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Na casa de meu Pai há muitas moradas (João 14.2,3) - ICP Responde

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Na casa de meu Pai há muitas moradas (João 14.2,3) - ICP Responde Espiritismo. Segundo ensina, os planetas são o céu dos remidos, porque interpreta que as “muitas moradas” são os corpos celestes: planetas e estrelas. Testemunhas de Jeová. Declaram que o céu é um lugar preparado somente para os 144 mil da classe dos ungidos, as “outras ovelhas” não têm esse direito. E, de acordo com sua interpretação, Jesus, neste texto, está mostrando que seus fiéis apóstolos estariam, todo o tempo, na casa de seu Pai, no céu, junto com Ele, mas não diz quantos outros alcançariam este privilégio. Resposta apologética: Os espíritas zombam da idéia do céu como um lugar de felicidade eterna. O texto citado pode ser concluído da seguinte forma: “Vou preparar-vos lugar”. O versículo 3 afirma: “Para que onde eu estiver estejais vós também”. Ora, com isso podemos perceber que o céu é um lugar e que todos aqueles que pertencem a Jesus estarão com Ele aonde Ele for. E, conforme sabemos, Jesus foi para o céu, on...

Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos (João 13.35) - ICP Responde

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Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos (João 13.35) - ICP Responde Espiritismo. Ensina que todos aqueles que praticam a caridade são discípulos de Jesus, não importa a religião a que pertençam. Resposta apologética: Embora o versículo em estudo esteja tratando da questão do amor incondicional ao próximo, porém não oferece alicerce para o conceito apresentado pelo espiritismo. O amor proposto por Cristo é sobrenatural e não se resume em meras práticas caritativas. Neste sentido, e considerando o enfoque que o espiritismo concede à caridade, se nos basearmos em 1Coríntios 13.1-13, concluímos que a causa da caridade espírita é diferente do motivo que leva o cristão a praticar a caridade. A caridade cristã é destinada exclusivamente ao benefício alheio, posto que o verdadeiro discípulo de Cristo tem consciência de que a caridade que pratica não pode lhe prover salvação. O cristão já é salvo e reconhece que esta graça advém exclusivamente do sacrifício de Cristo no Calvário. Os kar...

E começou a lavar os pés aos discípulos (João 13.1-17) - ICP Responde

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E começou a lavar os pés aos discípulos (João 13.1-17) - ICP Responde New Life Mission. Diz que Jesus usou este episódio para ensinar a verdade da expiação pelo seu batismo no rio Jordão. Resposta apologética: A lição que Jesus queria ensinar aqui não era sobre o batismo, mas sobre a humildade. A limpeza era pela palavra e não pela água material (15.3). Jesus tomou emprestada a posição de um escravo que fazia o serviço mais humilde da casa para mostrar que aqueles que querem ser grandes precisam se humilhar (v.16). Usou esta ilustração porque conhecia as disputas entre os discípulos sobre quem seria o maior no reino anunciado por Cristo (Mc 9.33-37; 10.35-45). Caso estivesse ensinando a respeito do seu próprio batismo, não teria mandado os discípulos seguirem seu exemplo. Seria uma contradição, porque os discípulos não poderiam praticar o mesmo batismo do rio Jordão. Por outro lado, a humildade pode e deve ser praticada por todos nós, cristãos. Saiba mais... www.icp.com.br  

E não receber as minhas palavras (João 12.48) - ICP Responde

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E não receber as minhas palavras (João 12.48) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Afirma que os Dez Mandamentos são o padrão de juízo final. Resposta apologética: Os Dez Mandamentos fazem parte do antigo concerto, que foi substituído, a partir da cruz de Cristo (Cl 2.11-14), pelo novo concerto (Hb 8.6-13). Será qu alguém pode ser julgado por uma lei que já foi abolida? “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê” (Rm 10.4). Uma vez que estamos sob a lei de Cristo (1Co 9.20,21; Gl 6.2), podemos afirmar, sem nenhuma dúvida, que seremos julgados por aquilo que Jesus ensinou (Mt 28.19. V. comentário de Êx 20.8). Saiba mais... www.icp.com.br

Salva-me desta hora (João 12.27) - ICP Responde

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Salva-me desta hora (João 12.27) - ICP Responde Comentário apologético: O islamismo prega que não é historicamente correto ensinar que Jesus veio ao mundo voluntária e deliberadamente para morrer pelos pecados dos homens. A morte de Jesus pode até não ser historicamente aceitável, conforme afirma o islamismo, no entanto, é correta, segundo o ponto de vista bíblico. Ao vir ao mundo, Cristo estava consciente de sua missão: morrer em favor dos pecadores. “E iam no caminho, subindo para Jerusalém; e Jesus ia adiante deles. E eles maravilhavam-se, e seguiam-no atemorizados. E, tornando a tomar consigo os doze, começou a dizer-lhes as coisas que lhe deviam sobrevir, dizendo: Eis que nós subimos a Jerusalém, e o Filho do homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes, e aos escribas, e o condenarão à morte, e o entregarão aos gentios. E o escarnecerão, e açoitarão, e cuspirão nele, e o matarão; e, ao terceiro dia, ressuscitará [...] Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, ...

Mas ele não disse isso de si mesmo (João 11. 49-52) - ICP Responde

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Mas ele não disse isso de si mesmo (João 11. 49-52) - ICP Responde Catolicismo Romano. Associa este texto à posição do sumo sacerdote no Antigo Testamento: autorizar a revelação. Assim, seria razoável que no Novo Testamento também houvesse um equivalente. Neste caso, o papa. Resposta apologética: O Novo Testamento é enfático quando declara que o sacerdócio do Antigo Testamento foi abolido. O escritor aos hebreus falou dessa mudança (Hb 7.12). O sacerdócio levítico foi cumprido e extinto em Cristo, sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque (Hb 7.15-17). A função das novas revelações esteve sob a incumbência dos apóstolos e profetas (Ef 2.20; 3.5), mas, com a extinção dessa classe de pessoas, extinguiram-se também a revelação. Caifás, no texto em questão, profetizou, mas não tinha consciência do que estava fazendo. Saiba mais... www.icp.com.br

O nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono (João 11.11) - ICP Responde

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O nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono (João 11.11) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Alegam que uma vez que a morte foi equiparada ao sono é perfeitamente possível entender que, neste estado, a alma não fica consciente após a morte. Resposta apologética: O ensino bíblico sobre o estado consciente da alma no período intermediário entre a morte e o juízo, tanto para os crentes quanto para os incrédulos, é claro. Os incrédulos padecem conscientemente após a morte (Mc 9.43-48; Lc 16.22,23), enquanto os salvos, também em plena consciência, usufruem do descanso eterno (2Co 5.8; Fp 1.23). Quanto ao termo “dormir”, é importante esclarecer que, no contexto bíblico em destaque, é empregado para designar a morte física (cessação da vida corpórea) e não a morte da alma, do homem imaterial, como a psique, por exemplo, que é o centro das emoções e da consciência. Saiba mais... www.icp.com.br