Postagens

Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós (João 14.18) - ICP Responde

Imagem
Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós (João 14.18) - ICP Responde Igreja Evangélica Voz da Verdade. Ensina que Jesus estava dizendo que voltaria para estar com os discípulos não como o homem que havia entregado sua própria vida, mas como o Espírito Santo, o Consolador. Resposta apologética: Jesus não pode ser o Espírito Santo pelos seguintes motivos: o Espírito Santo seria enviado. Ora, se é enviado, já é diferente de quem o envia. Jesus disse que iria rogar a uma pessoa fora dele para enviar outro alguém que não era Ele próprio(v.16; 15.26,27). Quando Jesus disse aos discípulos “recebei o Espírito Santo” (20.22), ainda estava em carne. Então, como Ele próprio poderia ser o Espírito Santo? Jesus disse que o Espírito do Senhor estava sobre Ele (Is 61.1). Esta profecia se cumpriu em seu batismo (Mt 3.16). Saiba mais... www.icp.com.br  

Ele vos dará outro consolador (João 14.16) - ICP Responde

Imagem
Ele vos dará outro consolador (João 14.16) - ICP Responde Comentário apologético: A Bíblia afirma que o Espírito Santo é uma pessoa da santíssima Trindade. Jesus disse que enviaria outro consolador. No grego, a palavra “outro” é allos e denota diferença de personalidade e igualdade de essência. A palavra “consolador” é paracleto e significa uma pessoa que ficará do lado de alguém para ajudá-lo (Augustus Strong). O Espírito Santo não é uma mera força, pois possui personalidade, que é demonstrada pelos atributos pessoais que possui: inteligência (1Co 2.10), vontade própria (1Co12.11) e sensibilidade ou emoção (Ef 4.30).Livros Cristianismo Espiritismo. Declara que a promessa da vinda do Consolador se cumpriu em 18 de abril de 1857, quando Allan Kardec publicou o Livro dos espíritos, em francês, e a data ficou registrada como sendo o período em que o espiritismo moderno surgiu. Ciência Cristã. Ensina que o Consolador é a “ciência divina”. Resposta apologética. A Bíblia declara que a promes...

Estou no Pai (João 14.6-11) - ICP Responde

Imagem
Estou no Pai (João 14.6-11) - ICP Responde Unicistas. Citam esta passagem para provar que Jesus é o Pai.Livros Cristianismo Resposta apologética: Jesus começa afirmando: “Ninguém vem ao Pai, senão por mim” (v. 6). O sentido natural destas palavras é que Jesus não é o Pai, mas o Mediador entre nós e o Pai (1Tm 2.5). Em seguida, declara: “Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai” (v. 7). Ao existir com o Deus Pai, como um divino indivisível, Jesus podia dizer: “Quem me vê a mim vê o Pai” (v. 9). Não obstante, Jesus não disse “eu sou o Pai”, mas: “Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim?”. O Pai e o Filho são consistentemente apresentados nas Escrituras como duas pessoas autoconscientes, mas sendo um só Deus. As evidências de que se trata de duas pessoas são abundantes. Na referência 5.31,32 deste evangelho o Pai é apresentado como alguém que testifica de Cristo (outrem): “Há outro que testifica de mim”. A palavra hetero é usada aqui para esclarecer que...

Ninguém vem ao Pai, senão por mim (João 14.6) - ICP Responde

Imagem
Ninguém vem ao Pai, senão por mim (João 14.6) - ICP Responde Igreja Apostólica Vó Rosa. Declara que, com o preparo da Santa Vó Rosa, como “consolador”, Deus, o Pai, e Jesus puderam aperfeiçoar a Igreja e torná-la dirigida diretamente pelo céu. E, ainda, que, sob esse governo, a Igreja em referência se transformou e, hoje, é a verdadeira Igreja de Deus sobre a terra. É um abrigo espiritual para os milhares de pessoas que nela encontram a verdadeira salvação.Livros Cristianismo Resposta apologética: Assim como acontece com vários segmentos religiosos, a Igreja Apostólica também tem a pretensão de se colocar como a única Igreja verdadeira na terra. Nesta assombrosa declaração, usurpa o lugar de Jesus, o único e verdadeiro caminho da salvação: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (At 4.12). Testemunhas de Jeová. Baseando-se neste versículo, ensina que a sua organização é o único caminho, ou se...

Eu sou a verdade (João 14.6) - ICP Responde

Imagem
Eu sou a verdade (João 14.6) - ICP Responde Comentário apologético: O relativismo ensina que todos os caminhos levam a Deus. Os pontos de vista religiosos de cada pessoa são tão válidos quanto quaisquer outros. Tanto o cristão quanto o muçulmano e o budista estão apenas trilhando caminhos diferentes em direção ao mesmo Deus. Admitimos que certos aspectos positivos do relativismo são válidos. Afinal, o que é certo para uns pode ser errado para outros. Ou seja, algumas coisas são relativas. Mas isto não é válido o bastante para dizer que, pelo fato de haver um tipo de relativismo pessoal, então podemos estendê-lo e aplicá-lo a todos os aspectos da fé. Não é uma suposição válida nem lógica. Jesus não era partidário das idéias relativistas, tampouco se referiu como um dos caminhos, mas como “o caminho” absoluto (único) para irmos a Deus. O que significa dizer que todos os demais são desvios inventados pelo homem (Pv 14.12). Além disso, esses desvios nascem da exposição doutrinária de cada ...

Para que onde eu estiver estejais vós também (João 14.3) - ICP Responde

Imagem
Para que onde eu estiver estejais vós também (João 14.3) - ICP Responde Comentário apologético: Tanto para o conceito taoísta quanto para o confucionismo, o céu não é um lugar, mas, sim, a ordem do cosmo ou a lei impessoal que o rege. Entretanto, a Bíblia é categórica em afirmar que o céu é, na verdade, a habitação de Deus, para onde Jesus foi após ter ressuscitado e para onde levará a sua Igreja (Rm 8.34, Hb 9.24). Embora seja um lugar de realidade espiritual (Cl 1.16), não pode, porém, ser sinônimo de lei ou de um Deus impessoal. Saiba mais... www.icp.com.br  

Na casa de meu Pai há muitas moradas (João 14.2,3) - ICP Responde

Imagem
Na casa de meu Pai há muitas moradas (João 14.2,3) - ICP Responde Espiritismo. Segundo ensina, os planetas são o céu dos remidos, porque interpreta que as “muitas moradas” são os corpos celestes: planetas e estrelas. Testemunhas de Jeová. Declaram que o céu é um lugar preparado somente para os 144 mil da classe dos ungidos, as “outras ovelhas” não têm esse direito. E, de acordo com sua interpretação, Jesus, neste texto, está mostrando que seus fiéis apóstolos estariam, todo o tempo, na casa de seu Pai, no céu, junto com Ele, mas não diz quantos outros alcançariam este privilégio. Resposta apologética: Os espíritas zombam da idéia do céu como um lugar de felicidade eterna. O texto citado pode ser concluído da seguinte forma: “Vou preparar-vos lugar”. O versículo 3 afirma: “Para que onde eu estiver estejais vós também”. Ora, com isso podemos perceber que o céu é um lugar e que todos aqueles que pertencem a Jesus estarão com Ele aonde Ele for. E, conforme sabemos, Jesus foi para o céu, on...