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Mostrando postagens de dezembro, 2025

Moisés levantou a serpente no deserto (João 3.14) - ICP Responde

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Moisés levantou a serpente no deserto (João 3.14) - ICP Responde Catolicismo Romano. Cita a serpente de bronze feita por Moisés (fato que se encontra também no texto de Nm 21.4-9) para justificar o uso de imagens no culto sagrado. Resposta apologética: Deus proibiu seu povo de confeccionar e cultuar imagens, estátuas, ou qualquer outro objeto ou ser, visto que os povos pagãos atribuíam a esses artefatos de barro, madeira, ou de qualquer material corruptível, caráter religioso, acreditando, inclusive, que a divindade se fazia presente por meio de tal prática. O Deus Todo-Poderoso instruiu seu povo a não cultuar imagens (20.23; 34.17), por isso, as imagens que mandou confeccionar não tinham por objetivo elevar a piedade de Israel e muito menos serviam de modelo para reflexão ou conduta: eram apenas símbolos decorativos e representativos. É o caso da Arca da Aliança, dos querubins no tabernáculo e no templo, entre outros utensílios (1Rs 6.23-29; 7.23-26; 1Cr 22.8-13) e ornamentos (1Rs 7.2...

Na verdade te digo que aquele que não nascer da água (João 3.5) - ICP Responde

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Na verdade te digo que aquele que não nascer da água (João 3.5) - ICP Responde Catolicismo Romano. Apóia-se neste texto para sustentar a necessidade do batismo infantil. Resposta apologética: Tal ensino não tem cabimento, visto que o ladrão da cruz, que se converteu no último instante, sem tempo ou meios para ser batizado, teve sua salvação garantida pelo próprio Jesus (Lc 23.43). Mas Simão, o mágico, mesmo sendo batizado, não alcançou a salvação (At 8.14-24). Pelo exposto, fica claro que o batismo não produz salvação, mas a fé, que decorre da graça, sim (Ef 2.8,9). Quanto ao batismo, a Bíblia esclarece que é precedido de algumas condições, como, por exemplo, a formação do discípulo (seguidores – Mt 28.19) e a autêntica profissão de fé espontânea (At 8.37). Testemunhas de Jeová. Ensinam que somente a classe dos “ungidos” irá nascer novamente, algo impossível à classe das “outras ovelhas”. Como cristãos, porém, entendemos que, para que possamos entrar no céu, precisamos experimentar o n...

Aquele que não nascer da água e do Espírito (João 3.5) - ICP Responde

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Aquele que não nascer da água e do Espírito (João 3.5) - ICP Responde Catolicismo Romano. Entende que nascer da água é o batismo infantil, que deve ser ministrado logo após o nascimento. Caso a criança morra sem ser batizada, vai para o limbo, e o adulto, para o purgatório. Igreja Local. Considera que a água batismal, junto com a operação do Espírito, é o meio de salvação. Resposta apologética: Todos estamos de acordo com o mandamento de Jesus quanto ao batismo (Mt 28.19; Mc 16.15,16). Negligenciar essa ordenança é pecado, mas não podemos admitir, de forma alguma, que o batismo regenera. O que aconteceu na casa de Cornélio mostra que a doutrina da chamada regeneração batismal é falsa. Os crentes na casa de Cornélio se converteram totalmente e foram batizados com o Espírito Santo de forma notável, inteiramente à parte de qualquer rito externo, inclusive o batismo nas águas (At 10.34-48). Nascer da água significa nascer de novo pela fé, que vem pelo ouvir a Palavra de Deus (Ef 5.26). Ped...

Espiritismo. Declara que nascer de novo é, na verdade, a reencarnação. - ICP Responde

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Espiritismo. Declara que nascer de novo é, na verdade, a reencarnação. - ICP Responde Resposta apologética: Os espíritas confundem regeneração (a mudança das disposições íntimas da alma dentro do mesmo corpo – 2Co 5.17) com reencarnação (retorno da alma a outro corpo, quantas vezes forem necessárias, para que alguém se torne um espírito puro). Jesus ensinou a regeneração e não a reencarnação. E também que a ressurreição é o estado final do homem e não que o homem se tornaria um espírito puro (5.28, 29). Testemunhas de Jeová: Declaram que o novo nascimento é exclusivo aos 144 mil ungidos, que a classe da “grande multidão” não precisa nascer de novo. Resposta apologética: Jesus foi específico ao afirmar: “Aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de Deus” (v. 3). “Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo” (v. 7). Jesus não deixa exceção. Em 1João 5.1, lemos: “Todo o que crê que Jesus é o Cristo nasceu de Deus” (Tradução do Novo Mundo). O texto não deixa ...

Quando, pois, ressuscitou dentre os mortos (João 2.19-22) - ICP Responde

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Quando, pois, ressuscitou dentre os mortos (João 2.19-22) - ICP Responde Espiritismo. Afirma que Jesus, assim como qualquer pessoa, também teve um corpo carnal e um corpo fluídico. Testemunhas de Jeová. Negam que Jesus tenha ressuscitado com o mesmo corpo, que apenas se materializou com um corpo contendo marcas de ferimento. Resposta apologética: A Bíblia é enfática quando fala da ressurreição corporal de Jesus (Lc 24.1-3). Na referência em estudo, o próprio Jesus afirmou que ressuscitaria corporalmente. As mulheres, que foram levar especiarias, encontraram o túmulo de Cristo vazio. No local, os anjos lhes informaram que Jesus havia ressuscitado. Posteriormente, Jesus apareceu aos discípulos, mostrando-lhes mãos e pés, como prova evidente de sua ressurreição (Lc 24.36-39), e comeu diante deles (Lc 24.41). Negar a ressurreição corporal de Jesus é pregar outro evangelho (Gl 1.9; 1Co 15.3,4,14-17). A ressurreição de Jesus é a doutrina fundamental do cristianismo (V. comentário de Lc 24.6)...

Natal - A maior festa de aniversário do mundo - ICP Responde

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Natal - A maior festa de aniversário do mundo - ICP Responde Temos recebido muitas perguntas e contestações a respeito do Natal. Por exemplo: o cristão deve ou não participar de festas natalinas, comemorar o Ano Novo, apresentar crianças, realizar formaturas, entre outras questões. Esta revista, tem analisado os mais diversos temas e achamos por bem abordar esse assunto de maneira simples e equilibrada. Comemoramos com alegria o nascimento de pessoas queridas e nos confraternizamos em seus aniversários. Portanto, entendemos ser válido e de muita gratidão nos regozijarmos também pelo nascimento de Jesus e lembrarmos desse acontecimento ímpar na história da humanidade com alegria. Outros, porém, entendem tratar-se de uma festa oriunda do paganismo, não- cristã. De antemão, queremos deixar bem claro que não iremos apresentar objeções contrárias aos grupos cristãos que não participam de comemorações natalinas. Respeitamos essa opção, já que entendemos tratar-se de uma questão secundária. O...

Os irmãos de Jesus (João 2.12) - ICP Responde

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Os irmãos de Jesus (João 2.12) - ICP Responde Catolicismo Romano. Declara que a expressão “irmãos de Jesus”, conforme citada pela Bíblia, não é literal. Segundo acredita, significa simplesmente “seus primos”. Seu objetivo, com isso, é sustentar a doutrina da virgindade perpétua de Maria. Resposta apologética: Por insistir na teoria da virgindade perpétua de Maria, o Catolicismo Romano explica, erroneamente, o sentido da expressão “irmãos”, por acreditar que Jesus não tinha irmãos, no verdadeiro sentido desta palavra e do grau de parentesco que ela exprime. No entanto, esse racio¬cínio não desfruta de nenhum apoio escriturístico. A Bíblia é clara ao afirmar que Jesus tinha quatro irmãos, além de várias irmãs (Mt 13.55; Mc 3.31-35; Mc 6.3; Lc 8.19-21; Jo 2.12; 7.2-10; At 1.14; 1Co 9.5; Gl 1.19). A teoria desenvolvida pelos católicos romanos, e por alguns protestantes, cujo objetivo é defender o pensamento de que Maria permaneceu virgem, é totalmente fútil. Esse conceito só passou a fazer...

E saberão que eu sou o Senhor (Ezequiel 39.6) - ICP Responde

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E saberão que eu sou o Senhor (Ezequiel 39.6) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Ensinam que, pelo fato de saberem o verdadeiro nome Deus (Jeová, na TNM, versão da seita), podem distinguir o Senhor dos demais deuses falsos, o que lhes concede supremacia religiosa.Cursos Teologia Resposta apologética: Os cristãos entendem que o nome de Deus não é simplesmente uma forma de distinção dos deuses falsos ou de suas criaturas, como ensina a Sociedade Torre de Vigia. Para nós, o nome de Deus revela seu caráter e sua índole. Daí o Senhor possuir vários nomes, como, por exemplo: Deus — El (Gn 31.13; 35.1-3; Gn 21.33; Is 40.28; Sl 42.9,10), Deus Altíssimo — El Elyon (Gn 14.19,20; Nm 24.16; Dt 32.8), Elohim (que aparece 2.498 vezes na Bíblia, no Antigo Testamento, enquanto Eloah, seu singular, 57), Todo-Poderoso — El Shaday (Gn 17.1; 49.25; Nm 24.4; Is 13.6) e Senhor — Adonay (Gn 18.1; Is 3.18; 6.1; Dn 9.16). Saiba mais... www.icp.com.br  

Pedaço de madeira (Ezequiel 37.16,17) - ICP Responde

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Pedaço de madeira (Ezequiel 37.16,17) - ICP Responde Mormonismo. Cita esta passagem para afirmar que tais peças são os pedaços de madeira usados para compor os rolos de papiro, sendo que um deles, o de Judá, se referia à Bíblia e o outro, ao Livro de Mórmon, de Joseph Smith.Materiais Ilustração Resposta apologética: O contexto de toda esta passagem identifica, claramente, os dois pedaços de madeira. No versículo 22, vemos que os pedaços de madeira, em hipótese alguma, se referem a dois livros (Bíblia e Livro de Mórmon), mas a dois reinos, o das dez tribos e o de Judá. Saiba mais... www.icp.com.br  

Porque dizem e não fazem (Mateus 23.2,3) - ICP Responde

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Porque dizem e não fazem (Mateus 23.2,3) - ICP Responde Meninos de Deus. Afirmam que existe muita hipocrisia nas cerimônias religiosas das igrejas evangélicas.Livros Cristianismo Resposta apologética: Os ensinos dos Meninos de Deus (A família do amor) são incompatíveis com as Escrituras. E não poderiam deixar de ser, pois trazem de volta a prostituição sagrada (forma de culto de algumas religiões pagãs, principalmente nos tempos do Antigo Testamento), que é abominação aos olhos de Deus. “Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno” (Jd 1.7) Saiba mais... www.icp.com.br  

Convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que razão morrereis, ó casa de Israel? (Ezequiel 33.11) - ICP Responde

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Convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que razão morrereis, ó casa de Israel? (Ezequiel 33.11) - ICP Responde Universalismo. Apóia-se na onipotência divina para afirmar que, devido à bondade e ao desejo divinos quanto à salvação de todos os homens, não há criatura (o próprio homem) que não possa ser restaurada por Deus. Resposta apologética: Este versículo mostra mais um claro exemplo de que Deus, efetivamente, desejou (e ainda deseja) a salvação do homem. Romanos 11.21 fala da aplicação de uma punição e, ao mesmo tempo, mostra a advertência do texto em estudo: “Pois por que razão morrereis”. Antes, porém, ainda no versículo em análise, Deus convida o homem à salvação, quando diz: “Convertei-vos dos vossos maus caminhos”. Este último procedimento, todavia, depende da iniciativa humana, por conta do livre-arbítrio, e não de Deus, caso o homem queira ser salvo (2Co 5.10; Gl 6.8,9). Saiba mais... www.icp.com.br  

E nunca mais subsitirá (Ezequiel 28.19) - ICP Responde

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E nunca mais subsitirá (Ezequiel 28.19) - ICP Responde Creciendo en Gracias. Afirma que este texto fala sobre a destruição de Satanás. Resposta apologética: Como já foi visto na nota anterior, o versículo em análise está ligado à profecia contra o rei de Tiro, que diz que esta cidade deixaria de existir (Cf. 26.14,21). Historicamente, Tiro, com seu esplendor e comércio, foi destruída em 1291 A.D. Desde então, deixou de existir para sempre, jamais foi reconstruída novamente. Saiba mais... www.icp.com.br  

Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos [...] e tu não quiseste! (Mateus 23.37) - ICP Responde

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Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos [...] e tu não quiseste! (Mateus 23.37) - ICP Responde Universalismo. Fundamenta-se na onipotência divina para afirmar que não há criatura (homem) que não possa ser restaurada por Deus, porque a bondade e o desejo divinos proporcionam a salvação de todos os homens.Cursos Online Teologia Resposta apologética: O fato de Deus desejar a salvação de todos os homens não significa que o Senhor obrigará o homem a concordar com seu desejo. C.S. Lewis ensina que, por conta do livre-arbítrio, existem dois tipos de pessoas: a) o tipo que diz a Deus: “Seja feita a tua vontade”, e b) o tipo a quem Deus diz: “Seja feita a tua vontade”. A mãe pode desejar sucesso profissional e saúde para o filho, mas o filho pode desprezar os desígnios maternos e optar por uma vida criminosa e/ou por uma morte prematura, em decorrência dos vícios. O livre-arbítrio é retratado em vários pontos da Bíblia, como, por exemplo, 2Coríntios 5.10 e Gálatas 6.8,9. Saiba mais... www....

Estiveste no Éden [...] no dia em que foste criado (Ezequiel 28.13-16) - ICP Responde

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Estiveste no Éden [...] no dia em que foste criado (Ezequiel 28.13-16) - ICP Responde Creciendo en Gracias. Afirma que este texto prova que Lúcifer era Adão, porque diz que Lúcifer foi criado no Éden. E mais. Que o corpo de Satanás, ou Lúcifer, foi Adão. Que Satanás, ou Adão ou, ainda, o ladrão colocou a raça humana em morte.Livros Cristianismo Resposta apologética: Esta passagem não diz que Adão era Satanás. É um texto altamente simbólico. Ao mencionar o nome “Éden”, não está se referindo, necessariamente, ao jardim terrestre criado por Deus em Gênesis. O termo “Éden” vem de uma raiz que significa “delícias”, “prazer”, “regalias”, de onde vem também a noção de paraíso, isto é, qualquer lugar agradável. Ezequiel aplica suas palavras ao rei Tiro, referindo, também de forma figurada, à corrupção da verdadeira queda do anjo de luz, Lúcifer. O rei de Tiro é, então, comparado a este ser (v.1-6). Logo, se há algum homem comparado a Lúcifer, é o próprio rei de Tiro (v.12), não Adão. Saiba mai...

Parará na encruzilhada (Ezequiel 21.21) - ICP Responde

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Parará na encruzilhada (Ezequiel 21.21) - ICP Responde Comentário apologético: Os adeptos dos cultos afros realizam despachos em bosques, matas e encruzilhadas com o propósito de obter resultados favoráveis ou contrários para determinadas pessoas. O versículo em estudo, porém, está demonstrando o costume antigo de se consultar animais mortos em encruzilhadas para se obter sorte e prognóstico de eventos, mas o Senhor antecipa o resultado: “Isto será como adivinhações vãs, aos olhos daqueles que lhes fizeram juramentos; mas ele se lembrará da iniqüidade, para que sejam apanhados” (v. 23). Saiba mais... www.icp.com.br  

A qual mana leite e mel (Ezequiel 20.6) - ICP Responde

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A qual mana leite e mel (Ezequiel 20.6) - ICP Responde Ceticismo. Confronta este texto com Números 13.32 (interpretando-o equivocadamente ao atribuir conotação de miséria em Canaã) para dizer que há contradição bíblica, já que aqui a terra é considerada fértil. Resposta apologética: O contexto do capítulo 13 de Números, por si só, prova que a interpretação dos céticos é incabível. O relatório apresentado por alguns espias que acompanharam Josué e Calebe no reconhecimento de Canaã, e do qual o ceticismo recolhe a idéia de miséria, era exagerado e covarde, não refletia os benefícios da terra, como no caso dos outros espias enviados antes deles (Nm 13.27). É fato que, na ocasião, existiam em Canaã homens de alta estatura e fortes guerreiros (Nm 13.28), porque a região vinha sendo palco de constantes batalhas campais entre as tribos que desejavam tomá-la, por ser uma terra extremamente fértil. O texto de Números 14.36,37 é uma prova cabal contra a tese dos céticos, por documentar a morte d...

Qual é o grande mandamentos na lei? (Mateus 22.37-39) - ICP Responde

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Qual é o grande mandamentos na lei? (Mateus 22.37-39) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Dividem a lei de Deus em duas partes: lei moral (em referência apenas aos Dez Mandamentos) e lei cerimonial (relacionada somente à lei de Moisés, abrangendo os cinco livros do Pentateuco). Segundo alegam, as duas tábuas de pedra com os mandamentos eram a lei moral e o livro da lei, posto ao lado da arca, continha as leis cerimoniais, já abolidas. Com isso, estabelecem que a lei moral é obrigatória aos cristãos, na qual está incluída a observância do sábado. Saiba mais... www.icp.com.br  

O filho não levará a iniqüidade do pai, nem o pai levará a iniqüidade do filho (Ezequiel 18.20) - ICP Responde

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O filho não levará a iniqüidade do pai, nem o pai levará a iniqüidade do filho (Ezequiel 18.20) - ICP Responde Ceticismo. Confronta este versículo com 2Samuel 12.15-18 para dizer que há contradição na Bíblia, porque em 2Samuel Deus estaria afirmando que cobraria dos filhos os pecados paternos. Resposta apologética: Antes de tudo, devemos estar cientes de que a declaração do texto em questão é uma referência à passagem de Deuteronômio, que fala dos preceitos legais que deveriam ser aplicados por Israel assim que o povo se estabelecesse na terra prometida. Esses preceitos, por sua vez, se referiam à proibição de se aplicar aos filhos a punição pelos erros cometidos pelos pais, desde que os filhos não tivessem efetivamente se comprometido com tais transgressões. Para o caso de Davi, em 2Samuel, é importante observar que os céticos distorcem a exegese textual, afirmando que o filho do rei fora punido com a morte por causa do pecado do pai, o que é uma inverdade. Em verdade, Davi é que fora...

A alma que pecar, essa morrerá (Ezequiel 18.4) - ICP Responde

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A alma que pecar, essa morrerá (Ezequiel 18.4) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Afirmam que a alma é fisicamente mortal, deixando de existir com a morte do corpo. Resposta apologética: A palavra morte significa separação e não extinção. Em 1Timóteo 5.6, Paulo declara: “A que vive em deleites, vivendo está morta”, o que mostra que uma pessoa pode estar morta espiritualmente (ou seja, separada de Deus) e continuar consciente. Em Efésios 2.1, Paulo, mais uma vez, estabelece: “E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados”. Antes da conversão, ou ouvintes do apóstolo estavam espiritualmente mortos, mas conscientes. Temos, ainda, o exemplo do “filho pródigo”, que estava morto (separado de Deus), mas consciente. “Porque este meu filho estava morto, e reviveu...” (Lc 15.24). Logo, o contexto do texto em análise está falando a respeito de outro tipo de morte: a segunda morte. Em Ezequiel 18.21, Deus declara: “Mas se o ímpio se converter de todos os pecados que cometeu [...] cert...

Amarás o Senhor teu Deus (Mateus 22.35-40) - ICP Responde

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Amarás o Senhor teu Deus (Mateus 22.35-40) - ICP Responde Islamismo. Com o objetivo de negar a doutrina da Trindade, cita este texto, entre outros, para afirmar que Jesus acreditava em um Deus. Resposta apologética: Claro que Jesus acreditava em um único Deus, pois a doutrina da unicidade de Deus é a viga-mestra do Novo Testamento. Deuteronômio 6.4 foi citado por Jesus em Marcos 12.29 e, no versículo 32, disse: “E com verdade disseste que há um só Deus, e que não há outro além dele”. O apóstolo Paulo afirma: “Todavia, para nós há um só Deus” (1Co 8.6; Ef 4.6). O ensino de Jesus em nada é contraditório à doutrina bíblica da Trindade. Ao contrário, o próprio Jesus esclarece o que antes estava implícito no Antigo Testamento. A unidade de Deus não é absoluta, é composta (V. comentário de Dt 6.4). Enquanto o Antigo Testamento revela a unidade da Trindade, o Novo, por sua vez, revela a Trindade na Unidade. A doutrina bíblica da Trindade não neutraliza e muito menos contradiz a doutrina da Un...

Os dentes dos filhos se embotaram (Ezequiel 18.1-21) - ICP Responde

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Os dentes dos filhos se embotaram (Ezequiel 18.1-21) - ICP Responde Islamismo. Cita este texto para rejeitar a doutrina do pecado original. Resposta apologética: Os versículos em estudo nada têm a ver com o pecado original, que leva o homem a inclinar-se ao erro (Sl 51.1; Rm 5.12-19; 1Co 15.22). A Bíblia, neste ponto, está condenando a crença na chamada maldição hereditária e ensinando que os delitos cometidos pelos pais não são transferidos, hereditariamente, aos filhos, embora as conseqüências dos atos dos pais possam trazer sérios prejuízos aos filhos. Saiba mais... www.icp.com.br  

A iniquidade de Sodoma (Ezequiel 16.49) - ICP Responde

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A iniquidade de Sodoma (Ezequiel 16.49) - ICP Responde Homossexuais. Citam este versículo para afirmar que os pecados de Sodoma e Gomorra resumem-se tão-somente à avareza e à soberba, que a ausência de abordagem quanto à prática homossexual os exclui da questão. Logo, concluem, os homens foram condenados por sua atitude egoísta e não por sua preferência sexual. Resposta apologética: O pecado sexual é uma forma de egoísmo, uma satisfação das paixões carnais. O contexto, contudo, indica a espécie de pecado repugnante que pairava sobre aquelas cidades. Lemos, no versículo 50: “Fizeram abominações”. E é justamente dessa forma que é chamado o pecado da prática homossexual em Levítico 18.22: “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é”. Por toda a Escritura, Sodoma é conhecida por sua perversão sexual. Em Judas 7, seu pecado é denominado imoralidade. Saiba mais... www.icp.com.br  

Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos (Mateus 22.32) - ICP Responde

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Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos (Mateus 22.32) - ICP Responde Catolicismo Romano. Cita este versículo para justificar a intercessão dos santos e de Maria junto a Deus. Resposta apologética: Jesus afirma que aqueles que já dormiram no Senhor (mortos para nós) estão, na verdade, vivos para Deus. Isso elucida a questão da sobrevivência da alma (Ap 6.9-11), pois Deus é Deus dos vivos e não dos mortos. O Senhor é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Todos esses homens já morreram, mas para Deus estão vivos! Não existe apoio escriturístico para a doutrina da intercessão realizada pelos santos. Os mortos estão conscientes no céu, mas não podem entrar em contato com os que estão na terra. Logo, não podem ouvir as orações dos vivos. Em relação ao texto de Mateus 17.4, não encontramos nenhuma menção de oração ou reza dirigida àqueles profetas durante a transfiguração, e muito menos houve comunicação entre Moisés e Elias e os demais discípulos. Os profetas falaram somente com Jesus e entre ...

E dize aos que só profetizam de seu coração (Ezequiel 13.2) - ICP Responde

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E dize aos que só profetizam de seu coração (Ezequiel 13.2) - ICP Responde Comentário apologético: Há inúmeros profetas, em várias religiões, que “só profetizam de seu coração”. Entre tantos exemplos evidentes, fundamentamos esta pequena abordagem falando de William Marion Branham (Tabernáculo da Fé), que afirmou que, em uma visão, Deus lhe disse que, assim como João Batista foi o precursor da encarnação de Cristo, ele seria o precursor da segunda vinda de Cristo. Mas Branham morreu em 1965, aos 56 anos, e Jesus ainda não voltou. A Bíblia já contém toda a revelação de que precisamos e nos adverte contra as revelações adicionais (Jr 14.14; Ap 22.18). Saiba mais... www.icp.com.br  

Nem casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos (Mateus 22.23-33) - ICP Responde

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Nem casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos (Mateus 22.23-33) - ICP Responde Meninos de Deus. Afirmam que no céu o relacionamento sexual será aberto, insinuando, com isso, que os anjos têm vida sexual ativa, mas sem compromisso matrimonial. Mormonismo. Declara que seus adeptos poderão casar e dar-se em casamento no céu. Resposta apologética: Os sectários que defendem este ponto de vista incorrem no mesmo erro dos saduceus. Vejamos a resposta de Jesus a esse grupo: “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus”. A Bíblia afirma que seremos “como os anjos de Deus no céu”. Entendemos, pelo texto, que os anjos “nem casam nem são dados em casamento”. Quando indagado pelos saduceus, o objetivo de Jesus não era discutir a respeito de quem seria parceiro sexual de quem, mas, sim, defender a verdade de que no céu não haverá relacionamentos conjugais. Uma vez que os nossos corpos estiverem ressurrectos e glorificados, seremos como os anjos de Deus, não casaremos ne...

Assim Davi comprou a eira de bois por cinqüenta siclos de prata (2Samuel 24.24) - ICP Responde

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Assim Davi comprou a eira de bois por cinqüenta siclos de prata (2Samuel 24.24) - ICP Responde Ceticismo. Confronta este versículo com 1Crônicas 21.25, que registra que o valor pago pelo lugar negociado por Davi e Araúna (Ornã) era de seiscentos siclos de ouro. Resposta apologética: A referência em estudo narra a compra dos bois da eira, que Araúna estava ofertando gratuitamente a Davi, segundo explica o contexto: “Então disse Araúna a Davi? Tome [...] eis aí os bois para o holocausto, os trilhos e o aparelho dos bois para a lenha” (v. 22). Em verdade, Araúna não oferece a eira gratuitamente, mas apenas os animais e os acessórios necessários ao sacrifício, pelos quais Davi insiste em pagar os cinqüenta siclos de prata. 1Crônicas, porém, relata a negociação com a eira. Vejamos como se deu a transação: “Por aquele lugar, o peso de seiscentos siclos de ouro”. Com isso, ficam distintos os patrimônios adquiridos em cada uma das passagens: a eira de bois (pelo preço de seiscentos siclos de o...

Dai, pois, a César o que é de César (Mateus 22.21) - ICP Responde

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Dai, pois, a César o que é de César (Mateus 22.21) - ICP Responde Espiritismo. Declara que este versículo está se referindo ao cumprimento dos deveres para com a família, a sociedade, as autoridades e os indivíduos. Resposta apologética: Sem dúvida, o objetivo do esclarecimento apresentado pelo espiritismo é incutir na mente dos homens o entendimento de que o que vale, nesta vida, e para as vidas futuras, é praticar (tão-somente!) atitudes socialmente corretas, omitindo as orientações bíblicas que se harmonizam com o plano de salvação. Devemos lembrar, no entanto, que o exercício de correção social (dever de todo cristão e homem da sociedade) não tem nenhuma valia para fins salvíficos, o que contesta frontalmente a equivocada tese espírita que afirma: “fora da caridade não há salvação”. O versículo em análise não se restringe à afirmação espírita. Antes, em sua seqüência, relata o seguinte: “... e a Deus, o que é de Deus”, o que parece não ser levado em consideração pelos espíritas. Je...

A soma do número do povo contado [...] oitocentos mil homens de guerra (2Samuel 24.9) - ICP Responde

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A soma do número do povo contado [...] oitocentos mil homens de guerra (2Samuel 24.9) - ICP Responde Ceticismo. Proclama divergência entre este versículo e 1Crônicas 21.5,6, que diz que a soma dos recenseados é de um milhão e cem mil homens. Resposta apologética: A discrepância existente pode ser dirimida quando distinguimos as pessoas arroladas nas duas ocasiões. O texto em análise envolve “oitocentos mil homens de guerra, que puxavam a espada”. Todavia, esta contagem não incluía o exército permanente de 288 mil (1Cr 27.1-15) nem os 12 mil que teriam sido especificamente destacados para Jerusalém, referidos em 2Crônicas 1.14. Acrescentando estes números ao texto em análise, chegamos ao total de 1 milhão e 100 mil, de acordo com 1Crônicas 21.5,6. Ou seja, o número total do efetivo exército de Israel. Os 470 mil citados em 1Crônicas 21 não incluíam os 30 mil homens do exército permanente de Judá, conforme mencionados em 2Samuel 6.1. O que acontece, de acordo com evidente característica ...