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E enviou Moisés do deserto de Parã (Nm 13.3) - ICP Responde

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E enviou Moisés do deserto de Parã (Nm 13.3) - ICP Responde Ceticismo. Confronta este versículo com Números 20.1 para dizer que há contradição bíblica quanto à região em que teria iniciado a missão dos doze espias. Resposta apologética: Tanto o versículo em estudo quanto o texto confrontado estão corretos, visto que o deserto de Parã se estende pelo Porto de Elote, seguindo até o golfo de Acaba, no sentido norte-nordeste, atravessando Naal Parã e Har Ramom, que incluem a região de Cades Barnéia, na mesma latitude de Punon. Logo, os espias iniciaram a viagem em Cades Barnéia, que fica no deserto de Parã, conforme indica o versículo 26: "... e a toda a congregação dos filhos de Israel no deserto de Parã, em Cades". Saiba mais... www.icp.com.br  

Da idade de vinte e cinco anos para cima (Nm 8.24) - ICP Responde

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Da idade de vinte e cinco anos para cima (Nm 8.24) - ICP Responde Ceticismo. Confronta este texto com outros versículos bíblicos (como, por exemplo, Nm 4.3,23,35; 1Cr 23.3,24 Ed 3.8) para alegar contradição na Bíblia quanto à idade para a separação dos oficiantes do Templo. Resposta apologética: Quanto a este versículo, podemos considerar que, assim como em qualquer outro ofício, o sagrado também requeria uma preparação, um aprendizado, o que exigia do levita cinco anos de experiência antes de exercer efetivamente sua função. Já o texto de 1Crônicas 23.3,24 registra duas situações que faziam que o responsável diminuísse, para vinte anos, a idade dos aspirantes levitas aos ofícios do tabernáculo. A saber: a) Visto que o tabernáculo não precisava mais ser transportado, as responsabilidades também diminuíram, o que possibilitou o ingresso de levitas mais jovens; b) Na época em que ocorreu esta alteração, o número de levitas que retornou da Babilônia era de apenas setenta e quatro (Ed 2.40...

Fala a Arão e dize-lhe: Quando acenderes as lâmpadas (Nm 8.2) - ICP Responde

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Fala a Arão e dize-lhe: Quando acenderes as lâmpadas (Nm 8.2) - ICP Responde Catolicismo Romano. Emprega este versículo para avalizar o emprego de velas em suas liturgias e práticas cultuais. Resposta apologética: O texto em análise declina tão-somente sobre o cerimonial determinado por Deus no tabernáculo (Êx 27.20). O objetivo específico desses utensílios era única e exclusivamente iluminar o local em que se encontravam no tabernáculo (Êx 25.37) e, nos cerimoniais, segundo muitos, representavam a presença divina. Os católicos romanos empregam este artefato para fins rituais e como forma de sufrágios, oferecendo-o aos mortos que, supostamente, estão no purgatório e aos "santos" de devoção como indulgência. Tal procedimento, no entanto, não possui respaldo bíblico. Saiba mais... www.icp.com.br  

E confessará o seu pecado que cometeu (Nm 5.7) - ICP Responde

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E confessará o seu pecado que cometeu (Nm 5.7) - ICP Responde Catolicismo Romano. Usa este versículo para provar que a "confissão de pecados" por parte dos fiéis ao sacerdote católico tem respaldo bíblico. Resposta apologética: A referência em estudo de maneira nenhuma ampara o dogma romano de "confissão de pecados", antes, está se referindo à lei da reparação e indenização pelos pecados cometidos contra o próximo. A pretendida "confissão de pecados" a um sacerdote sequer era elemento de primeira grandeza neste ensino, uma vez que bastava à parte lesada manifestar-se, na presença de algumas testemunhas, ao líder eclesiástico o local, o que obrigava o culpado a admitir o seu erro. A confissão de pecados, cujo propósito é alcançar o perdão divino, deve ser dirigida a Deus, conforme ensina a Bíblia: "Agora, pois, fazei confissão ao SENHOR Deus de vossos pais, e fazei a sua vontade; e apartai-vos dos povos das terras, e das mulheres estrangeiras" (Ed...

Da idade de trinta anos para cima (Nm 4.3,23,35) - ICP Responde

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Da idade de trinta anos para cima (Nm 4.3,23,35) - ICP Responde Ceticismo. Confronta o texto em análise com Números 8.24; 1Crônicas 23.3,24 e Esdras 3.8 para alegar contradição bíblica quanto à idade exigida para a separação dos oficiantes do tabernáculo. Resposta apologética: A referência em estudo esclarecesse que a idade apropriada para que alguém pudesse exercer os ofícios do tabernáculo (auxiliar os sacerdotes na manutenção e transporte do mobiliário e das vasilhas sagradas) era de, no mínimo, trinta anos. Quanto ao texto de Números 8.24, registra que seriam separados para o ofício sagrado os levitas que tivessem acima de vinte e cinco anos, de onde não se deve inferir contradição na Bíblia por conta das faixas etárias citadas no texto em análise. Como em qualquer outro ofício, o sagrado também requeria uma preparação, um aprendizado, o que exigia do levita cinco anos de experiência antes de exercer efetivamente sua função. Já o texto de 1Crônicas 23.3,24 registra duas situações q...

Mas a Arão e seus filhos ordenarás que guardem o seu sacerdócio (Nm 3.10) - ICP Responde

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Mas a Arão e seus filhos ordenarás que guardem o seu sacerdócio (Nm 3.10) - ICP Responde Ceticismo. Segundo afirma, há contradição na Bíblia quando o versículo em referência, que proíbe a ordenação de sacerdotes que não pertencessem à descendência de Arão, é confrontado com 2Samuel 8.18. Resposta apologética: A Bíblia, no Antigo Testamento, diz que quem não pertencesse à linhagem levítica não poderia exercer o sacerdócio. A partir desse fato, o ceticismo se arroga o direito de apontar contradição na Palavra de Deus ao comparar o texto em análise com 2Samuel 8.18, por ignorar que o termo hebraico para sacerdote, kohen, tem um sentido mais amplo: "servo", "ministro" e "conselheiro". A definição "ministro", à exceção da tradução ARC, que traz "príncipe", é empregada por todas as versões evangélicas brasileiras. Assim, concluímos que os filhos de Davi não são encontrados, por exemplo, oferecendo sacrifícios (tarefa efetivamente exclusiva do...

Guardareis os meus sábados [...] a terra folgará nos seus sábados (Lv 26.2,34) - ICP Responde

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Guardareis os meus sábados [...] a terra folgará nos seus sábados (Lv 26.2,34) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Ensinam que "os meus sábados" são os sábados semanais e os "seus sábados", os sábados cerimoniais, já abolidos. Resposta apologética: Se os sábados chamados por Deus de "os meus sábados" e "seus sábados" são diferentes, poderíamos, por analogia, raciocinar que o Pai, mencionado por Jesus em João 20.17 como "meu Pai", é diferente do Pai mencionado por Jesus com a invocação de "vosso Pai". Será que o fato de se alterar o pronome possessivo mudou também o Pai? Comparemos Isaías 56.7 ("Também os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração...") com Mateus 23.37,38 ("Jerusalém, Jerusalém [...] Eis que a vossa casa vai ficar-vos deserta"). Será que podemos admitir que estes dois textos estão se referindo a duas casas diferentes ou ao templo de Jerusalém? Comparemos, agora,...