta apologética: O contexto de Números 13, por si só, prova que a interpretação dos céticos é incabível. O relatório apresentado por alguns espias que acompanharam Josué e Calebe no reconhecimento de Canaã era exagerado e covarde, não refletia os benefícios da terra, como no caso dos outros espias enviados antes deles (Nm 13.27). É fato que, na ocasião, existiam em Canaã homens de alta estatura e fortes guerreiros (Nm 13.28), porque a região vinha sendo palco de constantes batalhas campais entre as tribos que desejavam tomá-la, por ser uma terra extremamente fértil. O texto de Números 14.36,37 é uma prova cabal contra a tese dos céticos, por documentar a morte dos covardes que induziram o povo à murmuração. Saib...

E as parteiras disseram a Faraó... (Êx 1.19) - ICP Responde

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E as parteiras disseram a Faraó... (Êx 1.19) - ICP Responde Ceticismo. Confronta esta passagem com Levítico 19.11, afirmando que Sifrá e Puá mentiram a Faraó, transgredindo a lei, mas, mesmo assim, Deus as abençoou, o que implicaria em contradição quanto ao que a Bíblia ensina a respeito (1.20,21). Resposta apologética: A ordem do rei era para que as parteiras praticassem o infanticídio contra o povo hebreu (1.16). Para evitar a barbaridade do ato, as parteiras lançaram mão de uma estratégia: a morosidade (demora). Assim, as mães davam à luz aos seus filhos sozinhas, e quando as parteiras chegavam já era tarde, não podiam mais matar as crianças, porque, caso cometessem o ato, eram condenadas à pena de morte. E, para se livrarem dessa sentença, preferiam apresentar ao rei "meias-verdades" (1.19). Ou seja, não revelavam a Faraó que haviam chegado tarde para o trabalho de parto. O atraso das parteiras, como vimos, era proposital. Embora as Escrituras registrem as faltas de pesso...

Todas estas são as doze tribos de Israel (Gn 49.28) - ICP Responde

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Todas estas são as doze tribos de Israel (Gn 49.28) - ICP Responde Ceticismo. Compara esta referência com Gênesis 48.20 para questionar o número correto das tribos de Israel (doze ou treze?), alegando que há contradição. Resposta apologética: Jacó foi pai de doze filhos e não treze. O texto de Gênesis 48.22 mostra que José foi favorecido por seu pai com uma porção dobrada da herança distribuída, o que esclarece o seguinte: não havia uma tribo com o nome de José, mas haveria duas tribos intrinsecamente relacionadas a José. Estamos falando das tribos Efraim e Manassés. Em termos práticos, Efraim seria a tribo "A" e Manasses a tribo "B" da casa de José. A questão é dirimida pelo fato de a tribo de Levi não ter recebido possessão territorial: seus descendentes foram distribuídos pelo território de Canaã, após sua conquista (Nm 18.23,24). Como podemos ver, doze territórios foram estabelecidos para as tribos de Israel. E não treze. Saiba mais... www.icp.com.br  

O dia do nascimento de Faraó (Gn 40.20-22) - ICP Responde

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O dia do nascimento de Faraó (Gn 40.20-22) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Afirmam que há apenas dois aniversários na Bíblia: o de Faraó e o de Herodes (Mt 14.6; Mc 6.21). Com base nisso, a Sociedade Torre de Vigia proíbe que seus adeptos celebrem aniversário e ataca aqueles que o comemoram. Dizem que tanto Faraó quanto o rei Herodes eram reis pagãos, e decretavam a morte de alguém na ocasião em que comemoravam seus aniversários. Nenhum herói da fé comemorou aniversário, mas apenas homens ímpios. É o que alega essa seita. Resposta apologética: Contrariando as Testemunhas de Jeová, a Bíblia relata mais de dez aniversá¬rios. Jó era um homem justo e celebrava os aniversários de seus filhos. "E iam seus filhos à casa uns dos outros e faziam banquetes cada um por sua vez", o que indica a comemoração do aniversário de cada um deles (Jó 1.4). Jó, referindo-se ao seu dia de nascimento, afirmou: "Pereça o dia em que nasci...", (Jó 3.2,3). No versículo 1, lemos: "De...

Hei de descer ao meu filho até a sepultura (Gn 37.35,36) - ICP Responde

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Hei de descer ao meu filho até a sepultura (Gn 37.35,36) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Dogmatizam a palavra sheol, dizendo que significa única e exclusivamente a sepultura comum da humanidade. Resposta apologética: No hebraico, o termo traduzido na ACF por sepultura também é sheol, que é correspondente à palavra grega hades, cujo significado é "o mundo invisível dos mortos". Antes da vinda de Cristo, o sheol se dividia em duas partes. O lugar dos santos era chamado Seio de Abraão, Trono da glória e Jardim do Éden. A outra parte era o inferno, lugar de tormento consciente dos perdidos (Lc 16.19-31). Na referência em estudo, fica claro que Jacó não considerava o sheol como simples sepultura, mas um lugar na região inferior. Prova disso é que ele desejou ir ao sheol para encontrar-se com José, seu filho querido. Jacó não esperava encontrar seu filho na sepultura, mas em outro lugar, no mundo invisível dos mortos (V. Lc 16.23). Sendo assim, sheol não pode significar simple...