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Convidai para as bodas a todos os que encontrardes (Mateus 22.9) - ICP Responde

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Convidai para as bodas a todos os que encontrardes (Mateus 22.9) - ICP Responde Universalismo. Baseado na verdade de que Deus é amoroso, propaga a crença de que todos serão salvos, indistintamente. Resposta apologética: O versículo 11 deste capítulo, que revela a necessidade da “veste nupcial” (estar espiritualmente limpo), implica em que o “convite” de Cristo à salvação não é incondicional, antes, está atrelado à necessidade de obediência ao evangelho que retrata o sacrifício vicário, situação que não se observou no indesejável convidado. No mesmo sentido, é explicitado, pela Bíblia, que, além da morte física (que atinge crentes e incrédulos), existe a “segunda morte” (que atingirá somente os descrentes). A segunda morte está ocorrendo estritamente no campo espiritual, como eterna punição (Jo 5.28,29; Ap 21.8). Nova Era. Diz que Jesus estava convidando seus amigos para a festa de Aquários, para o banquete do seu nascimento, ou seja, dessa nova era. Resposta apologética: Quando a Bíbli...

Vai, numera a Israel e a Judá (2Samuel 24.1) - ICP Responde

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Vai, numera a Israel e a Judá (2Samuel 24.1) - ICP Responde Ceticismo. Para alegar contradição bíblica, confronta este texto com 1Crônicas 21.1, que diz que Satanás incitou o senso realizado por Davi em Israel. Resposta apologética: A compreensão desta aparente contradição exige que o proponente da crítica se curve à ortodoxia bíblica. Se nos orientarmos por ela, veremos que não existe divergência. O texto de 1Crônicas está mais bem adaptado ao caso, visto que a incitação, de fato, originou-se em Satanás, cujo alvo era Davi. Todavia, nada ou ninguém nos céus, na terra ou no inferno pode suplantar a soberania divina. Assim, a iniciativa de Satanás só foi possível por causa da teologicamente reconhecida “vontade permissiva de Deus”, sem a qual nada nem ninguém pode manifestar-se, seja onde e como for. A concessão divina do ato tinha o seguinte propósito: uma construtiva “humilhação” do rei, uma lição espiritual. Duas oportunidades bíblicas se assemelham a esta situação. A primeira envolv...

O reino de Deus vos será tirado (Mateus 21.43-44) - ICP Responde

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O reino de Deus vos será tirado (Mateus 21.43-44) - ICP Responde Islamismo. Diz que o crime dos judeus contra Jesus privou-os da graça de Deus, e que os filhos de Ismael são a pedra que os construtores rejeitaram. Resposta apologética: No texto em análise, Jesus está falando sobre a parábola dos lavradores maus (Mc 12.1-12; Lc 20.9-18). Não está se referindo a Ismael e muito menos ao profeta do islamismo. Ao analisarmos os evangelhos, não encontramos nada que sirva para consubstanciar tal doutrina. Quando lemos todo o texto com a devida atenção, compreendemos claramente a impossibilidade da estranha interpretação islâmica. O versículo se refere explicitamente à rejeição de Israel por parte de Deus e à intenção do Senhor de criar uma “nova nação” (v. 43), que é a Igreja, constituída de todas as gentes (Ef 2.11-15; 1Pe 2.9). Saiba mais... www.icp.com.br

Também nasceram a Absalão três filhos e uma filha (2Samuel 14.27) ICP - Responde

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Também nasceram a Absalão três filhos e uma filha (2Samuel 14.27) - ICP - Responde Ceticismo. Alega que há contradição entre este versículo e 2Samuel 18.18, que registra as seguintes palavras de Absalão: “Filho nenhum tenho para conservar a memória do meu nome”. Resposta apologética: Os dois textos estão corretos, e sua exatidão reside no fato de não registrarem os nomes dos filhos de Absalão, apenas o de Tamar, o que não deixa de ser uma clara demonstração de que os meninos não teriam sobrevivido além da infância. Conseqüentemente, não suscitaram descendência. A intensa amargura de Absalão, como se pode perceber em suas palavras, tem um motivo peculiar. Vejamos o que ele disse: “Não ter filhos para conservar seu nome”. Absalão tinha consciência que seu passado o condenava. E, ainda que sua mulher pudesse lhe conceber outros filhos homens, seu medíocre consolo seria a construção de seu próprio mausoléu. Isso por ter tentado usurpar o trono de seu irmão, Salomão, assassinar o próprio pa...

Em resgate de muitos (Mateus 20.28) - ICP - Responde

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Em resgate de muitos (Mateus 20.28) - ICP - Responde Testemunhas de Jeová. Por conta deste versículo, criaram duas classes de membros: a dos ungidos (para os quais o resgate proporciona o céu logo após a morte) e a das “outras ovelhas” (que viverão na terra). Segundo ensinam, as pessoas que compõem esta última classe morrem com a esperança de um dia ressuscitarem com o seguinte objetivo: viver na terra uma nova prova durante o reino milenial de Cristo. Resposta apologética: A palavra “resgate” é uma tradução do termo grego lytron, que significa “preço de redenção”. Jesus pagou igualmente o preço de redenção por todos os homens. Não faz acepção de pessoas. Pelo contrário, oferece salvação perfeita e completa a todos (Jo 1.29; Hb 7.25; 9.11,12; 10.10,12). Aos olhos de Cristo, a humanidade é classificada da seguinte forma: salvos e perdidos (Mt 7.13,14). Espiritismo. Afirma que a missão de Cristo não foi resgatar a humanidade por meio de seu sangue, e que o sangue, ainda que de um Deus, n...

Então, Tamar tomou cinza sobre a sua cabeça (2Samuel 13.19) - ICP Responde

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Então, Tamar tomou cinza sobre a sua cabeça (2Samuel 13.19) - ICP Responde Catolicismo Romano. Baseia-se nesta referência para justificar o uso de cinzas nos rituais eclesiásticos que antecedem a quaresma. Resposta apologética: A iniciativa de Tamar, espargir cinzas sobre a cabeça, estava relacionada à violência sexual que sofreu por parte de seu irmão, Amnon, que a colocou em situação de ultraje e vergonha diante de todo o povo (v.13). Não há cabimento, nesta seqüência bíblica, para o pensamento romano de que esse ato deva ser considerado uma prática ritualística. Até porque, no Antigo Testamento, várias tradições, como, por exemplo, “rasgar as vestes”, já haviam sido censuradas por Deus (Jl 2.12,13). E com o costume de cobrir a cabeça de cinzas não é diferente. Em suma, o ato de Tamar tratava-se apenas de mais uma prática cerimonial, há muito abolida pelo culto interior, por meio do qual Deus deseja uma conversão interna e sincera, que transpareça no exterior (Is 1.11-16). Saiba mais...

Mas todo aquele que entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal (Mateus 20.20-28) - ICP Responde

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Mas todo aquele que entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal (Mateus 20.20-28) - ICP Responde Espiritismo. Aplica este texto à tese que defende a doutrina de que há outra existência, na qual o que foi soberbo torna-se pequeno e o que usufruiu vida modesta agora é farto. Resposta apologética: O maior propósito de Cristo nesta referência está na orientação que exalta a “humildade” em detrimento da “soberba”. Não faz nenhuma promessa de reencarnação feliz e bem-sucedida. Ao contrário, está nos dando orientação para que sejamos imitadores de Deus (Ef 5.1), mas com um espírito manso e humilde (11.29). Somente assim haveremos de usufruir a salvação, desde que a nossa postura seja de servidão a Deus e com gratidão, por já sermos salvos. Não precisamos das boas obras para que possamos alcançar a salvação, e o apóstolo Paulo, diversas vezes, adverte a esse respeito (Rm 11.5,6; Gl 2.16). Em verdade, nesta referência, Cristo está propondo o maior exemplo de humildade, porque, sendo Deus, se ...