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“Era eu um menino bem-dotado e coubera-me por sorte uma alma boa” (Sabedoria 8.19) - ICP Responde

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“Era eu um menino bem-dotado e coubera-me por sorte uma alma boa” (Sabedoria 8.19) - ICP Responde Catolicismo Romano. Defensores do catolicismo empregam o texto em destaque para sustentar a preexistência das almas. RESPOSTA APOLOGÉTICA. A Bíblia diz muito claramente qual é o momento em que o homem começa a existir: “Peso da Palavra do Senhor sobre Israel: Fala o Senhor, o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele” (Zc 12.1). Assim, as Sagradas Escrituras ensinam que o homem teve seu princípio na terra. Somente Cristo teve preexistência, uma vez que, integrando a Trindade, por toda a eternidade, não teve princípio. Jesus preexistiu não porque fosse homem, mas porque era Deus antes de se tornar homem: “No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo 1.1). A preexistência de Cristo indignou os fariseus ao ouvirem seu testemunho: “E dizia-lhes: Vós sois de baixo, eu sou de cima; vós sois deste mundo, eu não sou deste m...

Vos batizo com água (Mateus 3.11) - ICP Responde

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Vos batizo com água (Mateus 3.11) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Segundo raciocinam, João Batista disse que Jesus batizaria com o Espírito Santo tal como ele havia batizado com água. E concluem: “assim como a água não é uma pessoa, o Espírito Santo também não é uma pessoa”. Sua intenção, com isso, é despersonalizar o Espírito Santo, para que possam justificar a doutrina de que a terceira pessoa da Trindade é apenas uma força ativa. Resposta apologética: Se aplicarmos o mesmo raciocínio das Testemunhas de Jeová nos escritos de Paulo em Romanos 6.3 e Gálatas 3.27, Jesus deixa de ser uma pessoa. Na primeira referência, o apóstolo faz uma interrogação: “Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?”. E, na segunda, diz: “Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo”. O fato de as pessoas serem batizadas em Cristo e serem revestidas de Cristo justifica a negação da personalidade de Jesus? Claro que não. Ta...

E tu, ó rei, dá-me licença que eu matarei o dragão (Acréscimos de Daniel 14.25) - ICP Responde

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E tu, ó rei, dá-me licença que eu matarei o dragão (Acréscimos de Daniel 14.25) - ICP Responde Catolicismo Romano. O texto apócrifo afirma que Daniel matou o dragão fazendo-o ingerir uma espécie de bolo. RESPOSTA APOLOGÉTICA. Nesse ponto, a narrativa apócrifa assume contornos deveras fantasiosos. Não bastasse a presença de um dragão, o texto diz que Daniel o matou de uma maneira bastante inusitada. Quem não conhecesse a história e tentasse imaginar meios para se matar um dragão, certamente jamais alcançaria tamanha inspiração inventiva: o dragão explode após ter comido um bolo com ingredientes que mais parecem itens dos caldeirões das bruxas em contos de fada. O bolo é feito de pez, uma espécie de piche antigo, alcatrão ou qualquer coisa betumada; sebo, que pode ser entendido como sendo uma substância encontrada nas vísceras abdominais de alguns quadrúpedes; e pelos, não se sabe se de pessoas ou de animais. Algumas versões traduzem os ingredientes, respectivamente, como piche, gordura ...

Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento (Mateus 3.8) - ICP Responde

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Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento (Mateus 3.8) - ICP Responde Catolicismo Romano. Usa esta passagem para tentar justificar a prática de penitências, pela qual, conforme ensina o magistério católico, pode-se obter o perdão divino. Resposta apologética: O texto em análise requer procedimentos exteriores que denotem mudança interior, no caráter, de forma espontânea, e não na modalidade “dívida”, uma vez que o homem natural não possui, em si mesmo, meios de pagar seus pecados, como tenta ensinar a doutrina católica da penitência. A concessão do perdão pelo Pai vem em decorrência de um sincero arrependimento. Deus não exige ou deseja sacrifícios que, supostamente, façam jus ao perdão (1Sm 15.22). O arrependimento sincero (At 2.38), no advento do Novo Testamento, eximiu os israelitas — e também os gentios — da norma mosaica que determinava uma oblação pelo pecado (Êx 29.14,36). Saiba mais... www.icp.com.br

Morrendo o homem, porventura, tornará a viver? (Jó 14.10-14) - ICP Responde

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Morrendo o homem, porventura, tornará a viver? (Jó 14.10-14) ICP Responde Espiritismo. Usa este texto fora de seu contexto para tentar provar a crença da “pluralidade de existências”, que diz que o espírito do homem reinicia na vida terrena em um novo corpo, desde a gestação. Resposta apologética: O espiritismo não usa corretamente a Palavra de Deus ao empregar este texto. Força uma descabida interpretação da frase: “até que viesse a minha mudança” para fundamentar seu ensino de que o espírito de um corpo já falecido se “muda” para um óvulo fecundado em uma “outra mãe”, desprezando, com isso, as verdades contidas em 1João 3.2 e 1Coríntios 15.52, que versam sobre a glorificação do corpo corruptível, o mesmo que será ressuscitado e não reencarnado, como pretende a doutrina kardecista. Além do mais, Jó era, segundo a fé, conhecedor de que seu redentor (Cristo) vivia e que, em sua própria carne — e não em outra diferente — veria a Deus (19.25,26). Outro texto que não recebe atenção kardeci...

Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus (Mateus 3.2) - ICP Responde

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Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus (Mateus 3.2) - ICP Responde Espiritismo. Declara o seguinte, a respeito do reino de Deus: “Enquanto uma gota de sangue corre na terra pelas mãos dos homens, o verdadeiro reino de Deus ainda não terá chegado...”. Resposta apologética: O versículo citado apresenta aos homens uma maneira figurativa de referir-se a Jesus Cristo, uma vez que o “reino de Deus”, neste contexto, só pode ser alcançado pelo arrependimento, proveniente da fé em Jesus: o caminho (Jo 14.6), e do reconhecimento de que somos pecadores (Rm 11.32; Gl 3.22). A chegada deste reino é a chegada de Jesus. Logo, o reino de Deus já veio aos homens, não por imposição, mas por proposta. Declarar que o reino de Deus ainda não é chegado, é o mesmo que dizer que Jesus não veio, portanto, não realizou o sacrifício, o que torna inútil a fé cristã (1Co 15.12-20). Saiba mais... www.icp.com.br  

Oferecia holocaustos segundo o número de todos eles (Jó 1.5) - ICP Responde

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Oferecia holocaustos segundo o número de todos eles (Jó 1.5) - ICP Responde Catolicismo Romano. Declara que uma pessoa pode expiar o seu próprio pecado e de outros por meio das indulgências. Resposta apologética: Ao oferecer sacrifícios em favor de seus filhos, Jó não estava ensinando que uma pessoa pode expiar os pecados de outros, nem promovendo o ensino das indulgências. É verdade que Deus ouve as orações dos justos (Tg 5.16), contudo, a virtude de um ser humano não é transferida a outros (Ez 18.20). Ainda que as Escrituras nos convidem a orar em favor das pessoas, como Jó orou, isso deve ser feito pelos vivos e não pelos mortos. Saiba mais... www.icp.com.br