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O Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lucas 19.10) - ICP Responde

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O Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lucas 19.10) - ICP Responde Comentário apologético: As Testemunhas de Jeová ensinam que a nossa salvação não é a justificativa principal para a vida e a morte de Jesus na terra. Dizem que o próprio destino de Jesus, como Messias ou Cristo, prova que o propósito principal (ou primário) de sua vinda ao mundo não foi resgatar e salvar o gênero humano. A salvação, ainda que importante aos homens que buscam a vida eterna, é algo secundário no propósito elevado de Deus. Mas, biblicamente, a nossa salvação é a justificativa principal para a vinda de Jesus ao mundo. Vejamos o que o apóstolo Paulo afirmou a respeito: “Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (1Tm 1.15). Jesus “veio buscar e salvar o que se havia perdido”. Por isso morreu por nós (Rm 5.8), carregou os nossos pecados sobre a cruz (1Pe 2.24) e ressuscitou corporalmente d...

Ninguém há bom, senão um, que é Deus (Lucas 18.19) - ICP Responde

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Ninguém há bom, senão um, que é Deus (Lucas 18.19) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Declaram que Jesus não é Deus porque disse que ninguém é bom, senão o Pai.Palestras Teologia Resposta apologética: Deve-se perguntar àqueles que negam a deidade absoluta de Jesus: “Jesus é bom ou mau?”. A reposta óbvia é: “Jesus é bom” (Jo 15.13; At 10.38). Mas, por que então Jesus disse ao jovem rico: “Por que me chamas bom?”. Sua intenção, com isso, era que o Pai fosse glorificado com Ele: “Eu glorifiquei-te na terra” (Jo 17.4). Podemos perceber, no contexto, que o jovem rico buscava lisonjear Jesus para obter reconhecimento. Chamou o Mestre de bom não porque reconhecia a divindade de Cristo, mas para obter um parecer. Saiba mais... www.icp.com.br

O reino de Deus está dentro de vós (Lucas 17.21) - ICP Responde

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O reino de Deus está dentro de vós (Lucas 17.21) - ICP Responde Ciência Cristã. Com base neste versículo, os cientistas cristãos afirmam duas coisas: que o ser humano é divino por ter o reino dentro dele e, já que este reino é espiritual, não existe o reino humano. Ou seja, os dois reinos, espiritual e humano, são irreais. Resposta apologética: De fato, Jesus de fato não estava dizendo que o reino de Deus estava dentro de seus ouvintes, porque estava falando aos seus perseguidores – os fariseus. Poderíamos entender a expressão “o reino dentro de vós” como “o reino está entre vós”, no sentido de que todos podem ter acesso ao reino de Deus, inclusive os fariseus. Afinal, Jesus era o rei deste reino e estava entre eles. Não podemos, de forma alguma, ver aí nenhum vestígio de divindade inata no ser humano. É bom salientar que, mesmo que esse reino não seja material, não quer dizer que outros reinos materiais não existam. Muito pelo contrário, pois, se existe o espiritual existe também o ma...

É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! (Lucas 17.1) - ICP Responde

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É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! (Lucas 17.1) - ICP Responde Comentário apologético: O espiritismo cai em contradição quando Kardec discorre sobre a imperfeição humana. Vejamos duas de suas declarações: a) “O homem não chega a Deus, enquanto não se fizer perfeito”, e b) “Porque os homens, sendo ainda imperfeitos, têm inclinação para o mal, e porque as más árvores dão maus frutos”. Vemos que, num primeiro momento, Kardec afirma que o homem precisa tornar-se perfeito para que possa ver Deus. Mas, depois, declara que a natureza do homem é intrinsecamente má (ou seja, imperfeita) e suas obras, conseqüentemente, más. Logo, a segunda declaração anula a expectativa da primeira. A Bíblia, neste sentido, fornece esperança ao homem que, embora seja irremediavelmente imperfeito (Rm 11.32; Gl 3.22), pode chegar-se a Deus tão logo reconheça sua condição e se arrependa. O texto de 1Pedro 5.10 relata que o Criador é quem nos aperfeiçoa e não nós mesmos. A João, ...

Havia um homem rico [...] havia também um certo mendigo (Lucas 16.19-31) - ICP Responde

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Havia um homem rico [...] havia também um certo mendigo (Lucas 16.19-31) - ICP Responde Comentário apologético: A Igreja Apostólica Vó Rosa ensina que a alma aguarda o culto fúnebre e recebe as homenagens que lhe são prestadas e, somente depois, retira-se, definitivamente. Mas, como lemos, Lázaro, ao morrer, foi imediatamente para o seio de Abraão: “E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão” (v. 22). O ladrão arrependido na cruz, antes do sepultamento de seu corpo, foi para o paraíso (23.43). Não existe tal teoria na Bíblia Sagrada.Revista Defesa Fé Testemunhas de Jeová. Declaram que este texto é uma parábola e, como tal, a palavra inferno significa “sepultura comum da humanidade”. Resposta apologética: Jesus, em suas parábolas, nunca mencionou nomes próprios. Mas, aqui, citou o nome de Lázaro. Com isso, quis ensinar, fundamentalmente, a respeito da imediata situação que ocorre após a morte. Parábola e fábula são coisas diferentes, e Jesus nunca c...

Mas, quando fizeres convite, chama os pobres (Lucas 14.13) - ICP Responde

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Mas, quando fizeres convite, chama os pobres (Lucas 14.13) - ICP Responde Catolicismo Romano. Afirma que esta passagem respalda o livro apócrifo de Tobias 4.7,10-17, que diz que as esmolas são uma forma de se alcançar a salvação. Resposta apologética: O procedimento altruísta orientado por Cristo visa tão-somente um modo prático de aproximar os menos favorecidos e prevenir a acepção de pessoas que, aos olhos de Deus, é uma prática que não condiz com o pensamento cristão: “E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas” (At 10.34). Essa atitude, porém, não se coaduna com o pensamento da obra apócrifa, uma vez que Cristo, em momento algum, disse que as obras de justiça de qualquer pessoa podem promover a salvação (Ef 2.5,8,9) Saiba mais... www.icp.com.br  

Qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado (Lucas 14.11) - ICP Responde

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Qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado (Lucas 14.11) - ICP Responde Espiritismo. Aplica este texto ao fundamento da tese que defende a doutrina de que há outra existência, na qual o que foi soberbo torna-se pequeno e o que usufruiu vida modesta agora é farto.Podcasts cristãos Resposta apologética: O maior propósito de Cristo nesta referência está na orientação que exalta a “humildade” em detrimento da “soberba”. Não faz nenhuma promessa de reencarnação feliz e bem-sucedida. Ao contrário, está nos dando orientação para que sejamos imitadores de Deus (Ef 5.1), mas com um espírito manso e humilde (Mt 11.29). Somente assim haveremos de usufruir a salvação, desde que a nossa postura seja de servidão a Deus e com gratidão, por já sermos salvos. Não precisamos das boas obras para que possamos alcançar a salvação, e o apóstolo Paulo, diversas vezes, adverte a esse respeito (Rm 11.5,6; Gl 2.16). Em verdade, nesta referência, Cristo está propondo o maior exemplo de humildade, porque, ...