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Mas pelo meu nome, Senhor [Jeová], não lhes fui conhecido (Êx 6.3) ICP Responde

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Mas pelo meu nome, Senhor [Jeová], não lhes fui conhecido (Êx 6.3) ICP Responde Mormonismo. Alega que Jesus é Jeová, pois só Jesus apareceu a Abraão (Jo 8.56-58). Resposta apologética: Os cristãos ortodoxos também crêem que Jesus é Jeová, mas não é este o caso. Enquanto nós, os evangélicos, entendemos que o nome Jeová é um dos nomes dos Deus triúno - Pai, Filho e Espírito Santo, os mórmons crêem totalmente diferente: que Jesus é Jeová e o Pai de Jesus é Elohim. Idealizam as três pessoas da Trindade como três deuses separados, com a única diferença de serem unidos em propósitos e pensamentos. Enquanto os cristãos compreendem que Elohim e Jehovah, traduzidos, respectivamente, por Senhor e Deus, são nomes diferentes para o único Deus verdadeiro, os mórmons acreditam que cada um destes nomes designa um deus diferente. Entretanto, um exame mais detalhado do contexto mostra que Elohim e Jehovah são um e é o mesmo Deus dos hebreus. Gênesis 2 refuta esta distinção arbitrária. Vejamos o que diz...

Que é isso na tua mão? (Êx 4.2) - ICP Responde

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Que é isso na tua mão? (Êx 4.2) - ICP Responde Ceticismo. Usa esta referência para questionar o atributo da onisciência que a ortodoxia cristã aplica, corretamente, a Deus. Resposta apologética: O argumento ceticista que desmerece a pessoa de Deus por ter questionado a Moisés quanto ao que havia em sua mão é extremamente pobre. Será que Deus realmente não sabia? Claro que sim. Além de onisciente, o Senhor Deus é presciente, portanto, sabia que se tratava de uma vara. Moisés também estava ciente do objeto que carregava, apenas não conhecia o plano de Deus para aquele artefato. Daí a importância do questionamento, para que Moisés contemplasse o sobrenatural e não questionasse a legitimidade do "sinal" divino. Saiba mais... www.icp.com.br  

Este é meu nome eternamente (Êx 3.15) - ICP Responde

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Este é meu nome eternamente (Êx 3.15) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Usam este versículo para argumentar que são as únicas pessoas que adoram o verdadeiro Deus, uma vez que somente elas chamam Deus de Jeová. Para essa seita, quem chama Deus de Deus ou Senhor pode estar chamando ou orando a um deus falso. Se alguém deseja falar com o Deus verdadeiro, segundo afirmam, deve chamá-lo pelo nome de Jeová. Resposta apologética: Esse entendimento só surgiu em 1931, quando os adeptos dessa seita adotaram o nome organizacional de Testemunhas de Jeová, indicando, como base bíblica para isso, Isaías 43.10. Antes, afirmavam: "O nome Deus quer dizer o Altíssimo, o Criador de todas as coisas. O nome Jeová significa os propósitos do Eterno para com suas criaturas. O nome Deus Todo-Poderoso quer dizer que o seu poder é ilimitado. O nome Altíssimo dá a entender que Ele é o Supremo e que além dele não existe nenhum outro. E o nome Pai quer dizer que Ele é o Doador da vida". O Senhor Jesus...

EU SOU me enviou a vós (Êx 3.14) - ICP Responde

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EU SOU me enviou a vós (Êx 3.14) - ICP Responde Ciência Cristã. Sua visão sobre Deus é panteísta. Ou seja, Deus é "Tudo em tudo". Resposta apologética: A Bíblia mostra tanto a transcendência quanto a imanência de Deus. Deus está fora de sua criação (Gn 1.1), mas age dentro dela (At 17.24,25). O Deus da Bíblia é um ser pessoal (possui personalidade) e pode dizer de si mesmo "EU SOU". O Senhor Deus pensa, decide, ama, se ira, perdoa, se alegra, etc. Deus é piedoso: "Passando, pois, o Senhor perante ele, clamou: O Senhor Deus, misericordioso e piedoso, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade" (34.6). Saiba mais... www.icp.com.br

EU SOU O QUE SOU (Êx 3.14) - ICP Responde

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EU SOU O QUE SOU (Êx 3.14) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. A Tradução do Novo Mundo traz: "Mostrarei Ser". E, em João 8.58: "eu tenho sido". Seu objetivo, com isso, evidentemente, é inferiorizar Jesus, negando ao Filho de Deus a divindade que lhe é devida. Dessa forma, tal tradução evita a associação natural entre o EU SOU, da referência em estudo, e o EU SOU, do evangelho de João. Resposta apologética: O texto da Tradução do Novo Mundo não corresponde ao original bíblico, mas atende unicamente ao propósito da Sociedade Torre de Vigia: negar a divindade de Jesus Cristo. Nas palavras de Jesus, em João 8.58, o Senhor repete, a respeito de si mesmo, o nome de Deus revelado a Moisés, conforme a referência em estudo. Os judeus que ouviram Jesus pronunciar essas palavras entenderam a identificação e, por isso, pegaram em pedras para atirar nele. Queriam condená-lo por blasfêmia por ter pronunciado o nome de Deus (coisa que eles, em hipótese alguma, faziam). Mas Jesus...

A uma terra que mana leite e mel (Êx 3.8) - ICP Responde

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A uma terra que mana leite e mel (Êx 3.8) - ICP Responde Ceticismo. Confronta a referência em estudo com Números 13.32, interpretando-a equivocadamente ao atribuir conotação de miséria em Canaã, um forte motivo de contradição, visto que, aqui, a terra é citada como fértil. Resposta apologética: O contexto de Números 13, por si só, prova que a interpretação dos céticos é incabível. O relatório apresentado por alguns espias que acompanharam Josué e Calebe no reconhecimento de Canaã era exagerado e covarde, não refletia os benefícios da terra, como no caso dos outros espias enviados antes deles (Nm 13.27). É fato que, na ocasião, existiam em Canaã homens de alta estatura e fortes guerreiros (Nm 13.28), porque a região vinha sendo palco de constantes batalhas campais entre as tribos que desejavam tomá-la, por ser uma terra extremamente fértil. O texto de Números 14.36,37 é uma prova cabal contra a tese dos céticos, por documentar a morte dos covardes que induziram o povo à murmuração. Saib...

E as parteiras disseram a Faraó... (Êx 1.19) - ICP Responde

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E as parteiras disseram a Faraó... (Êx 1.19) - ICP Responde Ceticismo. Confronta esta passagem com Levítico 19.11, afirmando que Sifrá e Puá mentiram a Faraó, transgredindo a lei, mas, mesmo assim, Deus as abençoou, o que implicaria em contradição quanto ao que a Bíblia ensina a respeito (1.20,21). Resposta apologética: A ordem do rei era para que as parteiras praticassem o infanticídio contra o povo hebreu (1.16). Para evitar a barbaridade do ato, as parteiras lançaram mão de uma estratégia: a morosidade (demora). Assim, as mães davam à luz aos seus filhos sozinhas, e quando as parteiras chegavam já era tarde, não podiam mais matar as crianças, porque, caso cometessem o ato, eram condenadas à pena de morte. E, para se livrarem dessa sentença, preferiam apresentar ao rei "meias-verdades" (1.19). Ou seja, não revelavam a Faraó que haviam chegado tarde para o trabalho de parto. O atraso das parteiras, como vimos, era proposital. Embora as Escrituras registrem as faltas de pesso...