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Da idade de trinta anos para cima (Nm 4.3,23,35) - ICP Responde

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Da idade de trinta anos para cima (Nm 4.3,23,35) - ICP Responde Ceticismo. Confronta o texto em análise com Números 8.24; 1Crônicas 23.3,24 e Esdras 3.8 para alegar contradição bíblica quanto à idade exigida para a separação dos oficiantes do tabernáculo. Resposta apologética: A referência em estudo esclarecesse que a idade apropriada para que alguém pudesse exercer os ofícios do tabernáculo (auxiliar os sacerdotes na manutenção e transporte do mobiliário e das vasilhas sagradas) era de, no mínimo, trinta anos. Quanto ao texto de Números 8.24, registra que seriam separados para o ofício sagrado os levitas que tivessem acima de vinte e cinco anos, de onde não se deve inferir contradição na Bíblia por conta das faixas etárias citadas no texto em análise. Como em qualquer outro ofício, o sagrado também requeria uma preparação, um aprendizado, o que exigia do levita cinco anos de experiência antes de exercer efetivamente sua função. Já o texto de 1Crônicas 23.3,24 registra duas situações q...

Mas a Arão e seus filhos ordenarás que guardem o seu sacerdócio (Nm 3.10) - ICP Responde

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Mas a Arão e seus filhos ordenarás que guardem o seu sacerdócio (Nm 3.10) - ICP Responde Ceticismo. Segundo afirma, há contradição na Bíblia quando o versículo em referência, que proíbe a ordenação de sacerdotes que não pertencessem à descendência de Arão, é confrontado com 2Samuel 8.18. Resposta apologética: A Bíblia, no Antigo Testamento, diz que quem não pertencesse à linhagem levítica não poderia exercer o sacerdócio. A partir desse fato, o ceticismo se arroga o direito de apontar contradição na Palavra de Deus ao comparar o texto em análise com 2Samuel 8.18, por ignorar que o termo hebraico para sacerdote, kohen, tem um sentido mais amplo: "servo", "ministro" e "conselheiro". A definição "ministro", à exceção da tradução ARC, que traz "príncipe", é empregada por todas as versões evangélicas brasileiras. Assim, concluímos que os filhos de Davi não são encontrados, por exemplo, oferecendo sacrifícios (tarefa efetivamente exclusiva do...

Guardareis os meus sábados [...] a terra folgará nos seus sábados (Lv 26.2,34) - ICP Responde

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Guardareis os meus sábados [...] a terra folgará nos seus sábados (Lv 26.2,34) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Ensinam que "os meus sábados" são os sábados semanais e os "seus sábados", os sábados cerimoniais, já abolidos. Resposta apologética: Se os sábados chamados por Deus de "os meus sábados" e "seus sábados" são diferentes, poderíamos, por analogia, raciocinar que o Pai, mencionado por Jesus em João 20.17 como "meu Pai", é diferente do Pai mencionado por Jesus com a invocação de "vosso Pai". Será que o fato de se alterar o pronome possessivo mudou também o Pai? Comparemos Isaías 56.7 ("Também os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração...") com Mateus 23.37,38 ("Jerusalém, Jerusalém [...] Eis que a vossa casa vai ficar-vos deserta"). Será que podemos admitir que estes dois textos estão se referindo a duas casas diferentes ou ao templo de Jerusalém? Comparemos, agora,...
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Sete semanas de anos (Lv 25.8) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. O segundo presidente da Sociedade Torre de Vigia, Joseph F. Rutherford, multiplicou o período de cinquenta anos entre cada jubileu pelos setenta anos de servidão sob o império babilônico e chegou à conclusão de que, em 1925, ocorreria a ressurreição corporal dos príncipes: "Simplesmente calculou que estes júbilos de cinquenta anos cada um dará o total de 3500 anos [...] Portanto, podemos seguramente esperar que 1925 marcará a volta às condições de perfeição humana de Abraão, Isaque, Jacó e antigos fiéis, especialmente esses mencionados pelo apóstolo no capítulo onze de Hebreus". Estava tão certo de que sua profecia se cumpriria que chegou a comprar uma mansão em San Diego, Califórnia, à qual deu o nome de Beth Sarim (Casa dos príncipes), para abrigar os fiéis do Antigo Testamento que ressuscitariam em tal data. Resposta apologética: Além do descanso semanal para homens livres ou escravos e animais empregados ...

Vida por vida (Lv 24.17,18) - ICP Responde

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Vida por vida (Lv 24.17,18) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Segundo afirmam, o homem e o animal são a mesma coisa, diferindo apenas no fato de o homem ser racional. São aniquilacionistas. Ou seja, não crêem na sobrevivência da alma. Resposta apologética: O texto em estudo usa o termo "vida" ou "alma", que no hebraico é nephesh, para se referir ao homem e ao animal como seres vivos. A diferença na punição é que demonstra a distinção entre a vida (ou alma) dos homens e dos animais. Não há como restituir a vida humana, por isso o agressor deve pagar com sua própria vida. Já a perda de um animal pode ser restituída por outro. A diferenciação das penas esclarece que a pessoa humana tem uma dignidade peculiar, está acima de todas as demais criaturas. O ensino da imortalidade da alma é bem claro na Escritura: "E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo" (Mt 10.28). Saiba...

Estas são as solenidades do SENHOR (Lv 23.37,38) - ICP Responde

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Estas são as solenidades do SENHOR (Lv 23.37,38) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Segundo interpretam, estas solenidades ou festas se referiam aos sábados cerimoniais ou festas anuais, já abolidos, e não à observância do sábado semanal. E fundamentam sua teoria em Colossenses 2.16. Resposta apologética: De acordo com o texto em referência, o número de festas dos judeus era sete: Asmos, Páscoa, Pentecostes (ou Primícias), Trombetas, Expiação e Tabernáculos (que se dividia em duas, primeiro e último dia). Todas elas são indicadas no versículo 37, que diz: "Estas são as solenidades [ou festas] do Senhor". Mas o versículo 38 acrescenta: "Os sábados do Senhor", o que deixa claro que esses sábados não estavam incluídos nas solenidades do versículo 37. Quando o apóstolo Paulo declara: "Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cri...

O sétimo dia será o sábado do descanso (Lv 23.3) - ICP Responde

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O sétimo dia será o sábado do descanso (Lv 23.3) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Usam este texto para ensinar que a guarda do sábado é um procedimento necessário à salvação. Resposta apologética: Os cristãos, segundo o testemunho claro do Novo Testamento, estão livres da observância do sábado (Cl 2.16,17). De fato, a tentativa de reconciliação com Deus por meio de obras implica a nulidade da obra de Cristo e a obrigatoriedade de se guardar toda a lei (Gl 5.2,3). Assim, aqueles que consideram ser importante guardar o sábado devem julgar se estão fazendo isso da maneira que a lei no Antigo Testamento prescrevia: não sair de casa no sábado (Êx 16.29); não ferver ou assar comida (Êx 16.23); guardar o sábado dentro de casa (Êx 16.29); não acender fogo (Êx 35.3); não fazer viagens (Ne 10.31); não carregar peso (Jr 17.21); não fazer transações comerciais (Am 8.5). Os defensores da observância do sábado, como um procedimento necessário para a salvação, ignoram os ensinos do Novo Test...