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Como os israelitas administravam a punição por apedrejamento? - ICP Responde.

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Como os israelitas administravam a punição por apedrejamento? - ICP Responde. O Sinédrio tinha uma prática que, segundo seus membros, amenizava o sofrimento. O apedrejamento era o método mais aplicado como forma de punição entre os israelitas. Eram inúmeros os delitos que poderiam ser punidos com esse tipo de execução, dentre os quais, o adultério, o sacrifício de crianças, a blasfêmia, a feitiçaria, a quebra da guarda do Sábado, a traição e a rejeição aos pais. O grupo que executava a pena devia ser constituído de vários indivíduos da comunidade, sendo que as testemunhas tinham de atirar a primeira pedra (Dt 17.7). O Sinédrio tinha uma prática que, segundo seus membros, amenizava o sofrimento do criminoso. Determinavam que o réu fosse lançado do alto de um penhasco. Certa vez, alguns sacerdotes e escribas tentaram apanhar Jesus em um ardil, mas Cristo reverteu a situação ao fazer uma pergunta difícil. E, se não a respondessem com cuidado, poderiam cair no descontentamento do povo e at...

Que espécies de animais comestíveis são o solam, o chargol e o chagab (Lv 11.22)? - ICP Responde

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Que espécies de animais comestíveis são o solam, o chargol e o chagab (Lv 11.22)? - ICP Responde Para os judeus, comer gafanhotos era algo muito comum, pois podiam ser encontrados nos mercados da época. Deus tratou da alimentação do seu povo de forma muito objetiva, organizando e separando a dieta alimentar dos judeus. Temos uma lista rigorosa de autorizações e proibições alimentares em Levítico 11. Quanto ao que poderia servir de alimentação, havia uma legislação dietética tão minuciosa que dois termos foram empregados para descrevê-la: o animal poderia ser considerado limpo (comestível) ou imundo (não comestível). Quanto ao aspecto religioso, se alguém tocasse na carne de certos animais tal pessoa era considerada imunda por todo aquele dia (Lv 11.24-27). Os judeus classificavam os animais da seguinte forma: terrestres, marinhos, aves e insetos. É nesta última classe que se enquadram o solam, o chargol e o chagab, espécies de gafanhotos. Para os judeus, comer gafanhotos era algo muito...

Quem eram os "Doze" que viram a Jesus após sua ressurreição, mencionados em 1Coríntios 15.5? - ICP Responde

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Quem eram os "Doze" que viram a Jesus após sua ressurreição, mencionados em 1Coríntios 15.5? ICP Responde Ao usar a expressão "pelos Doze", Paulo poderia está-se referindo a um termo comum empregado aos apóstolos originais de Jesus para indicar sua ocupação apostólica, e não seu número exato. É difícil conciliar o aparecimento do Senhor Jesus aos seus apóstolos e aos demais irmãos (1Co 15.6). As narrativas das aparições apresentam certas confusões, e isto corrobora ainda mais para autenticar a realidade delas, pois nenhum dos evangelistas conseguiu enumerá-las com precisão. Não se sabe ao certo os números e a ordens das aparições. Provavelmente, o apóstolo Paulo, ao mencionar o aparecimento de Jesus no texto em referência, fez uso de uma das mais antigas tradições cristãs, podendo ser estas orais, escritas ou ambas; pois ele não tinha em mão os quatro evangelhos, e muito menos a narrativa de Atos dos Apóstolos, tendo, portanto, de usar as tradições cristãs existente...

O que Jesus quis dizer com a expressão "não nos induzas à tentação", em Mateus 6.13? - ICP Responde

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O que Jesus quis dizer com a expressão "não nos induzas à tentação", em Mateus 6.13? - ICP Responde Deus permite certas circunstâncias na qual ficamos vulneráveis ao pecado para nos provar. A idéia de um Deus santo que põe seus filhos em situações de pecado é contrária à razão e às Sagradas Escrituras, pois Tiago escreve: "Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta" (Tg 1.13). Contudo, Jesus não teria feito esse pedido a Deus desnecessariamente, devendo, assim, haver uma explicação para essa súplica. Existem situações em que Deus nos expõe ao mal, mas tais circunstâncias, permitidas pelo próprio Senhor e nas quais ficamos vulneráveis ao pecado, são para nos provar. Neste caso, a tentação se refere às provas ou aos sofrimentos que tentam minar a nossa fé em Deus. O benefício desta tentação é que, se resistirmos, sairemos mais fortalecidos ainda. O diabo apresenta aos servos de Deus tentações fortíssimas, visando provocar com isso uma situação aparentemente...

Como era realizado o sepultamento nos tempos bíblicos? - ICP Responde

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Como era realizado o sepultamento nos tempos bíblicos? - ICP Responde O uso de caixões, como conhecemos hoje, não era conhecido na época. O mais conhecido túmulo na história dos hebreus era a caverna de Macpela. Abraão a comprou dos filhos de Zoar. A tradição indica que se localizava onde hoje está a Mesquita de Haram el Khalil, em Hebrom. Os personagens mais destacados ali sepultados foram: Sara, Abraão, Isaque, Rebeca, Lia e Jacó (Gn 25.9; 35.29; 49.31). Uma boa quantia foi dada pela compra da caverna. Isso indica como o sepultamento era importante para os antigos hebreus. Esse zelo foi demonstrado também por Jacó, José e Moisés. Moisés se preocupou em cumprir o desejo de José, levando os ossos deste pelo deserto. Somente Josué, finalmente, pôde cumprir o desejo de José, conforme lemos em Josué 24.32. Havia também a preocupação de se sepultar o defunto no menor espaço de tempo possível (Dt 21.22-23). Houve exceções, nos casos de José e de Jacó (v. Gn 50.2,26). Geralmente, o lugar do ...

Em que consistia o culto ao imperador? - ICP Responde

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Em que consistia o culto ao imperador? - ICP Responde O Estado romano aceitava as religiões das nações que subjugavam, contudo, sentiu-se ameaçado com a ampla e contundente evangelização dos cristãos. Muitas vezes, os imperadores romanos eram considerados deuses. Contudo, isso dependia mais de sua popularidade do que da disposição do imperador. O povo poderia ver tal atitude como uma presunção e, então, iniciar um motim. No entanto, algumas vezes o próprio povo romano aclamava o imperador como um deus. A maneira mais comum de um imperador galgar a posição divina era mediante a sua morte, embora alguns, obviamente, desejassem essa posição em vida. O culto ao imperador ocorria no seu próprio dia e também durante a comemoração de alguma vitória ou algum benefício para a população. Geralmente, em inaugurações de grandes obras públicas. As aclamações, os presentes, as honrarias e o uso de incensos eram os elementos mais comuns do culto. Outra forma de glorificar os imperadores era cunhar su...

Em que consistia a cerimônia do bode emissário? - ICP Responde

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Em que consistia a cerimônia do bode emissário? - ICP Responde Ele derramou seu sangue uma vez para sempre, isto é, seu sacrifício é completo e eterno. A cerimônia era realizada pelo sacerdote. O animal era chamado de azazel ou emissário. O sacerdote colocava as mãos sobre o bode e confessava os pecados de Israel. Simbolicamente, ele estava transferindo os pecados do povo para o bode. Depois de pedir perdão pelos pecados, o animal era conduzido ao deserto, onde não houvesse habitação. Isso simbolizava a remoção dos pecados de Israel, que eram figuradamente levados pelo bode e não mais seriam relembrados. Então, o sacerdote se purificava. Isso era uma figura dos benefícios que temos em Cristo. Jesus não apenas foi o sacrifício eterno, mas também atuou como sacerdote, pois ele entregou a oferta do sangue que derramara por nossos pecados. Em Cristo nossos pecados foram pagos e esquecidos. Resultado: não somos mais escravos do pecado, o pecado não mais reina sobre nós. Podemos, de fato, se...