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Ao sétimo dia descansarás (Êx 23.12) - ICP Responde

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Ao sétimo dia descansarás (Êx 23.12) - ICP Responde Comentário apologético: Oséias 2.11 fala da abolição da observância do dia do sábado: "E farei cessar todo o seu gozo, e as suas festas, e as suas luas novas e os seus sábados, e todas as suas festividades". Esta profecia se cumpriu com o ministério de Cristo: "Vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos" (Gl 4.4,5). Em Colossenses 2.14-17, o apóstolo Paulo, divinamente inspirado, explica a relação entre o ministério de Cristo e a abolição do sábado no Novo Testamento: "Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo. Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa d...

E quando alguém ferir o olho do seu servo [...] o deixará ir livre pelo seu olho (Êx 21.26) - ICP Responde

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E quando alguém ferir o olho do seu servo [...] o deixará ir livre pelo seu olho (Êx 21.26) - ICP Responde Ceticismo. Usa o paralelo entre este texto e Deuteronômio 15.12-18 para afirmar que a Bíblia apresenta normas contraditórias para a alforria dos escravos. Resposta apologética: É um exagero cético tentar desmerecer a Palavra de Deus confrontando textos que em nada se comunicam, a não ser pela questão do forro da escravidão. O que se observa na referência em estudo é que o escravo, que não era hebreu e pertencia a uma classe social inferior, não podia aplicar a Lei de Talião (descrita até o v. 25) ao seu ofensor. Mas se fosse ferido gravemente nos olhos ou nos dentes por agressão cometida pelo senhor, este deveria compensá-lo, por tê-lo lesado, com a alforria, deixando-o livre, como ressarcimento pelo mal que lhe causou. Quanto ao procedimento descrito em Deuteronômio, não tem nada a ver com este, uma vez que: 1) dita normas sobre os servos hebreus que se vendiam a seus próprios ir...

Se um ferir uma mulher grávida (Êx 21.22,23) - ICP Responde

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Se um ferir uma mulher grávida (Êx 21.22,23) - ICP Responde Comentário apologético: A Palavra de Deus considera a vida de um feto como a vida de um adulto. Logo, não temos aqui uma brecha para que o aborto seja aceito. Pelo contrário. O objetivo da multa imposta a quem provocasse um parto prematuro era auxiliar a mulher em suas dificuldades. Mas se do parto sobreviesse morte, não se aceitaria reparação financeira: seria "vida por vida". É importante notar que, no original, a palavra empregada neste contexto é yatsa, que significa, literalmente: "sair" ou "dar à luz". Não tem o sentido de aborto voluntário. Saiba mais... www.icp.com.br  

Não fale Deus conosco (Êx 20.19) - ICP Responde

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Não fale Deus conosco (Êx 20.19) - ICP Responde Catolicismo Romano. Para justificar a intercessão dos santos, diz que Moisés rogava pelo povo. E vai mais longe ao afirmar que o nome Medianeiro ou Mediador é aplicado somente a Jesus Cristo (1Tm 2.5), porque sua mediação é absolutamente necessária, suficiente, não carecendo de auxílio, mas isso não exclui os medianeiros subalternos e dependentes de Cristo. Resposta apologética: Há problemas graves nesse argumento católico, porque a Bíblia não reconhece nem menciona qualquer mediação ao lado da única e suficiente mediação de Cristo. Não fala de mediadores ou medianeiros subalternos, mas de um só Mediador (ou Medianeiro). Jesus disse: "Eu sou o caminho, a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14.6). Os apóstolos deram testemunho inequívoco disso: "Debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pela qual devamos ser salvos" (At 4.12). "Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e...

Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra [...] e ao sétimo dia descansou (Êx 20.11) - ICP Responde

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Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra [...] e ao sétimo dia descansou (Êx 20.11) - ICP Responde Ceticismo. Questiona a onipotência do Deus bíblico ao afirmar ser inepto conferir tal atributo a um "ser" que se cansa. Resposta apologética: O verbo hebraico neste texto significa, literalmente, "cessar" ou "terminar", do qual se origina o termo shabbat, cuja tradução em português é: "sábado" ou "dia de descanso", o que está de acordo com a satisfação de Deus diante da obra que tinha realizado, como pode ser visto em Gênesis 1.31: "E viu Deus tudo quanto tinha feito, e viu que era bom...". Outrossim, o testemunho de Jesus sobre a obra divina atesta que não seria possível um "ser" espiritual (ainda que fosse um anjo), isento das fragilidades humanas, sentir necessidade de descanso - repouso físico (Jo 5.17). Saiba mais... www.icp.com.br  

Não adulterarás (Êx 20.14) - ICP Responde

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Não adulterarás (Êx 20.14) - ICP Responde Mormonismo. Em sua concepção, ter várias esposas não é adultério. Adultério seria tomar esposas de outros homens, já casados. Resposta apologética: Isso não é verdade. Os dois exemplos constituem pecado. Em seu livro, Doutrinas e convênios, os próprios mórmons nomeiam a poligamia de adultério. Vejamos: "Amarás a tua esposa de todo o teu coração e a ela te apegarás e a nenhuma outra. E aquele que olhar uma mulher para a cobiçar, negará a fé e não terá o Espírito; e se não se arrepender será expulso. Não cometerás adultério. E o que cometer adultério, e não se arrepender, será expulso. Mas o que haja cometido adultério e se arrepender de todo o seu coração, e o abandonar; e não mais o cometer; tu perdoarás" (D&C 42.22-24). O Livro de Mórmon também é contra a poligamia (Mosias 11.1-2; Jacó 2.24-27). A ordem de Deus era: "Tampouco para si multiplicará mulheres, para que o seu coração não se desvie..." (Dt 17:17). O fruto da ...

Não matarás (Êx 20.13) - ICP Responde

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Não matarás (Êx 20.13) - ICP Responde Ceticismo. Confronta este versículo com Juízes 3.20,21 e afirma que há contradição entre os dois textos, uma vez que, em Juízes, o próprio Deus suscitou um homem a cometer homicídio. Resposta apologética: Os céticos precisam, mesmo considerando o sétimo mandamento, compreender e aceitar que Deus é o Concessor da vida e, consequentemente, tem direito sobre ela (Jó 1.21), podendo tomá-la quando e como quiser sem que, com isso, transgrida seus próprios estatutos. Quanto ao texto de Juízes, alegam que Eúde fora levantado por Deus como libertador do povo israelita (Jz 3.15). É necessário esclarecer que nem tudo o que a Bíblia relata está em harmonia com os mandamentos divinos. Ou seja, não significa que ela aprove. O próprio texto em análise não apresenta, sequer por inferência, aprovação divina ao bárbaro assassinato perpetrado por Eúde. Em suma, a Bíblia tão-somente relata o fato. Saiba mais... www.icp.com.br