Postagens

Tentado por Satanás (Marcos 1.13) - ICP Responde

Imagem
Tentado por Satanás (Marcos 1.13) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Dizem que Jesus não pode ser Deus porque Ele foi tentado. Resposta apologética: Jesus possui duas naturezas: é Deus (Jo 1.1; 1 Jo 5.20) e homem (1Tm 2.5). Como homem, a Bíblia diz que em tudo foi tentado (Hb 2.18; 4.15). A palavra tentar pode significar “provocar”, e, neste sentido, o Pai também foi tentado, mas nem por isso deixa de ser Deus: “Então contendeu o povo com Moisés, e disse: Dá-nos água para beber. E Moisés lhes disse: Por que contendeis comigo? Por que tentais ao SENHOR?” (Êx 17.2. V. tb. Nm 14.22; Sl 78.18,41,56; 95.9; 106.14; 1Co 10.9; Hb 3.9). Saiba mais... www.icp.com.br

Porque a vossa obra tem uma recompensa (2 Crônicas 15.7) - ICP Responde

Imagem
Porque a vossa obra tem uma recompensa (2 Crônicas 15.7) - ICP Responde Catolicismo Romano. Emprega este versículo para tentar justificar a prática de “boas obras” como fator determinante para que o homem seja salvo, contestando a teologia da salvação pela graça. Resposta apologética: A recompensa citada no texto em estudo refere-se ao fim traçado pelo homem a si mesmo. Todavia, quanto aos salvos, no atual advento da graça, a produção de boas obras de qualquer espécie atende à determinação de João Batista (Mt 3.8); ou seja, acompanha o pensamento de Tiago, que fala sobre a demonstração da fé por meio das obras (Tg 2.18), o que torna pública a conversão humana. Entretanto, tais obras não possuem vínculos ou determinam que aqueles que as praticam sejam merecedores da salvação planejada por Deus em Cristo (1Co 13.2,3). Saiba mais... www.icp.com.br

Não está aqui, mas ressuscitou... (Lucas 24.6) - ICP Responde

Imagem
Não está aqui, mas ressuscitou... (Lucas 24.6) - ICP Responde Espiritismo. Afirma que, depois da ressurreição, quando quis deixar a terra, Jesus não tornou a morrer. Seu corpo elevou-se, apagou-se e desapareceu, sem deixar vestígio algum. Com isso, conclui que Jesus, como qualquer pessoa, teve um corpo carnal e um corpo fluídico. Testemunhas de Jeová. Negam a ressurreição corporal de Jesus, declarando que o fato de Tomé ter colocado a mão no orifício ao lado de Jesus não mostra que Jesus ressuscitou no mesmo corpo com que foi pregado na “estaca”. Em sua concepção, Jesus simplesmente se materializou ou assumiu um corpo carnal e, para convencer Tomé sobre quem era, Jesus, naquele momento específico, usou um corpo com marcas de ferimento. Ciência Cristã. Ensina que Jesus usou as crenças de sua época para transmitir verdades espirituais aos discípulos. Como a morte não existe, tampouco houve uma ressurreição corporal. Resposta apologética: Se Jesus não ressuscitou fisicamente, não há salva...

E o Verbo era Deus (João 1.1) - ICP Responde

Imagem
E o Verbo era Deus (João 1.1) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Negam a divindade de Jesus, por isso registram este versículo, na Tradução do Novo Mundo, da seguinte maneira: “No princípio era a Palavra e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era [um] deus”. Resposta apologética: Para essa seita, existem dois deuses: o Todo-Poderoso, que é Jeová, e outro menor, que é Cristo. Para que pudessem lançar a Tradução do Novo Mundo na versão apontada, valeram-se da tradução de um teólogo espírita chamado Johannes Greber. Apesar dos esclarecimentos a respeito do uso impróprio que fez de tal versão, a Sociedade Torre de Vigia ainda continua utilizando a referida tradução do espírita Johannes Greber. Mas, na verdade, o cerne da questão está em crermos que toda a Bíblia é inspirada por Deus (2Tm 3.16,17; 2Pe 1.20,21). João aponta outras referências acerca da deidade absoluta de Jesus (Jo 5.18, 10.30-33). Logo, o Verbo jamais podia ser outro deus (20.28; 1Jo 5.20). Isso mostra o biteísmo das Te...

Feriram ao fio da espada (Josué 11.11) - ICP Responde

Imagem
Feriram ao fio da espada (Josué 11.11) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Citam esta referência para negar que a alma sobrevive após a morte do corpo físico. Resposta apologética: O original hebraico diz, literalmente: “E a toda a alma, que nela havia, feriram ao fio da espada”. Mas é claro e evidente que, neste caso, o texto está chamando a própria pessoa de alma, como acontece no relato bíblico sobre os descendentes do patriarca Jacó: “Todas as almas que vieram com Jacó ao Egito, que saíram dos seus lombos, fora as mulheres dos filhos de Jacó, todas foram sessenta e seis almas” (Gn 46.1-27). É importante lembrar que este é apenas um dos diversos sentidos da palavra alma na Bíblia (Mt 10.28; Gn 2.7). Saiba mais... www.icp.com.br  

Livrarás a sua alma do inferno (Provérbios 23.14) - ICP Responde

Imagem
Livrarás a sua alma do inferno (Provérbios 23.14) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Dizem que o inferno é a sepultura comum da humanidade, onde os mortos estão inconscientes. Resposta apologética: Se o inferno fosse realmente a sepultura comum da humanidade, poderíamos concluir, com base neste texto, que a criança que tivesse recebido uma boa disciplina teria conquistado o privilégio de passar a eternidade aqui, neste mundo. Seu corpo jamais iria à sepultura. O texto trata do inferno (sheol), para onde poderá ir a alma da criança que não for devidamente disciplinada nos retos caminhos do Senhor. No estado intermediário, entre a morte e a ressurreição do corpo, a alma permanece em estado consciente, no céu — se for cristã (2Co 5.6-8; Fp 1.21-23), ou no hades, em sofrimento — se for incrédula (Lc 16.22-25). Por ocasião da ressurreição, no arrebatamento da Igreja, o corpo (que agora jaz no pó da terra) e a alma serão reunidos. Os cristãos ressuscitarão e possuirão a imortalidade do cor...

Se clamares por conhecimento (Provérbios 2.1-11) - ICP Responde

Imagem
Se clamares por conhecimento (Provérbios 2.1-11) - ICP Responde Resposta apologética: O texto em análise aponta para um contra-senso agnóstico, que declara haver provas negativas e positivas quanto à existência de Deus, porém, todas inconclusas. Seguindo este conceito, não crê nem deixa de crer, além de, baseado ainda nesta suposta subjetividade de Deus, adotar a “ausência de conhecimento” como a melhor forma de lidar com o desconhecido. E, por adotar esta postura, suscita oposição tanto ao ateísmo quanto ao teísmo. O conceito agnóstico aqui definido fala sobre o desprezo de seus adeptos quanto a qualquer forma de conhecimento tido por eles como subjetivo, mas em especial o conhecimento de Deus. Na seqüência bíblica em destaque, mais precisamente no versículo 2, podem ser verificadas as condições para que o conhecimento (de Deus) seja incutido na limitada mente humana. Uma terceira condição (v. 3) contradita a tese agnóstica, por qualificar o conhecimento como dádiva do próprio Deus, q...