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Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos [...] e tu não quiseste! (Mateus 23.37) - ICP Responde

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ICP Responde Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos [...] e tu não quiseste! (Mateus 23.37) Universalismo. Fundamenta-se na onipotência divina para afirmar que não há criatura (homem) que não possa ser restaurada por Deus, porque a bondade e o desejo divinos proporcionam a salvação de todos os homens. Resposta apologética: O fato de Deus desejar a salvação de todos os homens não significa que o Senhor obrigará o homem a concordar com seu desejo. C.S. Lewis ensina que, por conta do livre-arbítrio, existem dois tipos de pessoas: a) o tipo que diz a Deus: “Seja feita a tua vontade”, e b) o tipo a quem Deus diz: “Seja feita a tua vontade”. A mãe pode desejar sucesso profissional e saúde para o filho, mas o filho pode desprezar os desígnios maternos e optar por uma vida criminosa e/ou por uma morte prematura, em decorrência dos vícios. O livre-arbítrio é retratado em vários pontos da Bíblia, como, por exemplo, 2Coríntios 5.10 e Gálatas 6.8,9. Saiba mais... www.icp.com.br

Estiveste no Éden [...] no dia em que foste criado (Ezequiel 28.13-16) - ICP Responde

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ICP Responde Estiveste no Éden [...] no dia em que foste criado (Ezequiel 28.13-16) Creciendo en Gracias. Afirma que este texto prova que Lúcifer era Adão, porque diz que Lúcifer foi criado no Éden. E mais. Que o corpo de Satanás, ou Lúcifer, foi Adão. Que Satanás, ou Adão ou, ainda, o ladrão colocou a raça humana em morte. Resposta apologética: Esta passagem não diz que Adão era Satanás. É um texto altamente simbólico. Ao mencionar o nome “Éden”, não está se referindo, necessariamente, ao jardim terrestre criado por Deus em Gênesis. O termo “Éden” vem de uma raiz que significa “delícias”, “prazer”, “regalias”, de onde vem também a noção de paraíso, isto é, qualquer lugar agradável. Ezequiel aplica suas palavras ao rei Tiro, referindo, também de forma figurada, à corrupção da verdadeira queda do anjo de luz, Lúcifer. O rei de Tiro é, então, comparado a este ser (v.1-6). Logo, se há algum homem comparado a Lúcifer, é o próprio rei de Tiro (v.12), não Adão. Saiba mais... www.icp.com.br ...

Violentam a minha lei (Ezequiel 22.26) - ICP Responde

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ICP Responde Violentam a minha lei (Ezequiel 22.26) Adventistas do Sétimo Dia. Afirmam que esta acusação se aplica a todas as pessoas que não guardam o sábado. Resposta apologética: A acusação não se limita à quebra do sábado por parte dos hebreus, mas aos sacerdotes e a todo o povo. As expressões seguintes mostram a interpretação correta do texto: a) cidade sanguinária (v. 2), que é Jerusalém, e b) príncipes de Israel (v. 6,8). Portanto, o texto em estudo nada tem a ver com os gentios que não estão debaixo da lei de Moisés (Rm 6.14), mas sob a lei de Cristo (Gl 6.2). Saiba mais... www.icp.com.br

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Disse o Senhor ao meu Senhor (Mateus 22.41-43) - ICP Responde

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ICP Responde Disse o Senhor ao meu Senhor (Mateus 22.41-43) Testemunhas de Jeová. Criticam a doutrina bíblica da Trindade e argumentam o seguinte: Se Jesus fosse Deus, como poderia Deus falar consigo mesmo? E, ainda, que a Tradução do Novo Mundo expõe melhor o texto: “A pronunciação de Jeová a meu Senhor é”. Resposta apologética: Em primeiro lugar, Deus não está falando consigo mesmo, como argumentam as Testemunhas de Jeová. Quando afirmamos que Jesus é Deus, não estamos dizendo que Jesus é o Pai. A seita confunde essa doutrina bíblica e tem a ousadia de afirmar que os evangélicos são contraditórios quanto ao conceito da Trindade. Mas não é bem assim. Ou seja, os cristãos não confundem as pessoas da unidade composta de Deus (Um só Deus, três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo; Mt 28.19). O texto bíblico diz claramente que o SENHOR estava falando com o Senhor. Ou seja, o Pai (SENHOR) falando ao Filho (meu Senhor). Não se trata de má tradução. Em segundo lugar, o fato de o Pai falar co...

Parará na encruzilhada (Ezequiel 21.21) - ICP Responde

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ICP Responde Parará na encruzilhada (Ezequiel 21.21) Comentário apologético: Os adeptos dos cultos afros realizam despachos em bosques, matas e encruzilhadas com o propósito de obter resultados favoráveis ou contrários para determinadas pessoas. O versículo em estudo, porém, está demonstrando o costume antigo de se consultar animais mortos em encruzilhadas para se obter sorte e prognóstico de eventos, mas o Senhor antecipa o resultado: “Isto será como adivinhações vãs, aos olhos daqueles que lhes fizeram juramentos; mas ele se lembrará da iniqüidade, para que sejam apanhados” (v. 23). O Deus do cristianismo nunca exigiu trabalhos em encruzilhadas, antes, adverte: “Misericórdia quero e não sacrifício” (Mt 9.13). Quando as pessoas desobedecem a ordem divina e sacrificam aos seus ídolos e protetores, estão, na verdade, sacrificando aos demônios (1Co 10.20,21). Saiba mais... www.icp.com.br

A qual mana leite e mel (Ezequiel 20.6) - ICP Responde

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ICP Responde A qual mana leite e mel (Ezequiel 20.6) Ceticismo. Confronta este texto com Números 13.32 (interpretando-o equivocadamente ao atribuir conotação de miséria em Canaã) para dizer que há contradição bíblica, já que aqui a terra é considerada fértil. Resposta apologética: O contexto do capítulo 13 de Números, por si só, prova que a interpretação dos céticos é incabível. O relatório apresentado por alguns espias que acompanharam Josué e Calebe no reconhecimento de Canaã, e do qual o ceticismo recolhe a idéia de miséria, era exagerado e covarde, não refletia os benefícios da terra, como no caso dos outros espias enviados antes deles (Nm 13.27). É fato que, na ocasião, existiam em Canaã homens de alta estatura e fortes guerreiros (Nm 13.28), porque a região vinha sendo palco de constantes batalhas campais entre as tribos que desejavam tomá-la, por ser uma terra extremamente fértil. O texto de Números 14.36,37 é uma prova cabal contra a tese dos céticos, por documentar a morte dos...