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Mostrando postagens de janeiro, 2026

O nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono (João 11.11) - ICP Responde

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O nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono (João 11.11) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Alegam que uma vez que a morte foi equiparada ao sono é perfeitamente possível entender que, neste estado, a alma não fica consciente após a morte. Resposta apologética: O ensino bíblico sobre o estado consciente da alma no período intermediário entre a morte e o juízo, tanto para os crentes quanto para os incrédulos, é claro. Os incrédulos padecem conscientemente após a morte (Mc 9.43-48; Lc 16.22,23), enquanto os salvos, também em plena consciência, usufruem do descanso eterno (2Co 5.8; Fp 1.23). Quanto ao termo “dormir”, é importante esclarecer que, no contexto bíblico em destaque, é empregado para designar a morte física (cessação da vida corpórea) e não a morte da alma, do homem imaterial, como a psique, por exemplo, que é o centro das emoções e da consciência. Saiba mais... www.icp.com.br

Eu disse: Sois deuses? (João 10.34) - ICP Responde

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Eu disse: Sois deuses? (João 10.34) - ICP Responde Mormonismo. Lança mão deste texto para justificar sua doutrina de pluralidade de deuses, ou politeísmo. Resposta apologética: O contexto mostra que certos judeus pegaram em pedras para atirar em Jesus, pois admitiram que o Senhor havia blasfemado: “Não te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia; porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo” (v. 33). A resposta de Jesus pode ser vista nos versículos 35 e 36. Longe de justificar essa doutrina, Jesus estava, na verdade, fazendo uma comparação, contrastando a si próprio com os falsos deuses do Salmo 82, texto com o qual os judeus estavam familiarizados. A expressão “vós sois deuses” é uma ironia, em virtude das maldades, injustiças e impiedades desses juízes. No versículo 1o, são chamados de poderosos e deuses, e Deus está julgando no meio deles. Os versículos de 2 a 5 trazem as características desses deuses ou juízes malévolos. Tais deuses, porém, são divindades falsas, po...

Eu e o Pai somos um (João 10.30) - ICP Resposta

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Eu e o Pai somos um (João 10.30) - ICP Resposta Unicistas. Dizem que Jesus é o Pai, ou melhor, que o Pai é uma das faces de Jesus. Resposta apologética. Temos, neste versículo, a pluralidade de pessoas na unidade da divindade. Basta observar a expressão “somos” (pluralidade) e “um” (unidade). Jesus não está dizendo que é a mesma pessoa do Pai, mas que Ele e o Pai são duas pessoas distintas em unidade divina. Logo, o texto em referência deve ser entendido como uma declaração de Jesus sobre sua essência divina (V. comentário de Mt 3.16,17 e 28.19). Testemunhas de Jeová. Não acreditam que esta declaração esteja se referindo à “unidade em essência” de Cristo com o Pai, mas, sim, que Cristo, encarnado, veio ao mundo com o mesmo “propósito” do Pai, ou seja, anunciar a Palavra e reconciliar o homem com Deus. Resposta apologética: A única distinção que entre o Pai e o Filho é a que diz respeito à encarnação do Filho. A essência de Deus co-habita na Trindade, da qual o Filho é participante (Cl ...

Ainda tenho outras ovelhas que não são desse aprisco (João 10.16) - ICP - Responde

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Ainda tenho outras ovelhas que não são desse aprisco (João 10.16) ICP - Responde Comentário apologético: Existem, entre as Testemunhas de Jeová, duas classes de pessoas: a dos “ungidos” e das “outras ovelhas”. A primeira possui muitos privilégios, mas a segunda, nenhum. Os integrantes da primeira, após a morte, vão para o céu, mas as “outras ovelhas” terão de enfrentar quatro provas para que possam obter a vida eterna. A primeira prova é agora, na vida presente. A segunda, durante a guerra do Armagedom. A terceira, no reinado de mil anos de Cristo. A quarta, e última, será depois dos mil anos, quando Satanás for solto da prisão. A data do início da separação dessas duas classes foi apontada para 1881, sendo alterada, depois, para 1931. Atualmente, falam em 1935. Mas todas as pessoas que se tornaram testemunhas-de-jeová depois de 1935 não deveriam alimentar a esperança celestial, porque vão viver para sempre na terra. Em contraste, a própria TNM diz haver “uma só esperança a que fomos c...

Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á (João 10.9) - ICP Responde

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Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á (João 10.9) - ICP Responde Espiritismo. Declara que esta porta é a “caridade”. Resposta apologética: O espiritismo insiste em ver na caridade a forma propícia para que o homem se aproxime de Deus. Segundo acredita, fora da caridade não há salvação. Grave erro. A caridade (boas obras), sozinha, não conduz o homem a Deus, não promove reconciliação. Aqueles, porém, que defendem que sim, estão, na verdade, transgredindo a ortodoxia bíblica, que atesta a necessidade de derramamento de sangue para que haja a remição de pecados (Hb 9.22). E o sangue derramado foi o de Jesus. Assim, sem se valer deste sacrifício, o homem, de forma alguma, poderá reconciliar-se com Deus (2Co 5.19). Saiba mais... www.icp.com.br  

Pois não guarda o sábado (João 9.16) - ICP Responde

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Pois não guarda o sábado (João 9.16) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Declaram que quem não guarda o sábado e considera o domingo como dia do Senhor (Ap 1.10) é detentor do sinal da besta. Resposta apologética: Será que os adventistas realmente guardam o sábado? Está escrito, em Gálatas 3.10, que aquele que não permanece em todas as coisas escritas no livro da lei para cumpri-las é maldito. E, quanto ao sábado, a lei estabelece o seguinte: a.) Ninguém podia sair de casa (Êx 16.29); b.) Ninguém podia acender o fogo em casa (Êx 35.3). Será que os adventistas não saem de casa nos sábados? Não acendem fogo nesse dia? O veredicto da Bíblia é: “maldito!” (Rm 2.23). Assim como os fariseus, os supostos guardadores do sábado da atualidade agem da mesma forma. Saiba mais... www.icp.com.br  

Antes que Abraão existisse, eu sou (João 8.58) - ICP Responde

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Antes que Abraão existisse, eu sou (João 8.58) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Declaram que Jesus era um deus e, na Tradução do Novo Mundo, a expressão “Eu Sou” tem a seguinte versão: “Antes de Abraão vir à existência, eu tenho sido”. Resposta apologética: No original grego, o texto em referência é ego eimi, cuja tradução correta é: “Eu Sou”. É bom esclarecer que no original grego não se admite a tradução advogada pela STV, porque era usada, exclusivamente, para identificar Deus. Mas Jesus aplicou-a a si próprio. Por conta disso, os judeus interpretaram a atitude de Jesus como blasfêmia e intentaram matá-lo por apedrejamento (8.59). A intenção das Testemunhas de Jeová, ao traduzirem a expressão “Eu Sou” de forma errada, é evitar a associação de Jesus com Jeová, conforme Êxodo 3.14: “E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós”. Saiba mais... www.icp.com.br  

Homem que vos tem dito a verdade (João 8.40) - ICP Responde

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Homem que vos tem dito a verdade (João 8.40) - ICP Responde Islamismo. Afirma que a filiação de Jesus era semelhante à dos demais homens, como, por exemplo, Adão, Israel, Davi e Salomão. Sua intenção, com isso, é negar a divindade de Jesus. Resposta apologética: Jesus não é Filho de Deus por criação ou adoção, como os demais homens. Antes, é o monogenes do Pai (3.16), o único da natureza do Pai, o seu Filho amado (Mt 3.17). O verbo que se fez carne (1.14). Jesus é o Filho de Deus pelo direito eterno de herança (Cl 1.15). Os homens são filhos de Deus por adoção (Rm 8.15). Enquanto procedemos de Deus, feitos à sua imagem (Gn 1.27), o Senhor Jesus possui a mesma essência do Pai (1.1; 10.30). Não é só o Novo Testamento que ensina que Jesus é o Filho de Deus, o Antigo Testamento também afirma isso categoricamente ao profetizar a respeito do Messias que haveria de vir: “Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel [Deus conosco]” (Is 7.14). “Porque um menin...

Vi junto do meu Pai (João 8.38-40) - ICP Responde

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Vi junto do meu Pai (João 8.38-40) - ICP Responde Islamismo. Diz que Jesus jamais alegou ser Deus, logo, não podemos afirmar sua divindade. Resposta apologética: Assim como as Testemunhas de Jeová, os muçulmanos também pinçam cuidadosamente os versículos da Bíblia que se referem à natureza humana de Jesus para neutralizar sua divindade. E fazem isso para ajustar os evangelhos à sua teoria de que Deus enviou um mensageiro para cada povo, além de negar a divindade do Senhor Jesus (doutrina bíblica da Trindade) e sua filiação divina (V. comentário de Mt 4.10 e 5.9). Saiba mais... www.icp.com.br  

E conhecereis a verdade (João 8.32) - ICP Responde

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E conhecereis a verdade (João 8.32) - ICP Responde Relativismo. Diz que a única verdade é que não existe verdade absoluta. Resposta apologética: Contrariando os relativistas, Jesus ratificou a existência da verdade absoluta em si mesmo (14.6). Se imaginarmos, por um momento sequer, que a verdade absoluta não existe, estamos validando várias mentiras, já que não existem duas verdades quando uma se opõe à outra. Não é lógico admitir que existam verdades diferentes. Dessa forma, a verdade não seria apenas diferente da verdade do meu próximo, mas, também, contrária. Considere, por um instante, que Hitler matou milhares de pessoas por conta de sua campanha anti-sionista. Segundo a teoria relativista, Hitler não poderia ser condenado, pois agiu em nome daquilo que considerava ser a sua própria verdade. De acordo com a nossa verdade, poderia até estar errado, mas não para a dele. Este é apenas um pequeno exemplo do absurdo que propõe a teoria do relativismo, se levada às suas últimas consequê...

Se vós permanecerdes na minha palavra (João 8.31,32) - ICP Responde

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Se vós permanecerdes na minha palavra (João 8.31,32) - ICP Responde Comentário apologético: De acordo com o ensino espírita, todos os que praticam a caridade são discípulos de Jesus, não importa a religião que pertençam. Nisto, vemos o descaso com que os kardecistas tratam o sacrifício vicário de Jesus, quando pregam que, por seus próprios méritos, podem alcançar a evolução espiritual e a expiação de pecados. Entretanto, a condição incontestável anotada no texto em estudo prova que nos tornamos verdadeiros discípulos de Cristo quando permanecemos em sua Palavra. Jesus jamais ensinou sobre a reencarnação (Lc 16.31), e muito menos que a caridade conduz o homem à presença de Deus (14.6). Em nenhum ponto a Bíblia alega que o homem, para ser discípulo de Jesus, precisa exercer a caridade (13.35; Mt 7.15). Diante de tudo isso, a conclusão a que chegamos é que o cristianismo não coaduna com o espiritismo. Catolicismo Romano. Afirma que a vida espiritual e os dogmas estão intrinsecamente ligad...

O testemunho de dois homens é verdadeiro (João 8.17-19) - ICP Responde

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O testemunho de dois homens é verdadeiro (João 8.17-19) - ICP Responde Unicistas. Contrariando estes versículos, insistem em dizer que Jesus é a única pessoa da divindade. Ou seja, que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são três faces de Jesus. Resposta apologética: No dia em que Jesus foi batizado, ocorreu o seguinte: “E o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como pomba; e ouviu-se uma voz do céu, que dizia: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo” (Lc 3.22). Assim, como o Pai e o Filho podem ser a mesma pessoa? Jesus e o Pai são um só Deus e não uma só pessoa. O Pai não veio com o Filho (Mt 5.16, 48; 6.9; 10.32,33). Os versículos em referência ensinam claramente que o Pai é uma pessoa distinta do Filho, visto que o testemunho de duas pessoas, segundo a lei, é verdadeiro. Saiba mais... www.icp.com.br  

Eu sou a luz do mundo (João 8.12) - ICP Responde

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Eu sou a luz do mundo (João 8.12) - ICP Responde Santo Daime. Segundo seus seguidores, podemos, pelas práticas dessa seita, contemplar a luz divina e alcançarmos purificação do espírito e cura interior. Resposta apologética: A luz divina, como sabemos pela Bíblia, é Jesus Cristo: “Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo” (1.9). A purificação do espírito se dá pelo sangue de Jesus e não pela ingestão de chá do cipó jagube e da folha chacrona. Tal bebida é conhecida também chá ayahuasca ou, abreviadamente, oasca. Como cristãos, somos purificados pelo “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (1.29). Alcançamos a cura interior ao atendermos o convite de Jesus: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas” (Mt 11.28,29). Saiba mais... www.icp.com.br  

Indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? (João 7.21-24) - ICP Responde

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Indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? (João 7.21-24) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Declaram que Jesus, freqüentemente, enfrentava polêmica com os judeus por causa do sábado. Resposta apologética: Os judeus eram ferrenhos guardadores do sábado e sempre estavam discutindo com Jesus sobre o assunto. O que admira no texto em estudo é a afirmação de Jesus de que a observância do sábado está subordinada à circuncisão. A circuncisão de uma criança ocorria no oitavo dia do seu nascimento (Gn 17.10; Lv 12.3). E, para que a lei não ficasse invalidada, o sábado tornava-se inferior à circuncisão. Veja bem. Se hoje a circuncisão é algo secundário, inexpressivo, não sendo praticada por nenhum cristão, por que a observância do sábado ainda permanece como um preceito superior? Ellen G. White ensinava que a guarda do sábado implicava em salvação. O ensino de Jesus sobre o sábado, no entanto, é diferente. Jesus é Senhor do sábado. Possui autoridade sobre esse dia...

Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna (João 6.54-57) - ICP Responde

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Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna (João 6.54-57) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Segundo denominam, a ceia do Senhor é uma “refeição noturna do Senhor” e somente os indivíduos da classe dos “ungidos”, os 144 mil, podem participar de seus elementos. Os demais seguidores, pertencentes à classe das “outras ovelhas”, são excluídos desse banquete, por serem considerados indignos. Resposta apologética: Jesus ensinou que todos os que nele crêem devem participar da ceia. As Testemunhas de Jeová, no entanto, não obedecem à ordem de Jesus: “E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos” (Mt 26.27). Em 1Coríntios 11.23-26, Paulo não faz distinção entre os irmãos, antes, afirma que todos aqueles que se sentissem dignos deveriam participar da ceia. O apóstolo tampouco determina um número limitado de membros que podiam participar da igreja de Corinto (1Co 11.23-26). Quando os membros dessa seita agem dessa forma, estão, na verdade, deixando ...

Se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos (João 6.53) - ICP Responde

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Se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos (João 6.53) - ICP Responde Catolicismo Romano. Lança mão deste texto para fundamentar a crença de que a hóstia é um elemento que se transforma efetivamente no corpo e no sangue de Cristo, por isso deve receber adoração (latria) por parte dos fiéis. Tal crença foi sacramentada no Concílio de Trento, quando se firmou o entendimento de que o “santíssimo sacramento” representa a presença do Verdadeiro Deus entre os homens. Resposta apologética: Esta crença faz que os católicos adorem elementos materiais, finitos: o pão e o vinho, como se fossem o próprio Deus. Este tipo de adoração é claramente proibido nos Dez Mandamentos (Êx 20.4). Tentar argumentar que a presença de Cristo na hóstia está corretamente respaldada no atributo divino da onipresença não resolve o problema da idolatria, porque a hóstia, o elemento intermediário, é reverenciada como sendo o próprio Deus na pessoa do Filho. Saib...

Não que alguém visse o Pai, a não ser aquele que é de Deus (João 6.46) - ICP Responde

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Não que alguém visse o Pai, a não ser aquele que é de Deus (João 6.46) - ICP Responde Mormonismo. Declara que João, ao declarar estas palavras, tinha em mente uma doutrina que seria revelada somente no futuro. Tal “cumprimento”, segundo acredita, ocorreu no dia em que Joseph Smith viu o Pai e o Filho. Resposta apologética: Primeiramente, devemos atentar para o fato de que esta fala não é de João, mas de Jesus, em referência a si próprio. Jesus estava afirmando que havia descido do céu (v. 41), logo, poderia dizer que somente aquele que é vindo de Deus é que viu o Pai. O contexto deixa óbvio o que Jesus tinha em mente, ou seja, que Ele estava junto do Pai (1.1). Jesus veio ao mundo revelar o Pai (14.9). Qualquer interpretação que fuja deste contexto é antibíblica. Saiba mais... www.icp.com.br  

Eu vim em nome de meu Pai (João 5.43) - ICP Responde

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Eu vim em nome de meu Pai (João 5.43) - ICP Responde Unicistas. Interpretam a declaração de Jesus neste versículo como se estivesse dizendo: “Eu sou o Pai”. Com isso, concluem que Jesus não veio sozinho, mas trouxe consigo o Pai.Cursos Bíblicos Resposta apologética: A expressão “em nome de” significa, claramente, “na autoridade de”. Como podemos constatar, Jesus está afirmando que não veio em seu próprio nome, logo, não é o Pai. Um pai humano pode dar o seu nome ao filho, mas isso não significa que os dois são a mesma pessoa. Saiba mais... www.icp.com.br  

E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida (João 5.28,29) - ICP Responde

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E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida (João 5.28,29) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Utilizam este texto para fundamentar a crença da salvação pelas obras, o que é comum também em outras seitas. Resposta apologética: No início deste evangelho, destaca-se a frase: “Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no seu nome...” (1.12). A referência 3.16 (o texto “áureo” da Bíblia) esclarece o seguinte: “Todo aquele que nele [em Jesus] crê não pereça”. Esta afirmação dispensa a prática de qualquer obra. O versículo 17 destaca que a salvação só pode ser alcançada por intermédio de Jesus Cristo, porque foi para isso que Ele veio. Já o18 fecha o entendimento ao afirmar que todo aquele que crê em Jesus não é condenado. Não diz que a pessoa fica livre da condenação por meio das obras. Enfatizando: as obras não determinam a salvação, que só pode ser obtida pela graça; as obras são confirmadas pela fé. Saiba mais... www.ic...

E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida (João 5.28) - ICP Responde

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E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida (João 5.28) - ICP Responde Mormonismo. Segundo afirma, este texto fundamenta que as obras são importantes para a salvação, além, da obediência aos mandamentos dessa seita.Cursos Bíblicos Resposta apologética: Não precisamos ir muito longe para que possamos desfazer as alegações mórmons. O contexto do texto em estudo, por si só, já é suficiente. Pouco antes, Jesus havia deixado bem claro que aquele que nele cresse teria a vida eterna (v. 24). Esta sublime verdade é afirmada constantemente por João em diversas passagens (1.12,13; 3.16-18). As obras citadas por Jesus são realizadas pela pessoa que já alcançaram a salvação pela fé. Ou seja, são as boas obras que Deus nos orientou para que andássemos nelas (Ef 2.8-10). Um detalhe importante: devemos praticar as boas obras porque somos salvos e não para alcançarmos a salvação. Saiba mais... www.icp.com.br  

Os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus (João 5.25) - ICP Responde

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Os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus (João 5.25) - ICP Responde Mormonismo. Declara que este texto prova a pregação de Jesus aos mortos após a sua crucificação.Cursos Bíblicos Resposta apologética: De modo algum, o versículo em estudo está falando de pregação aos mortos. Antes, está-se referindo à ressurreição. Vejamos o que dizem os versículos 28 e 29: “Vem a hora em que todos os que estiverem nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida”. Em nenhum lugar das Escrituras se acha a leve noção de que alguém poderá ser salvo após a morte (Hb 9.27). Saiba mais... www.icp.com.br  

Para que todos honrem o Filho, como honram o Pai (João 5.23) - ICP Responde

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Para que todos honrem o Filho, como honram o Pai (João 5.23) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Houve uma época em que ensinaram que Jesus deve ser adorado. E baseavam sua afirmação no seguinte pensamento: “Porque Jeová Deus reina [...] por meio de sua organização-capital Sião, então todo aquele que o adora tem de adorar e inclinar-se também o Principal de Jeová nessa organização-capital, a saber: Cristo Jesus, seu co-regente no trono da Teocracia. Os santos anjos obedeceram alegremente à ordem divina e provaram a sua adoração do novo Rei de Jeová e a sua sujeição a ele”. Resposta apologética: As mudanças doutrinárias realizadas pelas Testemunhas de Jeová são notórias. Como vimos, já chegaram a ensinar que Jesus deveria ser adorado, mas hoje negam adoração a Jesus. Para tanto, mudam a palavra grega proskyneo, quando aplicada a Jesus, para “prestar homenagem”. Não é sem razão que confessam: “Ocasionalmente, as explicações dadas pela organização visível de Jeová tem indicado ajustes qu...

Fazendo-se igual a Deus (João 5.18) - ICP Responde

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Fazendo-se igual a Deus (João 5.18) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Dizem que os judeus interpretaram erroneamente a declaração de Jesus, quando disse que era o Filho de Deus e igual a Deus, por isso quiseram matá-lo. Resposta apologética: A palavra grega para igual é ison, que significa “exata igualdade”. Os judeus condenaram Jesus à morte e o denunciaram a Pilatos por ter reivindicado igualdade de natureza com o Pai (19.7). O título “Filho de Deus” era sinônimo de deidade absoluta e Cristo, ao apropriar-se, de modo exclusivo, desse título, estava dizendo que possuía natureza única com o próprio Deus, por isso deixou-se crucificar (Mt 26.63-65). Se, como dizem as Testemunhas de Jeová, que tal situação era resultado de uma interpretação errônea dos judeus, é estranho que Jesus nunca os tivesse corrigido ou protestado contra eles, deixando-se crucificar. A confirmação de que Jesus reivindicava a posição de igualdade de natureza com o Pai encontra-se no versículo 23, onde reclama ho...

Meu Pai trabalha até agora (João 5.17) - ICP Responde

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Meu Pai trabalha até agora (João 5.17) - ICP Responde Ceticismo. Utiliza Gênesis 2.2,3 e Hebreus 4.4 para questionar a onipotência do Deus bíblico, porque, segundo afirma, é inepto conferir tal atributo a um “ser” que se cansa.Cursos de Apologética Resposta apologética: As palavras de Jesus, neste texto, são uma poderosa ferramenta contra a argumentação dos céticos, que tentam diminuir a pessoa de Deus quando dizem que a própria Bíblia afirma que o Todo-Poderoso está sujeito ao cansaço, precisando de repouso físico. As expressões “cessação”, “terminação da obra” e “acabamento”, previstas nos versículos do Antigo e Novo Testamentos, estão relacionadas apenas ao exercício criacionista, não interrompendo, todavia, a infinita gama de atividades divinas (cf. Êx 20.11; 31.17). Saiba mais... www.icp.com.br

Messias (que se chama o Cristo) (João 4.25) - ICP Responde

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Messias (que se chama o Cristo) (João 4.25) - ICP Responde Adeptos do nome Yehoshua (e suas variantes). Declaram que o “nome Yehoshua é de origem divina e significa Deus Salvador” (YEHO = SENHOR + SHUAH = SALVAÇÃO) e o “nome Jesus é de origem pagã, cujo significado é: Deus-cavalo” (YE = DEUS + SUS = CAVALO). E vão mais além. Comparam o nome Jesus com Esus – deus mitológico dos celtas, que aparece segurando serpentes com cabeça de carneiro, concluindo, precipitadamente, que os cristãos adoram a serpente ao invés do Cordeiro de Deus. Dizem, ainda, que foi Jerônimo quem criou o nome Jesus e que o Senhor Jesus seria o portador do misterioso número 666.Materiais de missões Resposta apologética: É uma teoria impossível, porque Iesous é um termo grego e os partidários do nome Yehoshua apontam para o seu significado em hebraico. Ou seja, Iesous é a forma grega do vocábulo hebraico Yeshua. Logo, a teoria dos adeptos dessa seita é totalmente impossível. Até porque, a palavra grega para cavalo é ...

Deus é Espírito (João 4.24) - ICP Responde

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Deus é Espírito (João 4.24) - ICP Responde Mormonismo. Declara que Deus já foi como somos agora e, baseado nisso, diz que, em alguma época futura, o homem talvez possa chegar ao estado de um Deus. Resposta apologética: A Bíblia diz que Deus é Espírito e que um espírito não tem carne nem ossos (4.24; Lc 24.39). Textos como: “Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, mesmo de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Sl 90.2), marcam bem a distinção entre nós, meros mortais, e o Senhor, Criador de todas as coisas (Sl 106.48; Is 40.28; 43.10-13). Até mesmo o Livro de Mórmon concorda com isso, e afirma: “Deus não é um Deus parcial, nem um ser variável; ao contrário, é imutável de eternidade a eternidade” (Moroni 8.18). Saiba mais... www.icp.com.br