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Inclinou-se à terra (Gn 18.2) - ICP Responde

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Inclinou-se à terra (Gn 18.2) - ICP Responde Catolicismo Romano. A Igreja Católica usa o costume dos orientais de prostrar-se diante de uma pessoa de posição para justificar essa mesma prática diante das imagens dos "santos" que ela mesma consagrou. O texto em referência nos informa o seguinte: "E levantou [Abraão] os seus olhos, e olhou, e eis três homens em pé junto a ele. E vendo-os, correu da porta da tenda ao seu encontro e inclinou-se à terra". O que não deixa de ser mais um argumento para essa Igreja fundamentar seu ensino sobre idolatria.. Resposta apologética: Há muitos casos na Bíblia em que se prostrar diante de outra pessoa é aprovado, conforme o texto em estudo, mas o contexto é muito diferente. Primeiro, as pessoas se prostravam por respeito e não por reverência ou culto. Segundo, o ato de prostrar-se foi entendido como uma prática social e não como um rito religioso. Terceiro, a Bíblia condena prostrar-se diante do anjo que esteja a serviço de Deus (A...

Apareceu-lhe o SENHOR [...] e eis três homens (Gn 18.1-33) - ICP Responde

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Apareceu-lhe o SENHOR [...] e eis três homens (Gn 18.1-33) - ICP Responde Comentário apologético: Deus se apresentou a Abraão em três pessoas (varões, isto é, homens). A versão de Almeida Corrigida e Revisada Fiel traduz as palavras Yahweh (v. 1,13,14,17,19,20,22,26,33) e Adonai (v. 3,27,30,31,32), ambas no hebraico, por SENHOR e Senhor, respectivamente. A Tradução do Novo Mundo das Testemunhas de Jeová usa, tanto para o primeiro como para o segundo termo hebraico, o nome Jeová (formado pelas consoantes de Yahweh e as vogais de Adonai, a partir do costume judeu de pronunciar, ao ler a Bíblia, o termo Adonai em lugar de Yahweh). A título de comparação, leiam os versículos 1 e 3 nas seguintes versões: "Apareceu-lhe o SENHOR" (na ACF); "Jeová apareceu-lhe" (na TNM); "E disse: Meu Senhor" (na ACF); e "Disse então: Jeová" (na TNM). Ora, os mesmos termos (Yahweh: SENHOR e Adonai: Senhor. E Jeová, na TNM) são empregados tanto para os dois homens ("...

Tomou Sarai, mulher de Abrão, a Agar egípcia, sua serva, e deu-a por mulher (Gn 16.3) - ICP Responde

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Tomou Sarai, mulher de Abrão, a Agar egípcia, sua serva, e deu-a por mulher (Gn 16.3) - ICP Responde Mormonismo. Aceitou, durante muitos anos, a poligamia, alegando que Joseph Smith havia recebido uma revelação do Senhor de que o casamento polígamo era a vontade de Deus para os seus seguidores. Hoje, admite esse tipo de união como plano divino para o homem glorificado. Islamismo. Cita o texto em estudo para apoiar a prática da poligamia. Resposta apologética: A poligamia, união de um homem com várias mulheres, não deve ser confundida com o adultério, que implica cobiça e/ou relacionamento sexual com a mulher do próximo. A Escritura registra alguns casos de poligamia, inclusive de homens abençoados por Deus, como patriarcas e reis de Israel. O relato da poligamia no Antigo Testamento tem sido usado pelos defensores dessa prática. Algumas vezes, sua origem era a infertilidade das esposas, como no caso de Abraão e Jacó (6.1-4; 30.1-5). Em outras, era as alianças políticas com reis estrang...

Melquisedeque era sacerdote do Deus Altíssimo (Gn 14.18) - ICP Responde

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Melquisedeque era sacerdote do Deus Altíssimo (Gn 14.18) - ICP Responde Mormonismo. Alega possuir o sacerdócio de Melquisedeque, considerado o maior, para executar os trabalhos sagrados. Resposta apologética: A Bíblia declara que o sacerdócio de Melquisedeque se cumpriu na pessoa do Senhor Jesus, e que esse sacerdócio não tem sucessor, é intransferível. Não existe evidência bíblica de que Jesus tenha passado o sacerdócio de Melquisedeque para outra pessoa. De fato, Hebreus 7.23 declara que os judeus tiveram uma sucessão de sacerdotes, devido à morte de cada um deles. Entretanto, o versículo 24 declara quanto a Jesus: "Mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo". Esta é a razão pela qual não precisamos de sacerdotes da ordem de Melquisedeque. Jesus Cristo é o único sacerdote de que necessitamos. Sendo sacerdote eterno, da ordem de Melquisedeque, "pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por el...

E disse Abraão a Ló [...] porque irmãos somos (Gn 13.8) - ICP Responde

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E disse Abraão a Ló [...] porque irmãos somos (Gn 13.8) - ICP Responde Catolicismo Romano. Aplica este texto como alicerce para o dogma da virgindade perpétua de Maria. E afirma o seguinte: se Abraão era tio de Ló e não irmão, como ele o trata, no idioma hebraico, dessa maneira, tal pode ser feito, no grego, em relação aos irmãos de Jesus. Resposta apologética: A comparação feita pela Igreja católica é descabida, visto que o idioma hebraico é pobre em palavras, precisando, às vezes, de adaptações no português, o que não acontece com o idioma grego, rico em palavras e do qual as línguas latinas herdaram 25% do vocábulário. O grego possui expressões específicas para a palavra: "irmão" (do mesmo sangue, consangüíneo): adelfos; "primo" ("parente"): anépsiós; e "parentes": syngenés. Não há como mascarar esta realidade, visto que Isabel, prima de Maria, é tratada pelo substantivo grego syngenés (Lc 1.36). Colossenses 4.10 mostra Marcos, sobrinho de Bar...

Desçamos e confundamos ali a sua língua (Gn 11.7) - ICP Responde

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Desçamos e confundamos ali a sua língua (Gn 11.7) - ICP Responde Comentário apologético: Os verbos desçamos e confundamos indicam pluralidade de pessoas na unidade da natureza divina. A doutrina cristã da Trindade é biblicamente explicada pelos seguintes fundamentos: a.) Há um só Deus (Dt 6.4; Is 43.10; 45.5,6); b.) Esse único Deus é uma pluralidade de pessoas (Gn 1.26; 3.22. Comparar Is 6.1-8 com Jo 12.37-41; At 28.25); c.) Há três pessoas chamadas Deus e eternas por natureza: o Pai (2 Pe 1.17), o Filho (Jo 1.1; 20.28; 1Jo 5.20) e o Espírito Santo (At 5.3,4). As Escrituras atribuem a Jesus a criação de todas as coisas, porque "sem ele nada do que foi feito se fez" (Jo 1.3). Em Jeremias 10.11, lemos: "Os deuses que não fizeram os céus e a terra desaparecerão da terra e de debaixo deste céu". Atribuir a Jesus divindade secundária é politeísmo. Conferir Isaías 43.10, que diz: "... antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá". Além disso...

Então, desceu o SENHOR para ver a cidade (Gn 11.5,7) - ICP Responde

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Então, desceu o SENHOR para ver a cidade (Gn 11.5,7) - ICP Responde Ceticismo. Emprega o texto em estudo para afirmar o seguinte: se Deus realmente possuísse atributos sobrenaturais, não necessitaria "descer" para ver a obra dos homens. Resposta apologética: O emprego de recurso antropomórfico neste texto não desmerece o Deus Todo-Poderoso nem lhe seqüestra a onipotência. O episódio em lide é análogo aos observados nas referências 3.9 e 4.9. Ou seja, constata-se uma aproximação de Deus - desceu, desçamos - em relação ao homem com o intuito de submeter a seu crivo os pensamentos e as atitudes humanas. Neste sentido, o controverso deísmo (V. notas sobre o assunto) encontra seu calcanhar-de-aquiles, visto que o texto retrata o intenso interesse divino pela criação maior. Antes, não se satisfazendo com os propósitos inúteis e prejudiciais que a humanidade executa contra si mesma, participa, frustrando os planos que procedem da concupiscência e soberba humanas, como no caso das to...