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É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! (Lucas 17.1) - ICP Responde

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É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! (Lucas 17.1) - ICP Responde Comentário apologético: O espiritismo cai em contradição quando Kardec discorre sobre a imperfeição humana. Vejamos duas de suas declarações: a) “O homem não chega a Deus, enquanto não se fizer perfeito”, e b) “Porque os homens, sendo ainda imperfeitos, têm inclinação para o mal, e porque as más árvores dão maus frutos”. Vemos que, num primeiro momento, Kardec afirma que o homem precisa tornar-se perfeito para que possa ver Deus. Mas, depois, declara que a natureza do homem é intrinsecamente má (ou seja, imperfeita) e suas obras, conseqüentemente, más. Logo, a segunda declaração anula a expectativa da primeira. A Bíblia, neste sentido, fornece esperança ao homem que, embora seja irremediavelmente imperfeito (Rm 11.32; Gl 3.22), pode chegar-se a Deus tão logo reconheça sua condição e se arrependa. O texto de 1Pedro 5.10 relata que o Criador é quem nos aperfeiçoa e não nós mesmos. A João, ...

Havia um homem rico [...] havia também um certo mendigo (Lucas 16.19-31) - ICP Responde

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Havia um homem rico [...] havia também um certo mendigo (Lucas 16.19-31) - ICP Responde Comentário apologético: A Igreja Apostólica Vó Rosa ensina que a alma aguarda o culto fúnebre e recebe as homenagens que lhe são prestadas e, somente depois, retira-se, definitivamente. Mas, como lemos, Lázaro, ao morrer, foi imediatamente para o seio de Abraão: “E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão” (v. 22). O ladrão arrependido na cruz, antes do sepultamento de seu corpo, foi para o paraíso (23.43). Não existe tal teoria na Bíblia Sagrada.Revista Defesa Fé Testemunhas de Jeová. Declaram que este texto é uma parábola e, como tal, a palavra inferno significa “sepultura comum da humanidade”. Resposta apologética: Jesus, em suas parábolas, nunca mencionou nomes próprios. Mas, aqui, citou o nome de Lázaro. Com isso, quis ensinar, fundamentalmente, a respeito da imediata situação que ocorre após a morte. Parábola e fábula são coisas diferentes, e Jesus nunca c...

Mas, quando fizeres convite, chama os pobres (Lucas 14.13) - ICP Responde

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Mas, quando fizeres convite, chama os pobres (Lucas 14.13) - ICP Responde Catolicismo Romano. Afirma que esta passagem respalda o livro apócrifo de Tobias 4.7,10-17, que diz que as esmolas são uma forma de se alcançar a salvação. Resposta apologética: O procedimento altruísta orientado por Cristo visa tão-somente um modo prático de aproximar os menos favorecidos e prevenir a acepção de pessoas que, aos olhos de Deus, é uma prática que não condiz com o pensamento cristão: “E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas” (At 10.34). Essa atitude, porém, não se coaduna com o pensamento da obra apócrifa, uma vez que Cristo, em momento algum, disse que as obras de justiça de qualquer pessoa podem promover a salvação (Ef 2.5,8,9) Saiba mais... www.icp.com.br  

Qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado (Lucas 14.11) - ICP Responde

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Qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado (Lucas 14.11) - ICP Responde Espiritismo. Aplica este texto ao fundamento da tese que defende a doutrina de que há outra existência, na qual o que foi soberbo torna-se pequeno e o que usufruiu vida modesta agora é farto.Podcasts cristãos Resposta apologética: O maior propósito de Cristo nesta referência está na orientação que exalta a “humildade” em detrimento da “soberba”. Não faz nenhuma promessa de reencarnação feliz e bem-sucedida. Ao contrário, está nos dando orientação para que sejamos imitadores de Deus (Ef 5.1), mas com um espírito manso e humilde (Mt 11.29). Somente assim haveremos de usufruir a salvação, desde que a nossa postura seja de servidão a Deus e com gratidão, por já sermos salvos. Não precisamos das boas obras para que possamos alcançar a salvação, e o apóstolo Paulo, diversas vezes, adverte a esse respeito (Rm 11.5,6; Gl 2.16). Em verdade, nesta referência, Cristo está propondo o maior exemplo de humildade, porque, ...

Ó pequeno rebanho (Lucas 12.32) - ICP Responde

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Ó pequeno rebanho (Lucas 12.32) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Declaram que a expressão “pequeno rebanho” se refere à classe dos ungidos, ou seja, as 144 mil pessoas que irão reinar com Cristo no céu, em oposição a uma segunda classe, constituída por “outras ovelhas” ou “grande multidão”, que irá viver na terra como Adão e Eva. Resposta apologética: O texto em estudo não se refere a essa suposta classe de ungidos descrita por essa seita, mas aos discípulos de Cristo, como demonstra o versículo 22: “E disse aos seus discípulos...”. Jesus usou essa metáfora (“pequeno rebanho”) em referência aos discípulos, que seriam enviados para trabalhar entre lobos vorazes (Mt 10.16) e, naquele momento, precisavam ser encorajados para que pudessem realizar a tarefa para qual estavam sendo designados. Por isso, Jesus lhes disse: “Não temas, ó pequeno rebanho...”. Saiba mais... www.icp.com.br

Buscai antes o reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas (Lucas 12.31) - ICP Responde

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Buscai antes o reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas (Lucas 12.31) - ICP Responde Comentário apologético: Como ensina o texto em destaque, o homem deve priorizar sua salvação por meio de Cristo e não se preocupar com o acúmulo de renda. Deve ficar tranqüilo quanto às demais coisas necessárias para esta vida, visto que Deus garante a sua subsistência. A filosofia espírita entende que, devido à incorrigível má distribuição de renda no mundo, Deus propiciou uma suposta rotatividade entre os abastados desta e de outra suposta existência. Por conta disso, acreditam que, a cada geração, Deus agracia pessoas diferentes com fortuna, com a finalidade de que o “próximo afortunado” aprenda a usá-la em benefício do seu semelhante. Ora, não fosse a ganância humana, outra característica inerente ao homem, não haveria a citada má distribuição de renda e todos, igualmente, seriam abastados. O fato é que Deus não se intromete nesse tipo de coisa, assim como também não “desce à ter...

Bem-aventurado o ventre que te trouxe (Lucas 11.27) - ICP Responde

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Bem-aventurado o ventre que te trouxe (Lucas 11.27) - ICP Responde Catolicismo Romano. Diz que existem, neste texto, fortes motivos para que Maria seja glorificada. - ICP Responde Resposta apologética: Todavia, os versículos 27 e 28 dizem claramente que os que ouvem a Palavra de Deus são abençoados tanto quanto Maria, que também foi salva pela graça, mediante a fé (dom de Deus). O catolicismo romano, na ansiedade de defender sua teoria sobre Maria, tornou-se uma religião mariocêntrica. Vejamos alguns exemplos: O terço romano, além das repetições vãs (Mt 6.7), para cada dez ave-marias reza somente um pai-nosso. Existem mais igrejas romanas em honra, louvor, homenagem e adoração a Maria do ao próprio Jesus Cristo. Fazem mais imagens de Maria do que de Jesus. Os carismáticos romanos colocam em seus veículos mais adesivos de Maria do que de Jesus. Há mais aparições, sonhos, revelações de Maria do que de Jesus. Embora apareça poucas vezes na Bíblia Sagrada, Maria é invocada pelos católicos ...