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Hei de descer ao meu filho até a sepultura (Gn 37.35,36) - ICP Responde

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Hei de descer ao meu filho até a sepultura (Gn 37.35,36) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Dogmatizam a palavra sheol, dizendo que significa única e exclusivamente a sepultura comum da humanidade. Resposta apologética: No hebraico, o termo traduzido na ACF por sepultura também é sheol, que é correspondente à palavra grega hades, cujo significado é "o mundo invisível dos mortos". Antes da vinda de Cristo, o sheol se dividia em duas partes. O lugar dos santos era chamado Seio de Abraão, Trono da glória e Jardim do Éden. A outra parte era o inferno, lugar de tormento consciente dos perdidos (Lc 16.19-31). Na referência em estudo, fica claro que Jacó não considerava o sheol como simples sepultura, mas um lugar na região inferior. Prova disso é que ele desejou ir ao sheol para encontrar-se com José, seu filho querido. Jacó não esperava encontrar seu filho na sepultura, mas em outro lugar, no mundo invisível dos mortos (V. Lc 16.23). Sendo assim, sheol não pode significar simple...

Pôs uma coluna sobre a sua sepultura (Gn 35.20) - ICP Responde

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Pôs uma coluna sobre a sua sepultura (Gn 35.20) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Ensinam que o sheol e o hades significam a sepultura comum da humanidade. Na sepultura, os mortos estão em descanso, aguardando o dia da ressurreição. Não estão lá para serem condenados pelos pecados que cometeram em vida, mas, sim, para alcançarem uma nova oportunidade de salvação durante os mil anos do reinado de Cristo. Resposta apologética: A palavra hebraica para sepultura é kever, e pode ser vista tanto no singular quanto no plural. Suas designações: a) Um terreno que pode ser vendido e comprado para qualquer finalidade, como, por exemplo, sepultar parentes (Êx 14.11); b) Um lugar que pode ser tocado por uma pessoa viva (Nm 19.16); d) Um lugar em que os ossos (restos mortais) ossos podem ser encontrados (2Rs 13.21); e) Um lugar que pode ser cavado e ossos, exumados (2Rs 23.16). Diferentemente, sheol, no hebraico, e hades, no grego, sempre são citados no singular, nunca no plural; e se referem a u...

Tenho visto a Deus face a face (Gn 32.30) - ICP Responde

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Tenho visto a Deus face a face (Gn 32.30) - ICP Responde Mormonismo. Afirma que Deus Pai tem corpo físico e rosto que podem ser vistos. Ceticismo. Diz haver contradição entre a referência em estudo e Êxodo 33.20,23 e João 1.18, por não concordarem com a possibilidade de o homem ver o Senhor face a face. Resposta apologética: Existe diferença entre contemplar uma representação de Deus em figura humana e testemunhar com olhos humanos sua glória celeste descoberta. A referência em estudo nos mostra que Jacó estava diante de uma manifestação teofânica de Deus. Ou seja, uma aparição representada na forma humana. Neste caso, tratava-se de uma aparição tangível, mas que não refletia a glória e o resplendor celeste. O que seria algo impossível, de acordo com Êxodo 33.20. Para o apóstolo Paulo, era extremamente possível contemplar o resplendor divino de forma íntima, imanente (2Co 4.6). Jesus atestou a possibilidade da contemplação de Deus, o Pai, apenas em representação humana, quando disse: ...

Abraão obedeceu à minha voz (Gn 26.5) - ICP Responde

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Abraão obedeceu à minha voz (Gn 26.5) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Afirmam que Abraão ouviu a voz de Deus e guardou os seus mandamentos (preceitos). Logo, teria guardado o sábado. Resposta apologética: O texto não declara que esses preceitos ou estatutos fossem os Dez Mandamentos, visto que a lei foi dada 430 anos depois de Abraão (Gl 3.17). Que preceitos ou leis Abraão guardou? Obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que saísse da terra dos seus pais (12.1; At 7.1-4). Obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que andasse em sua presença e fosse perfeito (17.1,2). Obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que guardasse o concerto da circuncisão (17.9-11). Obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que ouvisse sua mulher Sara e mandasse Agar, a serva, sair de sua casa (21.12). Obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que oferecesse seu filho Isaque em sacrifício (22.2). E obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que permanecesse na terra que...

Não tomarás para meu filho mulher das filhas dos cananeus (Gn 24.3,4) - ICP Responde

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Não tomarás para meu filho mulher das filhas dos cananeus (Gn 24.3,4) - ICP Responde Ceticismo. Confronta este versículo com Juízes 14.4 para fundamentar suposta contradição bíblica, uma vez que o texto de Juízes parece admitir, com o apoio divino, a união entre servos do Senhor e idólatras. Resposta apologética: Na referência em estudo, Abraão dá exemplo a seus descendentes para que tomassem mulheres de linhagem semita e não dos cananeus, que eram amaldiçoados (9.24-27). Logo, os judeus não deveriam buscar esposas de quaisquer outros povos (Dt 7.1-3). Quanto ao episódio que envolve Sansão e Dalila, a filistéia, não é correto, como pensam os céticos, achar que Deus se agradava dessa união. Entretanto, o Senhor se valeu daquilo que Ele mesmo havia concedido a Sansão (força sobrenatural) para que fosse usado contra os filisteus em momento oportuno. O povo judeu sentia-se oprimido e escravizado pelos filisteus, de quem Sansão havia se tornado "amigo" e, por conta disso, parecia ...

Toma o teu filho e oferece-o ali em holocausto (Gn 22.1-18) - ICP - Responde

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Toma o teu filho e oferece-o ali em holocausto (Gn 22.1-18) - ICP - Responde Grupos religiosos marcionistas. Para Marcião, o Deus do Antigo Testamento era mau e o Deus do Novo Testamento bom. A referência em estudo é usada por essa seita para negar que o Deus de Israel, tal como revelado no Antigo Testamento, era o verdadeiro Deus. Resposta apologética: Para os cristãos, essa passagem não apresenta dificuldades. É óbvio e claro que Deus, ao pedir a Abraão para oferecer o seu próprio filho, Isaque, em sacrifício, estava provando a fé e a obediência do patriarca. Isaque não foi imolado, pois Deus já havia providenciado o carneiro do holocausto em substituição e resgate de sua vida. O caso de Isaque é um paralelo com a oferta que Deus faz de seu Filho unigênito, Jesus Cristo, como prova de seu amor e em resgate propiciatório ou vicário de toda a humanidade (Jo 3.16). No que diz respeito à revelação de Deus no Antigo Testamento, Jesus não fez diferença entre o Pai que o enviara e o Deus de...

Traze-os fora a nós, para que os conheçamos (Gn 19.5-8) - ICP Responde

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Traze-os fora a nós, para que os conheçamos (Gn 19.5-8) - ICP Responde Homossexuais. Os movimentos em defesa dos homossexuais (isto é, movimentos gays) afirmam que quando os homens daquelas cidades pediram a Ló para conhecerem os visitantes (os dois anjos com aparência humana), não pretendiam manter relações sexuais com eles. Dizem que, maliciosamente, o verbo conhecer foi interpretado como sinônimo de ato sexual. Afirmam, ainda, que o pecado de Sodoma e Gomorra foi a inospitalidade e não a homossexualidade. E baseiam este pensamento no costume cananeu que garantia proteção a quem fosse recebido sob um teto. Muita coisa é alegada em favor disso a partir da frase de Ló: "Nada façais a estes varões, porque por isso vieram à sombra do meu telhado" (v. 8b). Por isso ele teria oferecido suas filhas para que pudesse satisfazer a multidão zangada e, dessa forma, proteger a vida dos visitantes que estavam sob seu teto. A solicitação dos habitantes da cidade para conhecê-los seria sim...