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Quando também em alguma roupa houver praga de lepra, em roupa de lã, ou em roupa de linho... (Lv 13.47,59) - ICP Responde

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Quando também em alguma roupa houver praga de lepra, em roupa de lã, ou em roupa de linho... (Lv 13.47,59) - ICP Responde Ceticismo. Diz que há incoerência na Bíblia, simplesmente porque compreende que os versículos em estudo estão se referindo a uma enfermidade que, humana e cientificamente falando, jamais poderia acometer um tecido morto. Resposta apologética: Tal crítica provém dos parcos conhecimentos dos céticos sobre a língua hebraica. A expressão sara´at é muito mais genérica do que a simples identificação de uma alteração patológica da pele. Levítico 13.2-42 apresenta uma relação de anomalias que podem ser distintas pelos sintomas. O versículo 6 refere-se a um tipo de doença que poderia apresentar melhora em uma semana, o que já não seria típico no caso do mal de Hansen. Os versículos 7 e 8 dizem respeito a uma úlcera de pele seguida de gangrena (necrose do tecido cutâneo). O versículo 24 fala dos casos de infecções em áreas queimadas da pele e o 30 da descamação que se observa...

Destes, porém, não comereis (Lv 11.1-24) - ICP Responde

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Destes, porém, não comereis (Lv 11.1-24) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Declaram que Deus proibiu o consumo de certos animais, por isso proíbem a ingestão de alimentos descritos na lei como imundos. Resposta apologética: O apóstolo Paulo recomenda liberdade na alimentação. A distinção entre animais puros e impuros na lei de Moisés (Rm 14.1,2; 1Tm 4.3-5) ou a procedência pagã da carne vendida no mercado (1Co 8.4; 10.25) não deveriam preocupar a consciência dos cristãos: "Todas as coisas são puras para os puros" (Tt 1.15). E mais: "O manjar não nos faz agradáveis a Deus, porque, se comemos, nada temos de mais, e, se não comemos, nada nos falta" (1Co 8.8). Os fracos que fazem diferença entre alimentos, abstendo-se da carne e comendo legumes (Rm 14.2; 1Co 8.9; 10.28). O apóstolo Paulo adverte que a proibição de alimentos e de outras dádivas e bênçãos de Deus é indício da origem demoníaca da doutrina de certos grupos religiosos sectários e apóstatas. Os cristã...

E o coelho, porque rumina [...] E a lebre, porque rumina (Lv 11.5,6) - ICP Responde

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E o coelho, porque rumina [...] E a lebre, porque rumina (Lv 11.5,6) - ICP Responde Ceticismo. Diz que o texto bíblico não está correto, uma vez que o coelho e a lebre não são animais ruminantes. Resposta apologética: Os animais considerados limpos precisavam ruminar e ter as unhas fendidas, para que fossem usados como alimento e servissem para o holocausto oferecido ao Senhor Deus. O texto hebraico referente a este versículo traduz os animais em destaque da seguinte maneira: "coelho", shalan, uma espécie de ratazana; e "lebre", 'arnebheth. Realmente, o coelho e a lebre não são "animais ruminantes" - assim como o porco e o camelo -, mas roedores. Não se trata de uma descrição de caráter científico, mas de uma indicação daquilo que se verifica na prática. Ou seja, tais animais, se observarmos bem, dão a impressão de que estão ruminando, devido ao fato de estarem sempre movendo as maxilas. Saiba mais... www.icp.com.br  

Nenhum sangue comereis (Lv 7.26,27) - ICP Responde

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Nenhum sangue comereis (Lv 7.26,27) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Fazem uso indevido desta referência para proibir a transfusão de sangue. Sua argumentação: "A transfusão de sangue é o mesmo que comer sangue, porque se assemelha à alimentação". Resposta apologética: O texto proíbe explicitamente a ingestão de sangue de aves e de animais, mas os adeptos dessa seita ampliam seu conteúdo, incluindo a administração médica de sangue humano, algo jamais imaginado por Moisés, e muito menos pelos antigos israelitas que liam o Pentateuco. A ingestão de sangue era proibida pela lei mosaica porque o sangue constituía uma parte importante dos sacrifícios; entre outras coisas, prenunciava o precioso sangue de Jesus, o Cordeiro de Deus. Utilizar estes versículos como uma visão profética sobre os prós e os contras dos procedimentos médicos é ignorar totalmente o contexto da passagem (Gn 9.4). Saiba mais... www.icp.com.br  

Degolará o bezerro [...] oferecerão o sangue (Lv 1.5) - ICP Responde

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Degolará o bezerro [...] oferecerão o sangue (Lv 1.5) - ICP Responde Cultos afros. Seus adeptos afirmam que, no Antigo Testamento, Deus exigia o sangue dos animais, por isso seus rituais estão em harmonia com a Bíblia. Resposta apologética: A matança de animais no Antigo Testamento apontava para o sacrifício perfeito e aceitável do Filho de Deus, Jesus Cristo. O sangue daqueles animais era ineficaz para limpar os pecados dos homens (Hb 10.4). Somente o sangue de Cristo, derramado na cruz uma só vez (Hb 10.12), pôde (e ainda pode) purificar o homem de todos os seus pecados (Jo 1.29; 1Jo 1.7). Concluímos, então, que todos os sacrifícios do Antigo Testamento eram tão-somente um tipo do verdadeiro e único sacrifício de Jesus. Logo, as pessoas que sacrificam animais com propósitos religiosos (um ritual ineficaz, diga-se de passagem) estão, na verdade, sacrificando não ao Deus da Bíblia, mas aos demônios (1Co 10.20,21). Saiba mais... www.icp.com.br  

E azeite para a luminária (Êx 35.8) - ICP Responde

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E azeite para a luminária (Êx 35.8) - ICP Responde Catolicismo Romano. Usa esta referência para apoiar o emprego de velas em suas liturgias e práticas cultuais. Resposta apologética: O azeite, neste versículo, tanto quanto na referência 27.20, representa unção, e também o Espírito Santo e a presença de Deus (em espírito) entre os homens. Mas os católicos, baseados em uma falsa interpretação da Bíblia, empregam velas em seus rituais, acendendo-as aos mortos (que supostamente estão no purgatório) e oferecendo-as aos "santos de devoção", como indulgências. Tais procedimentos, no entanto, não têm respaldo bíblico. Saiba mais... www.icp.com.br  

E, havendo eu tirado a minha mão, me verás pelas costas; mas a minha face não se verá (Êx 33.21-23) - ICP Responde

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E, havendo eu tirado a minha mão, me verás pelas costas; mas a minha face não se verá (Êx 33.21-23) - ICP Responde Ceticismo. Para os céticos, estes versículos apresentam contradição, pois não concordam entre si com a possibilidade de o homem poder ver o Senhor face a face. Resposta apologética: A inaptidão dos céticos quanto às questões espirituais é o seu maior obstáculo para que possam compreender os conceitos textuais bíblicos. São coisas bem diferentes: contemplar uma representação de Deus em forma de figura humana ou algo semelhante e testemunhar com os olhos humanos a glória celeste e descoberta de Deus. O texto em destaque nos mostra que Deus (o Pai), por sua infinita bondade, não deixou que Moisés visse aquilo que ele, certamente, não poderia resistir (33.20). Por isso o Senhor lhe mostrou apenas o que Moisés poderia ver: "as costas" (33.23). O versículo 22 é responsável pela descrição do zelo de divino para com seu servo, porque, segundo a advertência divina, Moisés...