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Quem dentre nós habitará com o fogo consumidor? (Isaías 33.14) - ICP Responde

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ICP Responde Quem dentre nós habitará com o fogo consumidor? (Isaías 33.14) Catolicismo Romano. Tem nesta passagem o respaldo ao suposto fundamento da crença no purgatório. Resposta apologética: Esta interpretação está desprovida de bom senso, uma vez que a parte final do versículo é desconsiderada: “Quem dentre nós habitará com as labaredas eternas?”. Se são eternas, logo não são passageiras, como compreende o conceito católico a respeito do purgatório. Ainda que os católicos tentem distinguir esta tese, outros pontos bíblicos a rechaçam, como, por exemplo, a experiência do ladrão da cruz, que pecou até o último instante de sua vida, mas, por crer, teve imediata garantia de ir ao paraíso tão logo espirasse. Na parábola do “trabalhador da vinha”, também está evidenciado que mesmo aqueles que aceitam a Cristo no leito de morte têm direito à recompensa da salvação, sem que sejam submetidos a mitológicos planos intermediários (Mt 20.1-16). Saiba mais... www.icp.com.br

Como a de um que tem espírito familiar (Isaías 29.4) - ICP Responde

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ICP Responde Como a de um que tem espírito familiar (Isaías 29.4) Mormonismo. Afirma que este livro contém um espírito familiar, ou seja, assuntos que nos são familiares, e também que a fala fraca, que sai de debaixo da terra, é uma profecia sobre as placas de ouro encontradas por Joseph Smith e que deram margem ao surgimento do Livro de Mórmon. Resposta apologética: Em qualquer lugar da Bíblia em que se menciona a expressão espíritos familiares se refere à mediunidade ou à comunicação de supostos espíritos de mortos com os vivos. Isso é taxativamente condenado pela Escritura Sagrada como uma prática ligada à feitiçaria. A edição de Almeida Revista e Corrigida traduz: “E será a tua voz debaixo da terra, como a dum feiticeiro, e a tua fala assobiará desde o pó”. Em Isaías 8.19, lemos: “Quando, pois, vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo a seu Deus? A favor dos vivos consultar-se-á aos mortos?” (...

Os teus mortos viverão (Isaías 26.19) - ICP Responde

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ICP Responde Os teus mortos viverão (Isaías 26.19) Espiritismo. Emprega este texto para sustentar sua crença na reencarnação. Resposta apologética: A expressão “os teus mortos viverão”, para os espíritas, refere-se à ocupação de um outro corpo, pelo próprio espírito do falecido, que volta à vida, renascendo novamente no ventre materno. Esta tese é baseada em João 3.3. A matéria bíblica, contudo, tem uma interpretação correta e diferente da interpretação do espiritismo. Em outras palavras, a Bíblia considera o texto em estudo em sua originalidade: “Os teus mortos ressuscitarão”. A ressurreição não coaduna com a reencarnação, antes, refere-se ao retorno à vida no próprio corpo que fora sepultado, ou consumido de qualquer outra forma, o que difere diametralmente da reencarnação, que propõe a tomada de um novo corpo, desde o ventre da mãe. O entendimento espírita despreza por completo a doutrina da transformação do corpo carnal em corpo espiritual glorificado, especificada no contexto bíbl...

Porque agora o Senhor teria confirmado o teu reino sobre Israel para sempre (1 Samuel 13.13) - ICP Responde

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ICP Responde Porque agora o Senhor teria confirmado o teu reino sobre Israel para sempre (1 Samuel 13.13) Ceticismo. Contesta este versículo afirmando que a herança perpétua do trono de Israel estava destinada à tribo de Judá (Gn 49.10) e não a Saul, que era benjamita. Resposta apologética: Samuel, na referência em destaque, não faz promessas a Saul, apenas relata a deposição do trono (fato determinado por Deus), esclarecendo-lhe os motivos. Ainda que Samuel fosse um exímio conhecedor da lei e d e suas profecias, como homem tinha algumas deficiências naturais de sua natureza e, por conta disso, estava propenso a declarar algo que não estivesse de acordo com o plano divino. Diferentemente de Samuel, o Senhor Deus tinha consciência de que Saul não procederia conforme o povo esperava. Com isso concluímos que as palavras proferidas pelos homens da Bíblia, mesmo os mais ilustres, não podem ser comparadas às profecias ditadas por Deus, incontestes e inerrantes. Saiba mais... www.icp.com.br

Vejo deuses que sobem da terra (1 Samuel 28.13) - ICP Responde

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ICP Responde Vejo deuses que sobem da terra (1 Samuel 28.13) Espiritismo. Usa este texto, entre muitos outros, para tentar justificar a mediunidade. Segundo ensina, se Saul, um rei escolhido por Deus, lançou mão desta prática, também podemos fazer isso. Voz da Pedra Angular. Diz que Samuel apareceu em um corpo teofânico da sexta dimensão. Resposta apologética: Em desobediência a todas as ordens divinas contrárias à comunicação com os mortos, Saul, desesperado pelo fato de Deus não estar mais lhe responder, nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas (v. 6), procurou uma pitonisa (médium). Durante toda a sessão, apenas a mulher vê algo e dá uma descrição vaga e imprecisa dos traços do espírito que aparece e fala com ela, o que foi suficiente para iludir Saul, que pensou tratar-se de Samuel. A seguir, algumas das razões que demonstram fraude ou manifestação demoníaca naquela aparição: Saul perdera a graça de Deus (15.23), por isso o silêncio do Senhor para com ele (28.6). Havia,naquel...

Malditos sejam (1 Samuel 26.19) - ICP Responde

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ICP Responde Malditos sejam (1 Samuel 26.19) Meninos de Deus. O líder desse grupo, Moisés Davi, usou o texto em referência para justificar o ódio que guardou das pessoas que não lhe deram crédito ou resistiram aos seus ensinos. Resposta apologética: A oração de Davi deve ser entendida mediante o contexto de Gênesis 12.3, onde Deus declara bênção ou maldição sobre os povos e os indivíduos. Tudo iria depender da visão e da relação que tivessem com Abraão e sua descendência. O mesmo parâmetro divino se repete na vida de Jacó, o patriarca do povo eleito, ou seja, Israel: “Sirvam-te povos, e nações se encurvem a ti; sê senhor de teus irmãos, e os filhos da tua mãe se encurvem a ti; malditos sejam os que te amaldiçoarem, e benditos sejam os que te abençoarem”. Outro fato importante que, pelo visto, tem passado desapercebido por esse grupo é que Davi demonstrou amor até mesmo para com Saul (por exemplo, teve a oportunidade de matá-lo, mas o fez). “Em paga do meu amor, me hostilizam; eu, porém...

O sacerdote lhe deu o pão sagrado (1 Samuel 21.6) - ICP Responde

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ICP Responde O sacerdote lhe deu o pão sagrado (1 Samuel 21.6) Comentário apologético: Numa hora de necessidade, Davi apanha o pão sagrado em detrimento da lei. Em Mateus 12.3-8, Jesus faz referência a esse incidente para responder às acusações de que seus discípulos tinham quebrado a guarda do sábado. Então, explicou que o Filho do Homem era o Senhor do sábado e mostrou que a observância do sábado está subordinada à lei do amor. Os judeus poderiam ter-se levantado contra o exemplo de Jesus e afirmado que Davi havia quebrado um preceito cerimonial e que os discípulos estavam quebrando um preceito moral. Mas não fizeram isso. Por quê? Porque não dividiam a lei. Saiba mais... www.icp.com.br