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Mostrando postagens de setembro, 2026

Se um ferir uma mulher grávida (Êx 21.22,23) - ICP Responde

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Se um ferir uma mulher grávida (Êx 21.22,23) - ICP Responde Comentário apologético: A Palavra de Deus considera a vida de um feto como a vida de um adulto. Logo, não temos aqui uma brecha para que o aborto seja aceito. Pelo contrário. O objetivo da multa imposta a quem provocasse um parto prematuro era auxiliar a mulher em suas dificuldades. Mas se do parto sobreviesse morte, não se aceitaria reparação financeira: seria "vida por vida". É importante notar que, no original, a palavra empregada neste contexto é yatsa, que significa, literalmente: "sair" ou "dar à luz". Não tem o sentido de aborto voluntário. Saiba mais... www.icp.com.br  

Não fale Deus conosco (Êx 20.19) - ICP Responde

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Não fale Deus conosco (Êx 20.19) - ICP Responde Catolicismo Romano. Para justificar a intercessão dos santos, diz que Moisés rogava pelo povo. E vai mais longe ao afirmar que o nome Medianeiro ou Mediador é aplicado somente a Jesus Cristo (1Tm 2.5), porque sua mediação é absolutamente necessária, suficiente, não carecendo de auxílio, mas isso não exclui os medianeiros subalternos e dependentes de Cristo. Resposta apologética: Há problemas graves nesse argumento católico, porque a Bíblia não reconhece nem menciona qualquer mediação ao lado da única e suficiente mediação de Cristo. Não fala de mediadores ou medianeiros subalternos, mas de um só Mediador (ou Medianeiro). Jesus disse: "Eu sou o caminho, a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14.6). Os apóstolos deram testemunho inequívoco disso: "Debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pela qual devamos ser salvos" (At 4.12). "Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e...

Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra [...] e ao sétimo dia descansou (Êx 20.11) - ICP Responde

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Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra [...] e ao sétimo dia descansou (Êx 20.11) - ICP Responde Ceticismo. Questiona a onipotência do Deus bíblico ao afirmar ser inepto conferir tal atributo a um "ser" que se cansa. Resposta apologética: O verbo hebraico neste texto significa, literalmente, "cessar" ou "terminar", do qual se origina o termo shabbat, cuja tradução em português é: "sábado" ou "dia de descanso", o que está de acordo com a satisfação de Deus diante da obra que tinha realizado, como pode ser visto em Gênesis 1.31: "E viu Deus tudo quanto tinha feito, e viu que era bom...". Outrossim, o testemunho de Jesus sobre a obra divina atesta que não seria possível um "ser" espiritual (ainda que fosse um anjo), isento das fragilidades humanas, sentir necessidade de descanso - repouso físico (Jo 5.17). Saiba mais... www.icp.com.br  

Não adulterarás (Êx 20.14) - ICP Responde

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Não adulterarás (Êx 20.14) - ICP Responde Mormonismo. Em sua concepção, ter várias esposas não é adultério. Adultério seria tomar esposas de outros homens, já casados. Resposta apologética: Isso não é verdade. Os dois exemplos constituem pecado. Em seu livro, Doutrinas e convênios, os próprios mórmons nomeiam a poligamia de adultério. Vejamos: "Amarás a tua esposa de todo o teu coração e a ela te apegarás e a nenhuma outra. E aquele que olhar uma mulher para a cobiçar, negará a fé e não terá o Espírito; e se não se arrepender será expulso. Não cometerás adultério. E o que cometer adultério, e não se arrepender, será expulso. Mas o que haja cometido adultério e se arrepender de todo o seu coração, e o abandonar; e não mais o cometer; tu perdoarás" (D&C 42.22-24). O Livro de Mórmon também é contra a poligamia (Mosias 11.1-2; Jacó 2.24-27). A ordem de Deus era: "Tampouco para si multiplicará mulheres, para que o seu coração não se desvie..." (Dt 17:17). O fruto da ...

Não matarás (Êx 20.13) - ICP Responde

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Não matarás (Êx 20.13) - ICP Responde Ceticismo. Confronta este versículo com Juízes 3.20,21 e afirma que há contradição entre os dois textos, uma vez que, em Juízes, o próprio Deus suscitou um homem a cometer homicídio. Resposta apologética: Os céticos precisam, mesmo considerando o sétimo mandamento, compreender e aceitar que Deus é o Concessor da vida e, consequentemente, tem direito sobre ela (Jó 1.21), podendo tomá-la quando e como quiser sem que, com isso, transgrida seus próprios estatutos. Quanto ao texto de Juízes, alegam que Eúde fora levantado por Deus como libertador do povo israelita (Jz 3.15). É necessário esclarecer que nem tudo o que a Bíblia relata está em harmonia com os mandamentos divinos. Ou seja, não significa que ela aprove. O próprio texto em análise não apresenta, sequer por inferência, aprovação divina ao bárbaro assassinato perpetrado por Eúde. Em suma, a Bíblia tão-somente relata o fato. Saiba mais... www.icp.com.br  

Até quando recusareis guardar os meus mandamentos...? (Êx 16.28) - ICP Responde

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Até quando recusareis guardar os meus mandamentos...? (Êx 16.28) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Afirmam que a guarda do sábado foi instituída no Éden e que Adão já a observava. Resposta apologética: Em Êxodo 15.25, lê-se que Deus "... lhes deu estatutos e uma ordenação, e ali [no deserto] os provou". Logo, o sábado foi ordenado no deserto, depois da saída dos filhos de Israel do Egito, e não antes. Os cristãos, segundo o testemunho claro do Novo Testamento, estão livres da observância do sábado (Cl 2.16,17). De fato, a tentativa de reconciliação com Deus por meio de obras implica a nulidade da obra de Cristo e a obrigatoriedade de se guardar toda a lei (Gl 5.2,3). Assim, aqueles que consideram ser importante guardar o sábado devem julgar se estão fazendo isso da maneira que a lei no Antigo Testamento prescrevia: não sair de casa no sábado (16.29); não ferver ou assar comida (16.23); guardar o sábado dentro de casa (16.29); não acender fogo (35.3); não fazer viagens...

E as águas foram partidas (Êx 14.21) - ICP Responde

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E as águas foram partidas (Êx 14.21) - ICP Responde Comentário apologético: Diante deste milagre, cai por terra a opinião dos céticos e dos deístas de que Deus não intervém no mundo com ações sobrenaturais. Eles não crêem na revelação (Mt 16.17; Lc 24.45; 2Co 4.6) e, por isso, desmerecerem a Bíblia (revelação escrita). A referência em estudo aponta para uma das maiores demonstrações do poder divino. Por causa do entendimento que sustentam, que o Criador está ausente de sua criação (Hb 11.6, Sl 58.10,11. V. notas), também não considerem a abertura do Mar Vermelho como uma provisão sobrenatural do Criador, cujo objetivo era o livramento do seu povo. Os deístas dizem que esse milagre não passa de uma fábula. Saiba mais... www.icp.com.br  

E tomou Moisés os ossos de José consigo (Êx 13.19) - ICP Responde

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E tomou Moisés os ossos de José consigo (Êx 13.19) - ICP Responde Catolicismo Romano. Emprega este texto para apoiar o dogma da veneração de relíquias, a respeito da qual afirma: "... São permissíveis e proveitosas as relíquias dos santos...". E cita, ainda, a declaração do Concílio de Trento: "... Também os santos corpos dos santos mártires [...] e daqueles que habitam com Cristo [...] devem ser honrados pelos fiéis...". O objetivo dessa veneração é alcançar benefícios da parte dos "santos". Resposta apologética: Esta passagem - ou qualquer outra - não habilita a interpretação apresentada por Roma. O propósito em destaque é a retirada dos ossos de José do Egito e não a veneração desses ossos. Insere, ainda, a prática cultural de preservação dos restos mortais. É oportuno rememorarmos o que o rei Ezequias fez com a serpente de metal que Moisés havia construído, a mando de Deus e com um fim específico, que o povo passou a venerá-la, dando-lhe até um nome. V...

E aconteceu, à meia-noite, que o SENHOR feriu todos os primogênitos na terra do Egito... (Êx 12.29,30) - ICP Responde

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E aconteceu, à meia-noite, que o SENHOR feriu todos os primogênitos na terra do Egito... (Êx 12.29,30) ICP Responde Ceticismo. Questiona a justiça divina declarada pela teologia bíblica, uma vez que afirma que o povo egípcio era responsável pela opressão de Faraó contra Israel. Resposta apologética: A questão aqui parece ser mais sociopolítica do que religiosa. Assim, é pouco crível que se possa negociar com uma nação a não ser de forma coletiva, porque o destino de um povo está intimamente ligado à política nacional de seus governantes. É óbvio que os egípcios, como um todo, estavam felizes e satisfeitos por terem os israelitas como seus escravos em suas terras, pois não precisavam ver seus filhos submetidos a trabalhos forçados e braçais. Os egípcios, que até então já haviam sofrido várias calamidades, poderiam ter-se manifestado por meio de um golpe de Estado, evitando, assim, maiores prejuízos. Mas não, preferiram deixar a decisão final para seu líder. Possivelmente, acreditavam qu...

Mas pelo meu nome, Senhor [Jeová], não lhes fui conhecido (Êx 6.3) - ICP Responde

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Mas pelo meu nome, Senhor [Jeová], não lhes fui conhecido (Êx 6.3) - ICP Responde Mormonismo. Alega que Jesus é Jeová, pois só Jesus apareceu a Abraão (Jo 8.56-58). Resposta apologética: Os cristãos ortodoxos também crêem que Jesus é Jeová, mas não é este o caso. Enquanto nós, os evangélicos, entendemos que o nome Jeová é um dos nomes dos Deus triúno - Pai, Filho e Espírito Santo, os mórmons crêem totalmente diferente: que Jesus é Jeová e o Pai de Jesus é Elohim. Idealizam as três pessoas da Trindade como três deuses separados, com a única diferença de serem unidos em propósitos e pensamentos. Enquanto os cristãos compreendem que Elohim e Jehovah, traduzidos, respectivamente, por Senhor e Deus, são nomes diferentes para o único Deus verdadeiro, os mórmons acreditam que cada um destes nomes designa um deus diferente. Entretanto, um exame mais detalhado do contexto mostra que Elohim e Jehovah são um e é o mesmo Deus dos hebreus. Gênesis 2 refuta esta distinção arbitrária. Vejamos o que d...

Este é meu nome eternamente (Êx 3.15) - ICP Responde

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Este é meu nome eternamente (Êx 3.15) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Usam este versículo para argumentar que são as únicas pessoas que adoram o verdadeiro Deus, uma vez que somente elas chamam Deus de Jeová. Para essa seita, quem chama Deus de Deus ou Senhor pode estar chamando ou orando a um deus falso. Se alguém deseja falar com o Deus verdadeiro, segundo afirmam, deve chamá-lo pelo nome de Jeová. Resposta apologética: Esse entendimento só surgiu em 1931, quando os adeptos dessa seita adotaram o nome organizacional de Testemunhas de Jeová, indicando, como base bíblica para isso, Isaías 43.10. Antes, afirmavam: "O nome Deus quer dizer o Altíssimo, o Criador de todas as coisas. O nome Jeová significa os propósitos do Eterno para com suas criaturas. O nome Deus Todo-Poderoso quer dizer que o seu poder é ilimitado. O nome Altíssimo dá a entender que Ele é o Supremo e que além dele não existe nenhum outro. E o nome Pai quer dizer que Ele é o Doador da vida". O Senhor Jesus...

EU SOU me enviou a vós (Êx 3.14) - ICP Responde

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EU SOU me enviou a vós (Êx 3.14) - ICP Responde Ciência Cristã. Sua visão sobre Deus é panteísta. Ou seja, Deus é "Tudo em tudo". Resposta apologética: A Bíblia mostra tanto a transcendência quanto a imanência de Deus. Deus está fora de sua criação (Gn 1.1), mas age dentro dela (At 17.24,25). O Deus da Bíblia é um ser pessoal (possui personalidade) e pode dizer de si mesmo "EU SOU". O Senhor Deus pensa, decide, ama, se ira, perdoa, se alegra, etc. Deus é piedoso: "Passando, pois, o Senhor perante ele, clamou: O Senhor Deus, misericordioso e piedoso, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade" (34.6). Saiba mais... www.icp.com.br  

EU SOU O QUE SOU (Êx 3.14) - ICP Responde

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EU SOU O QUE SOU (Êx 3.14) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. A Tradução do Novo Mundo traz: "Mostrarei Ser". E, em João 8.58: "eu tenho sido". Seu objetivo, com isso, evidentemente, é inferiorizar Jesus, negando ao Filho de Deus a divindade que lhe é devida. Dessa forma, tal tradução evita a associação natural entre o EU SOU, da referência em estudo, e o EU SOU, do evangelho de João. Resposta apologética: O texto da Tradução do Novo Mundo não corresponde ao original bíblico, mas atende unicamente ao propósito da Sociedade Torre de Vigia: negar a divindade de Jesus Cristo. Nas palavras de Jesus, em João 8.58, o Senhor repete, a respeito de si mesmo, o nome de Deus revelado a Moisés, conforme a referência em estudo. Os judeus que ouviram Jesus pronunciar essas palavras entenderam a identificação e, por isso, pegaram em pedras para atirar nele. Queriam condená-lo por blasfêmia por ter pronunciado o nome de Deus (coisa que eles, em hipótese alguma, faziam). Mas Jesus...

A uma terra que mana leite e mel (Êx 3.8) - ICP Responde

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A uma terra que mana leite e mel (Êx 3.8) - ICP Responde Ceticismo. Confronta a referência em estudo com Números 13.32, interpretando-a equivocadamente ao atribuir conotação de miséria em Canaã, um forte motivo de contradição, visto que, aqui, a terra é citada como fértil. Resposta apologética: O contexto de Números 13, por si só, prova que a interpretação dos céticos é incabível. O relatório apresentado por alguns espias que acompanharam Josué e Calebe no reconhecimento de Canaã era exagerado e covarde, não refletia os benefícios da terra, como no caso dos outros espias enviados antes deles (Nm 13.27). É fato que, na ocasião, existiam em Canaã homens de alta estatura e fortes guerreiros (Nm 13.28), porque a região vinha sendo palco de constantes batalhas campais entre as tribos que desejavam tomá-la, por ser uma terra extremamente fértil. O texto de Números 14.36,37 é uma prova cabal contra a tese dos céticos, por documentar a morte dos covardes que induziram o povo à murmuração. Saib...

E as parteiras disseram a Faraó... (Êx 1.19) - ICP Responde

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E as parteiras disseram a Faraó... (Êx 1.19) - ICP Responde Ceticismo. Confronta esta passagem com Levítico 19.11, afirmando que Sifrá e Puá mentiram a Faraó, transgredindo a lei, mas, mesmo assim, Deus as abençoou, o que implicaria em contradição quanto ao que a Bíblia ensina a respeito (1.20,21). Resposta apologética: A ordem do rei era para que as parteiras praticassem o infanticídio contra o povo hebreu (1.16). Para evitar a barbaridade do ato, as parteiras lançaram mão de uma estratégia: a morosidade (demora). Assim, as mães davam à luz aos seus filhos sozinhas, e quando as parteiras chegavam já era tarde, não podiam mais matar as crianças, porque, caso cometessem o ato, eram condenadas à pena de morte. E, para se livrarem dessa sentença, preferiam apresentar ao rei "meias-verdades" (1.19). Ou seja, não revelavam a Faraó que haviam chegado tarde para o trabalho de parto. O atraso das parteiras, como vimos, era proposital. Embora as Escrituras registrem as faltas de pesso...

Todas estas são as doze tribos de Israel (Gn 49.28) - ICP Responde

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Todas estas são as doze tribos de Israel (Gn 49.28) - ICP Responde Ceticismo. Compara esta referência com Gênesis 48.20 para questionar o número correto das tribos de Israel (doze ou treze?), alegando que há contradição. Resposta apologética: Jacó foi pai de doze filhos e não treze. O texto de Gênesis 48.22 mostra que José foi favorecido por seu pai com uma porção dobrada da herança distribuída, o que esclarece o seguinte: não havia uma tribo com o nome de José, mas haveria duas tribos intrinsecamente relacionadas a José. Estamos falando das tribos Efraim e Manassés. Em termos práticos, Efraim seria a tribo "A" e Manasses a tribo "B" da casa de José. A questão é dirimida pelo fato de a tribo de Levi não ter recebido possessão territorial: seus descendentes foram distribuídos pelo território de Canaã, após sua conquista (Nm 18.23,24). Como podemos ver, doze territórios foram estabelecidos para as tribos de Israel. E não treze. Saiba mais... www.icp.com.br  

O dia do nascimento de Faraó (Gn 40.20-22) - ICP Responde

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O dia do nascimento de Faraó (Gn 40.20-22) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Afirmam que há apenas dois aniversários na Bíblia: o de Faraó e o de Herodes (Mt 14.6; Mc 6.21). Com base nisso, a Sociedade Torre de Vigia proíbe que seus adeptos celebrem aniversário e ataca aqueles que o comemoram. Dizem que tanto Faraó quanto o rei Herodes eram reis pagãos, e decretavam a morte de alguém na ocasião em que comemoravam seus aniversários. Nenhum herói da fé comemorou aniversário, mas apenas homens ímpios. É o que alega essa seita. Resposta apologética: Contrariando as Testemunhas de Jeová, a Bíblia relata mais de dez aniversá¬rios. Jó era um homem justo e celebrava os aniversários de seus filhos. "E iam seus filhos à casa uns dos outros e faziam banquetes cada um por sua vez", o que indica a comemoração do aniversário de cada um deles (Jó 1.4). Jó, referindo-se ao seu dia de nascimento, afirmou: "Pereça o dia em que nasci...", (Jó 3.2,3). No versículo 1, lemos: "De...

Hei de descer ao meu filho até a sepultura (Gn 37.35,36) - ICP Responde

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Hei de descer ao meu filho até a sepultura (Gn 37.35,36) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Dogmatizam a palavra sheol, dizendo que significa única e exclusivamente a sepultura comum da humanidade. Resposta apologética: No hebraico, o termo traduzido na ACF por sepultura também é sheol, que é correspondente à palavra grega hades, cujo significado é "o mundo invisível dos mortos". Antes da vinda de Cristo, o sheol se dividia em duas partes. O lugar dos santos era chamado Seio de Abraão, Trono da glória e Jardim do Éden. A outra parte era o inferno, lugar de tormento consciente dos perdidos (Lc 16.19-31). Na referência em estudo, fica claro que Jacó não considerava o sheol como simples sepultura, mas um lugar na região inferior. Prova disso é que ele desejou ir ao sheol para encontrar-se com José, seu filho querido. Jacó não esperava encontrar seu filho na sepultura, mas em outro lugar, no mundo invisível dos mortos (V. Lc 16.23). Sendo assim, sheol não pode significar simple...

Pôs uma coluna sobre a sua sepultura (Gn 35.20) - ICP Responde

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Pôs uma coluna sobre a sua sepultura (Gn 35.20) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Ensinam que o sheol e o hades significam a sepultura comum da humanidade. Na sepultura, os mortos estão em descanso, aguardando o dia da ressurreição. Não estão lá para serem condenados pelos pecados que cometeram em vida, mas, sim, para alcançarem uma nova oportunidade de salvação durante os mil anos do reinado de Cristo. Resposta apologética: A palavra hebraica para sepultura é kever, e pode ser vista tanto no singular quanto no plural. Suas designações: a) Um terreno que pode ser vendido e comprado para qualquer finalidade, como, por exemplo, sepultar parentes (Êx 14.11); b) Um lugar que pode ser tocado por uma pessoa viva (Nm 19.16); d) Um lugar em que os ossos (restos mortais) ossos podem ser encontrados (2Rs 13.21); e) Um lugar que pode ser cavado e ossos, exumados (2Rs 23.16). Diferentemente, sheol, no hebraico, e hades, no grego, sempre são citados no singular, nunca no plural; e se referem a u...

Tenho visto a Deus face a face (Gn 32.30) - ICP Responde

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Tenho visto a Deus face a face (Gn 32.30) - ICP Responde Mormonismo. Afirma que Deus Pai tem corpo físico e rosto que podem ser vistos. Ceticismo. Diz haver contradição entre a referência em estudo e Êxodo 33.20,23 e João 1.18, por não concordarem com a possibilidade de o homem ver o Senhor face a face. Resposta apologética: Existe diferença entre contemplar uma representação de Deus em figura humana e testemunhar com olhos humanos sua glória celeste descoberta. A referência em estudo nos mostra que Jacó estava diante de uma manifestação teofânica de Deus. Ou seja, uma aparição representada na forma humana. Neste caso, tratava-se de uma aparição tangível, mas que não refletia a glória e o resplendor celeste. O que seria algo impossível, de acordo com Êxodo 33.20. Para o apóstolo Paulo, era extremamente possível contemplar o resplendor divino de forma íntima, imanente (2Co 4.6). Jesus atestou a possibilidade da contemplação de Deus, o Pai, apenas em representação humana, quando disse: ...

Abraão obedeceu à minha voz (Gn 26.5) - ICP Responde

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Abraão obedeceu à minha voz (Gn 26.5) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Afirmam que Abraão ouviu a voz de Deus e guardou os seus mandamentos (preceitos). Logo, teria guardado o sábado. Resposta apologética: O texto não declara que esses preceitos ou estatutos fossem os Dez Mandamentos, visto que a lei foi dada 430 anos depois de Abraão (Gl 3.17). Que preceitos ou leis Abraão guardou? Obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que saísse da terra dos seus pais (12.1; At 7.1-4). Obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que andasse em sua presença e fosse perfeito (17.1,2). Obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que guardasse o concerto da circuncisão (17.9-11). Obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que ouvisse sua mulher Sara e mandasse Agar, a serva, sair de sua casa (21.12). Obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que oferecesse seu filho Isaque em sacrifício (22.2). E obedeceu a Deus quando o Senhor lhe pediu para que permanecesse na terra que...

Não tomarás para meu filho mulher das filhas dos cananeus (Gn 24.3,4) - ICP Responde

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Não tomarás para meu filho mulher das filhas dos cananeus (Gn 24.3,4) - ICP Responde Ceticismo. Confronta este versículo com Juízes 14.4 para fundamentar suposta contradição bíblica, uma vez que o texto de Juízes parece admitir, com o apoio divino, a união entre servos do Senhor e idólatras. Resposta apologética: Na referência em estudo, Abraão dá exemplo a seus descendentes para que tomassem mulheres de linhagem semita e não dos cananeus, que eram amaldiçoados (9.24-27). Logo, os judeus não deveriam buscar esposas de quaisquer outros povos (Dt 7.1-3). Quanto ao episódio que envolve Sansão e Dalila, a filistéia, não é correto, como pensam os céticos, achar que Deus se agradava dessa união. Entretanto, o Senhor se valeu daquilo que Ele mesmo havia concedido a Sansão (força sobrenatural) para que fosse usado contra os filisteus em momento oportuno. O povo judeu sentia-se oprimido e escravizado pelos filisteus, de quem Sansão havia se tornado "amigo" e, por conta disso, parecia ...

Toma o teu filho e oferece-o ali em holocausto (Gn 22.1-18) - ICP - Responde

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Toma o teu filho e oferece-o ali em holocausto (Gn 22.1-18) - ICP - Responde Grupos religiosos marcionistas. Para Marcião, o Deus do Antigo Testamento era mau e o Deus do Novo Testamento bom. A referência em estudo é usada por essa seita para negar que o Deus de Israel, tal como revelado no Antigo Testamento, era o verdadeiro Deus. Resposta apologética: Para os cristãos, essa passagem não apresenta dificuldades. É óbvio e claro que Deus, ao pedir a Abraão para oferecer o seu próprio filho, Isaque, em sacrifício, estava provando a fé e a obediência do patriarca. Isaque não foi imolado, pois Deus já havia providenciado o carneiro do holocausto em substituição e resgate de sua vida. O caso de Isaque é um paralelo com a oferta que Deus faz de seu Filho unigênito, Jesus Cristo, como prova de seu amor e em resgate propiciatório ou vicário de toda a humanidade (Jo 3.16). No que diz respeito à revelação de Deus no Antigo Testamento, Jesus não fez diferença entre o Pai que o enviara e o Deus de...

Traze-os fora a nós, para que os conheçamos (Gn 19.5-8) - ICP Responde

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Traze-os fora a nós, para que os conheçamos (Gn 19.5-8) - ICP Responde Homossexuais. Os movimentos em defesa dos homossexuais (isto é, movimentos gays) afirmam que quando os homens daquelas cidades pediram a Ló para conhecerem os visitantes (os dois anjos com aparência humana), não pretendiam manter relações sexuais com eles. Dizem que, maliciosamente, o verbo conhecer foi interpretado como sinônimo de ato sexual. Afirmam, ainda, que o pecado de Sodoma e Gomorra foi a inospitalidade e não a homossexualidade. E baseiam este pensamento no costume cananeu que garantia proteção a quem fosse recebido sob um teto. Muita coisa é alegada em favor disso a partir da frase de Ló: "Nada façais a estes varões, porque por isso vieram à sombra do meu telhado" (v. 8b). Por isso ele teria oferecido suas filhas para que pudesse satisfazer a multidão zangada e, dessa forma, proteger a vida dos visitantes que estavam sob seu teto. A solicitação dos habitantes da cidade para conhecê-los seria sim...

Ainda que sou pó e cinza (Gn 18.27) - ICP Responde

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Ainda que sou pó e cinza (Gn 18.27) - ICP Responde Catolicismo Romano. Baseia-se nesta referência para justificar o uso de cinzas nos ritos eclesiásticos que antecedem a quaresma (Quarta-Feira de Cinzas). Resposta apologética: A questão primordial aqui não é exatamente a condenação ou a aprovação das cinzas como elemento de adoração a Deus, mas a distorção na interpretação do texto. Quando Abraão fala com Deus dizendo que era pó e cinza, estava se referindo, materialmente, ao que lhe era peculiar, como homem: "pó", algo sem qualquer valor; "cinza", coisa passageira. Em verdade, estava se humilhando. Em decorrência disso, observamos que não há cabimento, nesta referência, para que os católicos fundamentem sua tese quanto à prática ritualística a que se dedicam. Ainda no Antigo Testamento, tradições como "rasgar as vestes" já haviam sido censuradas por Deus (Jl 2.12,13). Todas essas práticas cerimoniais já foram abolidas pelo Senhor. Hoje, o que Ele deseja é...