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Mostrando postagens de agosto, 2026

Longe de ti que faças tal coisa [...] que o justo seja como o ímpio (Gn 18.25) - ICP Responde

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Longe de ti que faças tal coisa [...] que o justo seja como o ímpio (Gn 18.25) - ICP Responde Espiritismo. Empregam o texto em estudo traçando um paralelo para explicar que o verdadeiro espírita e o verdadeiro cristão são iguais. Resposta apologética: Os defensores da doutrina espírita pecam por ignorar os princípios ortodoxos mais básicos do cristianismo. E, ao se lançarem no descabido devaneio, acham que podem assemelhar-se aos que foram remidos pelo sangue da aliança (1Co 6.11; Rm 5.9). O abismo de contrastes e divergências existentes entre o cristianismo bíblico e a pretensa decodificação de Kardec impossibilita quaisquer tentativas de comparações. As doutrinas básicas do cristianismo são opostas aos conceitos do espiritismo, dentre as quais podemos alistar as seguintes: salvação por Cristo, deidade de Cristo, ressurreição, Trindade, inferno e céu. Isto posto, torna-se impraticável, até para os verdadeiros espíritas, insistir no absurdo de comparar-se com os verdadeiros cristãos. S...

Inclinou-se à terra (Gn 18.2) - ICP Responde

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Inclinou-se à terra (Gn 18.2) - ICP Responde Catolicismo Romano. A Igreja Católica usa o costume dos orientais de prostrar-se diante de uma pessoa de posição para justificar essa mesma prática diante das imagens dos "santos" que ela mesma consagrou. O texto em referência nos informa o seguinte: "E levantou [Abraão] os seus olhos, e olhou, e eis três homens em pé junto a ele. E vendo-os, correu da porta da tenda ao seu encontro e inclinou-se à terra". O que não deixa de ser mais um argumento para essa Igreja fundamentar seu ensino sobre idolatria.. Resposta apologética: Há muitos casos na Bíblia em que se prostrar diante de outra pessoa é aprovado, conforme o texto em estudo, mas o contexto é muito diferente. Primeiro, as pessoas se prostravam por respeito e não por reverência ou culto. Segundo, o ato de prostrar-se foi entendido como uma prática social e não como um rito religioso. Terceiro, a Bíblia condena prostrar-se diante do anjo que esteja a serviço de Deus (A...

Apareceu-lhe o SENHOR [...] e eis três homens (Gn 18.1-33) - ICP Responde

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Apareceu-lhe o SENHOR [...] e eis três homens (Gn 18.1-33) - ICP Responde Comentário apologético: Deus se apresentou a Abraão em três pessoas (varões, isto é, homens). A versão de Almeida Corrigida e Revisada Fiel traduz as palavras Yahweh (v. 1,13,14,17,19,20,22,26,33) e Adonai (v. 3,27,30,31,32), ambas no hebraico, por SENHOR e Senhor, respectivamente. A Tradução do Novo Mundo das Testemunhas de Jeová usa, tanto para o primeiro como para o segundo termo hebraico, o nome Jeová (formado pelas consoantes de Yahweh e as vogais de Adonai, a partir do costume judeu de pronunciar, ao ler a Bíblia, o termo Adonai em lugar de Yahweh). A título de comparação, leiam os versículos 1 e 3 nas seguintes versões: "Apareceu-lhe o SENHOR" (na ACF); "Jeová apareceu-lhe" (na TNM); "E disse: Meu Senhor" (na ACF); e "Disse então: Jeová" (na TNM). Ora, os mesmos termos (Yahweh: SENHOR e Adonai: Senhor. E Jeová, na TNM) são empregados tanto para os dois homens ("...

Tomou Sarai, mulher de Abrão, a Agar egípcia, sua serva, e deu-a por mulher (Gn 16.3) - ICP Responde

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Tomou Sarai, mulher de Abrão, a Agar egípcia, sua serva, e deu-a por mulher (Gn 16.3) - ICP Responde Mormonismo. Aceitou, durante muitos anos, a poligamia, alegando que Joseph Smith havia recebido uma revelação do Senhor de que o casamento polígamo era a vontade de Deus para os seus seguidores. Hoje, admite esse tipo de união como plano divino para o homem glorificado. Islamismo. Cita o texto em estudo para apoiar a prática da poligamia. Resposta apologética: A poligamia, união de um homem com várias mulheres, não deve ser confundida com o adultério, que implica cobiça e/ou relacionamento sexual com a mulher do próximo. A Escritura registra alguns casos de poligamia, inclusive de homens abençoados por Deus, como patriarcas e reis de Israel. O relato da poligamia no Antigo Testamento tem sido usado pelos defensores dessa prática. Algumas vezes, sua origem era a infertilidade das esposas, como no caso de Abraão e Jacó (6.1-4; 30.1-5). Em outras, era as alianças políticas com reis estrang...

Melquisedeque era sacerdote do Deus Altíssimo (Gn 14.18) - ICP Responde

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Melquisedeque era sacerdote do Deus Altíssimo (Gn 14.18) - ICP Responde Mormonismo. Alega possuir o sacerdócio de Melquisedeque, considerado o maior, para executar os trabalhos sagrados. Resposta apologética: A Bíblia declara que o sacerdócio de Melquisedeque se cumpriu na pessoa do Senhor Jesus, e que esse sacerdócio não tem sucessor, é intransferível. Não existe evidência bíblica de que Jesus tenha passado o sacerdócio de Melquisedeque para outra pessoa. De fato, Hebreus 7.23 declara que os judeus tiveram uma sucessão de sacerdotes, devido à morte de cada um deles. Entretanto, o versículo 24 declara quanto a Jesus: "Mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo". Esta é a razão pela qual não precisamos de sacerdotes da ordem de Melquisedeque. Jesus Cristo é o único sacerdote de que necessitamos. Sendo sacerdote eterno, da ordem de Melquisedeque, "pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por el...

E disse Abraão a Ló [...] porque irmãos somos (Gn 13.8) - ICP Responde

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E disse Abraão a Ló [...] porque irmãos somos (Gn 13.8) - ICP Responde Catolicismo Romano. Aplica este texto como alicerce para o dogma da virgindade perpétua de Maria. E afirma o seguinte: se Abraão era tio de Ló e não irmão, como ele o trata, no idioma hebraico, dessa maneira, tal pode ser feito, no grego, em relação aos irmãos de Jesus. Resposta apologética: A comparação feita pela Igreja católica é descabida, visto que o idioma hebraico é pobre em palavras, precisando, às vezes, de adaptações no português, o que não acontece com o idioma grego, rico em palavras e do qual as línguas latinas herdaram 25% do vocábulário. O grego possui expressões específicas para a palavra: "irmão" (do mesmo sangue, consangüíneo): adelfos; "primo" ("parente"): anépsiós; e "parentes": syngenés. Não há como mascarar esta realidade, visto que Isabel, prima de Maria, é tratada pelo substantivo grego syngenés (Lc 1.36). Colossenses 4.10 mostra Marcos, sobrinho de Bar...

Desçamos e confundamos ali a sua língua (Gn 11.7) - ICP Responde

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Desçamos e confundamos ali a sua língua (Gn 11.7) - ICP Responde Comentário apologético: Os verbos desçamos e confundamos indicam pluralidade de pessoas na unidade da natureza divina. A doutrina cristã da Trindade é biblicamente explicada pelos seguintes fundamentos: a.) Há um só Deus (Dt 6.4; Is 43.10; 45.5,6); b.) Esse único Deus é uma pluralidade de pessoas (Gn 1.26; 3.22. Comparar Is 6.1-8 com Jo 12.37-41; At 28.25); c.) Há três pessoas chamadas Deus e eternas por natureza: o Pai (2 Pe 1.17), o Filho (Jo 1.1; 20.28; 1Jo 5.20) e o Espírito Santo (At 5.3,4). As Escrituras atribuem a Jesus a criação de todas as coisas, porque "sem ele nada do que foi feito se fez" (Jo 1.3). Em Jeremias 10.11, lemos: "Os deuses que não fizeram os céus e a terra desaparecerão da terra e de debaixo deste céu". Atribuir a Jesus divindade secundária é politeísmo. Conferir Isaías 43.10, que diz: "... antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá". Além disso...

Então, desceu o SENHOR para ver a cidade (Gn 11.5,7) - ICP Responde

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Então, desceu o SENHOR para ver a cidade (Gn 11.5,7) - ICP Responde Ceticismo. Emprega o texto em estudo para afirmar o seguinte: se Deus realmente possuísse atributos sobrenaturais, não necessitaria "descer" para ver a obra dos homens. Resposta apologética: O emprego de recurso antropomórfico neste texto não desmerece o Deus Todo-Poderoso nem lhe seqüestra a onipotência. O episódio em lide é análogo aos observados nas referências 3.9 e 4.9. Ou seja, constata-se uma aproximação de Deus - desceu, desçamos - em relação ao homem com o intuito de submeter a seu crivo os pensamentos e as atitudes humanas. Neste sentido, o controverso deísmo (V. notas sobre o assunto) encontra seu calcanhar-de-aquiles, visto que o texto retrata o intenso interesse divino pela criação maior. Antes, não se satisfazendo com os propósitos inúteis e prejudiciais que a humanidade executa contra si mesma, participa, frustrando os planos que procedem da concupiscência e soberba humanas, como no caso das to...

Não haverá mais dilúvio (Gn 9.11) - ICP Responde

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Não haverá mais dilúvio (Gn 9.11) - ICP Responde Comentário apologético: Ainda que Deus tenha declarado explicitamente que não destruiria mais o mundo com águas, tem aparecido, de tempos em tempos, pessoas que acreditam que o mundo acabará com as águas de um novo dilúvio. Johanes Stoeffler, membro do corpo docente da Universidade de Tübingen, na Alemanha, publicou, em 1499, um livro chamado Efemérides, no qual anunciava o fim do mundo para 20 de fevereiro de 1524, por meio de um grande dilúvio. Foi tão grande a crença no desastre que o rio Reno ficou repleto de barcos e "arcas". No Brasil, os membros da seita Borboletas Azuis esperaram em vão um novo dilúvio. Muitas seitas se baseiam nas seguintes palavras de Jesus: "E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio,...

O sangue não comereis (Gn 9.4) - ICP Responde

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O sangue não comereis (Gn 9.4) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Com a intenção de proibir a transfusão de sangue, fazem uso indevido de diversos versículos especificamente destinados à orientação alimentar do povo de Deus. Assim, citam o texto em estudo com a seguinte argumentação: "A transfusão de sangue é o mesmo que comer sangue, porque se assemelha à alimentação intravenosa". Resposta apologética: Não há dúvida de que essa passagem trata da proibição do uso do sangue de animais como alimento. É uma situação bem diferente da que ocorre quando alguém precisa de uma transfusão de sangue para sobreviver, já que, estando todos nós enfermos pelo pecado, o Senhor Jesus Cristo não negou derramar seu próprio sangue por nós - numa grande transfusão de sangue (Hb 9.11-28; 1Jo 3.16). Jesus deu a sua vida, ou seja, o seu sangue, por nós. Como sabemos, as mudanças doutrinárias entre as Testemunhas de Jeová são comuns e cada uma delas (das doutrinas) é tratada como uma "nova lu...

Tudo quanto se move, que é vivente, será para vosso mantimento (Gn 9.3) - ICP Responde

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Tudo quanto se move, que é vivente, será para vosso mantimento (Gn 9.3) - ICP Responde Comentário apologético: Na doutrina Hare Krishna, comer carne é abominável, uma vez que os animais são criaturas vivas e Deus disse "Não matarás". Todavia, citar as Escrituras para fundamentar esse ensino é inútil, visto que foi é o próprio Deus quem deu os animais para alimento dos homens. Vejamos: o novilho era considerado a melhor de todas as carnes e, por esse motivo, reservado para as ocasiões mais festivas (Lc 15.23). O cabrito, ou bode (Lc 15.29). Algumas aves eram consideradas impuras para alimento (Dt 14.11-20), mas a perdiz, a codorniz, o ganso e o pombo podiam ser comidos. Os peixes, alimento predileto na Palestina, eram pescados em grandes quantidades no mar da Galiléia e no rio Jordão. Depois de ter ressuscitado, Jesus preparou uma refeição matinal de peixe e pão em um braseiro junto à praia para alguns dos seus discípulos (Jo 21.9-13). A ovelha (ou cordeiro), além de ser usada...

E tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa e ofereceu holocaustos (Gn 8.20) - ICP Responde

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E tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa e ofereceu holocaustos (Gn 8.20) - ICP Responde Ceticismo. Ignora o versículo em estudo e confronta a referência 6.19 com a referência 7.2 para alegar que há contradição na narração bíblica quanto à determinação divina sobre o número de animais que deveriam ser arrebanhados na arca de Noé. Resposta apologética: Trata-se de uma postura típica daqueles que desejam desmerecer as Escrituras Sagradas. Ou seja, daqueles que extraem os textos de seus contextos a fim de criarem suposições infundadas. O versículo em estudo deixa claro que a orientação divina, na referência 7.2, deveria ser mais precisa quanto ao montante de animais limpos a serem preservados (sete pares), para que essas espécies não corressem o risco de extinção, devido à previsão do seu consumo em holocausto. Devemos considerar, ainda, que a obra de criação já havia sido encerrada (2.2,3). Saiba mais... www.icp.com.br

Entra tu e toda a tua casa na arca (Gn 7.1) - ICP Responde

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Entra tu e toda a tua casa na arca (Gn 7.1) - ICP Responde Catolicismo Romano. A Igreja Católica Romana compara a si mesma com a arca de Noé ao afirmar: "Fora da Igreja não há salvação [...] ela é figurada pela arca de Noé, a única que salva do dilúvio". Testemunhas de Jeová. Segundo declaram, "Foi apenas aquela única arca que sobreviveu ao dilúvio e não um sem-número de embarcações". O que os conduz à seguinte conclusão: "... Haverá apenas uma organização - a organização visível de Deus - que sobreviverá...". Entendem por organização visível de Deus a Sociedade Torre de Vigia e todos que entrarem nela. Resposta apologética: Em verdade, a arca não simboliza nenhuma igreja ou organização religiosa, mas a salvação oferecida na pessoa de Jesus. Cristo é a nossa única arca de salvação. "E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (At 4.12; Hb 7.25). Saiba mais.....

E de tudo o que vive, de toda a carne, dois de cada espécie (Gn 6.19) - ICP Responde

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E de tudo o que vive, de toda a carne, dois de cada espécie (Gn 6.19) - ICP Responde Ceticismo. Confronta este versículo com Gênesis 7.2 para afirmar que há contradição nas orientações divinas quanto ao número de animais que deveriam ser arrebanhados na arca. Resposta apologética: Gênesis 7.2 diz: "De todos os animais limpos tomarás para ti sete e sete, o macho e sua fêmea; mas dos animais que não são limpos, dois, o macho e sua fêmea". Alguns céticos sugerem que a diversidade numérica - dois e sete - revela uma contradição na orientação divina. Mas, quando analisamos o relato bíblico, percebemos o quanto é estranho os céticos evocarem esta questão, uma vez que é necessário distinguir os versículos confrontados pela exegese. O texto em estudo (6.19) refere-se à ordem de Deus a Noé. Já a referência 7.2,3 é o registro das instruções adicionais do Senhor. Assim, fica estabelecido o consenso, por meio do qual podemos ver clara e perfeitamente o motivo que levou o Senhor a orienta...

A imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente (Gn 6.5) - ICP Responde

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A imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente (Gn 6.5) - ICP Responde Espiritismo. Declara que o Senhor Deus concedeu ao homem o livre-arbítrio para que pudesse, por sua própria experiência, discernir o bem e o mal. Resposta apologética: O conceito do bem e do mal inerente aos homens está muito aquém de ser comparado ao conceito divino, que em nada condiz com as medíocres idéias humanas (Mt 5.39-44). O texto destacado prova que o homem, em sua essência, é intrinsecamente mal, não conhecendo ou estando disposto a praticar o amor desinteressado. Nínive precisou ser esclarecida pelo profeta Jonas para que não fosse subvertida, o que, sem dúvida, teria ocorrido se os seus habitantes fossem deixados à mercê de seus próprios conceitos (Jn 3.4). O próprio Deus declarou que os habitantes daquela cidade não eram sequer capazes de distinguir a mão direita da esquerda (Jn 4.11). O plano evangélico não é diferente: se o homem não crê nos ensinamentos de Cristo e de seus discí...

Deus para si o tomou (Gn 5.24) - ICP Responde

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Deus para si o tomou (Gn 5.24) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Negam que Enoque tenha sido arrebatado para não provar a morte, admitindo apenas que ele não sentiu as dores da morte. São da mesma opinião quanto ao arrebatamento de Elias que, segundo dizem, foi encontrado escrevendo uma carta a um dos reis de Judá. Tais idéias são decorrentes do ensino que fala que os santos do Antigo Testamento não irão para o céu, mas viverão aqui na terra. Segundo essa seita, somente 144 mil pessoas declaradas ungidas irão para o céu. Enoque e Elias, porém, não fazem parte deste grupo. Resposta apologética: Enoque e Elias foram arrebatados para o céu sem provar a morte. São figuras do arrebatamento da Igreja (1Ts 4.16,17). Quanto aos santos do Antigo Testamento não irem para o céu, Jesus ensinou claramente que os patriarcas Abraão, Isaque e Jacó vivem e estarão com todos os santos no céu (Mt 8.11; 22.31,32). Esta verdade se repete em Hebreus 11.16; 12.22,23, onde está declarado que os patriarcas ...

E conheceu Caim a sua mulher (Gn 4.16,17) - ICP Responde

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E conheceu Caim a sua mulher (Gn 4.16,17) - ICP Responde Ceticismo. Questiona a credibilidade bíblica a partir desta referência, pois entende que se o único casal legítimo até então era formado por Adão e Eva, como Caim e Abel poderiam ter possuído mulheres? Resposta apologética: Gênesis 5.4 nos mostra que Adão, após ter gerado Sete, viveu mais oitocentos anos e, ainda fecundo, gerou filhos e filhas. A longevidade propiciada por Deus ao primeiro casal possibilitou o cumprimento da ordem estabelecida em Gênesis 1.28: "Sede fecundos; multiplicai-vos; enchei a terra". Logo, a multiplicação dos seres humanos e a perfeita admissibilidade da existência de pares femininos para Caim e Sete são legitimadas, restando a lógica compreensão de que (visto que a lei mosaica, que regulava o grau de parentesco entre os nubentes, ainda não havia sido promulgada - Lv 18.9; 20.17), para a época, não havia outra forma de se trazer uma terceira geração adâmica à vida, Caim e Sete casaram-se com su...

Pôs o SENHOR um sinal em Caim (Gn 4.15) - ICP Responde

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Pôs o SENHOR um sinal em Caim (Gn 4.15) - ICP Responde Mormonismo. Segundo afirmava, o sinal que Deus colocou em Caim era a cor negra. Esse pensamento fica claro no livro de Moisés 7.8, 22, contido em A pérola de grande valor, publicação da seita. Acreditava, também, que a descendência de Caim e sua marca foram preservadas durante o Dilúvio por meio de Cão, que teria se casado com uma descendente de Caim chamada Egyptus. Os que nasceram com pele negra não teriam lutado valentemente ao lado de Deus na preexistência. Resposta apologética: Não há qualquer base bíblica para tal afirmação, já que sequer podemos afirmar, por meio do texto sagrado, qual a cor da pele do casal original. Pode-se propor a questão inversa: "Quando surgiu a raça branca?". Ao contrário disso, as Sagradas Escrituras demonstram que não há nenhuma depreciação em qualquer uma das raças, porque Deus condena o racismo (At 10.34; Cl 3.11). As proibições dos mórmons quanto à ordenação ao sacerdócio aarônico e ao ...

E disse o SENHOR a Caim: Onde está Abel, teu irmão? (Gn 4.9) - ICP Responde

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E disse o SENHOR a Caim: Onde está Abel, teu irmão? (Gn 4.9) - ICP Responde Ceticismo. Usa este versículo para questionar os atributos de onisciência e onipresença aplicados a Deus, segundo a ortodoxia cristã. Resposta apologética: Tal como foi observado na referência 3.9, aqui também o objetivo da iniciativa divina (desnecessária) de questionar Caim era uma confissão espontânea e não a rebeldia dele. A insistência de Deus em dar oportunidade de retratação a Caim - "Que fizeste..." (v.10) - não é uma prova do desconhecimento de Deus quanto ao homicídio. A comprovação de que Deus conhecia os fatos encontra-se no segundo questionamento: "A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra" (v. 10). O exemplo cotidiano social mostra que esta prática divina, de questionar o transgressor mesmo conhecendo de antemão seu erro, é comumente empregada em investigações policiais ou por pais que desejam ouvir uma confissão do filho que praticou um ato ilícito e cuja culpa já...

Caim e Abel (Gn 4.1,2) - ICP Responde

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Caim e Abel (Gn 4.1,2) - ICP Responde Ceticismo. Apresenta a seguinte crítica à Palavra de Deus: se a Bíblia, em Gênesis 3.24, diz que Adão e Eva foram expulsos do Paraíso, e no capítulo 4 que tiveram Caim e Abel, e depois seu filho Sete, com quem se casou Caim? Resposta apologética: A Escritura Sagrada revela o verdadeiro Deus e sua obra, seu amor pela humanidade manifestado em seu Filho, Jesus Cristo. Logo, a Bíblia é cristocêntrica e não um livro de história geral (Lc 19.10; Jo 3.16-19,36; 5.24). Esse livro traz apenas o que Deus julgou necessário ou importante para que o homem pudesse compreender o plano divino de redenção. Aqui não estão narrados todos os acontecimentos com precisão cronológica e muito menos apresenta todos os pormenores dos fatos que relata. Adão e Eva tiveram muitos outros filhos e filhas (5.4), além de Caim, Abel e Sete. O nascimento de Sete recebe destaque (4.25,26) porque ele foi contado como substituto de Abel (4.25) e, portanto, como primogênito em lugar de...

Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore? (Gn 3.11) - ICP Responde

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Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore? (Gn 3.11) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Dizem que Deus não sabia que o homem iria pecar. Seguem algumas perguntas e suas respectivas respostas, cuidadosamente formuladas pela própria seita: "Incentivaria seus filhos a empreender um projeto com um futuro maravilhoso, sabendo de início que estava destinado ao fracasso? Será que o fato de Deus ter a capacidade de prever e de predeterminar eventos prova que Ele faz isso com respeito a todas as ações de todas as suas criaturas?" Resposta: "Uma pessoa que tem um rádio pode ouvir as notícias mundiais. Mas o fato de que pode ouvir certa estação não significa que realmente faça isto. Ela precisa primeiro ligar o rádio e daí selecionar a estação. Da mesma forma, Jeová tem a capacidade de predizer eventos, mas a Bíblia mostra que Ele faz uso seletivo e com discrição dessa capacidade que tem, com a devida consideração pelo livre-arbítrio com que dotou suas cria...

E chamou o SENHOR Deus a Adão e disse-lhe: Onde estás? (Gn 3.9) - ICP Responde

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E chamou o SENHOR Deus a Adão e disse-lhe: Onde estás? (Gn 3.9) - ICP Responde Ceticismo. Vale-se deste versículo para questionar os atributos da onisciência e onipresença aplicados a Deus, segundo a ortodoxia cristã. Resposta apologética: É forçoso o apoio dos céticos, neste texto, para questionar os atributos divinos (onisciência e onipresença), cujo objetivo é impingir supostas contradições à Bíblia. O exemplo cotidiano social mostra que esta prática divina, de questionar o transgressor, mesmo conhecendo de antemão seu erro, é comumente empregada em investigações policiais ou por pais que desejam ouvir uma confissão do filho que praticou algum ato ilícito e cuja culpa já é conhecida. Adão não tinha por hábito esconder-se, já que, até então, não havia motivos para tal procedimento. Mas, ao tentar, inutilmente, "ocultar-se" de Deus, o Senhor, obviamente, conhecendo o seu paradeiro e o motivo que o levou a agir dessa forma (Sl 139.2,3), procurou arrancar-lhe uma confissão. O ...

E deu também a seu marido, e ele comeu com ela (Gn 3.6) - ICP Responde

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E deu também a seu marido, e ele comeu com ela (Gn 3.6) - ICP Responde Igreja Local. Declara: "Adão, quando tomou para si o fruto da árvore do conhecimento, sendo ele a própria terra, recebeu Satanás, que então cresceu nele [...] O fruto de Satanás foi semeado em Adão como uma semente no solo; assim Satanás cresceu em Adão e tornou-se parte dele" E mais: "Quem então está na nossa alma? O ego. O nosso ego está em nossa alma. Será que fomos impressionados com o fato de que todos os três seres: Adão, Satanás e Deus - estão em nós hoje? Somos bastante complicados. O homem Adão está em nós; o diabo, Satanás, está em nós; e o Senhor da vida, o próprio Deus, está em nós. Portanto, nos tornamos um pequeno jardim do Éden. Adão representando a raça humana, a árvore da vida representando Deus e a árvore do conhecimento representando Satanás são as três partes do jardim do Éden; e agora todos eles estão em nós. Adão, o ego, está em nossa alma; Satanás, o diabo, está em nosso corpo; ...

E sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal (Gn 3.5) - ICP Responde

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E sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal (Gn 3.5) - ICP Responde Nova Era. Proclama a divindade do homem, repetindo a idéia da serpente: "Sereis como Deus". Rajneesh, que assumiu o título de Bhagwan Shree (Senhor Deus), disse: "Quando vocês me chamam, chamam de fato a Jesus". Maharishi Mahesh Yogi, declarou: "Aquietai-vos, e sabei que sois deuses". Teologia da Prosperidade. Vários escritores ligados a esta doutrina divinizam o ser humano. Algumas declarações que demonstram essa teologia: a.) "A razão para Deus criar Adão foi seu desejo de reproduzir a si mesmo [...] Ele [Adão] não era um deus pequenino. Não era um semideus. Nem ao menos estava subordinado a Deus"; b.) "Você não tem um deus em seu interior, você é um deus"; c.) "Eu sou um 'pequeno messias' caminhando sobre a terra"; d.) "O homem [...] foi criado em termos de igualdade com Deus, e poderia permanecer na presença de Deus sem qualquer consciência d...

Mas a serpente [...] disse à mulher (Gn 3.1) - ICP Responde

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Mas a serpente [...] disse à mulher (Gn 3.1) - ICP Responde Comentário apologético: O espiritismo moderno começou com as manifestações mediúnicas, em 31 de março de 1848, das irmãs Catarina e Margarida Fox, em Hydesville, Nova York, EUA. Os espíritas consideram a data de fundação de sua religião o dia 18 de abril de 1857, quando foi publicado o Livro dos espíritos, de Leon Hippolyte Denizard Rivail, cujo pseudônimo é Allan Kardec. Alguns estudiosos consideram Eva a primeira vítima de uma manifestação mediúnica, quando o diabo se utilizou da serpente (como uma espécie de médium) para enganá-la. O aumento das atividades espíritas é o cumprimento da profecia de 1Timóteo 4.1,2. Saiba mais... www.icp.com.br  

Deixará o homem [...] e apegar-se-á á sua mulher...(Gn 2.24) - ICP Responde

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Deixará o homem [...] e apegar-se-á á sua mulher...(Gn 2.24) - ICP Responde Ceticismo: Declara haver contradição entre este versículo e 1Reis 11.3, texto no qual se enumeram as 700 esposas e as 300 concubinas do harém de Salomão. Resposta apologética: A monogamia é ensinada na Bíblia em várias oportunidades e de várias maneiras: 1) Pelo exemplo do versículo em destaque, já que Deus deu ao primeiro homem apenas uma mulher; 2) pela proporcionalidade, visto que o número de concepção de crianças do sexo masculino e feminino é tecnicamente igual; 3) Por preceito, visto que tanto o Antigo Testamento quanto o Novo determinam a modalidade monogâmica de união conjugal; 4) Por advertência, visto que em 1Reis 11.11 vemos a punição que recaiu sobre Salomão por ter-se desviado em sua velhice e servido a deuses estranhos; e 5) Por prefiguração, uma vez que a união conjugal simboliza a união entre Cristo Jesus (Noivo) e a Igreja (Noiva). A conduta de Salomão, neste sentido, efetivamente não se acha e...