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Traze-os fora a nós, para que os conheçamos (Gn 19.5-8) - ICP Responde

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Traze-os fora a nós, para que os conheçamos (Gn 19.5-8) - ICP Responde Homossexuais. Os movimentos em defesa dos homossexuais (isto é, movimentos gays) afirmam que quando os homens daquelas cidades pediram a Ló para conhecerem os visitantes (os dois anjos com aparência humana), não pretendiam manter relações sexuais com eles. Dizem que, maliciosamente, o verbo conhecer foi interpretado como sinônimo de ato sexual. Afirmam, ainda, que o pecado de Sodoma e Gomorra foi a inospitalidade e não a homossexualidade. E baseiam este pensamento no costume cananeu que garantia proteção a quem fosse recebido sob um teto. Muita coisa é alegada em favor disso a partir da frase de Ló: "Nada façais a estes varões, porque por isso vieram à sombra do meu telhado" (v. 8b). Por isso ele teria oferecido suas filhas para que pudesse satisfazer a multidão zangada e, dessa forma, proteger a vida dos visitantes que estavam sob seu teto. A solicitação dos habitantes da cidade para conhecê-los seria sim...

Ainda que sou pó e cinza (Gn 18.27) - ICP Responde

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Ainda que sou pó e cinza (Gn 18.27) - ICP Responde Catolicismo Romano. Baseia-se nesta referência para justificar o uso de cinzas nos ritos eclesiásticos que antecedem a quaresma (Quarta-Feira de Cinzas). Resposta apologética: A questão primordial aqui não é exatamente a condenação ou a aprovação das cinzas como elemento de adoração a Deus, mas a distorção na interpretação do texto. Quando Abraão fala com Deus dizendo que era pó e cinza, estava se referindo, materialmente, ao que lhe era peculiar, como homem: "pó", algo sem qualquer valor; "cinza", coisa passageira. Em verdade, estava se humilhando. Em decorrência disso, observamos que não há cabimento, nesta referência, para que os católicos fundamentem sua tese quanto à prática ritualística a que se dedicam. Ainda no Antigo Testamento, tradições como "rasgar as vestes" já haviam sido censuradas por Deus (Jl 2.12,13). Todas essas práticas cerimoniais já foram abolidas pelo Senhor. Hoje, o que Ele deseja é...

Longe de ti que faças tal coisa [...] que o justo seja como o ímpio (Gn 18.25) - ICP Responde

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Longe de ti que faças tal coisa [...] que o justo seja como o ímpio (Gn 18.25) - ICP Responde Espiritismo. Empregam o texto em estudo traçando um paralelo para explicar que o verdadeiro espírita e o verdadeiro cristão são iguais. Resposta apologética: Os defensores da doutrina espírita pecam por ignorar os princípios ortodoxos mais básicos do cristianismo. E, ao se lançarem no descabido devaneio, acham que podem assemelhar-se aos que foram remidos pelo sangue da aliança (1Co 6.11; Rm 5.9). O abismo de contrastes e divergências existentes entre o cristianismo bíblico e a pretensa decodificação de Kardec impossibilita quaisquer tentativas de comparações. As doutrinas básicas do cristianismo são opostas aos conceitos do espiritismo, dentre as quais podemos alistar as seguintes: salvação por Cristo, deidade de Cristo, ressurreição, Trindade, inferno e céu. Isto posto, torna-se impraticável, até para os verdadeiros espíritas, insistir no absurdo de comparar-se com os verdadeiros cristãos. S...

Inclinou-se à terra (Gn 18.2) - ICP Responde

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Inclinou-se à terra (Gn 18.2) - ICP Responde Catolicismo Romano. A Igreja Católica usa o costume dos orientais de prostrar-se diante de uma pessoa de posição para justificar essa mesma prática diante das imagens dos "santos" que ela mesma consagrou. O texto em referência nos informa o seguinte: "E levantou [Abraão] os seus olhos, e olhou, e eis três homens em pé junto a ele. E vendo-os, correu da porta da tenda ao seu encontro e inclinou-se à terra". O que não deixa de ser mais um argumento para essa Igreja fundamentar seu ensino sobre idolatria.. Resposta apologética: Há muitos casos na Bíblia em que se prostrar diante de outra pessoa é aprovado, conforme o texto em estudo, mas o contexto é muito diferente. Primeiro, as pessoas se prostravam por respeito e não por reverência ou culto. Segundo, o ato de prostrar-se foi entendido como uma prática social e não como um rito religioso. Terceiro, a Bíblia condena prostrar-se diante do anjo que esteja a serviço de Deus (A...

Apareceu-lhe o SENHOR [...] e eis três homens (Gn 18.1-33) - ICP Responde

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Apareceu-lhe o SENHOR [...] e eis três homens (Gn 18.1-33) - ICP Responde Comentário apologético: Deus se apresentou a Abraão em três pessoas (varões, isto é, homens). A versão de Almeida Corrigida e Revisada Fiel traduz as palavras Yahweh (v. 1,13,14,17,19,20,22,26,33) e Adonai (v. 3,27,30,31,32), ambas no hebraico, por SENHOR e Senhor, respectivamente. A Tradução do Novo Mundo das Testemunhas de Jeová usa, tanto para o primeiro como para o segundo termo hebraico, o nome Jeová (formado pelas consoantes de Yahweh e as vogais de Adonai, a partir do costume judeu de pronunciar, ao ler a Bíblia, o termo Adonai em lugar de Yahweh). A título de comparação, leiam os versículos 1 e 3 nas seguintes versões: "Apareceu-lhe o SENHOR" (na ACF); "Jeová apareceu-lhe" (na TNM); "E disse: Meu Senhor" (na ACF); e "Disse então: Jeová" (na TNM). Ora, os mesmos termos (Yahweh: SENHOR e Adonai: Senhor. E Jeová, na TNM) são empregados tanto para os dois homens ("...

Tomou Sarai, mulher de Abrão, a Agar egípcia, sua serva, e deu-a por mulher (Gn 16.3) - ICP Responde

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Tomou Sarai, mulher de Abrão, a Agar egípcia, sua serva, e deu-a por mulher (Gn 16.3) - ICP Responde Mormonismo. Aceitou, durante muitos anos, a poligamia, alegando que Joseph Smith havia recebido uma revelação do Senhor de que o casamento polígamo era a vontade de Deus para os seus seguidores. Hoje, admite esse tipo de união como plano divino para o homem glorificado. Islamismo. Cita o texto em estudo para apoiar a prática da poligamia. Resposta apologética: A poligamia, união de um homem com várias mulheres, não deve ser confundida com o adultério, que implica cobiça e/ou relacionamento sexual com a mulher do próximo. A Escritura registra alguns casos de poligamia, inclusive de homens abençoados por Deus, como patriarcas e reis de Israel. O relato da poligamia no Antigo Testamento tem sido usado pelos defensores dessa prática. Algumas vezes, sua origem era a infertilidade das esposas, como no caso de Abraão e Jacó (6.1-4; 30.1-5). Em outras, era as alianças políticas com reis estrang...

Melquisedeque era sacerdote do Deus Altíssimo (Gn 14.18) - ICP Responde

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Melquisedeque era sacerdote do Deus Altíssimo (Gn 14.18) - ICP Responde Mormonismo. Alega possuir o sacerdócio de Melquisedeque, considerado o maior, para executar os trabalhos sagrados. Resposta apologética: A Bíblia declara que o sacerdócio de Melquisedeque se cumpriu na pessoa do Senhor Jesus, e que esse sacerdócio não tem sucessor, é intransferível. Não existe evidência bíblica de que Jesus tenha passado o sacerdócio de Melquisedeque para outra pessoa. De fato, Hebreus 7.23 declara que os judeus tiveram uma sucessão de sacerdotes, devido à morte de cada um deles. Entretanto, o versículo 24 declara quanto a Jesus: "Mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo". Esta é a razão pela qual não precisamos de sacerdotes da ordem de Melquisedeque. Jesus Cristo é o único sacerdote de que necessitamos. Sendo sacerdote eterno, da ordem de Melquisedeque, "pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por el...