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E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom (Gn 1.31) - ICP Responde

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E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom (Gn 1.31) - ICP Responde Comentário apologético: Ao contrário do judaísmo, o hinduísmo e certos segmentos da filosofia grega assumem que a matéria é inerentemente má. Por isso, a ioga e outras práticas ascetas hindus rejeitam a matéria, condenando-a de forma irrestrita. O texto em análise relata que Deus qualificou sua criação de "muito boa". O versículo 29 descreve que a criação das hortaliças, das plantas comestíveis e dos animais (v. 30) não foi boa apenas aos olhos de Deus, por tê-los trazidos à existência; antes, foi boa bons em relação à parte mais favorecida: o homem, por obter, dessa forma, um meio de sobrevivência. Quanto à matéria intrinsecamente humana (a carne), o texto bíblico, independente da tese gnóstica, também a classifica como má. Todavia, a matéria humana pode, e deve, ser empregada para o serviço espiritual (2Co 5.10), o que irá beneficiá-la, mas não torná-la boa. Isso porque é impossível "m...

E sujeitai-a; e dominai (Gn 1.28) - ICP Responde

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E sujeitai-a; e dominai (Gn 1.28) - ICP Responde Teologia da prosperidade. Um dos mestres desta corrente afirma: "Adão era um super-ser quando Deus o criou. Não sei se as pessoas sabem disso, mas ele foi o primeiro super-homem que realmente viveu. Antes de tudo, as Escrituras declaram objetivamente que ele tinha domínio sobre os peixes do mar e as aves do céu - o que significa dizer que ele costumava voar. Ora, como poderia ter domínio sobre os pássaros se não pudesse fazer o que eles fazem? A palavra 'domínio', no hebraico, afirma claramente que se você tem domínio sobre um objeto, você fará tudo quanto esse objeto faz. Noutras palavras, se esse sujeito ou objeto fizer algo que você não pode fazer, você não terá domínio sobre ele. E levo isso ainda mais longe. Adão não somente voava, mas voava pelo espaço sideral. Ele, com um pensamento, estava na Lua". Resposta apologética: A Bíblia não fala em tais poderes excepcionais que fariam de Adão um super-homem. O Salmo 39....

E o Espírito de Deus (Gn 1.2) - ICP Responde

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E o Espírito de Deus (Gn 1.2) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. A Tradução do Novo Mundo (versão da Bíblia das Testemunhas de Jeová), para negar a personalidade do Espírito Santo, traz "força ativa de Deus" em lugar de "Espírito de Deus". Em todas as passagens da TNM, o nome Espírito Santo é grafado com iniciais minúsculas (Cf. Mt 4.1-3). Resposta apologética: A palavra hebraica para espírito (ruach) aparece 377 vezes no Antigo Testamento. Em 100 ocorrências é traduzida como Espírito de Deus e, nas demais, espírito do homem, vento, respiração e sopro. Assim, pelo fato de a palavra ruach ter vários significados, a Sociedade Torre de Vigia (organização que publica a Tradução do Novo Mundo) se apropria da palavra, atribuindo-lhe o significado mais conveniente à sua convicção doutrinária. A Bíblia, contudo, traz evidentes e diversas referências aos atributos pessoais do Espírito Santo (Jo 15.26; At 5.3,4; 13.2; 16.6,7; Rm 8.26,27; 1Co 6.19). Raelianismo. Entende que ...

No princípio criou Deus (Gn 1.1) - ICP Responde

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No princípio criou Deus (Gn 1.1) - ICP Responde Testemunhas de Jeová e unicismo. Negam a doutrina bíblica da Trindade, procurando enfraquecer o conceito de pluralidade presente na forma Elohim - plural de Eloah (Deus, na língua hebraica). Ciência Cristã. Diz que "Deus é o princípio da metafísica divina [...] Deus é tudo em tudo [...] Deus, o Espírito, sendo tudo, a matéria nada é". Raelianismo. Afirma: "Elohim, um substantivo masculino plural em hebraico foi traduzido na palavra latina Deus, no singular. A Bíblia, que nos remetia à idéia da existência de entidades divinas, deveria ter esta sua palavra traduzida para o plural DEUSES, mas foi traduzida para o singular DEUS, o que é um erro em si mesmo". Resposta apologética: Deus é apresentado pela primeira vez na Bíblia com o nome hebraico Elohim. Em Gênesis 1.1, o verbo está no singular (criou) e o sujeito no plural (Deus). Elohim é a forma plural de Eloah, mas o significado é o mesmo: Deus. Quando analisamos o cont...

Como se interpreta a parte final de Provérbios 19.18: "mas para o matar não alçarás a tua alma"? - ICP Responde

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Como se interpreta a parte final de Provérbios 19.18: "mas para o matar não alçarás a tua alma"? - ICP Responde A disciplina paterna, incluindo o castigo corporal (Pv 13.24; 23.13), era norma comum na sociedade dos hebreus. O castigo era necessário para salvar o menino de suas próprias tendências selvagens, que poderiam destrui-lhe a vida. Que todo pai agisse assim enquanto houvesse esperança de bom êxito. A ordem que diz "disciplina o teu filho" é uma forte advertência contra a passividade paterna. Um menino culpado de más ações deveria ser castigado ainda pequeno, quando há esperança de correção. A negligência quanto a esse dever poderia resultar na morte trágica. A morte refere-se à punição sob a lei mosaica (Dt 21.18-21) ou ao perigo das conseqüências naturais que necessariamente acompanham a conduta tola do menino. Naturalmente, a morte prematura (Pv 1.32; 10.27; 21.25) Por Nelson Nakamoto Saiba mais... www.icp.com.br  

Gostaria de uma explicação sobre Mt 7.6, que diz: "Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas; não aconteça que as pisem com os pés, e voltando-se, vos despedacem". ICP Responde

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Gostaria de uma explicação sobre Mt 7.6, que diz: "Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas; não aconteça que as pisem com os pés, e voltando-se, vos despedacem". ICP Responde Não devemos impor os sagrados ensinos a pessoas de má vontade ou que odeiam abertamente a causa cristã. Essa advertência não visa missões religiosas, porque isso seria uma contradição em relação a muitas outras passagens bíblicas, mas é um aviso para que não degrademos a nossa fé preciosa dirigindo nosso ensino àqueles que o degradam desdenhosamente. Coisas santas e pérolas significam a fé cristã, as verdades do reino de Deus, a comunhão e os privilégios da comunidade cristã. Porcos e cães eram animais imundos, segundo a lei dos judeus (1Rs 21.19). Esses animais são símbolos de certos tipos de homens. Paulo se referiu a homens assim "... para que sejamos livres dos homens perversos e maus; porque a fé não é de todos (II Ts. 3.2)". A experiência humana confir...

Os mortos têm memória? - ICP Responde

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Os mortos têm memória? - ICP Responde Os homens não sabem nada do que se faz debaixo do sol. Sobre a memória dos mortos, o texto de Ec 9.5-6 declara que os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa. Se interpretarmos o texto de modo absoluto, somos forçados a admitir que todos os mortos estão nivelados pela inconsciência, mas não têm recompensa onde estão. Mas, tanto as testemunhas de Jeová quanto os adventistas do sétimo dia admitem que uma classe de mortos vai ressuscitar e terá recompensas (Dn 12.2; Jó 5.28-29; At 24.15; Ap 22.12). Logo, há de se admitir que a interpretação correta da passagem tem outro sentido. O texto está afirmando que os homens não sabem nada do que se faz debaixo do sol (v.6). Com relação à vida presente, na verdade nenhum morto tem qualquer relacionamento com os que aqui ficam, mas isso não quer dizer que não tenham consciência no lugar para onde vão. Se for fiel ele irá para o céu. (Bíblia Apologética. Instituto Cristão de Pesquisa. p...