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Então, abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras (Lc 24.45) - ICP Responde

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Então, abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras (Lc 24.45) - ICP Responde Comentário apologético: Em oposição ao deísmo, que apregoa a crença de que o conhecimento sobre as questões religiosas e espirituais vem por meio da razão e não da revelação, o texto destacado afirma o contrário. O contexto bíblico diz que o conhecimento de Deus é oriundo, exclusivamente, da revelação divina. A dureza de coração que se observa como resultado da incredulidade dos adeptos do deísmo chega a ponto de reputar como "louca" a crença que deriva da revelação, o que não se constitui novidade, visto que Paulo já enfrentava esta realidade entre seus contemporâneos (1Co 1.18). Saiba mais... www.icp.com.br

E não hei de eu ter compaixão [...] de cento e vinte mil homens, que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda (Jn 4.11) - ICP Responde

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E não hei de eu ter compaixão [...] de cento e vinte mil homens, que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda (Jn 4.11) - ICP Responde Comentário apologético: O espiritismo declara o seguinte, sobre o bem e o mal: "Ao dar (Deus) ao homem o livre-arbítrio, quis que ele chegasse pela própria experiência a discernir o bem e o mal". Mas o conceito do homem sobre o bem e o mal está muito aquém de ser comparado com conceito divino, que em nada condiz com as medíocres idéias humanas (Mt 5.39-44). Se Deus concordasse que o homem pudesse proceder segundo sua descabida compreensão de justiça, Sodoma e Gomorra não teriam sido devastadas pela ira divina. Nínive, por sua vez, precisou ser esclarecida pelo profeta Jonas, para que não tivesse o mesmo fim (3.4). É digno de destaque que o próprio Deus declarou que os habitantes daquela cidade não eram capazes sequer de distinguir a mão direita da esquerda. O plano evangélico não é diferente: se o homem não crer no que ...

E o Filho do homem (Mt 20.18) - ICP Responde

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E o Filho do homem (Mt 20.18) - ICP Responde Testemunhas de Jeová. Questionam a divindade de Cristo da seguinte forma: "Se o próprio Jesus se intitulava 'Filho do homem', logo, não poderia reclamar para si divindade como a do Pai". Resposta apologética: A expressão "Filho do homem" não é uma negação da divindade de Cristo, uma vez que, com a encarnação, seus atributos divinos não cessaram: onipotência (28.18), onipresença (18.20), onisciência (9.3,4) e eternidade (Is 9.6). Assim como Cristo atribuiu a si próprio o título que destaca sua humanidade, também declarou que Ele próprio era Deus (Jo 8.58; 10.30). Saiba mais... www.icp.com.br  

Abrir as janelas do céu (Ml 3.10,11) - ICP Responde

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Abrir as janelas do céu (Ml 3.10,11) - ICP Responde Deísmo. Acredita que o "criador" ou "causa primeira da existência" não está interessado em sua criação, por isso não intervém, não galardoa e muito menos castiga. Resposta apologética: Considerando que o ministério dos profetas na propagação da revelação foi referendado por Deus (Cristo, Lc 24.44). Podemos observar, neste livro, que há muitos versículos em que o Criador provou ter poder e desejo de beneficiar o homem. Na seqüência, Deus garante três intervenções: a) "abrir as janelas do céu" - enviar chuvas; b) "repreender o devorador" - destruir as pragas da plantação; e c) "o fruto da vide não seria estéril" - multiplicação das safras. Esta exposição metafórica de preocupações divinas com a primazia de sua criação (o homem) contrasta frontalmente a tese deísta de um "criador" alheio à sua própria criação. Saiba mais... www.icp.com.br  

Tudo o que ligardes na terra será ligado no céu (Mt 18.15-18) ICP Responde

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Tudo o que ligardes na terra será ligado no céu (Mt 18.15-18) ICP Responde Catolicismo Romano. Usa esta seqüência para tentar provar a legitimidade do ato de "perdoar pecados", supostamente atribuído aos seus sacerdotes. Resposta apologética: Além deste, igreja romana usa o texto de Mateus 16.19 para tentar fundamentar esta tese. Todavia, na seqüência em análise, o suposto "dom do perdão" se estende a todos os discípulos: "Em verdade vos digo que tudo o que ligardes" (v. 18). O versículo19 expande ainda mais este benefício ao afirmar que quando dois discípulos (e não apóstolos) concordarem, sobre a terra, com algo que peçam, hão de ser atendidos pelo Pai. Logo, a repreensão abordada nesta seqüência pode ser operada por todos os cristãos. A "igreja" citada aqui pode ser representada por qualquer dirigente de comunidade cristã, desde que seja constituída de acordo com os moldes bíblicos. Como exemplo, as sete Igrejas da Ásia e os seus "anjos...

De sorte que até os lenços e aventais (At 19.12) - ICP Responde

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De sorte que até os lenços e aventais (At 19.12) - ICP Responde Catolicismo Romano. Utiliza este texto para amparar duas questões: a veneração de relíquias e a prática de exorcismo, por meio de água benta, crucifixos, conjúrios, etc. Resposta apologética: O argumento que aproveita as curas realizadas mediante às peças de roupa de Paulo não funciona como fundamento para sustenta o ensino de veneração de relíquias, considerando que aos apóstolos foram concedidos dons especiais para que pudessem realizar seu ministério (2Co 12.12), o que é corroborado com Romanos 15.18,19, no qual Paulo declara que se gloriava apenas das coisas que Cristo fazia por seu intermédio. Quando um objeto passa a ganhar tratamento de honra e veneração perante os cristãos, agrada a Deus que seja destruído (2Rs 18.4). Em relação ao exorcismo, este texto não dá base para expulsar demônios por meio de quaisquer fetiches. A virtude estava no poder do nome de Jesus e não em objetos inanimados (Mc 16.17). Tanto é que, n...

Para obediência da fé entre todas as gentes (Rm 1.5) - ICP Responde

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Para obediência da fé entre todas as gentes (Rm 1.5) - ICP Responde Catolicismo Romano. Exige de seus fiéis ordenados a obediência à fé exercida pelo ministério do ensino e à hierarquia da igreja. Resposta apologética: O texto em estudo não respalda o interesse romano em exercer autoridade soberana e incondicional sobre seu corpo clerical e sobre os fiéis. No primeiro versículo, constatamos que Paulo estava se referindo ao seu próprio apostolado e não ao de Pedro e seus pretensos sucessores, ou a qualquer outro discípulo. Por outro lado, na seqüência do texto de Atos 1.15-26, Lucas nos mostra que é necessário mais do que ritualística humana para a consagração de um apóstolo (v.21,22), e Paulo preenchia esses requisitos (1Co 9.1; 15.5-8). Tais fatos, por si só, negariam a pretensão romana de que o "ministério de ensino católico" estava sendo mencionado nesta referência bíblica. Saiba mais... www.icp.com.br