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Mostrando postagens de fevereiro, 2026

Ó pequeno rebanho (Lucas 12.32) - ICP Responde

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Ó pequeno rebanho (Lucas 12.32) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Declaram que a expressão “pequeno rebanho” se refere à classe dos ungidos, ou seja, as 144 mil pessoas que irão reinar com Cristo no céu, em oposição a uma segunda classe, constituída por “outras ovelhas” ou “grande multidão”, que irá viver na terra como Adão e Eva. Resposta apologética: O texto em estudo não se refere a essa suposta classe de ungidos descrita por essa seita, mas aos discípulos de Cristo, como demonstra o versículo 22: “E disse aos seus discípulos...”. Jesus usou essa metáfora (“pequeno rebanho”) em referência aos discípulos, que seriam enviados para trabalhar entre lobos vorazes (Mt 10.16) e, naquele momento, precisavam ser encorajados para que pudessem realizar a tarefa para qual estavam sendo designados. Por isso, Jesus lhes disse: “Não temas, ó pequeno rebanho...”. Saiba mais... www.icp.com.br

Buscai antes o reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas (Lucas 12.31) - ICP Responde

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Buscai antes o reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas (Lucas 12.31) - ICP Responde Comentário apologético: Como ensina o texto em destaque, o homem deve priorizar sua salvação por meio de Cristo e não se preocupar com o acúmulo de renda. Deve ficar tranqüilo quanto às demais coisas necessárias para esta vida, visto que Deus garante a sua subsistência. A filosofia espírita entende que, devido à incorrigível má distribuição de renda no mundo, Deus propiciou uma suposta rotatividade entre os abastados desta e de outra suposta existência. Por conta disso, acreditam que, a cada geração, Deus agracia pessoas diferentes com fortuna, com a finalidade de que o “próximo afortunado” aprenda a usá-la em benefício do seu semelhante. Ora, não fosse a ganância humana, outra característica inerente ao homem, não haveria a citada má distribuição de renda e todos, igualmente, seriam abastados. O fato é que Deus não se intromete nesse tipo de coisa, assim como também não “desce à ter...

Bem-aventurado o ventre que te trouxe (Lucas 11.27) - ICP Responde

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Bem-aventurado o ventre que te trouxe (Lucas 11.27) - ICP Responde Catolicismo Romano. Diz que existem, neste texto, fortes motivos para que Maria seja glorificada. - ICP Responde Resposta apologética: Todavia, os versículos 27 e 28 dizem claramente que os que ouvem a Palavra de Deus são abençoados tanto quanto Maria, que também foi salva pela graça, mediante a fé (dom de Deus). O catolicismo romano, na ansiedade de defender sua teoria sobre Maria, tornou-se uma religião mariocêntrica. Vejamos alguns exemplos: O terço romano, além das repetições vãs (Mt 6.7), para cada dez ave-marias reza somente um pai-nosso. Existem mais igrejas romanas em honra, louvor, homenagem e adoração a Maria do ao próprio Jesus Cristo. Fazem mais imagens de Maria do que de Jesus. Os carismáticos romanos colocam em seus veículos mais adesivos de Maria do que de Jesus. Há mais aparições, sonhos, revelações de Maria do que de Jesus. Embora apareça poucas vezes na Bíblia Sagrada, Maria é invocada pelos católicos ...

Eu vos dei autoridade para pisar serpentes (Lucas 10.19) - ICP Responde.

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Eu vos dei autoridade para pisar serpentes (Lucas 10.19) - ICP Responde. Comentário apologético: Algumas vertentes católicas romanas ensinam que os nomes dos “santos” e “santas” de sua religião devem ser usados para expulsar demônios. Mas pela Bíblia constatamos que nem Jesus nem os apóstolos jamais usaram o nome de algum santo (servos de Deus) do Antigo Testamento para expulsar demônios. O único meio para isto sempre foi e sempre será o nome de Jesus (v.17), nem mesmo o seu precioso sangue serve para este propósito. É válido ressaltar que o exorcismo em nome de Jesus, ainda que seja efetuado com eficácia, não, é em si mesmo, garantia de que o exorcista é uma pessoa salva (Mt 7.22,23). Saiba mais... www.icp.com.br  

Satanás, como raio, cair do céu (Lucas 10.18) - ICP Responde

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Satanás, como raio, cair do céu (Lucas 10.18) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Declaram que Satanás caiu do céu na terra em 1914. Resposta apologética: Alguns teólogos defendem a posição de que Satanás, devido à sua rebeldia e orgulho, foi expulso do céu antes da criação do homem: “Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva!” (Is 14.12). Já outros, entendem que o texto em estudo está-se referindo à capacidade ou autoridade que Jesus concedeu aos homens para expulsar os demônios. Seja como for, analisando estes dois pontos de vista não chegamos, em hipótese alguma, a 1914, ano em que as Testemunhas de Jeová dizem que Satanás caiu do céu na terra. Devemos, porém, observar que Jesus disse que viu Satanás cair do céu muitos anos antes da existência dessa seita. A queda de Satanás também é descrita, de forma simbólica, no Antigo Testamento (Ez 28.1-19). Espiritismo. Declara que Satanás não é um ser real. Resposta apologética: Afirmar que este ser maligno é irreal implica...

Quem vos ouve a vós a mim me ouve (Lucas 10.16) - ICP Responde

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Quem vos ouve a vós a mim me ouve (Lucas 10.16) - ICP Responde Catolicismo Romano. Usa este versículo para questionar a escrituração da Bíblia, porque, segundo declara, bastaria a manutenção da tradição e do magistério católico para que todos os povos conhecessem a Palavra de Deus. Resposta apologética: É descabida a defesa católica da tradição que se funda neste versículo, visto que a Bíblia, a Palavra de Deus inspirada, é a única e verdadeira mensagem de Deus aos homens. Alegar que Jesus – Deus na pessoa do Filho – não determinou a escrituração da Bíblia, desmerece a inteligência comum, uma vez que a Palavra de Deus – Antigo e Novo Testamentos – testifica de Cristo (Jo 5.39). Paulo, em sua primeira epístola a Timóteo, diz para que ele persista na leitura e no ensinamento da Palavra (1Tm 4.13). A Josué, Deus ordenou que agisse conforme tudo o que está escrito na Palavra (Js 1.8). O livro de Êxodo, por sua vez, traz a determinação de Deus para escrituração de suas Palavras (Êx 17.14; 3...

Assentadas em saco de pano grosseiro e cinza (Lucas 10.13) - ICP Responde

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Assentadas em saco de pano grosseiro e cinza (Lucas 10.13) - ICP Responde Catolicismo Romano. Baseia-se nesta referência para justificar o uso de cinzas nos ritos eclesiásticos que antecedem a quaresma. Resposta apologética: O comentário de Jesus nesta passagem respeita a grande incredulidade da população das cidades de Betsaida e Corazim, quando o Senhor enfatiza que até Sodoma e Gomorra, caso tivessem presenciado os milagres que ali realizados, teriam se humilhado e crido. Não há, no texto em estudo, nenhuma base para fundamentar a tese romana que deseja colocar em prática tal ritual. No Antigo Testamento, tradições como rasgar as vestes já haviam sido censuradas por Deus (Jl 2.12,13), porque nada mais era do que uma prática cerimonial abolida pelo culto interior, por meio do qual Deus reclama uma conversão interna sincera, que transpareça no exterior (Is 1.11-16). Saiba mais... www.icp.com.br  

Qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á (Lucas 9.24) - ICP Responde

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Qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á (Lucas 9.24) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Declaram que a palavra apollymi, traduzida por “perder”, significa aniquilar. Resposta apologética: Se apollymi significasse aniquilamento, a pessoa que fosse aniquilada é que seria salva. Em verdade, o termo quer dizer “perdido” e não “aniquilado”. Na referência 15.4,9,24 deste evangelho, Jesus, usando a mesma palavra, falou da ovelha, da dracma e do filho que estavam perdidos. Não eram inexistentes, não estavam aniquilados, mas simplesmente perdidos! Saiba mais... www.icp.com.br  

Minha mãe e meus irmãos são aqueles (Lucas 8.19-21) - ICP Responde

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Minha mãe e meus irmãos são aqueles (Lucas 8.19-21) - ICP Responde Catolicismo Romano. Declara que a expressão “irmãos de Jesus”, conforme citada pela Bíblia, não é literal. Segundo acredita, significa simplesmente “seus primos”. Seu objetivo, com isso, é sustentar a doutrina da virgindade perpétua de Maria. Resposta apologética: Por insistir na teoria da virgindade perpétua de Maria, o Catolicismo Romano explica, erroneamente, o sentido da expressão “irmãos”, por acreditar que Jesus não tinha irmãos, no verdadeiro sentido desta palavra e do grau de parentesco que ela exprime. No entanto, esse racio¬cínio não desfruta de nenhum apoio escriturístico. A Bíblia é clara ao afirmar que Jesus tinha quatro irmãos, além de várias irmãs (Mt 13.55; Mc 3.31-35; Mc 6.3; Lc 8.19-21; Jo 2.12; 7.2-10; At 1.14; 1Co 9.5; Gl 1.19). A teoria desenvolvida pelos católicos romanos, e por alguns protestantes, cujo objetivo é defender o pensamento de que Maria permaneceu virgem, é totalmente fútil. Esse conc...

Entre os nascidos de mulheres, não há profeta maior que João o Batista (Lucas 7.28) - ICP Responde

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Entre os nascidos de mulheres, não há profeta maior que João o Batista (Lucas 7.28) - ICP Responde New Life Mission. Declara que João Batista estava representando a raça humana durante o episódio da expiação, quando, supostamente, transferiu todos os pecados da humanidade para Jesus. Resposta apologética: Semelhante aos católicos romanos, para quem João representa a humanidade e Maria é a mãe da humanidade, o reverendo Paul C. Jong também acredita que João Batista retratava a raça humana quando batizou Jesus. É bom ressaltar que esses dois grupos empurram sua própria interpretação para dentro do contexto bíblico. Nem indiretamente o texto em referência afirma tal disparate. João Batista não representava a humanidade, mas Elias (Mt 17.11-13). Seu trabalho não era transferir pecados, mas converter o coração dos pais aos filhos (Lc. 1.17). Além disso, o próprio João Batista se recusou a batizar Jesus, porque, conforme disse, era ele, e não o Salvador, que precisava ser batizado. Ora, se o...

E deu vista a muitos cegos (Lucas 7.22) - ICP Responde

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E deu vista a muitos cegos (Lucas 7.22) - ICP Responde Espiritismo. Usa a declaração de um suposto espírito desencarnado para propagar a idéia de que, para Deus, é melhor que o homem seja cego do que enxergar. Resposta apologética: Nada é mais descabido do que esta proposição. Jesus deu orientações aos homens para que empregassem bem seus sentidos e membros carnais, afirmando que lhes seria melhor “arrancar” os olhos do que, por causa desses órgãos, serem condenados (Mc 9.47). Jamais censurou ou foi contra a cura desse tipo de deficiência (a cegueira). Pelo contrário, são incontáveis as oportunidades em que Deus – na pessoa do Filho – curou os cegos, como no texto em destaque. Ora, se efetivamente existisse algum tipo de “consolo”, semelhante ao proposto pelo suposto espírito, e se realmente o correto fosse permanecer sem visão, o próprio Senhor Jesus teria confirmado isso, não curando os cegos. Mas não foi assim que agiu (v. 21; Mt 12.22; Mc 10.51,52). Saiba mais... www.icp.com.br ...

E o defunto assentou-se, e começou a falar (Lucas 7.14) - ICP Responde

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E o defunto assentou-se, e começou a falar (Lucas 7.14) - ICP Responde Espiritismo. Declara, quanto a este episódio, que há uma grande possibilidade de o filho morto da viúva de Naim ter sofrido apenas de uma síncope ou uma letargia. Resposta apologética: Segundo o dicionário Aurélio, letargia tem a seguinte definição: “... estado patológico observado em diversas afecções do sistema nervoso central [...] caracterizado por um sono profundo e duradouro do qual só com dificuldade, e temporariamente, pode o paciente despertar”. Letargia não é morte. Uma pessoa nesse estado não é um defunto. Mas o jovem do texto em estudo sim, estava morto. De acordo com a definição do dicionarista, não seria possível “acordar” a suposta vítima de letargia apenas chamando-a, como fez Jesus: “Jovem, eu te digo: Levanta-te”. Saiba mais... www.icp.com.br  

E o servo de um certo centurião (Lucas 7.1-9) - ICP Responde

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E o servo de um certo centurião (Lucas 7.1-9) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. São contrárias à prestação do serviço militar. Resposta apologética: Embora as Testemunhas de Jeová sejam contrárias à prestação do serviço militar, vemos, neste texto, que não era esse o posicionamento de Jesus diante das autoridades militares. O centurião era o comandante militar de uma centúria, ou seja, de uma companhia composta de cem soldados. Esse pelotão, no entanto, poderia ser bem maior. Cafarnaum, provavelmente, era a sede de um posto militar importante do governo romano. Pela atitude tomada pelo centurião (Mt 8.8), podemos observar sua humildade. Talvez fosse um religioso, pois tinha bom testemunho diante dos judeus (Lc 7.5). Jesus, ao encontrar-se com o centurião, não o mandou abandonar a carreira militar, pois foi justamente o conhecimento daquele homem quanto à hierarquia e à obediência nessa área que impressionou o Filho de Deus. Disse o centurião: “Pois também eu sou homem sob autoridade...

Amai a vossos inimigos (Lucas 6.27,29) - ICP responde

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Amai a vossos inimigos (Lucas 6.27,29) - ICP responde Islamismo. Nega a universalidade do ensinamento de Jesus citando este versículo que, segundo afirma, é impraticável e unilateral; porque a passividade é irracional diante do mal. Resposta apologética: O que difere o cristianismo das demais crenças é o amor. O cristianismo é a religião do amor (Jo 3.16: 1Co 13.1-13), e quem ama o próximo cumpre toda a lei. O pecado faz que o homem pratique a injustiça. As religiões que não conhecem e/ou não entendem a doutrina do pecado original (Rm 5.12-21; 1Co 15.21) pensam que podem vencer o pecado por meio do esforço próprio, daí conceberem um entendimento carnal e racional sobre as palavras do apóstolo Paulo quanto à questão da vitória do homem espiritual contra as forças do mal (Ef 6.12. V. comentário de Mt 5.39). Saiba mais... www.icp.com.br  

Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus (Lucas 6.20,21) - ICP Responde

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Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus (Lucas 6.20,21) - ICP Responde Espiritismo. Ensina que os benefícios provenientes de uma vida de sofrimento (como a pobreza e a fome, por exemplo) serão usufruídos em uma vida futura (na reencarnação) em forma de recompensa. Resposta apologética: É necessário esclarecer que esta passagem não tem correlação com a humanidade como um todo, antes, está-se referindo aos discípulos de Cristo, a quem Jesus dirigia suas palavras (v. 20). Outro aspecto que não pode ser ignorado, por pertencer ao contexto, acha-se no versículo 22, que apresenta esperanças àqueles que padecerem estes males por causa do Filho do Homem e não pelo simples fato de terem sofrido os reveses semeados pelo próprio homem. Quanto à “vida futura”, é inverossímil crer que se revela em uma suposta reencarnação, quando, em decorrência dela (da reencarnação), os virtuosos sofrem e os malvados prosperam, em conseqüência dos erros ou acertos em outras vidas, visto que...

Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós (João 14.18) - ICP Responde

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Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós (João 14.18) - ICP Responde Igreja Evangélica Voz da Verdade. Ensina que Jesus estava dizendo que voltaria para estar com os discípulos não como o homem que havia entregado sua própria vida, mas como o Espírito Santo, o Consolador. Resposta apologética: Jesus não pode ser o Espírito Santo pelos seguintes motivos: o Espírito Santo seria enviado. Ora, se é enviado, já é diferente de quem o envia. Jesus disse que iria rogar a uma pessoa fora dele para enviar outro alguém que não era Ele próprio(v.16; 15.26,27). Quando Jesus disse aos discípulos “recebei o Espírito Santo” (20.22), ainda estava em carne. Então, como Ele próprio poderia ser o Espírito Santo? Jesus disse que o Espírito do Senhor estava sobre Ele (Is 61.1). Esta profecia se cumpriu em seu batismo (Mt 3.16). Saiba mais... www.icp.com.br  

Ele vos dará outro consolador (João 14.16) - ICP Responde

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Ele vos dará outro consolador (João 14.16) - ICP Responde Comentário apologético: A Bíblia afirma que o Espírito Santo é uma pessoa da santíssima Trindade. Jesus disse que enviaria outro consolador. No grego, a palavra “outro” é allos e denota diferença de personalidade e igualdade de essência. A palavra “consolador” é paracleto e significa uma pessoa que ficará do lado de alguém para ajudá-lo (Augustus Strong). O Espírito Santo não é uma mera força, pois possui personalidade, que é demonstrada pelos atributos pessoais que possui: inteligência (1Co 2.10), vontade própria (1Co12.11) e sensibilidade ou emoção (Ef 4.30).Livros Cristianismo Espiritismo. Declara que a promessa da vinda do Consolador se cumpriu em 18 de abril de 1857, quando Allan Kardec publicou o Livro dos espíritos, em francês, e a data ficou registrada como sendo o período em que o espiritismo moderno surgiu. Ciência Cristã. Ensina que o Consolador é a “ciência divina”. Resposta apologética. A Bíblia declara que a promes...

Estou no Pai (João 14.6-11) - ICP Responde

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Estou no Pai (João 14.6-11) - ICP Responde Unicistas. Citam esta passagem para provar que Jesus é o Pai.Livros Cristianismo Resposta apologética: Jesus começa afirmando: “Ninguém vem ao Pai, senão por mim” (v. 6). O sentido natural destas palavras é que Jesus não é o Pai, mas o Mediador entre nós e o Pai (1Tm 2.5). Em seguida, declara: “Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai” (v. 7). Ao existir com o Deus Pai, como um divino indivisível, Jesus podia dizer: “Quem me vê a mim vê o Pai” (v. 9). Não obstante, Jesus não disse “eu sou o Pai”, mas: “Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim?”. O Pai e o Filho são consistentemente apresentados nas Escrituras como duas pessoas autoconscientes, mas sendo um só Deus. As evidências de que se trata de duas pessoas são abundantes. Na referência 5.31,32 deste evangelho o Pai é apresentado como alguém que testifica de Cristo (outrem): “Há outro que testifica de mim”. A palavra hetero é usada aqui para esclarecer que...

Ninguém vem ao Pai, senão por mim (João 14.6) - ICP Responde

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Ninguém vem ao Pai, senão por mim (João 14.6) - ICP Responde Igreja Apostólica Vó Rosa. Declara que, com o preparo da Santa Vó Rosa, como “consolador”, Deus, o Pai, e Jesus puderam aperfeiçoar a Igreja e torná-la dirigida diretamente pelo céu. E, ainda, que, sob esse governo, a Igreja em referência se transformou e, hoje, é a verdadeira Igreja de Deus sobre a terra. É um abrigo espiritual para os milhares de pessoas que nela encontram a verdadeira salvação.Livros Cristianismo Resposta apologética: Assim como acontece com vários segmentos religiosos, a Igreja Apostólica também tem a pretensão de se colocar como a única Igreja verdadeira na terra. Nesta assombrosa declaração, usurpa o lugar de Jesus, o único e verdadeiro caminho da salvação: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (At 4.12). Testemunhas de Jeová. Baseando-se neste versículo, ensina que a sua organização é o único caminho, ou se...

Eu sou a verdade (João 14.6) - ICP Responde

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Eu sou a verdade (João 14.6) - ICP Responde Comentário apologético: O relativismo ensina que todos os caminhos levam a Deus. Os pontos de vista religiosos de cada pessoa são tão válidos quanto quaisquer outros. Tanto o cristão quanto o muçulmano e o budista estão apenas trilhando caminhos diferentes em direção ao mesmo Deus. Admitimos que certos aspectos positivos do relativismo são válidos. Afinal, o que é certo para uns pode ser errado para outros. Ou seja, algumas coisas são relativas. Mas isto não é válido o bastante para dizer que, pelo fato de haver um tipo de relativismo pessoal, então podemos estendê-lo e aplicá-lo a todos os aspectos da fé. Não é uma suposição válida nem lógica. Jesus não era partidário das idéias relativistas, tampouco se referiu como um dos caminhos, mas como “o caminho” absoluto (único) para irmos a Deus. O que significa dizer que todos os demais são desvios inventados pelo homem (Pv 14.12). Além disso, esses desvios nascem da exposição doutrinária de cada ...

Para que onde eu estiver estejais vós também (João 14.3) - ICP Responde

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Para que onde eu estiver estejais vós também (João 14.3) - ICP Responde Comentário apologético: Tanto para o conceito taoísta quanto para o confucionismo, o céu não é um lugar, mas, sim, a ordem do cosmo ou a lei impessoal que o rege. Entretanto, a Bíblia é categórica em afirmar que o céu é, na verdade, a habitação de Deus, para onde Jesus foi após ter ressuscitado e para onde levará a sua Igreja (Rm 8.34, Hb 9.24). Embora seja um lugar de realidade espiritual (Cl 1.16), não pode, porém, ser sinônimo de lei ou de um Deus impessoal. Saiba mais... www.icp.com.br  

Na casa de meu Pai há muitas moradas (João 14.2,3) - ICP Responde

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Na casa de meu Pai há muitas moradas (João 14.2,3) - ICP Responde Espiritismo. Segundo ensina, os planetas são o céu dos remidos, porque interpreta que as “muitas moradas” são os corpos celestes: planetas e estrelas. Testemunhas de Jeová. Declaram que o céu é um lugar preparado somente para os 144 mil da classe dos ungidos, as “outras ovelhas” não têm esse direito. E, de acordo com sua interpretação, Jesus, neste texto, está mostrando que seus fiéis apóstolos estariam, todo o tempo, na casa de seu Pai, no céu, junto com Ele, mas não diz quantos outros alcançariam este privilégio. Resposta apologética: Os espíritas zombam da idéia do céu como um lugar de felicidade eterna. O texto citado pode ser concluído da seguinte forma: “Vou preparar-vos lugar”. O versículo 3 afirma: “Para que onde eu estiver estejais vós também”. Ora, com isso podemos perceber que o céu é um lugar e que todos aqueles que pertencem a Jesus estarão com Ele aonde Ele for. E, conforme sabemos, Jesus foi para o céu, on...

Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos (João 13.35) - ICP Responde

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Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos (João 13.35) - ICP Responde Espiritismo. Ensina que todos aqueles que praticam a caridade são discípulos de Jesus, não importa a religião a que pertençam. Resposta apologética: Embora o versículo em estudo esteja tratando da questão do amor incondicional ao próximo, porém não oferece alicerce para o conceito apresentado pelo espiritismo. O amor proposto por Cristo é sobrenatural e não se resume em meras práticas caritativas. Neste sentido, e considerando o enfoque que o espiritismo concede à caridade, se nos basearmos em 1Coríntios 13.1-13, concluímos que a causa da caridade espírita é diferente do motivo que leva o cristão a praticar a caridade. A caridade cristã é destinada exclusivamente ao benefício alheio, posto que o verdadeiro discípulo de Cristo tem consciência de que a caridade que pratica não pode lhe prover salvação. O cristão já é salvo e reconhece que esta graça advém exclusivamente do sacrifício de Cristo no Calvário. Os kar...

E começou a lavar os pés aos discípulos (João 13.1-17) - ICP Responde

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E começou a lavar os pés aos discípulos (João 13.1-17) - ICP Responde New Life Mission. Diz que Jesus usou este episódio para ensinar a verdade da expiação pelo seu batismo no rio Jordão. Resposta apologética: A lição que Jesus queria ensinar aqui não era sobre o batismo, mas sobre a humildade. A limpeza era pela palavra e não pela água material (15.3). Jesus tomou emprestada a posição de um escravo que fazia o serviço mais humilde da casa para mostrar que aqueles que querem ser grandes precisam se humilhar (v.16). Usou esta ilustração porque conhecia as disputas entre os discípulos sobre quem seria o maior no reino anunciado por Cristo (Mc 9.33-37; 10.35-45). Caso estivesse ensinando a respeito do seu próprio batismo, não teria mandado os discípulos seguirem seu exemplo. Seria uma contradição, porque os discípulos não poderiam praticar o mesmo batismo do rio Jordão. Por outro lado, a humildade pode e deve ser praticada por todos nós, cristãos. Saiba mais... www.icp.com.br  

E não receber as minhas palavras (João 12.48) - ICP Responde

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E não receber as minhas palavras (João 12.48) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Afirma que os Dez Mandamentos são o padrão de juízo final. Resposta apologética: Os Dez Mandamentos fazem parte do antigo concerto, que foi substituído, a partir da cruz de Cristo (Cl 2.11-14), pelo novo concerto (Hb 8.6-13). Será qu alguém pode ser julgado por uma lei que já foi abolida? “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê” (Rm 10.4). Uma vez que estamos sob a lei de Cristo (1Co 9.20,21; Gl 6.2), podemos afirmar, sem nenhuma dúvida, que seremos julgados por aquilo que Jesus ensinou (Mt 28.19. V. comentário de Êx 20.8). Saiba mais... www.icp.com.br

Salva-me desta hora (João 12.27) - ICP Responde

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Salva-me desta hora (João 12.27) - ICP Responde Comentário apologético: O islamismo prega que não é historicamente correto ensinar que Jesus veio ao mundo voluntária e deliberadamente para morrer pelos pecados dos homens. A morte de Jesus pode até não ser historicamente aceitável, conforme afirma o islamismo, no entanto, é correta, segundo o ponto de vista bíblico. Ao vir ao mundo, Cristo estava consciente de sua missão: morrer em favor dos pecadores. “E iam no caminho, subindo para Jerusalém; e Jesus ia adiante deles. E eles maravilhavam-se, e seguiam-no atemorizados. E, tornando a tomar consigo os doze, começou a dizer-lhes as coisas que lhe deviam sobrevir, dizendo: Eis que nós subimos a Jerusalém, e o Filho do homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes, e aos escribas, e o condenarão à morte, e o entregarão aos gentios. E o escarnecerão, e açoitarão, e cuspirão nele, e o matarão; e, ao terceiro dia, ressuscitará [...] Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, ...

Mas ele não disse isso de si mesmo (João 11. 49-52) - ICP Responde

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Mas ele não disse isso de si mesmo (João 11. 49-52) - ICP Responde Catolicismo Romano. Associa este texto à posição do sumo sacerdote no Antigo Testamento: autorizar a revelação. Assim, seria razoável que no Novo Testamento também houvesse um equivalente. Neste caso, o papa. Resposta apologética: O Novo Testamento é enfático quando declara que o sacerdócio do Antigo Testamento foi abolido. O escritor aos hebreus falou dessa mudança (Hb 7.12). O sacerdócio levítico foi cumprido e extinto em Cristo, sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque (Hb 7.15-17). A função das novas revelações esteve sob a incumbência dos apóstolos e profetas (Ef 2.20; 3.5), mas, com a extinção dessa classe de pessoas, extinguiram-se também a revelação. Caifás, no texto em questão, profetizou, mas não tinha consciência do que estava fazendo. Saiba mais... www.icp.com.br