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Tenho visto a Deus face a face (Gn 32.30) - ICP Responde

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Tenho visto a Deus face a face (Gn 32.30) - ICP Responde Mormonismo. Afirma que Deus Pai tem corpo físico e rosto que podem ser vistos. Ceticismo. Diz haver contradição entre a referência em estudo e Êxodo 33.20,23 e João 1.18, por não concordarem com a possibilidade de o homem ver o Senhor face a face. Resposta apologética: Existe diferença entre contemplar uma representação de Deus em figura humana e testemunhar com olhos humanos sua glória celeste descoberta. A referência em estudo nos mostra que Jacó estava diante de uma manifestação teofânica de Deus. Ou seja, uma aparição representada na forma humana. Neste caso, tratava-se de uma aparição tangível, mas que não refletia a glória e o resplendor celeste. O que seria algo impossível, de acordo com Êxodo 33.20. Para o apóstolo Paulo, era extremamente possível contemplar o resplendor divino de forma íntima, imanente (2Co 4.6). Jesus atestou a possibilidade da contemplação de Deus, o Pai, apenas em representação humana, quando disse: ...

Abraão obedeceu à minha voz (Gn 26.5) - ICP Responde

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Abraão obedeceu à minha voz (Gn 26.5) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Afirmam que Abraão ouviu a voz de Deus e guardou os seus mandamentos (preceitos). Logo, teria guardado o sábado. Resposta apologética: O texto não declara que esses preceitos ou estatutos fossem os Dez Mandamentos, visto que a lei foi dada 430 anos depois de Abraão (Gl 3.17). Que preceitos ou leis Abraão guardou? Obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que saísse da terra dos seus pais (12.1; At 7.1-4). Obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que andasse em sua presença e fosse perfeito (17.1,2). Obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que guardasse o concerto da circuncisão (17.9-11). Obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que ouvisse sua mulher Sara e mandasse Agar, a serva, sair de sua casa (21.12). Obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que oferecesse seu filho Isaque em sacrifício (22.2). E obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que permanecesse na terra que...

Não tomarás para meu filho mulher das filhas dos cananeus (Gn 24.3,4) - ICP Responde

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Não tomarás para meu filho mulher das filhas dos cananeus (Gn 24.3,4) - ICP Responde Ceticismo. Confronta este versículo com Juízes 14.4 para fundamentar suposta contradição bíblica, uma vez que o texto de Juízes parece admitir, com o apoio divino, a união entre servos do Senhor e idólatras. Resposta apologética: Na referência em estudo, Abraão dá exemplo a seus descendentes para que tomassem mulheres de linhagem semita e não dos cananeus, que eram amaldiçoados (9.24-27). Logo, os judeus não deveriam buscar esposas de quaisquer outros povos (Dt 7.1-3). Quanto ao episódio que envolve Sansão e Dalila, a filistéia, não é correto, como pensam os céticos, achar que Deus se agradava dessa união. Entretanto, o Senhor se valeu daquilo que Ele mesmo havia concedido a Sansão (força sobrenatural) para que fosse usado contra os filisteus em momento oportuno. O povo judeu sentia-se oprimido e escravizado pelos filisteus, de quem Sansão havia se tornado "amigo" e, por conta disso, parecia ...

Toma o teu filho e oferece-o ali em holocausto (Gn 22.1-18) - ICP - Responde

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Toma o teu filho e oferece-o ali em holocausto (Gn 22.1-18) - ICP - Responde Grupos religiosos marcionistas. Para Marcião, o Deus do Antigo Testamento era mau e o Deus do Novo Testamento bom. A referência em estudo é usada por essa seita para negar que o Deus de Israel, tal como revelado no Antigo Testamento, era o verdadeiro Deus. Resposta apologética: Para os cristãos, essa passagem não apresenta dificuldades. É óbvio e claro que Deus, ao pedir a Abraão para oferecer o seu próprio filho, Isaque, em sacrifício, estava provando a fé e a obediência do patriarca. Isaque não foi imolado, pois Deus já havia providenciado o carneiro do holocausto em substituição e resgate de sua vida. O caso de Isaque é um paralelo com a oferta que Deus faz de seu Filho unigênito, Jesus Cristo, como prova de seu amor e em resgate propiciatório ou vicário de toda a humanidade (Jo 3.16). No que diz respeito à revelação de Deus no Antigo Testamento, Jesus não fez diferença entre o Pai que o enviara e o Deus de...

Traze-os fora a nós, para que os conheçamos (Gn 19.5-8) - ICP Responde

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Traze-os fora a nós, para que os conheçamos (Gn 19.5-8) - ICP Responde Homossexuais. Os movimentos em defesa dos homossexuais (isto é, movimentos gays) afirmam que quando os homens daquelas cidades pediram a Ló para conhecerem os visitantes (os dois anjos com aparência humana), não pretendiam manter relações sexuais com eles. Dizem que, maliciosamente, o verbo conhecer foi interpretado como sinônimo de ato sexual. Afirmam, ainda, que o pecado de Sodoma e Gomorra foi a inospitalidade e não a homossexualidade. E baseiam este pensamento no costume cananeu que garantia proteção a quem fosse recebido sob um teto. Muita coisa é alegada em favor disso a partir da frase de Ló: "Nada façais a estes varões, porque por isso vieram à sombra do meu telhado" (v. 8b). Por isso ele teria oferecido suas filhas para que pudesse satisfazer a multidão zangada e, dessa forma, proteger a vida dos visitantes que estavam sob seu teto. A solicitação dos habitantes da cidade para conhecê-los seria sim...

Ainda que sou pó e cinza (Gn 18.27) - ICP Responde

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Ainda que sou pó e cinza (Gn 18.27) - ICP Responde Catolicismo Romano. Baseia-se nesta referência para justificar o uso de cinzas nos ritos eclesiásticos que antecedem a quaresma (Quarta-Feira de Cinzas). Resposta apologética: A questão primordial aqui não é exatamente a condenação ou a aprovação das cinzas como elemento de adoração a Deus, mas a distorção na interpretação do texto. Quando Abraão fala com Deus dizendo que era pó e cinza, estava se referindo, materialmente, ao que lhe era peculiar, como homem: "pó", algo sem qualquer valor; "cinza", coisa passageira. Em verdade, estava se humilhando. Em decorrência disso, observamos que não há cabimento, nesta referência, para que os católicos fundamentem sua tese quanto à prática ritualística a que se dedicam. Ainda no Antigo Testamento, tradições como "rasgar as vestes" já haviam sido censuradas por Deus (Jl 2.12,13). Todas essas práticas cerimoniais já foram abolidas pelo Senhor. Hoje, o que Ele deseja é...

Longe de ti que faças tal coisa [...] que o justo seja como o ímpio (Gn 18.25) - ICP Responde

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Longe de ti que faças tal coisa [...] que o justo seja como o ímpio (Gn 18.25) - ICP Responde Espiritismo. Empregam o texto em estudo traçando um paralelo para explicar que o verdadeiro espírita e o verdadeiro cristão são iguais. Resposta apologética: Os defensores da doutrina espírita pecam por ignorar os princípios ortodoxos mais básicos do cristianismo. E, ao se lançarem no descabido devaneio, acham que podem assemelhar-se aos que foram remidos pelo sangue da aliança (1Co 6.11; Rm 5.9). O abismo de contrastes e divergências existentes entre o cristianismo bíblico e a pretensa decodificação de Kardec impossibilita quaisquer tentativas de comparações. As doutrinas básicas do cristianismo são opostas aos conceitos do espiritismo, dentre as quais podemos alistar as seguintes: salvação por Cristo, deidade de Cristo, ressurreição, Trindade, inferno e céu. Isto posto, torna-se impraticável, até para os verdadeiros espíritas, insistir no absurdo de comparar-se com os verdadeiros cristãos. S...