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O trabalho é bênção ou maldição? - ICP Responde

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O trabalho é bênção ou maldição? - ICP Responde O trabalho não é maldição por pelo menos seis motivos, que veremos a seguir. Primeiro. Em Gênesis 1.26-28, Deus ordenou a raça humana a "dominar a terra e sujeitá-la". Logicamente, isso envolve a perspicácia em todas as áreas de conhecimento, em todas as ciências. Isso, que chamamos de "mandato cultural", implica em "trabalho", em uma tarefa, em uma vocação, em um interesse ou em uma obrigação recebida por delegação. Logo, se o trabalho precede a queda, não pode ser "maldição". Essa é justamente a âncora exegética que legitima o envolvimento do cristão em todas as áreas do conhecimento como delegação de Deus e não como um "cristão de segunda categoria" por não estar envolvido, em tempo integral, na obra do Senhor. Se o cristão, porém, penetra nas esferas do saber para a glória de Deus, está debaixo de sua vontade prescritiva. Segundo. Adão recebeu de Deus, antes da queda, a tarefa de nomea...

O Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lucas 19.10) - ICP Responde

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O Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lucas 19.10) - ICP Responde Comentário apologético: As Testemunhas de Jeová ensinam que a nossa salvação não é a justificativa principal para a vida e a morte de Jesus na terra. Dizem que o próprio destino de Jesus, como Messias ou Cristo, prova que o propósito principal (ou primário) de sua vinda ao mundo não foi resgatar e salvar o gênero humano. A salvação, ainda que importante aos homens que buscam a vida eterna, é algo secundário no propósito elevado de Deus. Mas, biblicamente, a nossa salvação é a justificativa principal para a vinda de Jesus ao mundo. Vejamos o que o apóstolo Paulo afirmou a respeito: “Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (1Tm 1.15). Jesus “veio buscar e salvar o que se havia perdido”. Por isso morreu por nós (Rm 5.8), carregou os nossos pecados sobre a cruz (1Pe 2.24) e ressuscitou corporalmente d...

Ninguém há bom, senão um, que é Deus (Lucas 18.19) - ICP Responde

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Ninguém há bom, senão um, que é Deus (Lucas 18.19) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Declaram que Jesus não é Deus porque disse que ninguém é bom, senão o Pai.Palestras Teologia Resposta apologética: Deve-se perguntar àqueles que negam a deidade absoluta de Jesus: “Jesus é bom ou mau?”. A reposta óbvia é: “Jesus é bom” (Jo 15.13; At 10.38). Mas, por que então Jesus disse ao jovem rico: “Por que me chamas bom?”. Sua intenção, com isso, era que o Pai fosse glorificado com Ele: “Eu glorifiquei-te na terra” (Jo 17.4). Podemos perceber, no contexto, que o jovem rico buscava lisonjear Jesus para obter reconhecimento. Chamou o Mestre de bom não porque reconhecia a divindade de Cristo, mas para obter um parecer. Saiba mais... www.icp.com.br

O reino de Deus está dentro de vós (Lucas 17.21) - ICP Responde

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O reino de Deus está dentro de vós (Lucas 17.21) - ICP Responde Ciência Cristã. Com base neste versículo, os cientistas cristãos afirmam duas coisas: que o ser humano é divino por ter o reino dentro dele e, já que este reino é espiritual, não existe o reino humano. Ou seja, os dois reinos, espiritual e humano, são irreais. Resposta apologética: De fato, Jesus de fato não estava dizendo que o reino de Deus estava dentro de seus ouvintes, porque estava falando aos seus perseguidores – os fariseus. Poderíamos entender a expressão “o reino dentro de vós” como “o reino está entre vós”, no sentido de que todos podem ter acesso ao reino de Deus, inclusive os fariseus. Afinal, Jesus era o rei deste reino e estava entre eles. Não podemos, de forma alguma, ver aí nenhum vestígio de divindade inata no ser humano. É bom salientar que, mesmo que esse reino não seja material, não quer dizer que outros reinos materiais não existam. Muito pelo contrário, pois, se existe o espiritual existe também o ma...

É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! (Lucas 17.1) - ICP Responde

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É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! (Lucas 17.1) - ICP Responde Comentário apologético: O espiritismo cai em contradição quando Kardec discorre sobre a imperfeição humana. Vejamos duas de suas declarações: a) “O homem não chega a Deus, enquanto não se fizer perfeito”, e b) “Porque os homens, sendo ainda imperfeitos, têm inclinação para o mal, e porque as más árvores dão maus frutos”. Vemos que, num primeiro momento, Kardec afirma que o homem precisa tornar-se perfeito para que possa ver Deus. Mas, depois, declara que a natureza do homem é intrinsecamente má (ou seja, imperfeita) e suas obras, conseqüentemente, más. Logo, a segunda declaração anula a expectativa da primeira. A Bíblia, neste sentido, fornece esperança ao homem que, embora seja irremediavelmente imperfeito (Rm 11.32; Gl 3.22), pode chegar-se a Deus tão logo reconheça sua condição e se arrependa. O texto de 1Pedro 5.10 relata que o Criador é quem nos aperfeiçoa e não nós mesmos. A João, ...

Havia um homem rico [...] havia também um certo mendigo (Lucas 16.19-31) - ICP Responde

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Havia um homem rico [...] havia também um certo mendigo (Lucas 16.19-31) - ICP Responde Comentário apologético: A Igreja Apostólica Vó Rosa ensina que a alma aguarda o culto fúnebre e recebe as homenagens que lhe são prestadas e, somente depois, retira-se, definitivamente. Mas, como lemos, Lázaro, ao morrer, foi imediatamente para o seio de Abraão: “E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão” (v. 22). O ladrão arrependido na cruz, antes do sepultamento de seu corpo, foi para o paraíso (23.43). Não existe tal teoria na Bíblia Sagrada.Revista Defesa Fé Testemunhas de Jeová. Declaram que este texto é uma parábola e, como tal, a palavra inferno significa “sepultura comum da humanidade”. Resposta apologética: Jesus, em suas parábolas, nunca mencionou nomes próprios. Mas, aqui, citou o nome de Lázaro. Com isso, quis ensinar, fundamentalmente, a respeito da imediata situação que ocorre após a morte. Parábola e fábula são coisas diferentes, e Jesus nunca c...

Mas, quando fizeres convite, chama os pobres (Lucas 14.13) - ICP Responde

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Mas, quando fizeres convite, chama os pobres (Lucas 14.13) - ICP Responde Catolicismo Romano. Afirma que esta passagem respalda o livro apócrifo de Tobias 4.7,10-17, que diz que as esmolas são uma forma de se alcançar a salvação. Resposta apologética: O procedimento altruísta orientado por Cristo visa tão-somente um modo prático de aproximar os menos favorecidos e prevenir a acepção de pessoas que, aos olhos de Deus, é uma prática que não condiz com o pensamento cristão: “E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas” (At 10.34). Essa atitude, porém, não se coaduna com o pensamento da obra apócrifa, uma vez que Cristo, em momento algum, disse que as obras de justiça de qualquer pessoa podem promover a salvação (Ef 2.5,8,9) Saiba mais... www.icp.com.br