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Guardareis os meus sábados [...] a terra folgará nos seus sábados (Lv 26.2,34) - ICP Responde

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Guardareis os meus sábados [...] a terra folgará nos seus sábados (Lv 26.2,34) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Ensinam que "os meus sábados" são os sábados semanais e os "seus sábados", os sábados cerimoniais, já abolidos. Resposta apologética: Se os sábados chamados por Deus de "os meus sábados" e "seus sábados" são diferentes, poderíamos, por analogia, raciocinar que o Pai, mencionado por Jesus em João 20.17 como "meu Pai", é diferente do Pai mencionado por Jesus com a invocação de "vosso Pai". Será que o fato de se alterar o pronome possessivo mudou também o Pai? Comparemos Isaías 56.7 ("Também os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração...") com Mateus 23.37,38 ("Jerusalém, Jerusalém [...] Eis que a vossa casa vai ficar-vos deserta"). Será que podemos admitir que estes dois textos estão se referindo a duas casas diferentes ou ao templo de Jerusalém? Comparemos, agora,...
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Sete semanas de anos (Lv 25.8) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. O segundo presidente da Sociedade Torre de Vigia, Joseph F. Rutherford, multiplicou o período de cinquenta anos entre cada jubileu pelos setenta anos de servidão sob o império babilônico e chegou à conclusão de que, em 1925, ocorreria a ressurreição corporal dos príncipes: "Simplesmente calculou que estes júbilos de cinquenta anos cada um dará o total de 3500 anos [...] Portanto, podemos seguramente esperar que 1925 marcará a volta às condições de perfeição humana de Abraão, Isaque, Jacó e antigos fiéis, especialmente esses mencionados pelo apóstolo no capítulo onze de Hebreus". Estava tão certo de que sua profecia se cumpriria que chegou a comprar uma mansão em San Diego, Califórnia, à qual deu o nome de Beth Sarim (Casa dos príncipes), para abrigar os fiéis do Antigo Testamento que ressuscitariam em tal data. Resposta apologética: Além do descanso semanal para homens livres ou escravos e animais empregados ...

Vida por vida (Lv 24.17,18) - ICP Responde

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Vida por vida (Lv 24.17,18) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Segundo afirmam, o homem e o animal são a mesma coisa, diferindo apenas no fato de o homem ser racional. São aniquilacionistas. Ou seja, não crêem na sobrevivência da alma. Resposta apologética: O texto em estudo usa o termo "vida" ou "alma", que no hebraico é nephesh, para se referir ao homem e ao animal como seres vivos. A diferença na punição é que demonstra a distinção entre a vida (ou alma) dos homens e dos animais. Não há como restituir a vida humana, por isso o agressor deve pagar com sua própria vida. Já a perda de um animal pode ser restituída por outro. A diferenciação das penas esclarece que a pessoa humana tem uma dignidade peculiar, está acima de todas as demais criaturas. O ensino da imortalidade da alma é bem claro na Escritura: "E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo" (Mt 10.28). Saiba...

Estas são as solenidades do SENHOR (Lv 23.37,38) - ICP Responde

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Estas são as solenidades do SENHOR (Lv 23.37,38) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Segundo interpretam, estas solenidades ou festas se referiam aos sábados cerimoniais ou festas anuais, já abolidos, e não à observância do sábado semanal. E fundamentam sua teoria em Colossenses 2.16. Resposta apologética: De acordo com o texto em referência, o número de festas dos judeus era sete: Asmos, Páscoa, Pentecostes (ou Primícias), Trombetas, Expiação e Tabernáculos (que se dividia em duas, primeiro e último dia). Todas elas são indicadas no versículo 37, que diz: "Estas são as solenidades [ou festas] do Senhor". Mas o versículo 38 acrescenta: "Os sábados do Senhor", o que deixa claro que esses sábados não estavam incluídos nas solenidades do versículo 37. Quando o apóstolo Paulo declara: "Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cri...

O sétimo dia será o sábado do descanso (Lv 23.3) - ICP Responde

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O sétimo dia será o sábado do descanso (Lv 23.3) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Usam este texto para ensinar que a guarda do sábado é um procedimento necessário à salvação. Resposta apologética: Os cristãos, segundo o testemunho claro do Novo Testamento, estão livres da observância do sábado (Cl 2.16,17). De fato, a tentativa de reconciliação com Deus por meio de obras implica a nulidade da obra de Cristo e a obrigatoriedade de se guardar toda a lei (Gl 5.2,3). Assim, aqueles que consideram ser importante guardar o sábado devem julgar se estão fazendo isso da maneira que a lei no Antigo Testamento prescrevia: não sair de casa no sábado (Êx 16.29); não ferver ou assar comida (Êx 16.23); guardar o sábado dentro de casa (Êx 16.29); não acender fogo (Êx 35.3); não fazer viagens (Ne 10.31); não carregar peso (Jr 17.21); não fazer transações comerciais (Am 8.5). Os defensores da observância do sábado, como um procedimento necessário para a salvação, ignoram os ensinos do Novo Test...

Não vos virareis para os adivinhadores (Lv 19.31) - ICP Responde

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Não vos virareis para os adivinhadores (Lv 19.31) - ICP Responde Comentário apologético: Deus proibiu a mediunidade (contato com os mortos) e a prática de adivinhações: "Entre ti não se achará [...] nem adivinhador, nem prognosticador, nem feiticeiro [...] nem quem consulte os mortos" (Dt 19.10,11). Hoje, a adivinhação compreende, entre outras práticas, a rabdomancia (uso de varas), a radiestesia (uso de pêndulos), a quiromancia (uso das mãos), a cartomancia (uso de cartas), consulta aos búzios e runas. Saiba mais... www.icp.com.br  

Nem mentireis, nem usareis de falsidade (Lv 19.11) - ICP Responde

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Nem mentireis, nem usareis de falsidade (Lv 19.11) - ICP Responde Ceticismo. Confronta esta passagem com Êxodo 1.18,19, afirmando que Sifrá e Puá mentiram a Faraó, transgredindo a lei, mas, mesmo assim, Deus as abençoou, o que implicaria em contradição quanto ao que a Bíblia ensina a respeito. Resposta apologética: A ordem do rei era para que as parteiras praticassem o infanticídio contra o povo hebreu (Êx 1.16). Para evitar a barbaridade do ato, as parteiras lançaram mão de uma estratégia: a morosidade (demora). Assim, as mães davam à luz aos seus filhos sozinhas, e quando as parteiras chegavam já era tarde, não podiam mais matar as crianças, porque, caso cometessem o ato, eram condenadas à pena de morte. E, para se livrarem dessa sentença, preferiam apresentar ao rei "meias-verdades" (Êx 1.19). Ou seja, não revelavam a Faraó que haviam chegado tarde para o trabalho de parto. O atraso das parteiras, como vimos, era proposital. Embora as Escrituras registrem as faltas de pess...