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E deu vista a muitos cegos (Lucas 7.22) - ICP Responde

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E deu vista a muitos cegos (Lucas 7.22) - ICP Responde Espiritismo. Usa a declaração de um suposto espírito desencarnado para propagar a idéia de que, para Deus, é melhor que o homem seja cego do que enxergar. Resposta apologética: Nada é mais descabido do que esta proposição. Jesus deu orientações aos homens para que empregassem bem seus sentidos e membros carnais, afirmando que lhes seria melhor “arrancar” os olhos do que, por causa desses órgãos, serem condenados (Mc 9.47). Jamais censurou ou foi contra a cura desse tipo de deficiência (a cegueira). Pelo contrário, são incontáveis as oportunidades em que Deus – na pessoa do Filho – curou os cegos, como no texto em destaque. Ora, se efetivamente existisse algum tipo de “consolo”, semelhante ao proposto pelo suposto espírito, e se realmente o correto fosse permanecer sem visão, o próprio Senhor Jesus teria confirmado isso, não curando os cegos. Mas não foi assim que agiu (v. 21; Mt 12.22; Mc 10.51,52). Saiba mais... www.icp.com.br ...

E o defunto assentou-se, e começou a falar (Lucas 7.14) - ICP Responde

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E o defunto assentou-se, e começou a falar (Lucas 7.14) - ICP Responde Espiritismo. Declara, quanto a este episódio, que há uma grande possibilidade de o filho morto da viúva de Naim ter sofrido apenas de uma síncope ou uma letargia. Resposta apologética: Segundo o dicionário Aurélio, letargia tem a seguinte definição: “... estado patológico observado em diversas afecções do sistema nervoso central [...] caracterizado por um sono profundo e duradouro do qual só com dificuldade, e temporariamente, pode o paciente despertar”. Letargia não é morte. Uma pessoa nesse estado não é um defunto. Mas o jovem do texto em estudo sim, estava morto. De acordo com a definição do dicionarista, não seria possível “acordar” a suposta vítima de letargia apenas chamando-a, como fez Jesus: “Jovem, eu te digo: Levanta-te”. Saiba mais... www.icp.com.br  

E o servo de um certo centurião (Lucas 7.1-9) - ICP Responde

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E o servo de um certo centurião (Lucas 7.1-9) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. São contrárias à prestação do serviço militar. Resposta apologética: Embora as Testemunhas de Jeová sejam contrárias à prestação do serviço militar, vemos, neste texto, que não era esse o posicionamento de Jesus diante das autoridades militares. O centurião era o comandante militar de uma centúria, ou seja, de uma companhia composta de cem soldados. Esse pelotão, no entanto, poderia ser bem maior. Cafarnaum, provavelmente, era a sede de um posto militar importante do governo romano. Pela atitude tomada pelo centurião (Mt 8.8), podemos observar sua humildade. Talvez fosse um religioso, pois tinha bom testemunho diante dos judeus (Lc 7.5). Jesus, ao encontrar-se com o centurião, não o mandou abandonar a carreira militar, pois foi justamente o conhecimento daquele homem quanto à hierarquia e à obediência nessa área que impressionou o Filho de Deus. Disse o centurião: “Pois também eu sou homem sob autoridade...

Amai a vossos inimigos (Lucas 6.27,29) - ICP responde

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Amai a vossos inimigos (Lucas 6.27,29) - ICP responde Islamismo. Nega a universalidade do ensinamento de Jesus citando este versículo que, segundo afirma, é impraticável e unilateral; porque a passividade é irracional diante do mal. Resposta apologética: O que difere o cristianismo das demais crenças é o amor. O cristianismo é a religião do amor (Jo 3.16: 1Co 13.1-13), e quem ama o próximo cumpre toda a lei. O pecado faz que o homem pratique a injustiça. As religiões que não conhecem e/ou não entendem a doutrina do pecado original (Rm 5.12-21; 1Co 15.21) pensam que podem vencer o pecado por meio do esforço próprio, daí conceberem um entendimento carnal e racional sobre as palavras do apóstolo Paulo quanto à questão da vitória do homem espiritual contra as forças do mal (Ef 6.12. V. comentário de Mt 5.39). Saiba mais... www.icp.com.br  

Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus (Lucas 6.20,21) - ICP Responde

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Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus (Lucas 6.20,21) - ICP Responde Espiritismo. Ensina que os benefícios provenientes de uma vida de sofrimento (como a pobreza e a fome, por exemplo) serão usufruídos em uma vida futura (na reencarnação) em forma de recompensa. Resposta apologética: É necessário esclarecer que esta passagem não tem correlação com a humanidade como um todo, antes, está-se referindo aos discípulos de Cristo, a quem Jesus dirigia suas palavras (v. 20). Outro aspecto que não pode ser ignorado, por pertencer ao contexto, acha-se no versículo 22, que apresenta esperanças àqueles que padecerem estes males por causa do Filho do Homem e não pelo simples fato de terem sofrido os reveses semeados pelo próprio homem. Quanto à “vida futura”, é inverossímil crer que se revela em uma suposta reencarnação, quando, em decorrência dela (da reencarnação), os virtuosos sofrem e os malvados prosperam, em conseqüência dos erros ou acertos em outras vidas, visto que...

Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós (João 14.18) - ICP Responde

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Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós (João 14.18) - ICP Responde Igreja Evangélica Voz da Verdade. Ensina que Jesus estava dizendo que voltaria para estar com os discípulos não como o homem que havia entregado sua própria vida, mas como o Espírito Santo, o Consolador. Resposta apologética: Jesus não pode ser o Espírito Santo pelos seguintes motivos: o Espírito Santo seria enviado. Ora, se é enviado, já é diferente de quem o envia. Jesus disse que iria rogar a uma pessoa fora dele para enviar outro alguém que não era Ele próprio(v.16; 15.26,27). Quando Jesus disse aos discípulos “recebei o Espírito Santo” (20.22), ainda estava em carne. Então, como Ele próprio poderia ser o Espírito Santo? Jesus disse que o Espírito do Senhor estava sobre Ele (Is 61.1). Esta profecia se cumpriu em seu batismo (Mt 3.16). Saiba mais... www.icp.com.br  

Ele vos dará outro consolador (João 14.16) - ICP Responde

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Ele vos dará outro consolador (João 14.16) - ICP Responde Comentário apologético: A Bíblia afirma que o Espírito Santo é uma pessoa da santíssima Trindade. Jesus disse que enviaria outro consolador. No grego, a palavra “outro” é allos e denota diferença de personalidade e igualdade de essência. A palavra “consolador” é paracleto e significa uma pessoa que ficará do lado de alguém para ajudá-lo (Augustus Strong). O Espírito Santo não é uma mera força, pois possui personalidade, que é demonstrada pelos atributos pessoais que possui: inteligência (1Co 2.10), vontade própria (1Co12.11) e sensibilidade ou emoção (Ef 4.30).Livros Cristianismo Espiritismo. Declara que a promessa da vinda do Consolador se cumpriu em 18 de abril de 1857, quando Allan Kardec publicou o Livro dos espíritos, em francês, e a data ficou registrada como sendo o período em que o espiritismo moderno surgiu. Ciência Cristã. Ensina que o Consolador é a “ciência divina”. Resposta apologética. A Bíblia declara que a promes...