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Batizados em nome do Senhor Jesus (Atos 19.5) - ICP Responde

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Batizados em nome do Senhor Jesus (Atos 19.5) - ICP Responde Unicistas. Usam este versículo para negar a doutrina trinitariana do batismo, simplesmente porque somente o nome de Jesus é citado. Resposta apologética: Analisemos outras referências: “Eram batizados em nome do Senhor Jesus” (8.16). “Batizados em nome do Senhor” (10.48). “Batizados em nome do Senhor Jesus” (19.5). Lendo estes textos atentamente, observamos que não se trata de uma fórmula batismal, pois não são uniformes, antes, suas expressões são variadas. Obviamente, a declaração em foco: “Seja batizado em nome de Jesus Cristo”, está se referindo à idéia de “pela autoridade de Jesus”, como se lê nas passagens 3.16 e 16.18, nas quais a autoridade de Jesus é invocada. Além disso, o próprio Mestre ordenou seus discípulos: “Idei e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28.19). Este procedimento foi ratificado pelos pais da Igreja primitiva desde os tempos cristãos ma...

...e disse o Espírito a Filipe (Atos 8.29) - ICP Responde

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...e disse o Espírito a Filipe (Atos 8.29) - ICP Responde Comentário apologético – Percebemos claramente que Filipe recebeu uma ordem vinda diretamente do Espírito Santo. Neste episódio temos a ação do Espírito na obra da evangelização. Este fato está intrinsecamente relacionado com a sua tarefa de convencer o homem do pecado (Jo 16.8) e deixa inconteste que Ele emprega atributos de sua personalidade para fazê-lo. Neste caso o Espírito “disse” a Filipe. Será que uma energia impessoal, como dizem as Testemunhas de Jeová, poderia falar? Não, absolutamente. Saiba mais... www.icp.com.br  

E o trouxeram a Jerusalém, e morreu (2Crônicas 35.24) - ICP Responde

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E o trouxeram a Jerusalém, e morreu (2Crônicas 35.24) - ICP Responde Ceticismo. Declara que este versículo não é compatível com 2Reis 23.30 (seu correlato), que diz que a morte do rei Josias ocorreu em Jerusalém e não em Megido. Resposta apologética: É pura especulação tentar inferir contradição de contextos tão razoáveis quanto estes. A exegese, neste caso, é o único meio hábil para elucidar a questão. O texto destacado apenas nos informa: “e morreu”, dando-nos a impressão de que, pelo fato de o episódio da morte vir registrado após o acontecimento, Josias teria morrido em Jerusalém. Todavia, isto não procede. O texto de 2Reis esclarece que: “Nos seus dias subiu Faraó-Neco [...] e, vendo-o ele, o matou em Megido”. Após sua morte em Megido, seus servos o transportaram em um carro até Jerusalém, onde foi sepultado. Saiba mais... www.icp.com.br  

Como poderei entender, se alguém me não ensinar? (Atos 8.27-38) - ICP Responde

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Como poderei entender, se alguém me não ensinar? (Atos 8.27-38) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Pregam que a leitura da Bíblia não deve substituir o uso da “excelente” matéria de estudo providenciada pelo “escravo fiel e discreto”: o corpo governante dessa seita. Resposta apologética: Não há cabimento para esta proposição da STV. É necessário considerar que, neste contexto, as Escrituras Sagradas ainda estavam sendo formadas; ou seja, compostas em sua totalidade, sendo que o que os homens possuíam, até então, era apenas a porção veterotestamentária. Assim, caso o eunuco tivesse à disposição a Bíblia completa, de Gênesis a Apocalipse, bastaria que lesse a seqüência de 1Pedro 2.21-25, onde o apóstolo cita a mesma passagem, todavia, esclarecendo quem é o “sujeito oculto” do sofrimento descrito em Isaías 53.7,8. Além disso, na escrituração posterior, constante na Tradução do Novo Mundo, as palavras de Paulo a Timóteo declaram sobre a Bíblia que a Palavra de Deus não precisa de coadjuv...

Josias abole a idolatria (2Crônicas 34.1-33) - ICP Responde

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Josias abole a idolatria (2Crônicas 34.1-33) - ICP Responde Comentário apologético: A renovação espiritual do rei Josias observa princípios bíblicos e não a tradição idólatra em que o povo e o reino se encontravam. O princípio bíblico essencial para o verdadeiro avivamento é o arrependimento sincero de pecados. Sempre que há arrependimento verdadeiro, pecados específicos são reconhecidos, falsos mestres e irmãos são devidamente disciplinados, práticas pagãs e mundanas são abandonadas e os padrões de santidade são restaurados. Falar de renovação ou avivamento espiritual sem incluir mudança de atitude ou arrependimento significa que não há propósito sadio e real mudança no coração e na maneira de viver do povo. Saiba mais... www.icp.com.br  

Batizados em nome do Senhor Jesus (Atos 8.16) - ICP Responde

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Batizados em nome do Senhor Jesus (Atos 8.16) - ICP Responde Unicistas. Algumas seitas unicistas se baseiam neste versículo para sustentar a negação da doutrina trinitariana. Resposta apologética: Analisemos outras referências: “Eram batizados em nome do Senhor Jesus” (8.16). “Batizados em nome do Senhor” (10.48). “Batizados em nome do Senhor Jesus” (19.5). Lendo estes textos atentamente, observamos que não se trata de uma fórmula batismal, pois não são uniformes, antes, suas expressões são variadas. Obviamente, a declaração em foco: “Seja batizado em nome de Jesus Cristo”, está se referindo à idéia de “pela autoridade de Jesus”, como se lê nas passagens 3.16 e 16.18, nas quais a autoridade de Jesus é invocada. Além disso, o próprio Mestre ordenou seus discípulos: “Idei e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28.19). Este procedimento foi ratificado pelos pais da Igreja primitiva desde os tempos cristãos mais remotos e auten...

Veio-lhe um escrito da parte de Elias (2Crônicas 21.12) - ICP Responde

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Veio-lhe um escrito da parte de Elias (2Crônicas 21.12) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Dizem que Elias não foi arrebatado ao céu, mas teve morte natural, uma vez que escreveu uma carta para Jeorão, rei de Judá, depois de seu arrebatamento. Resposta apologética: O profeta Elias foi trasladado no reinado de Jorão, filho de Acabe (2Rs 1.17). Jorão reinou sobre Israel entre 852 e 841 a.C., e Jeorão, filho de Josafá (2Rs 1.17) reino sobre Judá entre 848 e 841 a.C. Assim, logicamente, no reinado de Jeorão, o profeta Elias ainda estava presente (2Rs 1.17,18; 2.1-11), sendo arrebatado em algum dia durante o reinado conjunto de Jeorão e seu pai, Josafá. Não podemos esquecer que Jeorão, filho de Josafá, foi co-regente do pai durante aproximadamente sete anos. Jeorão começou a reinar no 18º ano de seu pai Josafá (2Rs 8.16). O rei Josafá reinou 25 anos (2Cr 20.31). Portanto, é perfeitamente razoável que o profeta Elias tenha enviado aquela carta a Jeorão, rei de Judá. Saiba mais... www.icp.c...