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E tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa e ofereceu holocaustos (Gn 8.20) - ICP Responde

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E tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa e ofereceu holocaustos (Gn 8.20) - ICP Responde Ceticismo. Ignora o versículo em estudo e confronta a referência 6.19 com a referência 7.2 para alegar que há contradição na narração bíblica quanto à determinação divina sobre o número de animais que deveriam ser arrebanhados na arca de Noé. Resposta apologética: Trata-se de uma postura típica daqueles que desejam desmerecer as Escrituras Sagradas. Ou seja, daqueles que extraem os textos de seus contextos a fim de criarem suposições infundadas. O versículo em estudo deixa claro que a orientação divina, na referência 7.2, deveria ser mais precisa quanto ao montante de animais limpos a serem preservados (sete pares), para que essas espécies não corressem o risco de extinção, devido à previsão do seu consumo em holocausto. Devemos considerar, ainda, que a obra de criação já havia sido encerrada (2.2,3). Saiba mais... www.icp.com.br

Entra tu e toda a tua casa na arca (Gn 7.1) - ICP Responde

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Entra tu e toda a tua casa na arca (Gn 7.1) - ICP Responde Catolicismo Romano. A Igreja Católica Romana compara a si mesma com a arca de Noé ao afirmar: "Fora da Igreja não há salvação [...] ela é figurada pela arca de Noé, a única que salva do dilúvio". Testemunhas de Jeová. Segundo declaram, "Foi apenas aquela única arca que sobreviveu ao dilúvio e não um sem-número de embarcações". O que os conduz à seguinte conclusão: "... Haverá apenas uma organização - a organização visível de Deus - que sobreviverá...". Entendem por organização visível de Deus a Sociedade Torre de Vigia e todos que entrarem nela. Resposta apologética: Em verdade, a arca não simboliza nenhuma igreja ou organização religiosa, mas a salvação oferecida na pessoa de Jesus. Cristo é a nossa única arca de salvação. "E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (At 4.12; Hb 7.25). Saiba mais.....

E de tudo o que vive, de toda a carne, dois de cada espécie (Gn 6.19) - ICP Responde

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E de tudo o que vive, de toda a carne, dois de cada espécie (Gn 6.19) - ICP Responde Ceticismo. Confronta este versículo com Gênesis 7.2 para afirmar que há contradição nas orientações divinas quanto ao número de animais que deveriam ser arrebanhados na arca. Resposta apologética: Gênesis 7.2 diz: "De todos os animais limpos tomarás para ti sete e sete, o macho e sua fêmea; mas dos animais que não são limpos, dois, o macho e sua fêmea". Alguns céticos sugerem que a diversidade numérica - dois e sete - revela uma contradição na orientação divina. Mas, quando analisamos o relato bíblico, percebemos o quanto é estranho os céticos evocarem esta questão, uma vez que é necessário distinguir os versículos confrontados pela exegese. O texto em estudo (6.19) refere-se à ordem de Deus a Noé. Já a referência 7.2,3 é o registro das instruções adicionais do Senhor. Assim, fica estabelecido o consenso, por meio do qual podemos ver clara e perfeitamente o motivo que levou o Senhor a orienta...

A imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente (Gn 6.5) - ICP Responde

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A imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente (Gn 6.5) - ICP Responde Espiritismo. Declara que o Senhor Deus concedeu ao homem o livre-arbítrio para que pudesse, por sua própria experiência, discernir o bem e o mal. Resposta apologética: O conceito do bem e do mal inerente aos homens está muito aquém de ser comparado ao conceito divino, que em nada condiz com as medíocres idéias humanas (Mt 5.39-44). O texto destacado prova que o homem, em sua essência, é intrinsecamente mal, não conhecendo ou estando disposto a praticar o amor desinteressado. Nínive precisou ser esclarecida pelo profeta Jonas para que não fosse subvertida, o que, sem dúvida, teria ocorrido se os seus habitantes fossem deixados à mercê de seus próprios conceitos (Jn 3.4). O próprio Deus declarou que os habitantes daquela cidade não eram sequer capazes de distinguir a mão direita da esquerda (Jn 4.11). O plano evangélico não é diferente: se o homem não crê nos ensinamentos de Cristo e de seus discí...

Deus para si o tomou (Gn 5.24) - ICP Responde

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Deus para si o tomou (Gn 5.24) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Negam que Enoque tenha sido arrebatado para não provar a morte, admitindo apenas que ele não sentiu as dores da morte. São da mesma opinião quanto ao arrebatamento de Elias que, segundo dizem, foi encontrado escrevendo uma carta a um dos reis de Judá. Tais idéias são decorrentes do ensino que fala que os santos do Antigo Testamento não irão para o céu, mas viverão aqui na terra. Segundo essa seita, somente 144 mil pessoas declaradas ungidas irão para o céu. Enoque e Elias, porém, não fazem parte deste grupo. Resposta apologética: Enoque e Elias foram arrebatados para o céu sem provar a morte. São figuras do arrebatamento da Igreja (1Ts 4.16,17). Quanto aos santos do Antigo Testamento não irem para o céu, Jesus ensinou claramente que os patriarcas Abraão, Isaque e Jacó vivem e estarão com todos os santos no céu (Mt 8.11; 22.31,32). Esta verdade se repete em Hebreus 11.16; 12.22,23, onde está declarado que os patriarcas ...

E conheceu Caim a sua mulher (Gn 4.16,17) - ICP Responde

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E conheceu Caim a sua mulher (Gn 4.16,17) - ICP Responde Ceticismo. Questiona a credibilidade bíblica a partir desta referência, pois entende que se o único casal legítimo até então era formado por Adão e Eva, como Caim e Abel poderiam ter possuído mulheres? Resposta apologética: Gênesis 5.4 nos mostra que Adão, após ter gerado Sete, viveu mais oitocentos anos e, ainda fecundo, gerou filhos e filhas. A longevidade propiciada por Deus ao primeiro casal possibilitou o cumprimento da ordem estabelecida em Gênesis 1.28: "Sede fecundos; multiplicai-vos; enchei a terra". Logo, a multiplicação dos seres humanos e a perfeita admissibilidade da existência de pares femininos para Caim e Sete são legitimadas, restando a lógica compreensão de que (visto que a lei mosaica, que regulava o grau de parentesco entre os nubentes, ainda não havia sido promulgada - Lv 18.9; 20.17), para a época, não havia outra forma de se trazer uma terceira geração adâmica à vida, Caim e Sete casaram-se com su...

Pôs o SENHOR um sinal em Caim (Gn 4.15) - ICP Responde

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Pôs o SENHOR um sinal em Caim (Gn 4.15) - ICP Responde Mormonismo. Segundo afirmava, o sinal que Deus colocou em Caim era a cor negra. Esse pensamento fica claro no livro de Moisés 7.8, 22, contido em A pérola de grande valor, publicação da seita. Acreditava, também, que a descendência de Caim e sua marca foram preservadas durante o Dilúvio por meio de Cão, que teria se casado com uma descendente de Caim chamada Egyptus. Os que nasceram com pele negra não teriam lutado valentemente ao lado de Deus na preexistência. Resposta apologética: Não há qualquer base bíblica para tal afirmação, já que sequer podemos afirmar, por meio do texto sagrado, qual a cor da pele do casal original. Pode-se propor a questão inversa: "Quando surgiu a raça branca?". Ao contrário disso, as Sagradas Escrituras demonstram que não há nenhuma depreciação em qualquer uma das raças, porque Deus condena o racismo (At 10.34; Cl 3.11). As proibições dos mórmons quanto à ordenação ao sacerdócio aarônico e ao ...