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Nenhum sangue comereis (Lv 7.26,27) - ICP Responde

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Nenhum sangue comereis (Lv 7.26,27) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Fazem uso indevido desta referência para proibir a transfusão de sangue. Sua argumentação: "A transfusão de sangue é o mesmo que comer sangue, porque se assemelha à alimentação". Resposta apologética: O texto proíbe explicitamente a ingestão de sangue de aves e de animais, mas os adeptos dessa seita ampliam seu conteúdo, incluindo a administração médica de sangue humano, algo jamais imaginado por Moisés, e muito menos pelos antigos israelitas que liam o Pentateuco. A ingestão de sangue era proibida pela lei mosaica porque o sangue constituía uma parte importante dos sacrifícios; entre outras coisas, prenunciava o precioso sangue de Jesus, o Cordeiro de Deus. Utilizar estes versículos como uma visão profética sobre os prós e os contras dos procedimentos médicos é ignorar totalmente o contexto da passagem (Gn 9.4). Saiba mais... www.icp.com.br  

Degolará o bezerro [...] oferecerão o sangue (Lv 1.5) - ICP Responde

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Degolará o bezerro [...] oferecerão o sangue (Lv 1.5) - ICP Responde Cultos afros. Seus adeptos afirmam que, no Antigo Testamento, Deus exigia o sangue dos animais, por isso seus rituais estão em harmonia com a Bíblia. Resposta apologética: A matança de animais no Antigo Testamento apontava para o sacrifício perfeito e aceitável do Filho de Deus, Jesus Cristo. O sangue daqueles animais era ineficaz para limpar os pecados dos homens (Hb 10.4). Somente o sangue de Cristo, derramado na cruz uma só vez (Hb 10.12), pôde (e ainda pode) purificar o homem de todos os seus pecados (Jo 1.29; 1Jo 1.7). Concluímos, então, que todos os sacrifícios do Antigo Testamento eram tão-somente um tipo do verdadeiro e único sacrifício de Jesus. Logo, as pessoas que sacrificam animais com propósitos religiosos (um ritual ineficaz, diga-se de passagem) estão, na verdade, sacrificando não ao Deus da Bíblia, mas aos demônios (1Co 10.20,21). Saiba mais... www.icp.com.br  

E azeite para a luminária (Êx 35.8) - ICP Responde

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E azeite para a luminária (Êx 35.8) - ICP Responde Catolicismo Romano. Usa esta referência para apoiar o emprego de velas em suas liturgias e práticas cultuais. Resposta apologética: O azeite, neste versículo, tanto quanto na referência 27.20, representa unção, e também o Espírito Santo e a presença de Deus (em espírito) entre os homens. Mas os católicos, baseados em uma falsa interpretação da Bíblia, empregam velas em seus rituais, acendendo-as aos mortos (que supostamente estão no purgatório) e oferecendo-as aos "santos de devoção", como indulgências. Tais procedimentos, no entanto, não têm respaldo bíblico. Saiba mais... www.icp.com.br  

E, havendo eu tirado a minha mão, me verás pelas costas; mas a minha face não se verá (Êx 33.21-23) - ICP Responde

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E, havendo eu tirado a minha mão, me verás pelas costas; mas a minha face não se verá (Êx 33.21-23) - ICP Responde Ceticismo. Para os céticos, estes versículos apresentam contradição, pois não concordam entre si com a possibilidade de o homem poder ver o Senhor face a face. Resposta apologética: A inaptidão dos céticos quanto às questões espirituais é o seu maior obstáculo para que possam compreender os conceitos textuais bíblicos. São coisas bem diferentes: contemplar uma representação de Deus em forma de figura humana ou algo semelhante e testemunhar com os olhos humanos a glória celeste e descoberta de Deus. O texto em destaque nos mostra que Deus (o Pai), por sua infinita bondade, não deixou que Moisés visse aquilo que ele, certamente, não poderia resistir (33.20). Por isso o Senhor lhe mostrou apenas o que Moisés poderia ver: "as costas" (33.23). O versículo 22 é responsável pela descrição do zelo de divino para com seu servo, porque, segundo a advertência divina, Moisés...

Falava o SENHOR a Moisés face a face (Êx 33.11) - ICP Responde

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Falava o SENHOR a Moisés face a face (Êx 33.11) - ICP Responde Mormonismo. Usa esta referência para defender sua doutrina que diz que o Deus Pai tem um corpo físico. Resposta apologética: A frase "face a face", usada no hebraico, significa "pessoalmente", "diretamente" ou "intimamente". Moisés teve o privilégio de experimentar uma espécie de relacionamento, sem mediador, com Deus. Mas tanto ele quanto qualquer outro mortal jamais viram o rosto (a essência) de Deus (1Tm 6.16). A Bíblia é extremamente clara e enfática quando diz que "Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade" (Jo 4.24). E mais: "Um espírito não tem carne e osso" (Lc 24.39). Logo, o Deus Pai não tem um corpo físico! Saiba mais... www.icp.com.br  

Porventura farei propiciação por vosso pecado (Êx 32.30-33) - ICP Responde

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Porventura farei propiciação por vosso pecado (Êx 32.30-33) - ICP Responde Catolicismo Romano. Em defesa da doutrina das indulgências, ensina uma expiação vicária dos membros do corpo de Cristo, a Igreja: "Como Cristo, a Cabeça sofreu a expiação e tomou lugar dos membros, assim também um membro pode tomar o lugar de outro membro". Resposta apologética: Deus não riscou o nome de Moisés de seu livro, isto é, não tomou a vida de Moisés como propiciação pelo pecado de idolatria do povo de Israel. Ao contrário, "visitou, neles, o seu pecado" (v. 34,35). Só existe uma propiciação pelos pecados da humanidade, o sacrifício do Filho de Deus (Rm 5.18; 2Co 5.14,15,18-21; 1Jo 2.1,2; Hb 9.11-14). O que os cristãos fazem é praticarem, entre si, a solidariedade, que é própria de irmãos: "Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo" (Gl 6.2). Quanto ao sentimento de Moisés, ele preferia a própria morte à condenação do povo de Israel. O apóstolo Paulo...

E arrepende-te deste mal contra o teu povo (Êx 32.12) - ICP Responde

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E arrepende-te deste mal contra o teu povo (Êx 32.12) - ICP Responde Ceticismo. Questiona a imutabilidade divina descrita na Bíblia (Nm 23.19; Ml 3.6; Tg 1.17), visto que a referência em estudo identifica "arrependimento" na conduta de Deus, o que não condiz com sua natureza perfeita e presciente, conforme pretendida pela teologia bíblica. Resposta apologética: O emprego da linguagem antropomórfica na referência em pauta não desmerece a presciência do Deus Todo-Poderoso e muito menos contradiz as declarações bíblicas que atestam a imutabilidade divina. A expressão "arrepende-te", que em seu sentido real significa "mudar de atitude", é simplesmente uma indicação, em linguagem humana, de que o procedimento de Deus para com o homem que peca é necessariamente diferente da posição que o Senhor toma em relação à pessoa que lhe obedece. Um exemplo prático e perfeitamente aplicável pode ser visto na vida de Jonas (Jn 3.4-10). Deus pretendia destruir Nínive por cau...

E fez dele um bezerro de fundição (Êx 32.4) - ICP Responde

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E fez dele um bezerro de fundição (Êx 32.4) - ICP Responde Esoterismo. Afirma que o Antigo Testamento contém muitos textos referentes à adoração astrológica planetária. O bezerro de ouro, fabricado por Arão, foi baseado na astrologia egípcia do deus Taurus, o touro (32.1-35). Resposta apologética: Israel foi bem advertido quanto à proibição dessa prática. No Antigo Testamento, os adivinhos, e todos os que os consultavam, deviam ser apedrejados, como podemos observar nos textos que seguem: a.) "Não vos virareis para os adivinhadores e encantadores; não os busqueis, contaminando-vos com eles. Eu sou o SENHOR vosso Deus" (Lv 19.31); b.) "Quando alguém se virar para os adivinhadores e encantadores, para se prostituir com eles, eu porei a minha face contra ele, e o extirparei do meio do seu povo" (Lv 20.6); c.) "Quando, pois, algum homem ou mulher em si tiver um espírito de necromancia ou espírito de adivinhação, certamente morrerá, serão apedrejados; o seu sangue s...

Será um sinal para sempre (Êx 31.17,18) - ICP Responde

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Será um sinal para sempre (Êx 31.17,18) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Afirmam que esta referência comprova que a guarda do sábado é obrigatória por causa da expressão "para sempre", para a qual dão a seguinte interpretação: "de duração permanente". Resposta apologética: Há outros textos na Bíblia que falam de "preceitos perpétuos" ou "para sempre" e não são considerados "de duração permanente" pelos próprios sabatistas. Segundo a Bíblia, são preceitos perpétuos: a circuncisão (Gn 17.7, 13), a unção dos sacerdotes (40.15) e a celebração da Páscoa (12.14). Mas "nenhum trabalho era preceito perpétuo" (Lv 23.31). Por que só vêem no sábado um preceito perpétuo? Saiba mais... www.icp.com.br  

Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou (Êx 31.17) - ICP Responde

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Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou (Êx 31.17) - ICP Responde Ceticismo. Questiona a onipotência do Deus bíblico, afirmando ser inepto conferir tal atributo a um ser que se cansa. Resposta apologética: O verbo hebraico neste texto significa, literalmente, "cessar" ou "terminar", do qual se origina o termo shabbat, cuja tradução em português é: "sábado" ou "dia de descanso", o que está de acordo com a satisfação de Deus diante da obra que tinha realizado, como pode ser visto em Gênesis 1.31: "E viu Deus tudo quanto tinha feito, e viu que era bom...". Outrossim, o testemunho de Jesus sobre a obra divina atesta que não seria possível um ser espiritual (ainda que fosse um anjo), isento das fragilidades humanas, sentir necessidade de descanso - repouso físico (Jo 5.17). Saiba mais... www.icp.com.br  

Farás também dois querubins (Êx 25.18; 37.7) - ICP Responde

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Farás também dois querubins (Êx 25.18; 37.7) - ICP Responde Catolicismo Romano. Para escapar da acusação de que seus fiéis praticam a idolatria, a Igreja Católica Romana desenvolveu três argumentos básicos. O primeiro deles é que o texto de Êxodo 20.4,5 não se tratava (ou não se trata) de uma proibição absoluta, mas condicionada pelas circunstâncias em que os israelitas, visto que o próprio Deus lhes mandou construir imagens sagradas (25.17-22; 1Rs 6.23-29; 7.23-28; 1Cr 22.8-13). O segundo argumento desenvolveu a teoria da pedagogia divina, que é resumida da seguinte forma por dom Estevão Bettencourt: "...Os cristãos foram percebendo que a proibição de fazer imagens no Antigo Testamento tinha o mesmo papel de pedagogo (condutor de crianças destinado a cumprir as suas funções e retirar-se) que a Lei de Moisés em geral tinha junto ao povo de Israel. Por isso o uso das imagens foi-se implantando. As gerações cristãs compreenderam que, segundo o método da pedagogia divina, atualizada ...

E viram o Deus de Israel (Êx 24.9-11) - ICP Responde

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E viram o Deus de Israel (Êx 24.9-11) - ICP Responde Mormonismo. Emprega esta passagem para afirmar que Deus Pai tem um corpo físico, podendo ser visto pelos homens. Resposta apologética: Deus se manifestou de muitas maneiras, e a esse procedimento divino chamamos de teofania (Nm 12.8). As visões que as pessoas tinham de Deus eram parciais, de acordo com a sua percepção humana. Ninguém jamais viu o Senhor Deus completamente, ou seja, em sua plenitude, por Ele habita na luz inacessível (Jo 1.18; 1Tm 6.16. V. tb. Gn 32.30). Saiba mais... www.icp.com.br  

Ao sétimo dia descansarás (Êx 23.12) - ICP Responde

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Ao sétimo dia descansarás (Êx 23.12) - ICP Responde Comentário apologético: Oséias 2.11 fala da abolição da observância do dia do sábado: "E farei cessar todo o seu gozo, e as suas festas, e as suas luas novas e os seus sábados, e todas as suas festividades". Esta profecia se cumpriu com o ministério de Cristo: "Vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos" (Gl 4.4,5). Em Colossenses 2.14-17, o apóstolo Paulo, divinamente inspirado, explica a relação entre o ministério de Cristo e a abolição do sábado no Novo Testamento: "Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo. Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa d...

E quando alguém ferir o olho do seu servo [...] o deixará ir livre pelo seu olho (Êx 21.26) - ICP Responde

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E quando alguém ferir o olho do seu servo [...] o deixará ir livre pelo seu olho (Êx 21.26) - ICP Responde Ceticismo. Usa o paralelo entre este texto e Deuteronômio 15.12-18 para afirmar que a Bíblia apresenta normas contraditórias para a alforria dos escravos. Resposta apologética: É um exagero cético tentar desmerecer a Palavra de Deus confrontando textos que em nada se comunicam, a não ser pela questão do forro da escravidão. O que se observa na referência em estudo é que o escravo, que não era hebreu e pertencia a uma classe social inferior, não podia aplicar a Lei de Talião (descrita até o v. 25) ao seu ofensor. Mas se fosse ferido gravemente nos olhos ou nos dentes por agressão cometida pelo senhor, este deveria compensá-lo, por tê-lo lesado, com a alforria, deixando-o livre, como ressarcimento pelo mal que lhe causou. Quanto ao procedimento descrito em Deuteronômio, não tem nada a ver com este, uma vez que: 1) dita normas sobre os servos hebreus que se vendiam a seus próprios ir...

Se um ferir uma mulher grávida (Êx 21.22,23) - ICP Responde

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Se um ferir uma mulher grávida (Êx 21.22,23) - ICP Responde Comentário apologético: A Palavra de Deus considera a vida de um feto como a vida de um adulto. Logo, não temos aqui uma brecha para que o aborto seja aceito. Pelo contrário. O objetivo da multa imposta a quem provocasse um parto prematuro era auxiliar a mulher em suas dificuldades. Mas se do parto sobreviesse morte, não se aceitaria reparação financeira: seria "vida por vida". É importante notar que, no original, a palavra empregada neste contexto é yatsa, que significa, literalmente: "sair" ou "dar à luz". Não tem o sentido de aborto voluntário. Saiba mais... www.icp.com.br  

Não fale Deus conosco (Êx 20.19) - ICP Responde

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Não fale Deus conosco (Êx 20.19) - ICP Responde Catolicismo Romano. Para justificar a intercessão dos santos, diz que Moisés rogava pelo povo. E vai mais longe ao afirmar que o nome Medianeiro ou Mediador é aplicado somente a Jesus Cristo (1Tm 2.5), porque sua mediação é absolutamente necessária, suficiente, não carecendo de auxílio, mas isso não exclui os medianeiros subalternos e dependentes de Cristo. Resposta apologética: Há problemas graves nesse argumento católico, porque a Bíblia não reconhece nem menciona qualquer mediação ao lado da única e suficiente mediação de Cristo. Não fala de mediadores ou medianeiros subalternos, mas de um só Mediador (ou Medianeiro). Jesus disse: "Eu sou o caminho, a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14.6). Os apóstolos deram testemunho inequívoco disso: "Debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pela qual devamos ser salvos" (At 4.12). "Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e...

Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra [...] e ao sétimo dia descansou (Êx 20.11) - ICP Responde

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Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra [...] e ao sétimo dia descansou (Êx 20.11) - ICP Responde Ceticismo. Questiona a onipotência do Deus bíblico ao afirmar ser inepto conferir tal atributo a um "ser" que se cansa. Resposta apologética: O verbo hebraico neste texto significa, literalmente, "cessar" ou "terminar", do qual se origina o termo shabbat, cuja tradução em português é: "sábado" ou "dia de descanso", o que está de acordo com a satisfação de Deus diante da obra que tinha realizado, como pode ser visto em Gênesis 1.31: "E viu Deus tudo quanto tinha feito, e viu que era bom...". Outrossim, o testemunho de Jesus sobre a obra divina atesta que não seria possível um "ser" espiritual (ainda que fosse um anjo), isento das fragilidades humanas, sentir necessidade de descanso - repouso físico (Jo 5.17). Saiba mais... www.icp.com.br  

Não adulterarás (Êx 20.14) - ICP Responde

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Não adulterarás (Êx 20.14) - ICP Responde Mormonismo. Em sua concepção, ter várias esposas não é adultério. Adultério seria tomar esposas de outros homens, já casados. Resposta apologética: Isso não é verdade. Os dois exemplos constituem pecado. Em seu livro, Doutrinas e convênios, os próprios mórmons nomeiam a poligamia de adultério. Vejamos: "Amarás a tua esposa de todo o teu coração e a ela te apegarás e a nenhuma outra. E aquele que olhar uma mulher para a cobiçar, negará a fé e não terá o Espírito; e se não se arrepender será expulso. Não cometerás adultério. E o que cometer adultério, e não se arrepender, será expulso. Mas o que haja cometido adultério e se arrepender de todo o seu coração, e o abandonar; e não mais o cometer; tu perdoarás" (D&C 42.22-24). O Livro de Mórmon também é contra a poligamia (Mosias 11.1-2; Jacó 2.24-27). A ordem de Deus era: "Tampouco para si multiplicará mulheres, para que o seu coração não se desvie..." (Dt 17:17). O fruto da ...

Não matarás (Êx 20.13) - ICP Responde

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Não matarás (Êx 20.13) - ICP Responde Ceticismo. Confronta este versículo com Juízes 3.20,21 e afirma que há contradição entre os dois textos, uma vez que, em Juízes, o próprio Deus suscitou um homem a cometer homicídio. Resposta apologética: Os céticos precisam, mesmo considerando o sétimo mandamento, compreender e aceitar que Deus é o Concessor da vida e, consequentemente, tem direito sobre ela (Jó 1.21), podendo tomá-la quando e como quiser sem que, com isso, transgrida seus próprios estatutos. Quanto ao texto de Juízes, alegam que Eúde fora levantado por Deus como libertador do povo israelita (Jz 3.15). É necessário esclarecer que nem tudo o que a Bíblia relata está em harmonia com os mandamentos divinos. Ou seja, não significa que ela aprove. O próprio texto em análise não apresenta, sequer por inferência, aprovação divina ao bárbaro assassinato perpetrado por Eúde. Em suma, a Bíblia tão-somente relata o fato. Saiba mais... www.icp.com.br  

Até quando recusareis guardar os meus mandamentos...? (Êx 16.28) - ICP Responde

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Até quando recusareis guardar os meus mandamentos...? (Êx 16.28) - ICP Responde Adventistas do Sétimo Dia. Afirmam que a guarda do sábado foi instituída no Éden e que Adão já a observava. Resposta apologética: Em Êxodo 15.25, lê-se que Deus "... lhes deu estatutos e uma ordenação, e ali [no deserto] os provou". Logo, o sábado foi ordenado no deserto, depois da saída dos filhos de Israel do Egito, e não antes. Os cristãos, segundo o testemunho claro do Novo Testamento, estão livres da observância do sábado (Cl 2.16,17). De fato, a tentativa de reconciliação com Deus por meio de obras implica a nulidade da obra de Cristo e a obrigatoriedade de se guardar toda a lei (Gl 5.2,3). Assim, aqueles que consideram ser importante guardar o sábado devem julgar se estão fazendo isso da maneira que a lei no Antigo Testamento prescrevia: não sair de casa no sábado (16.29); não ferver ou assar comida (16.23); guardar o sábado dentro de casa (16.29); não acender fogo (35.3); não fazer viagens...