Postagens

Não haverá mais dilúvio (Gn 9.11) - ICP Responde

Imagem
Não haverá mais dilúvio (Gn 9.11) - ICP Responde Comentário apologético: Ainda que Deus tenha declarado explicitamente que não destruiria mais o mundo com águas, tem aparecido, de tempos em tempos, pessoas que acreditam que o mundo acabará com as águas de um novo dilúvio. Johanes Stoeffler, membro do corpo docente da Universidade de Tübingen, na Alemanha, publicou, em 1499, um livro chamado Efemérides, no qual anunciava o fim do mundo para 20 de fevereiro de 1524, por meio de um grande dilúvio. Foi tão grande a crença no desastre que o rio Reno ficou repleto de barcos e "arcas". No Brasil, os membros da seita Borboletas Azuis esperaram em vão um novo dilúvio. Muitas seitas se baseiam nas seguintes palavras de Jesus: "E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio,...

O sangue não comereis (Gn 9.4) - ICP Responde

Imagem
O sangue não comereis (Gn 9.4) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Com a intenção de proibir a transfusão de sangue, fazem uso indevido de diversos versículos especificamente destinados à orientação alimentar do povo de Deus. Assim, citam o texto em estudo com a seguinte argumentação: "A transfusão de sangue é o mesmo que comer sangue, porque se assemelha à alimentação intravenosa". Resposta apologética: Não há dúvida de que essa passagem trata da proibição do uso do sangue de animais como alimento. É uma situação bem diferente da que ocorre quando alguém precisa de uma transfusão de sangue para sobreviver, já que, estando todos nós enfermos pelo pecado, o Senhor Jesus Cristo não negou derramar seu próprio sangue por nós - numa grande transfusão de sangue (Hb 9.11-28; 1Jo 3.16). Jesus deu a sua vida, ou seja, o seu sangue, por nós. Como sabemos, as mudanças doutrinárias entre as Testemunhas de Jeová são comuns e cada uma delas (das doutrinas) é tratada como uma "nova lu...

Tudo quanto se move, que é vivente, será para vosso mantimento (Gn 9.3) - ICP Responde

Imagem
Tudo quanto se move, que é vivente, será para vosso mantimento (Gn 9.3) - ICP Responde Comentário apologético: Na doutrina Hare Krishna, comer carne é abominável, uma vez que os animais são criaturas vivas e Deus disse "Não matarás". Todavia, citar as Escrituras para fundamentar esse ensino é inútil, visto que foi é o próprio Deus quem deu os animais para alimento dos homens. Vejamos: o novilho era considerado a melhor de todas as carnes e, por esse motivo, reservado para as ocasiões mais festivas (Lc 15.23). O cabrito, ou bode (Lc 15.29). Algumas aves eram consideradas impuras para alimento (Dt 14.11-20), mas a perdiz, a codorniz, o ganso e o pombo podiam ser comidos. Os peixes, alimento predileto na Palestina, eram pescados em grandes quantidades no mar da Galiléia e no rio Jordão. Depois de ter ressuscitado, Jesus preparou uma refeição matinal de peixe e pão em um braseiro junto à praia para alguns dos seus discípulos (Jo 21.9-13). A ovelha (ou cordeiro), além de ser usada...

E tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa e ofereceu holocaustos (Gn 8.20) - ICP Responde

Imagem
E tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa e ofereceu holocaustos (Gn 8.20) - ICP Responde Ceticismo. Ignora o versículo em estudo e confronta a referência 6.19 com a referência 7.2 para alegar que há contradição na narração bíblica quanto à determinação divina sobre o número de animais que deveriam ser arrebanhados na arca de Noé. Resposta apologética: Trata-se de uma postura típica daqueles que desejam desmerecer as Escrituras Sagradas. Ou seja, daqueles que extraem os textos de seus contextos a fim de criarem suposições infundadas. O versículo em estudo deixa claro que a orientação divina, na referência 7.2, deveria ser mais precisa quanto ao montante de animais limpos a serem preservados (sete pares), para que essas espécies não corressem o risco de extinção, devido à previsão do seu consumo em holocausto. Devemos considerar, ainda, que a obra de criação já havia sido encerrada (2.2,3). Saiba mais... www.icp.com.br

Entra tu e toda a tua casa na arca (Gn 7.1) - ICP Responde

Imagem
Entra tu e toda a tua casa na arca (Gn 7.1) - ICP Responde Catolicismo Romano. A Igreja Católica Romana compara a si mesma com a arca de Noé ao afirmar: "Fora da Igreja não há salvação [...] ela é figurada pela arca de Noé, a única que salva do dilúvio". Testemunhas de Jeová. Segundo declaram, "Foi apenas aquela única arca que sobreviveu ao dilúvio e não um sem-número de embarcações". O que os conduz à seguinte conclusão: "... Haverá apenas uma organização - a organização visível de Deus - que sobreviverá...". Entendem por organização visível de Deus a Sociedade Torre de Vigia e todos que entrarem nela. Resposta apologética: Em verdade, a arca não simboliza nenhuma igreja ou organização religiosa, mas a salvação oferecida na pessoa de Jesus. Cristo é a nossa única arca de salvação. "E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (At 4.12; Hb 7.25). Saiba mais.....

E de tudo o que vive, de toda a carne, dois de cada espécie (Gn 6.19) - ICP Responde

Imagem
E de tudo o que vive, de toda a carne, dois de cada espécie (Gn 6.19) - ICP Responde Ceticismo. Confronta este versículo com Gênesis 7.2 para afirmar que há contradição nas orientações divinas quanto ao número de animais que deveriam ser arrebanhados na arca. Resposta apologética: Gênesis 7.2 diz: "De todos os animais limpos tomarás para ti sete e sete, o macho e sua fêmea; mas dos animais que não são limpos, dois, o macho e sua fêmea". Alguns céticos sugerem que a diversidade numérica - dois e sete - revela uma contradição na orientação divina. Mas, quando analisamos o relato bíblico, percebemos o quanto é estranho os céticos evocarem esta questão, uma vez que é necessário distinguir os versículos confrontados pela exegese. O texto em estudo (6.19) refere-se à ordem de Deus a Noé. Já a referência 7.2,3 é o registro das instruções adicionais do Senhor. Assim, fica estabelecido o consenso, por meio do qual podemos ver clara e perfeitamente o motivo que levou o Senhor a orienta...

A imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente (Gn 6.5) - ICP Responde

Imagem
A imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente (Gn 6.5) - ICP Responde Espiritismo. Declara que o Senhor Deus concedeu ao homem o livre-arbítrio para que pudesse, por sua própria experiência, discernir o bem e o mal. Resposta apologética: O conceito do bem e do mal inerente aos homens está muito aquém de ser comparado ao conceito divino, que em nada condiz com as medíocres idéias humanas (Mt 5.39-44). O texto destacado prova que o homem, em sua essência, é intrinsecamente mal, não conhecendo ou estando disposto a praticar o amor desinteressado. Nínive precisou ser esclarecida pelo profeta Jonas para que não fosse subvertida, o que, sem dúvida, teria ocorrido se os seus habitantes fossem deixados à mercê de seus próprios conceitos (Jn 3.4). O próprio Deus declarou que os habitantes daquela cidade não eram sequer capazes de distinguir a mão direita da esquerda (Jn 4.11). O plano evangélico não é diferente: se o homem não crê nos ensinamentos de Cristo e de seus discí...