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Falava o SENHOR a Moisés face a face (Êx 33.11) - ICP Responde

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Falava o SENHOR a Moisés face a face (Êx 33.11) - ICP Responde Mormonismo. Usa esta referência para defender sua doutrina que diz que o Deus Pai tem um corpo físico. Resposta apologética: A frase "face a face", usada no hebraico, significa "pessoalmente", "diretamente" ou "intimamente". Moisés teve o privilégio de experimentar uma espécie de relacionamento, sem mediador, com Deus. Mas tanto ele quanto qualquer outro mortal jamais viram o rosto (a essência) de Deus (1Tm 6.16). A Bíblia é extremamente clara e enfática quando diz que "Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade" (Jo 4.24). E mais: "Um espírito não tem carne e osso" (Lc 24.39). Logo, o Deus Pai não tem um corpo físico! Saiba mais... www.icp.com.br  

Porventura farei propiciação por vosso pecado (Êx 32.30-33) - ICP Responde

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Porventura farei propiciação por vosso pecado (Êx 32.30-33) - ICP Responde Catolicismo Romano. Em defesa da doutrina das indulgências, ensina uma expiação vicária dos membros do corpo de Cristo, a Igreja: "Como Cristo, a Cabeça sofreu a expiação e tomou lugar dos membros, assim também um membro pode tomar o lugar de outro membro". Resposta apologética: Deus não riscou o nome de Moisés de seu livro, isto é, não tomou a vida de Moisés como propiciação pelo pecado de idolatria do povo de Israel. Ao contrário, "visitou, neles, o seu pecado" (v. 34,35). Só existe uma propiciação pelos pecados da humanidade, o sacrifício do Filho de Deus (Rm 5.18; 2Co 5.14,15,18-21; 1Jo 2.1,2; Hb 9.11-14). O que os cristãos fazem é praticarem, entre si, a solidariedade, que é própria de irmãos: "Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo" (Gl 6.2). Quanto ao sentimento de Moisés, ele preferia a própria morte à condenação do povo de Israel. O apóstolo Paulo...

E arrepende-te deste mal contra o teu povo (Êx 32.12) - ICP Responde

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E arrepende-te deste mal contra o teu povo (Êx 32.12) - ICP Responde Ceticismo. Questiona a imutabilidade divina descrita na Bíblia (Nm 23.19; Ml 3.6; Tg 1.17), visto que a referência em estudo identifica "arrependimento" na conduta de Deus, o que não condiz com sua natureza perfeita e presciente, conforme pretendida pela teologia bíblica. Resposta apologética: O emprego da linguagem antropomórfica na referência em pauta não desmerece a presciência do Deus Todo-Poderoso e muito menos contradiz as declarações bíblicas que atestam a imutabilidade divina. A expressão "arrepende-te", que em seu sentido real significa "mudar de atitude", é simplesmente uma indicação, em linguagem humana, de que o procedimento de Deus para com o homem que peca é necessariamente diferente da posição que o Senhor toma em relação à pessoa que lhe obedece. Um exemplo prático e perfeitamente aplicável pode ser visto na vida de Jonas (Jn 3.4-10). Deus pretendia destruir Nínive por cau...

E fez dele um bezerro de fundição (Êx 32.4) - ICP Responde

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E fez dele um bezerro de fundição (Êx 32.4) - ICP Responde Esoterismo. Afirma que o Antigo Testamento contém muitos textos referentes à adoração astrológica planetária. O bezerro de ouro, fabricado por Arão, foi baseado na astrologia egípcia do deus Taurus, o touro (32.1-35). Resposta apologética: Israel foi bem advertido quanto à proibição dessa prática. No Antigo Testamento, os adivinhos, e todos os que os consultavam, deviam ser apedrejados, como podemos observar nos textos que seguem: a.) "Não vos virareis para os adivinhadores e encantadores; não os busqueis, contaminando-vos com eles. Eu sou o SENHOR vosso Deus" (Lv 19.31); b.) "Quando alguém se virar para os adivinhadores e encantadores, para se prostituir com eles, eu porei a minha face contra ele, e o extirparei do meio do seu povo" (Lv 20.6); c.) "Quando, pois, algum homem ou mulher em si tiver um espírito de necromancia ou espírito de adivinhação, certamente morrerá, serão apedrejados; o seu sangue s...

Será um sinal para sempre (Êx 31.17,18) - ICP Responde

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Será um sinal para sempre (Êx 31.17,18) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Afirmam que esta referência comprova que a guarda do sábado é obrigatória por causa da expressão "para sempre", para a qual dão a seguinte interpretação: "de duração permanente". Resposta apologética: Há outros textos na Bíblia que falam de "preceitos perpétuos" ou "para sempre" e não são considerados "de duração permanente" pelos próprios sabatistas. Segundo a Bíblia, são preceitos perpétuos: a circuncisão (Gn 17.7, 13), a unção dos sacerdotes (40.15) e a celebração da Páscoa (12.14). Mas "nenhum trabalho era preceito perpétuo" (Lv 23.31). Por que só vêem no sábado um preceito perpétuo? Saiba mais... www.icp.com.br  

Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou (Êx 31.17) - ICP Responde

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Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou (Êx 31.17) - ICP Responde Ceticismo. Questiona a onipotência do Deus bíblico, afirmando ser inepto conferir tal atributo a um ser que se cansa. Resposta apologética: O verbo hebraico neste texto significa, literalmente, "cessar" ou "terminar", do qual se origina o termo shabbat, cuja tradução em português é: "sábado" ou "dia de descanso", o que está de acordo com a satisfação de Deus diante da obra que tinha realizado, como pode ser visto em Gênesis 1.31: "E viu Deus tudo quanto tinha feito, e viu que era bom...". Outrossim, o testemunho de Jesus sobre a obra divina atesta que não seria possível um ser espiritual (ainda que fosse um anjo), isento das fragilidades humanas, sentir necessidade de descanso - repouso físico (Jo 5.17). Saiba mais... www.icp.com.br  

Farás também dois querubins (Êx 25.18; 37.7) - ICP Responde

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Farás também dois querubins (Êx 25.18; 37.7) - ICP Responde Catolicismo Romano. Para escapar da acusação de que seus fiéis praticam a idolatria, a Igreja Católica Romana desenvolveu três argumentos básicos. O primeiro deles é que o texto de Êxodo 20.4,5 não se tratava (ou não se trata) de uma proibição absoluta, mas condicionada pelas circunstâncias em que os israelitas, visto que o próprio Deus lhes mandou construir imagens sagradas (25.17-22; 1Rs 6.23-29; 7.23-28; 1Cr 22.8-13). O segundo argumento desenvolveu a teoria da pedagogia divina, que é resumida da seguinte forma por dom Estevão Bettencourt: "...Os cristãos foram percebendo que a proibição de fazer imagens no Antigo Testamento tinha o mesmo papel de pedagogo (condutor de crianças destinado a cumprir as suas funções e retirar-se) que a Lei de Moisés em geral tinha junto ao povo de Israel. Por isso o uso das imagens foi-se implantando. As gerações cristãs compreenderam que, segundo o método da pedagogia divina, atualizada ...