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Deixará o homem [...] e apegar-se-á á sua mulher...(Gn 2.24) - ICP Responde

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Deixará o homem [...] e apegar-se-á á sua mulher...(Gn 2.24) - ICP Responde Ceticismo: Declara haver contradição entre este versículo e 1Reis 11.3, texto no qual se enumeram as 700 esposas e as 300 concubinas do harém de Salomão. Resposta apologética: A monogamia é ensinada na Bíblia em várias oportunidades e de várias maneiras: 1) Pelo exemplo do versículo em destaque, já que Deus deu ao primeiro homem apenas uma mulher; 2) pela proporcionalidade, visto que o número de concepção de crianças do sexo masculino e feminino é tecnicamente igual; 3) Por preceito, visto que tanto o Antigo Testamento quanto o Novo determinam a modalidade monogâmica de união conjugal; 4) Por advertência, visto que em 1Reis 11.11 vemos a punição que recaiu sobre Salomão por ter-se desviado em sua velhice e servido a deuses estranhos; e 5) Por prefiguração, uma vez que a união conjugal simboliza a união entre Cristo Jesus (Noivo) e a Igreja (Noiva). A conduta de Salomão, neste sentido, efetivamente não se acha e...

Do conhecimento do bem e do mal (Gn 2.17) - ICP Responde

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Do conhecimento do bem e do mal (Gn 2.17) - ICP Responde Ciência Cristã. Dize que o mal não existe. É mentira. É irreal. Resposta apologética: A Bíblia, por vezes, declara que o mal é uma triste realidade: "Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno" (1Jo 5.19). O mal é tão real que pode habitar até mesmo dentro do homem mais santo: "Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo" (Rm 7.21). Ora, se o mal é uma ilusão, então por que Deus advertiu Adão para não comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal? É estranho que Deus usaria como matéria de provação algo que não existe. Isso poderia ser chamado de provação? Saba mais... www.icp.com.br  

E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden (Gn 2.8) - ICP Responde

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E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden (Gn 2.8) - ICP Responde Rosacrucianismo: Considera o Éden como uma condição, um estado, e não um lugar. Resposta apologética: A Bíblia descreve o Jardim do Éden como um lugar literal e não uma alegoria. Em seus ensinos, Jesus se referiu à criação de Adão e Eva como verdade histórica: "... no princípio macho e fêmea os fez..." (Mt 19.4). O mesmo fez o apóstolo Paulo ao falar da queda dos nossos primeiros pais (Rm 5.12). Saiba mais... www.icp.com.br  

E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra (Gn 2.7) - ICP Responde

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E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra (Gn 2.7) - ICP Responde Ciência Cristã. Alegam que este texto é mentiroso, pois, segundo eles, Deus não criou a matéria. A matéria é má; não existe. Resposta apologética: Dizer que a matéria não existe é contrariar o bom senso das Escrituras, é menosprezar a lógica e a razão, é ignorar os fatos. A Bíblia diz que Deus criou o mundo físico (1.1). O homem foi feito do pó da terra (2.7) e à terra (ou seja, ao pó) voltará (Ec 12.7). Jesus sempre fez alusão às coisas materiais tanto quanto às espirituais. O apóstolo Paulo diz que colhemos as coisas materiais (Rm 15.27). A matéria, em si, é neutra, não é boa nem má. Tudo depende de como a utilizamos. Uma faca serve tanto para cortar o pão que mata a fome de uma criança como para assassinar um pai de família. Tudo depende de sua utilização. Gnosticismo. Declara que a maioria das pessoas é ignorante quanto à sua origem e condição. Resposta apologética: É necessário considerar que boa parte da popula...

E o homem foi feito alma vivente (Gn 2.7) - ICP Responde

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E o homem foi feito alma vivente (Gn 2.7) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Declaram que o homem e o animal são a mesma coisa, diferindo apenas no fato de o homem ser racional. São aniquilacionistas, não crêem na sobrevivência da alma. Resposta apologética: A expressão "alma vivente" descreve o homem como criatura vivente. A referência 1.20,24,30, com relação aos animais, também significa criaturas viventes. Não que o homem e os animais sejam da mesma natureza, mas simplesmente porque as duas espécies possuem vida. Homens e animais são, entretanto, profundamente diferentes. Os animais não possuem moral, razão e espiritualidade, como o homem (1.26-31; Jó 32.8; Sl 8.4.5). A palavra "alma" (do hebraico nephesh e do grego, psychê) é empregada em vários sentidos derivados. Na referência 2.7, pode ser entendida por "pessoa". Pessoa é todo ser que possui os seguintes atributos: inteligência, vontade própria e sensibilidade. Não é possível, contudo, aplicar ess...

E havendo Deus acabado... descansou (Gn 2.2,3) - ICP Responde

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E havendo Deus acabado... descansou (Gn 2.2,3) - ICP Responde Ceticismo. Questiona a onipotência do Deus bíblico, afirmando ser inepto conferir tal atributo a um "ser" que se cansa. Resposta apologética: O argumento empregado pelos céticos da Bíblia é infundado e pueril. O verbo hebraico, neste texto, significa, literalmente, "cessar" ou "terminar", do qual se origina o termo shabbat, cuja tradução em português é "sábado" ou "dia de descanso", o que é condizente com a satisfação de Deus diante ao que Ele havia realizado, como se constata em 1.31: "E viu Deus tudo quanto tinha feito, e viu que era bom..." Por outro lado, o testemunho de Jesus a respeito da obra (trabalho) divina atesta que não seria possível a um Ser espiritual, isento das fragilidades carnais humanas, necessitar de descanso - repouso físico (Jo 5.17). Saiba mais... www.icp.com.br  

E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom (Gn 1.31) - ICP Responde

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E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom (Gn 1.31) - ICP Responde Comentário apologético: Ao contrário do judaísmo, o hinduísmo e certos segmentos da filosofia grega assumem que a matéria é inerentemente má. Por isso, a ioga e outras práticas ascetas hindus rejeitam a matéria, condenando-a de forma irrestrita. O texto em análise relata que Deus qualificou sua criação de "muito boa". O versículo 29 descreve que a criação das hortaliças, das plantas comestíveis e dos animais (v. 30) não foi boa apenas aos olhos de Deus, por tê-los trazidos à existência; antes, foi boa bons em relação à parte mais favorecida: o homem, por obter, dessa forma, um meio de sobrevivência. Quanto à matéria intrinsecamente humana (a carne), o texto bíblico, independente da tese gnóstica, também a classifica como má. Todavia, a matéria humana pode, e deve, ser empregada para o serviço espiritual (2Co 5.10), o que irá beneficiá-la, mas não torná-la boa. Isso porque é impossível "m...