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Como José, filho de Jacó, conseguiu guardar alimentos durante sete anos e onde? Teria utilizado um método milagroso para conservá-los (Gn 41.1-37)? - ICP Responde

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Como José, filho de Jacó, conseguiu guardar alimentos durante sete anos e onde? Teria utilizado um método milagroso para conservá-los (Gn 41.1-37)? - ICP Responde Naquela época, os cereais, plantas cujos grãos serviam de base à alimentação, especialmente o trigo, eram a principal fonte do sustento humano. O método de conservação era mediante os recursos naturais: os silos (fossos cavados na terra para depósito e manutenção dos cereais e das forragens verdes) e os celeiros (que permitiam a preservação dos alimentos por um longo período de tempo). A Bíblia narra que José abriu todos os celeiros: "Havendo, pois, fome sobre toda a terra, abriu José tudo em que havia mantimento, e vendeu aos egípcios; porque a fome prevaleceu na terra do Egito" (Gn 41.56). Todavia, não diz nada que houve milagre neste processo de armazenamento, embora o próprio Faraó tivesse reconhecido que em José havia o "espírito de Deus" e que não existia ninguém tão sábio e ajuizado quanto ele: ...

Por que Daniel não foi jogado na fornalha de fogo ardente com seus amigos, afinal, não estavam juntos (Dn 3.1-30)? - ICP Responde

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Por que Daniel não foi jogado na fornalha de fogo ardente com seus amigos, afinal, não estavam juntos (Dn 3.1-30)? - ICP Responde O reino de Babilônia era dividido em províncias. Daniel foi nomeado governador sobre todas as províncias e permaneceu na capital do império. Atendendo a um pedido seu, o rei concordou que seus companheiros assumissem cargos políticos importantes no reino e, por isso, separaram-se: "E pediu Daniel ao rei, e constituiu ele sobre os negócios da província de Babilônia a Sadraque, Mesaque e Abednego; mas Daniel permaneceu na porta do rei" (Dn 2.49). A imagem do rei Nabucodonosor foi levantada no campo de Dura, distante cerca de dez quilômetros da Babilônia. Tudo indica que Daniel não estava presente ou foi dispensado de ter de demonstrar sua lealdade ao rei devido à sua elevada posição. Por Marcos Heraldo Paiva Saiba mais... www.icp.com.br  

Por que Apocalipse 7.4 menciona a tribo de Manassés no lugar da tribo de Dã? - ICP Responde

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Por que Apocalipse 7.4 menciona a tribo de Manassés no lugar da tribo de Dã? - ICP Responde No capítulo em apreço, o profeta João descreve um grupo seleto de 144 mil crentes divididos em doze grupos de doze mil. Há controvérsias em relação à melhor maneira de interpretar esse número: se devemos fazê-lo espiritualmente (figurativo) ou literalmente (este último, usufrui de maior número de apoiadores). A questão é que, independente disso, a lista realmente substitui a tribo de Dã, filho do relacionamento de Jacó com uma criada de Raquel, sua esposa legítima (Gn 30.6), pela tribo de Manassés, filho do relacionamento de José com uma egípcia. José era neto de Jacó (Gn 41.51). Os prováveis motivos para isso não estão diretamente declarados nas Escrituras, todavia, conhecendo-se um pouco da história de Dã, é possível tecer uma suposição razoável. Temos na Bíblia testemunho de que Dã associou-se a um dos pecados mais abomináveis: a idolatria, dando-nos a inferir que, por este motivo, teriam sid...

Como explicar "as figuras das coisas que estão no céu", citadas em Hebreus? - ICP Responde

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Como explicar "as figuras das coisas que estão no céu", citadas em Hebreus? - ICP Responde "De sorte que era bem necessário que as figuras das coisas que estão no céu assim se purificassem; mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes" (Hb 9.23). A expressão "as figuras das coisas que estão no céu" nos remete ao templo do Senhor (ou à tenda da congregação, utilizada antes do templo) e seus utensílios. Inspirado pelo Espírito Santo, o autor aos hebreus desenvolve a idéia de que o templo terreno era uma espécie de modelo do templo celestial. Assim, o templo e seus elementos carregavam consigo representações capazes de nos fazer compreender melhor a adoração do mundo invisível. Tudo simbolizava uma realidade superior. Em Hebreus 8.5, temos uma referência a esse assunto, quando o autor declara que os sacerdotes que "ofereciam sacrifícios segundo a lei" serviam de exemplo e sombra das coisas celestiais. Essa analogia é traça...

O que é fideísmo religioso? - ICP Responde

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O que é fideísmo religioso? - ICP Responde O fideísmo é um sistema de doutrinas que rejeita o emprego da razão para o exercício da fé, ou seja, prega que a crença religiosa não deve ser apoiada pela razão. O único atributo de que necessitamos é a fé, nada mais. Os fideístas procuram se esquivar de qualquer tipo de argumentação para que possam apoiar sua fé em Deus. Mas esta corrente teológica é flagrada em explícita contradição quando utiliza a própria razão para expor sua doutrina e depois negar seu emprego em questões de fé. Como diz Norman Geisler, "Se alguém não tem razão para não usar a razão, então essa posição é indefensável. Não há razão para que se aceite o fideísmo". Encontramos na Bíblia textos em que Deus nos convida ao raciocínio franco: "Vinde então, e argüi-me, diz o SENHOR..." (Is 1.18) e "... Estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós" (1Pe 3.15). Será que Deus cr...

O que é o limbo, segundo os católicos apostólicos romanos? - ICP Responde

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O que é o limbo, segundo os católicos apostólicos romanos? - ICP Responde A Igreja Católica descobriu quatro lugares no além: céu, inferno, purgatório e limbo. Restringiremos este comentário ao limbo, objeto do questionamento. A palavra é oriunda do latim, limbus, cujo significado é "fronteira". Este lugar foi arquitetado por Roma, a fim de solucionar um problema teológico em que a Bíblia não se expressa abertamente: o destino eterno das crianças que morrem sem adquirir consciência de seus pecados. Segundo o catolicismo, o limbo seria a "fronteira do inferno", isto é, um lugar preparado para aqueles que não fazem jus ao céu, mas que também não merecem o inferno. A grande maioria das pessoas que possui alguma noção conceitual deste lugar limita-se a relacioná-lo às crianças. O limbo seria, portanto, o destino das pobres crianças que morrem sem batismo e que, por isso, são classificadas pela igreja romana como pagãs. Entretanto, o entendimento católico deste lugar env...

Por que não vemos nos evangelhos pessoas pedindo perdão a Jesus? - ICP Responde

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Por que não vemos nos evangelhos pessoas pedindo perdão a Jesus? - ICP Responde É importante notar que o povo em geral dirigia-se ao batismo de João confessando seus pecados (Mt 3.6; Mc 1.5). As pessoas da época de Cristo já tinham uma religião, eram criadas e instruídas segundo os preceitos do judaísmo, cuja base doutrinária firmava-se na lei que fora entregue a Moisés. Os judeus acreditavam que a obediência rigorosa das leis de sua religião era o suficiente para a obtenção da salvação eterna. Entendiam que não precisavam pedir perdão a ninguém, pois não tinham Jesus como Deus, e tampouco Jesus era reconhecido pelos judeus como o Messias (Mc 2.7; Lc 7.19). Os judeus não necessitavam clamar que queriam ser perdoados por Jesus, precisavam tão-somente crer, para a salvação de seus pecados, que Cristo era o enviado de Deus! (Jo 8.24). A Bíblia informa que os judeus rejeitaram a Jesus (Jo 1.11), o que, por si só, comprova que não pediriam perdão a um mero homem. De fato, a preocupação evan...