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O sétimo dia será o sábado do descanso (Lv 23.3) - ICP Responde

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O sétimo dia será o sábado do descanso (Lv 23.3) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Usam este texto para ensinar que a guarda do sábado é um procedimento necessário à salvação. Resposta apologética: Os cristãos, segundo o testemunho claro do Novo Testamento, estão livres da observância do sábado (Cl 2.16,17). De fato, a tentativa de reconciliação com Deus por meio de obras implica a nulidade da obra de Cristo e a obrigatoriedade de se guardar toda a lei (Gl 5.2,3). Assim, aqueles que consideram ser importante guardar o sábado devem julgar se estão fazendo isso da maneira que a lei no Antigo Testamento prescrevia: não sair de casa no sábado (Êx 16.29); não ferver ou assar comida (Êx 16.23); guardar o sábado dentro de casa (Êx 16.29); não acender fogo (Êx 35.3); não fazer viagens (Ne 10.31); não carregar peso (Jr 17.21); não fazer transações comerciais (Am 8.5). Os defensores da observância do sábado, como um procedimento necessário para a salvação, ignoram os ensinos do Novo Test...

Não vos virareis para os adivinhadores (Lv 19.31) - ICP Responde

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Não vos virareis para os adivinhadores (Lv 19.31) - ICP Responde Comentário apologético: Deus proibiu a mediunidade (contato com os mortos) e a prática de adivinhações: "Entre ti não se achará [...] nem adivinhador, nem prognosticador, nem feiticeiro [...] nem quem consulte os mortos" (Dt 19.10,11). Hoje, a adivinhação compreende, entre outras práticas, a rabdomancia (uso de varas), a radiestesia (uso de pêndulos), a quiromancia (uso das mãos), a cartomancia (uso de cartas), consulta aos búzios e runas. Saiba mais... www.icp.com.br  

Nem mentireis, nem usareis de falsidade (Lv 19.11) - ICP Responde

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Nem mentireis, nem usareis de falsidade (Lv 19.11) - ICP Responde Ceticismo. Confronta esta passagem com Êxodo 1.18,19, afirmando que Sifrá e Puá mentiram a Faraó, transgredindo a lei, mas, mesmo assim, Deus as abençoou, o que implicaria em contradição quanto ao que a Bíblia ensina a respeito. Resposta apologética: A ordem do rei era para que as parteiras praticassem o infanticídio contra o povo hebreu (Êx 1.16). Para evitar a barbaridade do ato, as parteiras lançaram mão de uma estratégia: a morosidade (demora). Assim, as mães davam à luz aos seus filhos sozinhas, e quando as parteiras chegavam já era tarde, não podiam mais matar as crianças, porque, caso cometessem o ato, eram condenadas à pena de morte. E, para se livrarem dessa sentença, preferiam apresentar ao rei "meias-verdades" (Êx 1.19). Ou seja, não revelavam a Faraó que haviam chegado tarde para o trabalho de parto. O atraso das parteiras, como vimos, era proposital. Embora as Escrituras registrem as faltas de pess...

Abominação é (Lv 18.22-24) - ICP Responde

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Abominação é (Lv 18.22-24) - ICP Responde Homossexuais. Declaram que a proibição contra esta prática é restritamente direcionada ao contexto legislativo do Antigo Testamento, não estando em vigor nos dias atuais. Resposta apologética: A Palavra de Deus demonstra que a proibição da prática homossexual não era meramente um preceito do Antigo Testamento, antes, é condenada também no Novo Testamento: "Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas [...] herdarão o reino de Deus" (1Co 6.10). Confira Romanos 1.26,27, 1Timóteo 1.10 e Gênesis 19.5-8. Saiba mais... www.icp.com.br  

Parentas são; maldade é (Lv 18.16,17) - ICP Responde

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Parentas são; maldade é (Lv 18.16,17) - ICP Responde Comentário apologético: Como se pode observar na referência em estudo, Deus condena a prática do incesto. Os relatos bíblicos sobre este tipo de depravação podem (e muitas vezes são) ser usados pelos críticos que acusam a Bíblia de apresentar contradições. No exemplo de Caim (o mais empregado pelos céticos), Deus ainda não tinha concedido tal mandamento ao seu povo (Gn 4.17), o que só veio a acontecer nos dias de Moisés (v.17). Quanto ao exemplo de Ló, foi pecado, porque sua atitude já era algo extremamente reprovado por Deus; ou seja, contrariava os propósitos divinos para a humanidade (Gn 19.30-38). Em suma, a Escritura Sagrada denomina o incesto como perversão sexual e iniqüidade perante Deus. E da tua descendência não darás nenhum para fazer passar pelo fogo perante Moloque (Lv 18.21) Ceticismo. Confronta este texto com Gênesis 22.2 para conferir contradição à Bíblia que, de acordo com a acusação dos céticos, ora requer sacrifíci...

Qualquer homem que comer sangue (Lv 17.10-16) - ICP Responde

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Qualquer homem que comer sangue (Lv 17.10-16) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Com base neste texto, proíbem a transfusão de sangue. Resposta apologética: Por que o Antigo Testamento proibia o uso de sangue como alimento? Porque o sangue e a gordura dos animais eram elementos de culto, pertenciam ao Senhor e foram reservados por Ele para a expiação: "Porque a vida da carne está no sangue; pelo que vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pelas vossas almas; porquanto é o sangue que fará expiação pela alma" (17.11). O sangue dos animais não deveria, em hipótese alguma, ser utilizado na alimentação. Seu uso exclusivo era fazer expiação, razão pela qual a Bíblia apresenta diversas referências proibindo sua utilização para fins alimentícios (7.26; Gn 9.4; 17.12; 17.14; 19.26; Dt 12.16; 12.23, entre outras passagens). O sangue não utilizado na expiação deveria ser derramado sobre a terra, conforme Deuteronômio 12.16: "Tão-somente o sangue não comereis; sobre a ...

Quando também em alguma roupa houver praga de lepra, em roupa de lã, ou em roupa de linho... (Lv 13.47,59) - ICP Responde

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Quando também em alguma roupa houver praga de lepra, em roupa de lã, ou em roupa de linho... (Lv 13.47,59) - ICP Responde Ceticismo. Diz que há incoerência na Bíblia, simplesmente porque compreende que os versículos em estudo estão se referindo a uma enfermidade que, humana e cientificamente falando, jamais poderia acometer um tecido morto. Resposta apologética: Tal crítica provém dos parcos conhecimentos dos céticos sobre a língua hebraica. A expressão sara´at é muito mais genérica do que a simples identificação de uma alteração patológica da pele. Levítico 13.2-42 apresenta uma relação de anomalias que podem ser distintas pelos sintomas. O versículo 6 refere-se a um tipo de doença que poderia apresentar melhora em uma semana, o que já não seria típico no caso do mal de Hansen. Os versículos 7 e 8 dizem respeito a uma úlcera de pele seguida de gangrena (necrose do tecido cutâneo). O versículo 24 fala dos casos de infecções em áreas queimadas da pele e o 30 da descamação que se observa...