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Assentadas em saco de pano grosseiro e cinza (Lucas 10.13) - ICP Responde

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Assentadas em saco de pano grosseiro e cinza (Lucas 10.13) - ICP Responde Catolicismo Romano. Baseia-se nesta referência para justificar o uso de cinzas nos ritos eclesiásticos que antecedem a quaresma. Resposta apologética: O comentário de Jesus nesta passagem respeita a grande incredulidade da população das cidades de Betsaida e Corazim, quando o Senhor enfatiza que até Sodoma e Gomorra, caso tivessem presenciado os milagres que ali realizados, teriam se humilhado e crido. Não há, no texto em estudo, nenhuma base para fundamentar a tese romana que deseja colocar em prática tal ritual. No Antigo Testamento, tradições como rasgar as vestes já haviam sido censuradas por Deus (Jl 2.12,13), porque nada mais era do que uma prática cerimonial abolida pelo culto interior, por meio do qual Deus reclama uma conversão interna sincera, que transpareça no exterior (Is 1.11-16). Saiba mais... www.icp.com.br  

Qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á (Lucas 9.24) - ICP Responde

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Qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á (Lucas 9.24) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Declaram que a palavra apollymi, traduzida por “perder”, significa aniquilar. Resposta apologética: Se apollymi significasse aniquilamento, a pessoa que fosse aniquilada é que seria salva. Em verdade, o termo quer dizer “perdido” e não “aniquilado”. Na referência 15.4,9,24 deste evangelho, Jesus, usando a mesma palavra, falou da ovelha, da dracma e do filho que estavam perdidos. Não eram inexistentes, não estavam aniquilados, mas simplesmente perdidos! Saiba mais... www.icp.com.br  

Minha mãe e meus irmãos são aqueles (Lucas 8.19-21) - ICP Responde

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Minha mãe e meus irmãos são aqueles (Lucas 8.19-21) - ICP Responde Catolicismo Romano. Declara que a expressão “irmãos de Jesus”, conforme citada pela Bíblia, não é literal. Segundo acredita, significa simplesmente “seus primos”. Seu objetivo, com isso, é sustentar a doutrina da virgindade perpétua de Maria. Resposta apologética: Por insistir na teoria da virgindade perpétua de Maria, o Catolicismo Romano explica, erroneamente, o sentido da expressão “irmãos”, por acreditar que Jesus não tinha irmãos, no verdadeiro sentido desta palavra e do grau de parentesco que ela exprime. No entanto, esse racio¬cínio não desfruta de nenhum apoio escriturístico. A Bíblia é clara ao afirmar que Jesus tinha quatro irmãos, além de várias irmãs (Mt 13.55; Mc 3.31-35; Mc 6.3; Lc 8.19-21; Jo 2.12; 7.2-10; At 1.14; 1Co 9.5; Gl 1.19). A teoria desenvolvida pelos católicos romanos, e por alguns protestantes, cujo objetivo é defender o pensamento de que Maria permaneceu virgem, é totalmente fútil. Esse conc...

Entre os nascidos de mulheres, não há profeta maior que João o Batista (Lucas 7.28) - ICP Responde

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Entre os nascidos de mulheres, não há profeta maior que João o Batista (Lucas 7.28) - ICP Responde New Life Mission. Declara que João Batista estava representando a raça humana durante o episódio da expiação, quando, supostamente, transferiu todos os pecados da humanidade para Jesus. Resposta apologética: Semelhante aos católicos romanos, para quem João representa a humanidade e Maria é a mãe da humanidade, o reverendo Paul C. Jong também acredita que João Batista retratava a raça humana quando batizou Jesus. É bom ressaltar que esses dois grupos empurram sua própria interpretação para dentro do contexto bíblico. Nem indiretamente o texto em referência afirma tal disparate. João Batista não representava a humanidade, mas Elias (Mt 17.11-13). Seu trabalho não era transferir pecados, mas converter o coração dos pais aos filhos (Lc. 1.17). Além disso, o próprio João Batista se recusou a batizar Jesus, porque, conforme disse, era ele, e não o Salvador, que precisava ser batizado. Ora, se o...

E deu vista a muitos cegos (Lucas 7.22) - ICP Responde

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E deu vista a muitos cegos (Lucas 7.22) - ICP Responde Espiritismo. Usa a declaração de um suposto espírito desencarnado para propagar a idéia de que, para Deus, é melhor que o homem seja cego do que enxergar. Resposta apologética: Nada é mais descabido do que esta proposição. Jesus deu orientações aos homens para que empregassem bem seus sentidos e membros carnais, afirmando que lhes seria melhor “arrancar” os olhos do que, por causa desses órgãos, serem condenados (Mc 9.47). Jamais censurou ou foi contra a cura desse tipo de deficiência (a cegueira). Pelo contrário, são incontáveis as oportunidades em que Deus – na pessoa do Filho – curou os cegos, como no texto em destaque. Ora, se efetivamente existisse algum tipo de “consolo”, semelhante ao proposto pelo suposto espírito, e se realmente o correto fosse permanecer sem visão, o próprio Senhor Jesus teria confirmado isso, não curando os cegos. Mas não foi assim que agiu (v. 21; Mt 12.22; Mc 10.51,52). Saiba mais... www.icp.com.br ...

E o defunto assentou-se, e começou a falar (Lucas 7.14) - ICP Responde

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E o defunto assentou-se, e começou a falar (Lucas 7.14) - ICP Responde Espiritismo. Declara, quanto a este episódio, que há uma grande possibilidade de o filho morto da viúva de Naim ter sofrido apenas de uma síncope ou uma letargia. Resposta apologética: Segundo o dicionário Aurélio, letargia tem a seguinte definição: “... estado patológico observado em diversas afecções do sistema nervoso central [...] caracterizado por um sono profundo e duradouro do qual só com dificuldade, e temporariamente, pode o paciente despertar”. Letargia não é morte. Uma pessoa nesse estado não é um defunto. Mas o jovem do texto em estudo sim, estava morto. De acordo com a definição do dicionarista, não seria possível “acordar” a suposta vítima de letargia apenas chamando-a, como fez Jesus: “Jovem, eu te digo: Levanta-te”. Saiba mais... www.icp.com.br  

E o servo de um certo centurião (Lucas 7.1-9) - ICP Responde

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E o servo de um certo centurião (Lucas 7.1-9) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. São contrárias à prestação do serviço militar. Resposta apologética: Embora as Testemunhas de Jeová sejam contrárias à prestação do serviço militar, vemos, neste texto, que não era esse o posicionamento de Jesus diante das autoridades militares. O centurião era o comandante militar de uma centúria, ou seja, de uma companhia composta de cem soldados. Esse pelotão, no entanto, poderia ser bem maior. Cafarnaum, provavelmente, era a sede de um posto militar importante do governo romano. Pela atitude tomada pelo centurião (Mt 8.8), podemos observar sua humildade. Talvez fosse um religioso, pois tinha bom testemunho diante dos judeus (Lc 7.5). Jesus, ao encontrar-se com o centurião, não o mandou abandonar a carreira militar, pois foi justamente o conhecimento daquele homem quanto à hierarquia e à obediência nessa área que impressionou o Filho de Deus. Disse o centurião: “Pois também eu sou homem sob autoridade...