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Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos (João 13.35) - ICP Responde

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Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos (João 13.35) - ICP Responde Espiritismo. Ensina que todos aqueles que praticam a caridade são discípulos de Jesus, não importa a religião a que pertençam. Resposta apologética: Embora o versículo em estudo esteja tratando da questão do amor incondicional ao próximo, porém não oferece alicerce para o conceito apresentado pelo espiritismo. O amor proposto por Cristo é sobrenatural e não se resume em meras práticas caritativas. Neste sentido, e considerando o enfoque que o espiritismo concede à caridade, se nos basearmos em 1Coríntios 13.1-13, concluímos que a causa da caridade espírita é diferente do motivo que leva o cristão a praticar a caridade. A caridade cristã é destinada exclusivamente ao benefício alheio, posto que o verdadeiro discípulo de Cristo tem consciência de que a caridade que pratica não pode lhe prover salvação. O cristão já é salvo e reconhece que esta graça advém exclusivamente do sacrifício de Cristo no Calvário. Os kar...

E começou a lavar os pés aos discípulos (João 13.1-17) - ICP Responde

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E começou a lavar os pés aos discípulos (João 13.1-17) - ICP Responde New Life Mission. Diz que Jesus usou este episódio para ensinar a verdade da expiação pelo seu batismo no rio Jordão. Resposta apologética: A lição que Jesus queria ensinar aqui não era sobre o batismo, mas sobre a humildade. A limpeza era pela palavra e não pela água material (15.3). Jesus tomou emprestada a posição de um escravo que fazia o serviço mais humilde da casa para mostrar que aqueles que querem ser grandes precisam se humilhar (v.16). Usou esta ilustração porque conhecia as disputas entre os discípulos sobre quem seria o maior no reino anunciado por Cristo (Mc 9.33-37; 10.35-45). Caso estivesse ensinando a respeito do seu próprio batismo, não teria mandado os discípulos seguirem seu exemplo. Seria uma contradição, porque os discípulos não poderiam praticar o mesmo batismo do rio Jordão. Por outro lado, a humildade pode e deve ser praticada por todos nós, cristãos. Saiba mais... www.icp.com.br  

E não receber as minhas palavras (João 12.48) - ICP Responde

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E não receber as minhas palavras (João 12.48) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Afirma que os Dez Mandamentos são o padrão de juízo final. Resposta apologética: Os Dez Mandamentos fazem parte do antigo concerto, que foi substituído, a partir da cruz de Cristo (Cl 2.11-14), pelo novo concerto (Hb 8.6-13). Será qu alguém pode ser julgado por uma lei que já foi abolida? “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê” (Rm 10.4). Uma vez que estamos sob a lei de Cristo (1Co 9.20,21; Gl 6.2), podemos afirmar, sem nenhuma dúvida, que seremos julgados por aquilo que Jesus ensinou (Mt 28.19. V. comentário de Êx 20.8). Saiba mais... www.icp.com.br

Salva-me desta hora (João 12.27) - ICP Responde

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Salva-me desta hora (João 12.27) - ICP Responde Comentário apologético: O islamismo prega que não é historicamente correto ensinar que Jesus veio ao mundo voluntária e deliberadamente para morrer pelos pecados dos homens. A morte de Jesus pode até não ser historicamente aceitável, conforme afirma o islamismo, no entanto, é correta, segundo o ponto de vista bíblico. Ao vir ao mundo, Cristo estava consciente de sua missão: morrer em favor dos pecadores. “E iam no caminho, subindo para Jerusalém; e Jesus ia adiante deles. E eles maravilhavam-se, e seguiam-no atemorizados. E, tornando a tomar consigo os doze, começou a dizer-lhes as coisas que lhe deviam sobrevir, dizendo: Eis que nós subimos a Jerusalém, e o Filho do homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes, e aos escribas, e o condenarão à morte, e o entregarão aos gentios. E o escarnecerão, e açoitarão, e cuspirão nele, e o matarão; e, ao terceiro dia, ressuscitará [...] Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, ...

Mas ele não disse isso de si mesmo (João 11. 49-52) - ICP Responde

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Mas ele não disse isso de si mesmo (João 11. 49-52) - ICP Responde Catolicismo Romano. Associa este texto à posição do sumo sacerdote no Antigo Testamento: autorizar a revelação. Assim, seria razoável que no Novo Testamento também houvesse um equivalente. Neste caso, o papa. Resposta apologética: O Novo Testamento é enfático quando declara que o sacerdócio do Antigo Testamento foi abolido. O escritor aos hebreus falou dessa mudança (Hb 7.12). O sacerdócio levítico foi cumprido e extinto em Cristo, sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque (Hb 7.15-17). A função das novas revelações esteve sob a incumbência dos apóstolos e profetas (Ef 2.20; 3.5), mas, com a extinção dessa classe de pessoas, extinguiram-se também a revelação. Caifás, no texto em questão, profetizou, mas não tinha consciência do que estava fazendo. Saiba mais... www.icp.com.br

O nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono (João 11.11) - ICP Responde

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O nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono (João 11.11) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Alegam que uma vez que a morte foi equiparada ao sono é perfeitamente possível entender que, neste estado, a alma não fica consciente após a morte. Resposta apologética: O ensino bíblico sobre o estado consciente da alma no período intermediário entre a morte e o juízo, tanto para os crentes quanto para os incrédulos, é claro. Os incrédulos padecem conscientemente após a morte (Mc 9.43-48; Lc 16.22,23), enquanto os salvos, também em plena consciência, usufruem do descanso eterno (2Co 5.8; Fp 1.23). Quanto ao termo “dormir”, é importante esclarecer que, no contexto bíblico em destaque, é empregado para designar a morte física (cessação da vida corpórea) e não a morte da alma, do homem imaterial, como a psique, por exemplo, que é o centro das emoções e da consciência. Saiba mais... www.icp.com.br

Eu disse: Sois deuses? (João 10.34) - ICP Responde

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Eu disse: Sois deuses? (João 10.34) - ICP Responde Mormonismo. Lança mão deste texto para justificar sua doutrina de pluralidade de deuses, ou politeísmo. Resposta apologética: O contexto mostra que certos judeus pegaram em pedras para atirar em Jesus, pois admitiram que o Senhor havia blasfemado: “Não te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia; porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo” (v. 33). A resposta de Jesus pode ser vista nos versículos 35 e 36. Longe de justificar essa doutrina, Jesus estava, na verdade, fazendo uma comparação, contrastando a si próprio com os falsos deuses do Salmo 82, texto com o qual os judeus estavam familiarizados. A expressão “vós sois deuses” é uma ironia, em virtude das maldades, injustiças e impiedades desses juízes. No versículo 1o, são chamados de poderosos e deuses, e Deus está julgando no meio deles. Os versículos de 2 a 5 trazem as características desses deuses ou juízes malévolos. Tais deuses, porém, são divindades falsas, po...